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quarta-feira, 3 de junho de 2026

Domingo de Pentecostes em Budapeste (2026)

No domingo, dia 24 de maio de 2026, o Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Esztergom-Budapeste (Hungria), Dom Levente Balázs Martos, celebrou a Missa da Solenidade de Pentecostes na Catedral Basílica da Assunção de Maria e Santo Adalberto em Esztergom, durante a qual 81 jovens receberam o Sacramento da Confirmação (Crisma).

A celebração contou com a presença do Arcebispo, Cardeal Péter Erdő, que assistiu a Missa endossando as vestes corais. Esta foi sua primeira aparição pública desde o dia 02 de fevereiro, uma vez que está se recuperando de uma cirurgia. Já durante a Semana Santa, com efeito, ele foi substituído pelos Bispos Auxiliares na presidência das celebrações.

Procissão de entrada
Incensação do círio pascal
(Curiosamente colocado no meio da igreja)
Acolhida do Cardeal Erdő
Ritos iniciais
Evangelho

sábado, 25 de abril de 2026

Semana Santa em Londres (2026) Parte 2

Como vimos em nossa postagem anterior, neste ano de 2026 Dom Charles Phillip Richard Moth presidiu pela primeira vez as celebrações da Semana Santa como Arcebispo de Westminster na Catedral do Preciosíssimo Sangue de Jesus em Londres (Inglaterra).

Após destacarmos na primeira parte o Domingo de Ramos, a Missa Crismal e a Missa da Ceia do Senhor, nesta segunda postagem trazemos algumas imagens da Celebração da Paixão do Senhor e da Vigília Pascal:



Prostração
Liturgia da Palavra
Narrativa da Paixão
Homilia

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Semana Santa em Lisboa (2026) Parte 2

Como vimos na postagem anterior, as celebrações da Semana Santa deste ano de 2026 na Catedral de Santa Maria Maior, a Sé de Lisboa (Portugal), foram presididas pelo Patriarca, Dom Rui Manuel Sousa Valério.

Após a primeira parte com as celebrações do Domingo de Ramos e da Quinta-feira Santa, nesta segunda parte trazemos algumas imagens da Celebração da Paixão do Senhor, da Vigília Pascal e da Missa do Domingo de Páscoa. Destacamos o uso de diversos paramentos históricos da Catedral.


Procissão de entrada
Prostração
Narrativa da Paixão
Homilia
Apresentação da cruz (2ª forma)

sábado, 18 de abril de 2026

Semana Santa em Milão (2026)

O Arcebispo de Milão (Itália), Dom Mario Enrico Delpini, presidiu as celebrações da Semana Santa (Settimana Autentica) deste ano de 2026 na Catedral Metropolitana da Natividade da Virgem Maria, o Duomo de Milão.

As celebrações seguiram o Rito Ambrosiano, próprio da Arquidiocese. Nas imagens é possível ver algumas das suas particularidades em relação ao Rito Romano.

29 de março: Domingo de Ramos

Bênção dos ramos
Procissão
Apresentação das oferendas
Comunhão

02 de abril: Missa Crismal

Procissão de entrada

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Semana Santa em Budapeste (2026)

Na Arquidiocese de Esztergom-Budapeste (Hungria) as principais celebrações da Semana Santa deste ano de 2026 foram confiadas aos três Bispos Auxiliares, uma vez que o Arcebispo, Cardeal Péter Erdő, está se recuperando de uma cirurgia.

Confira a seguir algumas imagens das celebrações na Catedral Basílica da Assunção de Maria e Santo Adalberto em Esztergom e na Basílica Co-Catedral de Santo Estêvão em Budapeste:

Catedral Basílica de Esztergom
Presidida por Dom Levente Balázs Martos

Bênção dos ramos no átrio da Catedral
Procissão
Homilia
Incensação das oferendas
Oração Eucarística

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Semana Santa em Cracóvia (2026) Parte 2

Como vimos na postagem anterior, neste ano de 2026 o Cardeal Grzegorz Ryś presidiu pela primeira vez as celebrações da Semana Santa como Arcebispo de Cracóvia (Polônia).

Após destacarmos na primeira parte as celebrações do Domingo de Ramos e da Quinta-feira Santa, nesta segunda parte trazemos algumas imagens da Celebração da Paixão do Senhor, da Vigília Pascal e da Missa do Domingo de Páscoa:

Catedral de Wawel

Prostração
Homilia
Oração Universal
Apresentação da cruz (1ª forma)

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Semana Santa em Manila (2026) Parte 2

Como vimos na postagem anterior, as celebrações da Semana Santa deste ano de 2026 na Arquidiocese de Manila (Filipinas) foram presididas pelo Arcebispo, Cardeal Jose Fuerte Advincula, na Catedral Metropolitana da Imaculada Conceição.

