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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Solenidade do Corpus Christi em Budapeste (2026)

No domingo, dia 07 de junho de 2026, o Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Esztergom-Budapeste, Dom Gábor Mohos, celebrou a Missa da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi), transferida da quinta-feira, na Basílica Co-Catedral de Santo Estêvão em Budapeste (Hungria).

No final da Missa teve lugar a Procissão Eucarística ao redor da Basílica, a qual se deteve em três altares, retornando em seguida ao altar central para a Bênção com o Santíssimo Sacramento.

"Anjo eucarístico" no teto da Basílica
Ritos iniciais
Evangelho
Homilia
Oração Eucarística

sábado, 20 de junho de 2026

Fotos da Missa do Papa em Madrid

Na manhã do domingo, 07 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV celebrou a Missa da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Ano A) na Praça de Cibeles em Madrid (Espanha) seguida da tradicional Procissão Eucarística.

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli. O livreto da celebração pode ser visto aqui (pp. 5-45 do Missal para a Viagem Apostólica).

Destacamos a presença dos castiçais de altar utilizados na Missa de Encerramento da Jornada Mundial da Juventude em Madrid em 2011 presidida pelo Papa Bento XVI.

Incensação do altar
Ritos iniciais


Liturgia da Palavra

Homilia do Papa: Missa em Madrid

Viagem Apostólica à Espanha
Santa Missa e Procissão Eucarística
Homilia do Papa Leão XIV
Praça de Cibeles (Madrid)
Domingo, 07 de junho de 2026

Foi celebrada a Missa da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Ano A).

Eminências e Excelências Reverendíssimas,
Queridos sacerdotes, religiosos, religiosas,
Majestades,
Irmãos e irmãs,
Com o coração cheio de alegria, no início desta viagem à Espanha, presido esta celebração no dia da Solenidade do Corpus Christi.

Estamos reunidos em torno da Eucaristia, o dom da presença viva de Cristo no meio de nós. Ele, que quis nos oferecer a sua vida para nos fazer entrar na comunhão do Pai e nos tornar seus filhos, está aqui, como Pão vivo descido do céu, que nos alimenta com a própria vida de Deus, com um amor mais forte que a morte.

Esta memória do Senhor presente no Pão eucarístico está no coração da vossa fé e da história do vosso povo. Aqui em Madrid, mas também em tantos outros lugares da Espanha, o Corpus Christi não é mais uma festa do calendário litúrgico, mas um retorno às raízes da fé para renovar o amor e a fidelidade a Deus. Ao longo dos séculos, as solenes procissões deste dia têm moldado a piedade, a arte, a música, a arquitetura e a vida do povo espanhol e, ainda hoje, expressam e manifestam o sentimento espiritual deste país também através da beleza e da elegância dos tapetes florais, dos altares nas ruas, do cuidado com as custódias e os ostensórios, dos cânticos e dos ornamentos. Não se trata de uma manifestação exterior, de uma sobrevivência folclórica ou de um simples adorno estético: trata-se aqui da fé na presença do Senhor Ressuscitado, que está vivo e continua a passar no meio de nós, que se faz pão para a nossa fome de vida e visita os recantos do nosso coração e da nossa história, também os mais escuros.


Assim, se na Celebração Eucarística Cristo se entrega como alimento, a procissão diz que Ele não permanece fechado no templo, mas sai ao nosso encontro. Jesus caminha pelas ruas, atravessa as praças, visita os nossos bairros, habita os lugares da nossa vida quotidiana. Ele é o Deus próximo que caminha com o seu povo, o Senhor da história, consolo dos fracos, luz para as famílias, esperança para os doentes, paz para quem sofre. O Cristo que passa pelas ruas na custódia é o mesmo que se identifica com os pobres, os abatidos, os que estão sozinhos e desamparados. Não é por acaso que aqui, na Espanha, a Igreja tenha unido durante anos a Solenidade do Corpus Christi com o Dia da Caridade.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Fotos da Vigília com os Jovens em Madrid

No fim da tarde do sábado, 06 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV presidiu uma Vigília de oração com os Jovens na Praça de Lima em Madrid (Espanha).

Após um diálogo com os jovens, o Papa presidiu um momento de adoração eucarística, assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli.

Destacamos o uso do racional ou formal (broche usado pelos Bispos para fechar o pluvial) endossado pelo Papa Bento XVI na Vigília da Jornada Mundial da Juventude em Madrid em 2011.

