sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Viagem do Papa Leão XIV: França (2026)

De 25 a 28 de setembro de 2026 o Papa Leão XIV realiza a 5ª Viagem Apostólica do seu pontificado e a 3ª dentro da Europa, com destino à França [1].

Leão XIV será o quarto Papa da Era Moderna a visitar a República Francesa, após sete visitas de São João Paulo II (1980, 1983, 1986, 1988, 1996, 1997, 2004), uma de Bento XVI (2008) e três de Francisco (2014, 2023, 2024) [2].

Logotipo da Viagem

Programa da Viagem

Sexta-feira, 25 de setembro de 2026: Paris

Após sua chegada a Paris pela manhã, o Papa se encontra com o Presidente Emmanuel Macron e com as demais autoridades civis no Palácio do Eliseu (Palais de l'Élysée).

À tarde Leão XIV visita a sede da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), preside as Vésperas em honra da Virgem Maria com os Bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos e seminaristas na célebre Catedral de Notre-Dame de Paris e, por fim, participa de uma Vigília de oração com os jovens no Stade de France, um estádio na vizinha cidade de Saint-Denis.

Catedral de Notre-Dame de Paris

Sábado, 26 de setembro de 2026: Paris-Lourdes

Na manhã do sábado o Papa visita a “Maison Bakhita”, um centro de acolhida para migrantes em Paris e participa de um encontro com catecúmenos e neófitos no Instituto Católico de Paris.

No início da tarde, por sua vez, o Bispo de Roma preside a Missa votiva em honra da Virgem Maria na Praça da Concórdia (Place de la Concorde) em Paris, antes de partir para Lourdes.

Ao chegar no início da noite, Leão XIV se dirige à Gruta de Massabiele junto ao Santuário de Lourdes, local das supostas aparições da Virgem Maria a Santa Bernadette Soubirous em 1858, para um breve momento de oração e a entrega a rosa de ouro ao Santuário [3].

Gruta de Massabiele em Lourdes

Domingo, 27 de setembro de 2026: Lourdes

Pela manhã, após um encontro com os Bispos franceses em um espaço do Santuário, o Papa preside a Missa do XXVI Domingo do Tempo Comum diante do Santuário de Nossa Senhora de Lourdes.

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Memória de Nossa Senhora das Dores em Manila (2026)

Na terça-feira, 15 de setembro de 2026, o Arcebispo de Manila (Filipinas), Cardeal Jose Fuerte Advincula, celebrou a Missa da Memória da Bem-aventurada Virgem Maria das Dores na Catedral Metropolitana da Imaculada Conceição em Manila.

Na ocasião o Arcebispo celebrou os 50 anos da sua Ordenação Presbiteral (14 de abril de 1976) e os 25 anos da sua Ordenação Episcopal (08 de setembro de 2001), recebendo como presente uma casula dourada e uma mitra.

A mitra está inspirada na utilizada pelo Papa Pio IX para a proclamação do dogma da Imaculada Conceição em 1854, com as imagens da Virgem Maria e do Bom Pastor.

A homilia da celebração, por sua vez, ficou a cargo de Dom Charles John Brown, Núncio Apostólico nas Filipinas.

Imagem de Nossa Senhora das Dores
O Arcebispo com a casula e a mitra
Procissão de entrada
Incensação da imagem
Ritos iniciais

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Festa da Exaltação da Santa Cruz em Jerusalém (2026)

Na manhã da segunda-feira, 14 de setembro de 2026, o Vigário da Custódia Franciscana da Terra Santa, Padre Ulises Zarza, presidiu a Missa da Festa da Exaltação da Santa Cruz na Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém.

Após a Missa no altar do Calvário teve lugar uma procissão com a relíquia da Santa Cruz até o altar de Santa Maria Madalena, próximo à Edícula do Santo Sepulcro.

Procissão de entrada
Deposição da relíquia da Cruz sobre o altar
Incensação
Ritos iniciais
Homilia

Festa da Exaltação da Santa Cruz em Cracóvia (2026)

Na tarde do domingo, 13 de setembro de 2026, o Arcebispo de Cracóvia (Polônia), Cardeal Grzegorz Ryś, celebrou a Missa da Festa da Exaltação da Santa Cruz [1] na Basílica da Santa Cruz (Bazylika Krzyża Świętego), a qual integra a Abadia Cisterciense de Mogiła (Opactwo Cystersów w Mogile), no distrito de Nowa Huta.

No final da Missa teve lugar uma procissão com a relíquia da Santa Cruz ao redor da Basílica, concluindo em uma capela lateral do Santuário, diante do “Crucifixo de Mogiła” (Krucyfiks Mogilski), um célebre crucifixo do século XIII muito venerado em Cracóvia.