Após destacarmos na primeira parte as celebrações do Domingo de Ramos e da Quinta-feira Santa, nesta segunda parte trazemos algumas imagens da Celebração da Paixão do Senhor e da Vigília Pascal:


Prostração
Liturgia da Palavra
Narrativa da Paixão
Homilia
Oração Universal

sábado, 11 de abril de 2026

Vigília Pascal no Vaticano (2026)

No Sábado Santo, 04 de abril de 2026, o Papa Leão XIV presidiu a Vigília Pascal na Noite Santa da Ressurreição do Senhor na Basílica de São Pedro,

A celebração teve início no átrio da Basílica com a Liturgia da Luz. Após a Liturgia da Palavra, por sua vez, o Papa conferiu os Sacramentos da Iniciação Cristã a dez adultos, cinco da Diocese de Roma e cinco de outros países.

Leão XIV foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor L'ubomír Welnitz. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Destacamos o uso de uma casula do Papa Bento XVI (†2022), que este costumava usar nas Missas com Batismos, e da pia batismal realizada em 1996 pelo escultor Mario Toffetti (†2013), que há alguns anos não era utilizada nas celebrações pontifícias.

Liturgia da Luz
Preparação do círio pascal
Imposição do incenso
O Papa acende sua vela no círio
Procissão

sábado, 4 de abril de 2026

Homilia do Papa Bento XVI: Vigília Pascal (2006)

Há 20 anos, na noite do Sábado Santo, 15 de abril de 2006, o Papa Bento XVI (†2022) celebrou a Vigília Pascal na Noite Santa da Ressurreição do Senhor (Ano B) na Basílica de São Pedro, durante a qual conferiu os Sacramentos da Iniciação Cristã a sete adultos de diversos países do mundo.

Reproduzimos aqui sua homilia na ocasião:

Vigília Pascal na Noite Santa
Homilia do Papa Bento XVI
Basílica de São Pedro
Sábado Santo, 15 de abril de 2006

1. «Vós procurais Jesus de Nazaré, que foi crucificado? Ele ressuscitou. Não está aqui» (Mc 16,6). Assim o mensageiro de Deus, vestido de branco, fala às mulheres que procuram o corpo de Jesus no túmulo. Mas, nesta noite santa, o evangelista diz a mesma coisa também a nós: Jesus não é um personagem do passado. Ele vive, e como vivente caminha à nossa frente; chama-nos a segui-lo, a Ele, o Vivente, e a encontrarmos assim também nós o caminho da vida.

2. «Ressuscitou. Não está aqui». Quando Jesus falou pela primeira vez da Cruz e da Ressurreição aos discípulos, descendo o monte da Transfiguração, eles se perguntavam o que queria dizer «ressuscitar dos mortos» (Mc 9,10). Na Páscoa nos alegramos porque Cristo não permaneceu no sepulcro, o seu corpo não conheceu a corrupção; pertence ao mundo dos vivos, não ao mundo dos mortos; nos alegramos porque - como proclamamos no rito do círio pascal - Ele é ao mesmo tempo o Alfa e o Ômega e, portanto, existe não apenas ontem, mas hoje e por toda a eternidade (cf. Hb 13,8).


Mas, de certa forma, a Ressurreição está tão além do nosso horizonte, tão além de todas as nossas experiências que, reentrando em nós mesmos, continuamos a discussão dos discípulos: em que consiste precisamente “ressuscitar”? O que significa para nós? O que significa para o mundo e para a história no seu conjunto? Um teólogo alemão disse ironicamente uma vez que o milagre de um cadáver reanimado - se é que isso realmente aconteceu, coisa que ele, porém, não acreditava - no fim das contas seria irrelevante porque, precisamente, não diz respeito a nós. Com efeito, se apenas uma vez alguém tivesse sido reanimado, e nada mais, de que modo isso teria a ver conosco? Mas a Ressurreição de Cristo é justamente algo mais, é uma coisa distinta. Se pudermos usar por uma vez a linguagem da teoria da evolução, ela é a maior “mutação”, o salto absolutamente mais decisivo para uma dimensão totalmente nova, como nunca tinha acontecido na longa história da vida e dos seus avanços: um salto de uma ordem completamente nova, que tem a ver conosco e diz respeito a toda a história.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Ângelus: Festa do Batismo do Senhor - Ano A (2026)

Festa do Batismo do Senhor
Papa Leão XIV
Ângelus
Praça de São Pedro
Domingo, 11 de janeiro de 2026

Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
A Festa do Batismo de Jesus, que celebramos hoje, dá início ao Tempo Comum [1]: este período do Ano Litúrgico nos convida a seguir juntos o Senhor, escutando a sua Palavra e imitando os seus gestos de amor para com o próximo. Com efeito, é assim que confirmamos e renovamos o nosso Batismo, ou seja, o Sacramento que nos torna cristãos, libertando-nos do pecado e transformando-nos em filhos de Deus, pelo poder do seu Espírito de vida.

