terça-feira, 14 de julho de 2026

Fotos da Celebração do Papa em Pavia

Na tarde do sábado, 20 de junho de 2026, no contexto das suas Visitas Pastorais dentro da Itália, o Papa Leão XIV presidiu uma Celebração da Palavra e venerou as relíquias de Santo Agostinho na Basílica de São Pedro “in Ciel d’Oro” em Pavia (Itália).

O primeiro Papa a visitar a Basílica foi Bento XVI no dia 22 de abril de 2007, acolhido na ocasião pelo Padre Robert Francis Prevost, então Prior Geral da Ordem de Santo Agostinho, que agora retornou como Leão XIV.

A Celebração da Palavra centrou-se na leitura de 1Pd 2,4-10. Após a homilia do Papa foi entoado um hino em honra de Santo Agostinho, durante o qual Leão XIV venerou as relíquias do Doutor de Hipona e acendeu uma lâmpada comemorativa.

Entrada do Papa
Veneração da cruz

Oração diante do altar e das relíquias de Santo Agostinho

Homilia do Papa: Celebração da Palavra em Pavia

Visita Pastoral a Pavia e Sant’Angelo Lodigiano (Itália)
Liturgia da Palavra e Veneração das Relíquias de Santo Agostinho
Homilia do Papa Leão XIV
Basílica de São Pedro “in Ciel d’Oro” (Pavia)
Sábado, 20 de junho de 2026

Excelências, amados irmãos no Episcopado,
Prezados presbíteros e diáconos,
Caros religiosos, religiosas e seminaristas,
Meus confrades agostinianos,
Irmãos e irmãs,
Estou feliz por me encontrar aqui no meio de vós e agradeço ao Bispo, Dom Corrado Sanguineti, e ao Padre Joseph Farrell, Prior Geral da Ordem de Santo Agostinho, pelas palavras de boas-vindas que me dirigiram. Estou contente com o que ouvi sobre esta Igreja que está em Pavia: uma Comunidade de antiga tradição que permanece viva e presente na cidade e no território, atenta aos sinais deste tempo e aos seus desafios, sem se deixar desencorajar pelas dificuldades, pelo contexto secularizado e pelos desafios na transmissão da fé.


Para não se deixar desencorajar é necessário um olhar animado pelo espírito da fé, que ajude a ler a realidade de modo mais profundo em relação ao que parece à primeira vista, e a não cair em uma atitude negativa, pessimista, incapaz de gerar vida nova. Pelo contrário, o olhar que nos é pedido - e que o Espírito Santo nos concede - é o de Jesus. No meio das dificuldades e das incompreensões, Ele vê a mão providencial do Pai nos lírios do campo, nas aves do céu (cf. Mt 6,28-29), alimenta a esperança na pequena semente que cresce (cf. Mc 4,30-33) e nos convida a elevar o nosso olhar e contemplar os campos que já estão dourados para a colheita (cf. Jo 4,35). Na Exortação Apostólica Evangelii gaudium, o Papa Francisco nos exortou a esta leitura espiritual da realidade, dizendo: «O olhar da fé é capaz de reconhecer a luz que o Espírito Santo sempre irradia no meio da escuridão (...). A nossa fé é desafiada a entrever o vinho no qual a água pode ser transformada e a descobrir o trigo que cresce no meio do joio» (n. 84).

Iluminados pela esperança do Evangelho e inspirando-nos no que o Apóstolo Pedro nos disse na Leitura (1Pd 2,4-10), que chama “pedras vivas” aos discípulos do Senhor, perguntemo-nos: como podemos hoje, aqui em Pavia, ser uma Igreja viva?

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Fotos das Exéquias do Cardeal Ruini

Na tarde da quinta-feira, 18 de junho de 2026, o Papa Leão XIV presidiu no altar da Cátedra da Basílica de São Pedro a Missa para as Exéquias do Cardeal Camillo Ruini, Vigário Geral Emérito da Diocese de Roma, falecido no dia 16 de junho aos 95 anos.

Para ler uma breve biografia do Cardeal, clique aqui.

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor Massimiliano Matteo Boiardi.

Incensação do altar
Sinal da cruz

Homilia

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Missa Crismal em Jerusalém (2026)

Na quarta-feira, 17 de junho de 2026, o Patriarca Latino de Jerusalém, Cardeal Pierbattista Pizzaballa, celebrou a Missa Crismal na Basílica da Agonia do Senhor no Getsêmani em Jerusalém.

A Missa Crismal, com a bênção dos Óleos dos Enfermos e dos Catecúmenos e a consagração do Crisma, tradicionalmente é celebrada na manhã da Quinta-feira Santa (podendo também ser antecipada para outro dia da Semana Santa). Na Terra Santa, porém, essa celebração teve de ser adiada este ano devido à guerra entre Israel e Irã.