Procissão de entrada

Ritos iniciais
Procissão com o Livro dos Evangelhos
Evangelho

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Ângelus: XXIV Domingo do Tempo Comum - Ano A (2026)

Papa Leão XIV
Ângelus
Praça de São Pedro
Domingo, 13 de setembro de 2026

Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
Hoje o Evangelho (Mt 18,21-35) nos fala de um valor fundamental da vida cristã: o perdão. Jesus o ensinou e testemunhou até a cruz, onde rezou ao Pai pelos seus perseguidores com as palavras que todos conhecemos: «Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem!» (Lc 23,34).

Na passagem de hoje Pedro questiona o Mestre precisamente sobre este tema: «Senhor - pergunta ele -, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?» (Mt 18,21). Suas palavras revelam um coração generoso: com efeito, o número sete na Bíblia simboliza a plenitude, e “perdoar sete vezes” significa perdoar com grande generosidade. A resposta de Jesus, porém, vai além: «Não te digo até sete vezes - afirma Ele -, mas até setenta vezes sete» (v. 22), ou seja, além de qualquer limite, sem medida.

E para esclarecer melhor o seu pensamento, o Salvador conta a parábola de um servo que tinha uma dívida tão grande para com o seu senhor que era praticamente impossível de saldar. Tendo obtido a remissão por pura misericórdia, não tinha demonstrado, no entanto, a mesma piedade para com um dos seus companheiros e, por isso, foi repreendido e severamente castigado (vv. 23-30).

Com essas palavras Jesus nos lembra que a dádiva e o perdão estão na base da nossa existência. Tudo nos é dado por Deus em um ato de puro amor, e nenhum de nós pode dizer-se perfeito na forma como responde a tanta bondade. Por isso, a gratuidade - que é a fonte da nossa própria vida - é também a melhor regra para a nossa convivência. Experimentamos isso todos os dias. O perdão é indispensável e, se faltar, não se pode viver em paz: mais cedo ou mais tarde, no coração e entre as pessoas, surgem conflitos, acusações, rancores e vinganças que destroem as relações, dividem as famílias e desencadeiam guerras.

Só o perdão liberta e traz de volta a luz, mesmo ali onde a pobreza material e moral do homem, por um momento, tornou o horizonte sombrio e o caminho incerto. O perdão, como um vento favorável, afasta até as nuvens mais densas, até que o sol volte a brilhar. O próprio São Pedro o experimentou várias vezes na sua vida; em particular quando, depois de ter negado e abandonado Jesus durante a Paixão, ao encontrá-lo ressuscitado, às margens do lago, ouviu ser dirigida a ele uma única pergunta: «Simão, tu me amas?» (Jo 21,15-17), acompanhada de um convite: «Segue-me!» (v. 19). Tal como no início, no dia do seu primeiro encontro, como se quase nada tivesse acontecido. E esta caridade, que esquece e cura, marcará, para o primeiro dos Apóstolos, a confirmação da sua missão.

Peçamos então à Virgem Maria, Mãe da Misericórdia, que nos ajude a perdoar sempre, mesmo quando é difícil dar o primeiro passo, e a difundir, com coragem e perseverança, a luz serena e curativa do amor que vence o ódio e desarma todo o rancor.

Jesus e Pedro às margens do Lago
(Raúl Berzosa Fernández, detalhe)

Fonte: Santa Sé.

sábado, 19 de setembro de 2026

Vésperas da Santa Cruz em Milão (2026)

Na tarde do sábado, 12 de setembro de 2026, o Arcebispo de Milão (Itália), Dom Mario Enrico Delpini, presidiu a oração das Vésperas em honra Santa Cruz com o tradicional “Rito da Nivola” na Catedral Metropolitana da Natividade da Virgem Maria, o Duomo de Milão.

Esta celebração abre o Tríduo do “Santo Chiodo” (Santo Cravo), a suposta relíquia de um dos cravos da Paixão exposta em um artístico relicário em forma de cruz.

O “Rito da Nivola” tem lugar no sábado mais próximo à Festa da Exaltação da Santa Cruz: durante as Vésperas (oração da tarde da Liturgia das Horas) a relíquia é transladada do alto da abside até o presbitério em um “andor” em forma de nuvem (nivola).

O Santo Chiodo fica exposto até segunda-feira, quando é novamente guardado no alto da abside do Duomo.

Procissão de entrada
Transladação do Santo Chiodo



sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Festa da Natividade de Maria em Kiev (2026)

Na Catedral Patriarcal da Ressurreição em Kiev (Ucrânia) a Divina Liturgia (Rito Bizantino) da Festa da Natividade da Virgem Maria foi celebrada pelo Arcebispo Maior da Igreja Greco-Católica Ucraniana, Dom Sviatoslav Shevchuk (Святосла́в Шевчу́к), no dia 08 de setembro de 2026:

O Arcebispo abençoa com o dikirion e o trikirion
Incensação
Evangelho
Homilia
Grande Entrada