O Evangelho que hoje ouvimos conta como nasce este sinal eficaz da graça. Quando Jesus é batizado por João no rio Jordão, vê «o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo pousar sobre Ele» (Mt 3,16). Ao mesmo tempo, dos céus abertos, ouve-se a voz do Pai que diz: «Este é o meu Filho amado» (v. 17). Então toda a Trindade se torna presente na história: tal como o Filho desce nas águas do Jordão, assim o Espírito Santo desce sobre Ele e, através d’Ele, nos é dado como força de salvação.

Caríssimos, Deus não observa o mundo de longe, sem tocar a nossa vida, os nossos males e as nossas expectativas! Ele vem para o meio de nós com a sabedoria do seu Verbo feito carne, envolvendo-nos em um surpreendente projeto de amor por toda a humanidade.

É por isso que João Batista, cheio de admiração, pergunta a Jesus: «Tu vens a mim?» (v. 14). Sim, na sua santidade, o Senhor se faz batizar como todos os pecadores, para revelar a infinita misericórdia de Deus. Na verdade, o Filho Unigênito, no qual somos irmãos e irmãs, vem para servir e não para dominar, para salvar e não para condenar. Ele é o Cristo Redentor: toma sobre si o que é nosso, incluindo o pecado, e nos dá o que é seu, ou seja, a graça de uma vida nova e eterna.

O Sacramento do Batismo realiza este acontecimento em todos os tempos e lugares, introduzindo cada um de nós na Igreja, que é o Povo de Deus, formado por homens e mulheres de todas as nações e culturas, regenerados pelo seu Espírito. Dediquemos este dia, portanto, a recordar o grande dom recebido, comprometendo-nos a testemunhá-lo com alegria e coerência. Precisamente hoje batizei alguns recém-nascidos, que se tornaram nossos novos irmãos e irmãs na fé: como é lindo celebrar como uma única família o amor de Deus, que nos chama pelo nome e nos liberta do mal! O primeiro dos Sacramentos é um sinal sagrado, que nos acompanha para sempre. Nas horas sombrias, o Batismo é luz; nos conflitos da vida, o Batismo é reconciliação; na hora da morte, o Batismo é a porta do céu.

Oremos juntos à Virgem Maria, pedindo-lhe que sustente diariamente a nossa fé e a missão da Igreja.

Batismo de Cristo (Francesco Ubertini)

Fonte: Santa Sé.

Nota:
[1] Tecnicamente a Festa do Batismo do Senhor conclui o Tempo do Natal. O Tempo Comum começa no dia seguinte a essa Festa (cf. Normas Universais sobre o Ano Litúrgico e Calendário, nn. 33.44).

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Festa do Batismo do Senhor no Vaticano (2026)

Na manhã do domingo, 11 de janeiro de 2026, o Papa Leão XIV celebrou a Missa da Festa do Batismo do Senhor na Capela Sistina, durante a qual administrou o Sacramento do Batismo a 20 crianças.

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor Massimiliano Matteo Boiardi. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Procissão de entrada
Diálogo inicial
Sinal da cruz

Ritos iniciais

Homilia do Papa: Festa do Batismo do Senhor - Ano A (2026)

Festa do Batismo do Senhor
Santa Missa e Batismo de algumas crianças
Homilia do Papa Leão XIV
Capela Sistina
Domingo, 11 de janeiro de 2026

Queridos irmãos e irmãs,
Quando o Senhor entra na história, vem ao encontro da vida de cada um com coração aberto e humilde. Com o seu olhar, cheio de amor, Ele procura o nosso olhar e dialoga conosco, revelando-nos o Verbo da salvação. Feito homem, o Filho de Deus realiza para todos uma surpreendente possibilidade, que inaugura um tempo novo e inesperado, mesmo para os profetas.

João Batista percebe-o imediatamente e pergunta a Jesus: «Eu é que preciso ser batizado por ti, e Tu vens a mim?» (Mt 3,14). Como luz nas trevas, o Senhor faz-se encontrar ali onde não o esperamos: é o Santo entre os pecadores, que quer habitar no meio de nós sem manter distâncias, antes assumindo até o fim tudo o que é humano. Jesus responde a João: «Por enquanto deixa como está, porque devemos cumprir toda a justiça!» (v. 15). Qual justiça? A de Deus, que no batismo de Jesus realiza a nossa justificação: na sua infinita misericórdia, o Pai nos torna justos por meio do seu Cristo, o único Salvador de todos. Como acontece isso? Aquele que é batizado por João no Jordão faz deste gesto um novo sinal de morte e ressurreição, de perdão e comunhão. Eis o Sacramento que celebramos hoje com as vossas crianças: porque Deus as ama, elas se tornam cristãs, nossos irmãos e irmãs.