Procissão de entrada


Ritos iniciais
Evangelho

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Ângelus: XI Domingo do Tempo Comum - Ano A (2026)

Papa Leão XIV
Ângelus
Praça de São Pedro
Domingo, 14 de junho de 2026

Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
O Evangelho de hoje (Mt 9,36–10,8) nos traz um grande presente, pois envolve todos aqueles que o escutam sob o olhar de Jesus: é um relato que, além de nos dizer o que o Senhor observa, testemunha a atenção do seu olhar. Com efeito, lemos que «vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas» (v. 36). Fazendo-se nosso irmão, o Filho de Deus olha para as pessoas, olha para a humanidade: vê a opressão que subjuga e a violência que tira as forças. Vê as feridas das guerras e o vazio do consumismo. Vê rostos reduzidos a máscaras, famílias destruídas pelo mal e jovens iludidos por falsos ideais. Jesus vê e ama. Ama e sofre por nós e conosco: a sua compaixão expressa não só proximidade fraterna, mas também vontade de redenção.

Ele, com efeito, conhece o nosso coração e cuida dele: diante de tantas pessoas que são «como ovelhas que não têm pastor» (v. 36), Cristo se dedica a todas como bom pastor e, como senhor da messe, envia trabalhadores para o campo do mundo (cf. v. 38). Qual é o trabalho que devem realizar? Oferecer o conforto de Deus a quem sofre: levar caridade onde há miséria, esperança onde há aflição, fé onde há desconfiança.

O Evangelho menciona os nomes dos primeiros doze “trabalhadores”: são discípulos feitos apóstolos, isto é, missionários e pregadores. Entre eles está Simão, chamado Pedro, o primeiro, e também Judas Iscariotes, o último, para nos lembrar que é possível seguir Jesus e traí-lo, mas o Evangelho permanece para todos como palavra viva e verdadeira. A Boa Nova que atravessa os séculos é idêntica, sempre jovem, fresca e libertadora: «O Reino dos Céus está próximo» (Mt 10,7)! Sim, está próximo porque, em Jesus Cristo, Deus se faz próximo de cada homem e mulher, de cada povo e nação. Quando este Evangelho é anunciado e praticado, o mal desmorona como uma doença que chega ao fim (cf. v. 8), como uma noite que dá lugar à aurora, como a morte vencida pelo Ressuscitado.

É assim que o olhar de Jesus transforma a realidade: plena de amor, a sua iniciativa dá vida a um povo novo, a Igreja, chamado a continuar a missão dos Apóstolos: «De graça recebestes, de graça deveis dar» (v. 8). Sim, o dom de Jesus é totalmente gratuito, porque o seu valor ultrapassa toda medida: é impossível merecê-lo ou “comprá-lo”. Esta graça é o belíssimo nome da misericórdia de Deus, que nos alcança em qualquer lugar, para nos levar a si. «Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita» (Mt 9,38)!

Caríssimos, a tarefa de evangelizar nasce do dom de Deus que, em Cristo, se torna perdão para o mundo, serviço aos pequenos e pobres, compromisso pela justiça. Peçamos a ajuda da Virgem Maria, cheia de graça, para respondermos com alegria e coragem à missão à qual Jesus nos chama.

Cristo com os Doze Apóstolos [1]

Fonte: Santa Sé.

Nota
[1] Fachada da Basílica de Santa Maria de Montserrat (Espanha), visitada pelo Papa no dia 10 de junho de 2026.

terça-feira, 7 de julho de 2026

Ordenações Presbiterais em Milão (2026)

Na manhã do sábado, 13 de junho de 2026, o Arcebispo de Milão (Itália), Dom Mario Enrico Delpini, celebrou a Missa na Catedral Metropolitana da Natividade da Virgem Maria, o Duomo de Milão, para a Ordenação Presbiteral de 13 novos sacerdotes, 12 da Arquidiocese e 01 de um Instituto Missionário.

Foi celebrada a Missa Ritual das Ordenações, para a qual o Rito Ambrosiano (próprio dessa Arquidiocese) prescreve paramentos vermelhos (diferentemente do Rito Romano, no qual essa Missa é celebrada com paramentos brancos).

Procissão de entrada

Saudação inicial
Os candidatos durante os ritos iniciais
Promessa de obediência

Solenidade de Santo Antônio em Jerusalém (2026)

Nos dias 12 e 13 de junho de 2026 a igreja do Santíssimo Salvador em Jerusalém acolheu as celebrações da Solenidade de Santo Antônio de Pádua, Presbítero e Doutor da Igreja, Patrono da Custódia Franciscana da Terra Santa (portanto, celebrado aqui com o grau de Solenidade). 

Na tarde da sexta-feira, dia 12, o Custódio da Terra Santa, Padre Francesco Ielpo, presidiu a oração das I Vésperas [1] com a tradicional bênção dos pães de Santo Antônio e na manhã do sábado, dia 13, a Missa da Solenidade.

12 de junho: I Vésperas

Altar com a imagem de Santo Antônio
Salmodia
Leitura breve
Homilia
Monição antes da bênção dos pães