Procissão de entrada
Exposição do Santíssimo Sacramento
Incensação
Adoração eucarística

sábado, 13 de junho de 2026

Solenidade do Corpus Christi em Milão (2026)

Na Itália e em outros países a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) é transferida para o domingo. Na Arquidiocese de Milão, porém, a qual possui um rito próprio, o Rito Ambrosiano, essa Solenidade é celebrada na quinta-feira.

Assim, no dia 04 de junho de 2026 o Arcebispo de Milão, Dom Mario Enrico Delpini, celebrou a Missa da Solenidade na Catedral Metropolitana da Natividade da Virgem Maria, o Duomo de Milão. Infelizmente neste ano a Arquidiocese não realizou a tradicional Procissão Eucarística, limitando-se a um momento de oração dentro da Catedral.

Como é possível ver nas imagens a seguir, no Rito Ambrosiano essa Solenidade é celebrada com paramentos vermelhos (ao invés de brancos, como no Rito Romano).

Procissão de entrada

Saudação inicial
Abraço da paz
Apresentação das oferendas

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Solenidade do Corpus Christi em Lisboa (2026)

O Patriarca de Lisboa (Portugal), Dom Rui Manuel Sousa Valério, presidiu a Missa da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) na quinta-feira, dia 04 de junho de 2026, na Catedral de Santa Maria Maior, a Sé de Lisboa.

Como de costume na capital portuguesa, no final da Missa, celebrada pela manhã, foi exposto o Santíssimo Sacramento. Os fiéis permaneceram em adoração durante o dia e, à tarde, teve lugar a Procissão Eucarística pelos arredores da Catedral.

04 de junho (manhã): Missa na Sé de Lisboa


Procissão de entrada
Ritos iniciais
Liturgia da Palavra

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Solenidade do Corpus Christi em Cracóvia (2026)

Na Arquidiocese de Cracóvia (Polônia) a Missa da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) foi presidida pelo Arcebispo, Cardeal Grzegorz Ryś, na quinta-feira, dia 04 de junho de 2026, junto à Catedral dos Santos Venceslau e Estanislau, a Catedral de Wawel.

No final da Missa teve lugar a Procissão Eucarística marcada por quatro “estações”, nas quais foram proclamadas passagens dos quatro Evangelhos seguidas das meditações dos três Bispos Auxiliares e do próprio Arcebispo.

Após a Bênção Eucarística, como de costume, o Arcebispo Emérito, Dom Marek Jędraszewski, presidiu a Missa junto à Basílica de Santa Maria para aqueles que não participaram da celebração na Catedral de Wawel.

Missa junto à Catedral de Wawel

Ritos iniciais
Evangelho
(Proclamado pelo Pároco da Catedral)
Bênção com o Livro dos Evangelhos
Homilia
(Dom Jan Zając, Bispo Auxiliar Emérito)
Oração Eucarística: Consagração

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Solenidade do Corpus Christi em Jerusalém (2026)

Nos dias 03 e 04 de junho de 2026 a Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém acolheu as celebrações da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) presididas pelo Patriarca Latino de Jerusalém, Cardeal Pierbattista Pizzaballa.

Na tarde da quarta-feira, dia 03, o Patriarca presidiu as I Vésperas (oração da tarde da Liturgia das Horas) e na manhã da quinta-feira, dia 04, as Laudes (oração da manhã), a Missa e a Procissão Eucarística ao redor da Edícula do Santo Sepulcro.

03 de junho: I Vésperas

Altar preparado diante da Edícula
I Vésperas: Hino
Salmodia
Incensação do altar durante o Magnificat
Bênção

04 de junho: Laudes, Missa e Procissão Eucarística

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Homilia do Papa Bento XVI: Corpus Christi (2006)

Por ocasião da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) recordamos a homilia proferida pelo Papa Bento XVI (†2022) há 20 anos, no dia 15 de junho de 2006, durante a Missa da Solenidade (Ano B) diante da Basílica do Latrão seguida da procissão eucarística até a Basílica de Santa Maria Maior.

Recordamos também sua meditação durante a oração do Ângelus do domingo seguinte, 18 de junho.

Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo
Santa Missa e Procissão Eucarística
Homilia do Papa Bento XVI
Adro da Basílica de São João do Latrão
Quinta-feira, 15 de junho de 2006

Queridos irmãos e irmãs,
Na véspera da sua Paixão, durante a Ceia pascal, como ouvimos há pouco no Evangelho, o Senhor «tomou o pão e, tendo pronunciado a bênção, o partiu e o entregou aos discípulos, dizendo: “Tomai, isto é o meu corpo”. Em seguida, tomou o cálice, deu graças, entregou-lhes e todos beberam dele. Jesus lhes disse: “Isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos”» (Mc 14,22-24). Toda a história de Deus com os homens está resumida nessas palavras. Não só é recolhido e interpretado o passado, mas também é antecipado o futuro - a vinda do Reino de Deus ao mundo. O que Jesus diz não são simplesmente palavras. O que Jesus diz é acontecimento, o acontecimento central da história do mundo e da nossa vida pessoal.


Essas palavras são inesgotáveis. Porém, neste momento gostaria de meditar convosco apenas um aspecto: Jesus, como sinal da sua presença, escolheu pão e vinho. Com cada um dos dois sinais Ele se doa inteiramente, não só uma parte de si. O Ressuscitado não está dividido. Ele é uma pessoa que, através dos sinais, se aproxima de nós e se une a nós.

Mas cada um dos sinais representa, a seu modo, um aspecto particular do seu mistério e, com a sua manifestação típica, querem falar a nós, para que aprendamos a compreender um pouco mais do mistério de Jesus Cristo. Durante a procissão e na adoração nós contemplamos a Hóstia consagrada - a forma mais simples de pão e de alimento, feito apenas com um pouco de farinha e água. Assim ele se apresenta como o alimento dos pobres, aos quais o Senhor destinou em primeiro lugar a sua proximidade.

Homilia do Papa João Paulo II: Corpus Christi (2001)

Nesta Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) recordamos a homilia proferida pelo Papa São João Paulo II (†2005) há 25 anos, no dia 14 de junho de 2001, na Missa da Solenidade (Ano C) diante da Basílica do Latrão seguida da procissão eucarística até a Basílica de Santa Maria Maior.

Recordamos também sua meditação durante a oração do Ângelus do domingo seguinte, 17 de junho.

Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo
Santa Missa e Procissão Eucarística
Homilia do Papa João Paulo II
Adro da Basílica de São João do Latrão
Quinta-feira, 14 de junho de 2001

1. «Ecce panis Angelorum, factus cibus viatorum: vere panis filiorum» - «Eis o pão dos Anjos, feito alimento dos peregrinos: verdadeiro pão dos filhos» (Sequência).
Hoje a Igreja mostra ao mundo o Corpus Christi, o Corpo de Cristo, e nos convida a adorá-lo: Venite adoremus! Vinde, adoremos!

O olhar dos fiéis se concentra no Sacramento, no qual Cristo deixou todo o seu ser: Corpo, Sangue, Alma e Divindade. Por isso foi sempre considerado o mais Santo: o “Santíssimo Sacramento”, memorial vivo do Sacrifício redentor.


Na Solenidade do Corpus Christi voltamos àquela “Quinta-feira” que todos chamamos “Santa”, na qual o Redentor celebrou a sua última Páscoa com os discípulos: foi a Última Ceia, cumprimento da ceia pascal hebraica e inauguração do rito eucarístico.

Por isso a Igreja, há séculos, escolheu uma quinta-feira para a Solenidade do Corpus Christi, festa de adoração, de contemplação e de exaltação. Festa na qual o Povo de Deus se reúne em torno do tesouro mais precioso herdado de Cristo, o Sacramento da sua própria Presença, e o louva, o canta e o leva em procissão pelas ruas da cidade.

2. «Lauda, Sion, Salvatorem!» - «Louva Sião, o Salvador!» (Sequência).
A nova Sião, a Jerusalém espiritual, na qual se reúnem os filhos de Deus de todos os povos, línguas e culturas, louva o Salvador com hinos e cânticos. Com efeito, a admiração e o reconhecimento pelo dom recebido são inexauríveis. Este dom «supera todo louvor, não há cântico que lhe seja digno» (ibid.).