Os filhos que agora tendes nos braços são transformados em novas criaturas. Assim como receberam a vida de vós, pais e mães, eles recebem agora o sentido para vivê-la: a fé. Quando sabemos que um bem é essencial, imediatamente o procuramos para aqueles que amamos. Quem de nós, afinal, deixaria os recém-nascidos sem roupa ou alimento, à espera que escolham como se vestir e o que comer quando crescerem? Caríssimos, se comida e vestuário são necessários para viver, a fé é mais do que necessária, porque com Deus a vida encontra a salvação.

O seu amor providencial manifesta-se na terra através de vós, pais e mães que pedis a fé para os vossos filhos. Chegará certamente o dia em que eles se tornarão pesados demais para serem carregados nos braços; e chegará também o dia em que serão eles a vos sustentar. O Batismo, que nos une na única família da Igreja, santifique sempre todas as vossas famílias, dando força e constância ao afeto que vos une.

Os gestos que daqui a pouco realizaremos são lindos testemunhos disso: a água da fonte é o lavacro no Espírito, que purifica de todos os pecados; a veste branca é o traje novo, que Deus Pai nos dá para a festa eterna do seu Reino; a vela acesa no círio pascal é a luz de Cristo Ressuscitado, que ilumina o nosso caminho. Espero que o continueis com alegria ao longo do ano que começa e por toda a vida, certos de que o Senhor acompanhará sempre os vossos passos.


Fonte: Santa Sé.

sábado, 10 de janeiro de 2026

Homilia do Papa Bento XVI: Batismo do Senhor (2006)

Neste domingo em que celebramos a Festa do Batismo do Senhor repropomos a homilia proferida pelo Papa Bento XVI (†2022) nesta ocasião há 20 anos, no dia 08 de janeiro de 2006, durante a Missa com o Batismo de algumas crianças na Capela Sistina, aprofundando o significado desse Sacramento:

Festa do Batismo do Senhor
Santa Missa e Batismo de algumas crianças
Homilia do Papa Bento XVI 
Capela Sistina
Domingo, 08 de janeiro de 2006

Queridos pais, padrinhos e madrinhas,
Amados irmãos e irmãs,
O que acontece no Batismo? O que esperamos do Batismo? Vós destes uma resposta ao entrar nesta Capela: esperamos para os nossos filhos a vida eterna. Esta é a finalidade do Batismo. Mas como pode se realizar isso? Como pode o Batismo dar a vida eterna? O que é a vida eterna?

Poderíamos dizer com palavras mais simples: esperamos para estas nossas crianças uma vida boa; a vida verdadeira; a felicidade mesmo em um futuro ainda desconhecido. Nós não somos capazes de garantir este dom durante todo o futuro desconhecido e, por isso, nos dirigimos ao Senhor para obter d’Ele este dom.

O Papa batiza uma criança na Capela Sistina

À pergunta: “Como acontecerá isto?” podemos dar duas respostas. A primeira: no Batismo cada criança é inserida em uma companhia de amigos que nunca a abandonará, nem na vida e nem na morte, porque esta companhia de amigos é a família de Deus, que traz em si a promessa da eternidade. Esta companhia de amigos, esta família de Deus, na qual agora a criança é inserida, a acompanhará sempre, também nos dias de sofrimento, nas noites escuras da vida; lhe dará consolo, conforto, luz. Esta companhia, esta família, lhe dará palavras de vida eterna. Palavras de luz que respondem aos grandes desafios da vida e dão a indicação justa sobre o caminho a empreender. Esta companhia oferece à criança consolo e conforto, o amor de Deus também no limiar da morte, no vale escuro da morte. Ela lhe dará amizade, lhe dará vida. E esta companhia, absolutamente fiável, nunca desaparecerá. Ninguém sabe o que acontecerá no nosso planeta, na nossa Europa, nos próximos cinquenta, sessenta, setenta anos. Mas, sobre um ponto temos a certeza: a família de Deus estará sempre presente e quem pertence a esta família nunca ficará sozinho, terá sempre a amizade segura d’Aquele que é a vida.

segunda-feira, 28 de abril de 2025

Semana Santa 2025 em Milão

Na Arquidiocese de Milão (Itália), as celebrações da Semana Santa (Settimana Autentica) deste Ano Jubilar de 2025 foram presididas pelo Arcebispo, Dom Mario Enrico Delpini, na Catedral Metropolitana da Natividade da Virgem Maria, o Duomo de Milão.

As celebrações seguiram o Rito Ambrosiano, próprio dessa Arquidiocese. Nas imagens a seguir é possível observar algumas das suas particularidades em relação ao Rito Romano.


Procissão de entrada
Bênção dos ramos
Procissão
Oração Eucarística: Consagração

17 de abril: Missa Crismal

Procissão de entrada