Eis um mistério sublime e inefável. Mistério diante do qual permanecemos espantados e silenciosos, em atitude de contemplação profunda e extasiada.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Homilia do Papa João Paulo II: Missa da Ceia do Senhor (2001)

Há 25 anos, na tarde da Quinta-feira Santa, 12 de abril de 2001, o Papa São João Paulo II (†2005) celebrou a Missa da Ceia do Senhor na Basílica do Latrão, a Catedral de Roma. Reproduzimos aqui sua homilia na ocasião:

Santa Missa da Ceia do Senhor
Homilia do Papa João Paulo II
Basílica do Latrão
Quinta-feira Santa, 12 de abril de 2001

1. «In supremae nocte Cenae recumbens cum fratribus...» - «Na noite da Última Ceia, estando à mesa com os irmãos... com as suas próprias mãos deu-se a si mesmo em alimento aos Doze».

Com estas palavras o belo hino “Pange lingua apresenta a Última Ceia, na qual Jesus nos deixou o admirável Sacramento do seu Corpo e do seu Sangue. As leituras proclamadas há pouco ilustram o seu sentido profundo. Elas formam como que um tríptico: apresentam a instituição da Eucaristia, a sua prefiguração no Cordeiro pascal e a sua tradução existencial no amor e no serviço fraterno.


Foi o Apóstolo Paulo, na Primeira Carta aos Coríntios, a recordar-nos o que Jesus fez «na noite em que foi entregue». Ao relato do fato histórico Paulo acrescentou seu comentário: «Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que Ele venha» (1Cor 11,26). A mensagem do Apóstolo é clara: a comunidade que celebra a Ceia do Senhor atualiza a Páscoa. A Eucaristia não é a simples memória de um rito passado, mas a viva representação do gesto supremo do Salvador. Essa experiência não pode deixar de impelir a comunidade cristã a fazer-se profecia do mundo novo, inaugurado na Páscoa. Contemplando esta tarde o mistério de amor que a Última Ceia nos repropõe, permaneçamos também nós em comovida e silenciosa adoração.

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Solenidade de Cristo Rei em Manila (2025)

O Arcebispo de Manila (Filipinas), Cardeal Jose Fuerte Advincula, celebrou no dia 23 de novembro de 2025 a Missa da Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo (Ano C) na Catedral Metropolitana da Imaculada Conceição, precedida por um momento de adoração eucarística presidida pelo pároco da Catedral.

Nesse domingo também se celebrou a nível diocesano a 40ª Jornada Mundial da Juventude. Para ler a mensagem do Papa Leão XIV para a ocasião, clique aqui.

Imagem de Cristo Rei na Capela do Santíssimo Sacramento
Adoração eucarística antes da Missa: Bênção
Procissão de entrada

Incensação do altar

quinta-feira, 16 de outubro de 2025

Fotos da Vigília Mariana no Vaticano (2025)

Na tarde do sábado, 11 de outubro de 2025, o Papa Leão XIV presidiu uma Vigília de Oração na Praça de São Pedro por ocasião do Jubileu da Espiritualidade Mariana.

No início da Vigília o Papa ofereceu uma rosa de ouro ao Santuário de Fátima (Portugal), depositando-a diante da imagem da Virgem Maria [1].

A Vigília teve início com o sinal da cruz, a saudação e o hino Veni, Creator Spiritus. Seguiu-se a recitação dos mistérios gozosos do rosário, intercalados com leituras do Evangelho e da Constituição Lumen Gentium [2], concluindo com a Ladainha de Nossa Senhora (Ladainha Lauretana).

Após a meditação do Papa teve lugar a exposição do Santíssimo Sacramento e um momento de adoração com leituras e preces pela paz, concluindo com a bênção eucarística.

O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Entronização da imagem
O Papa oferece a rosa de ouro


Hino Veni Creator Spiritus

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Vigília do Jubileu dos Jovens (2025)

Na tarde do sábado, 02 de agosto de 2025, o Papa Leão XIV presidiu a Vigília do Jubileu dos Jovens no campus da Universidade Tor Vergata em Roma, mesmo local que acolheu a Jornada Mundial da Juventude no Grande Jubileu do Ano 2000.

A vigília teve início com o sinal da cruz, a saudação e a invocação do Espírito Santo. Na sequência o Papa respondeu as perguntas de três jovens.

Seguiu-se a proclamação do Evangelho (Lc 24,13-35) e a adoração eucarística, durante a qual se intercalaram momentos de silêncio, cantos e versos orantes em vários idiomas.

O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Entrada: O Papa leva a cruz do Jubileu



Saudação inicial