No domingo, 28 de junho de 2026, o Arcebispo Maior da Igreja Greco-Católica Ucraniana, Dom Sviatoslav Shevchuk (Святосла́в Шевчу́к), celebrou a Divina Liturgia junto à igreja da Natividade da Virgem Maria em Lviv (Ucrânia) em ação de graças pelos 25 anos da visita do Papa São João Paulo II à Ucrânia (23-27 de junho de 2001).
segunda-feira, 20 de julho de 2026
sábado, 18 de julho de 2026
Ângelus: XIII Domingo do Tempo Comum - Ano A (2026)
Papa Leão XIV
Ângelus
Praça de São Pedro
Domingo, 28 de junho de 2026
Irmãos e irmãs, bom domingo!
Também no Evangelho de hoje (Mt 10,37-42)
escutamos algumas exortações de Jesus para vivermos o seguimento e sermos
testemunhas do seu Reino. Não se trata de uma ação exterior, mas de nos
dedicarmos totalmente a uma relação de amor com Ele. E para dar fruto, o amor
requer pelo menos três coisas: o desapego, a perda e
a acolhida.
Em primeiro lugar, o desapego. Jesus diz: «Quem
ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu
filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim» (v. 37). Quando
começa a enviar os seus Apóstolos em missão, o Senhor deseja que eles sejam
livres de qualquer vínculo. Mas é válido para todos que mesmo os afetos mais
importantes encontram a sua plenitude graças ao amor que Cristo nos dá.
Pensemos, por exemplo, na vida matrimonial: só é possível vivê-la plenamente
“deixando” a casa dos pais (cf. Mt 19,6) para dedicar-se
à relação conjugal. Pensemos também no crescimento dos filhos: só é possível
ajudá-los a realizar-se e a ser felizes, educando-os a “caminhar com as
próprias pernas” e a fazer as suas escolhas. Diz Santo Agostinho: «É doloroso
separar-se daquilo que se ama. Mas mesmo o agricultor perde temporariamente o
que semeia» (Sermão 330, 2). Só “perdendo” aquela semente, lançada
à terra, é que poderá vê-la florescer.
Neste sentido, o amor é também perda. É difícil
compreendê-lo, especialmente em um mundo no qual perder parece ser uma fraqueza
e se vive obcecado por ter e possuir. O amor, porém, só produz fruto ao
doar-se: quando estamos dispostos a perder um pouco do nosso “eu” para dar
espaço ao outro, a perder um pouco de tempo para escutar um amigo, a perder um
pouco de conforto para compartilhar uma situação de dificuldade. Quem conserva
a vida apenas para si mesmo, diz o Evangelho, na realidade a perde (cf.
v. 39), porque ela não se abre à alegria do amor e se torna estéril. Por isso
Jesus nos convida a abraçar a Cruz: Ele se ofereceu, perdeu-se a si mesmo e,
precisamente assim, pudemos receber a sua vida em abundância. Da mesma forma,
se vivermos segundo a lógica do dom, também nós seremos capazes de gerar vida
nova nas nossas relações.
Por fim, a acolhida. O amor, com efeito, se expressa
em escolhas e ações concretas, em um empenho feito de pequenos gestos
quotidianos, como oferecer um copo de água a quem tem sede (cf. v. 42).
Jesus, enviando os seus discípulos à sua frente, lhes pede para irem sem
provisões, isto é, para serem necessitados, pois assim poderão suscitar acolhida
naqueles que encontrarem. Deste modo, acolhendo quem vem em nome de Jesus, se acolhe
Ele e o Pai celeste que o enviou. O amor ao Senhor passa sempre pela acolhida
dos irmãos.
Caríssimos, rezemos à Virgem Maria, que amou o seu Filho
sabendo também perdê-lo: que ela nos ajude a ser testemunhas humildes e alegres
do amor de Cristo.
Fonte: Santa Sé.
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Fotos da Missa do Papa com os Cardeais (2026)
Na manhã da sexta-feira, 26 de junho de 2026, o Papa Leão XIV celebrou no altar da Cátedra da Basílica de São Pedro a Missa com os Cardeais presentes em Roma para o segundo Consistório Extraordinário deste ano, após a reunião de janeiro.
O Consistório Extraordinário, com efeito, é uma reunião dos Cardeais com o Papa para aconselhá-lo em assuntos importantes (cf. Código de Direito Canônico, cân. 353).
Pela homilia do Papa é razoável supor que foi celebrada a Missa “pela Igreja” com suas orações e leituras. Infelizmente não foi divulgado o livreto ou o vídeo da celebração.
Leão XIV foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor Krzysztof Marcjanowicz.
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| Procissão de entrada |
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| Ritos iniciais |
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| Homilia |
Homilia do Papa: Missa com os Cardeais (2026)
Consistório Extraordinário - Missa com os Cardeais
Homilia do Papa Leão XIV
Basílica de São Pedro
Sexta-feira, 26 de junho de 2026
Caríssimos irmãos,
Estamos reunidos ao redor do altar do
Senhor, junto ao túmulo de São Pedro, para dar início ao Consistório. Viemos
de todas as partes do mundo para celebrar esta Eucaristia: junto com a nossa
vida, ofereçamos a Deus as comunidades e os povos que trazemos no coração, bem
como os projetos e as experiências pastorais, alegres e difíceis.
Esta diversidade de sentimentos e de pensamentos
agora se concentra, isto é, encontra o centro luminoso que é Cristo. Ele mesmo,
em pessoa, se dirige a nós dizendo: «Eu sou a videira verdadeira» (Jo 15,1).
Através de Jesus a graça e a verdade fluem na nossa vida (cf. Jo 1,17), renovando-nos interiormente: estes dons
divinos são a seiva fecunda também do Consistório que hoje iniciamos. É o
próprio Evangelho que estabelece a condição para que seja frutífero:
«Permanecei em mim e Eu permanecerei em vós» (Jo 15,4). Por um
lado, o Mestre nos adverte: «Sem mim nada podeis fazer» (v. 5); por outro,
deseja que os seus discípulos deem «muito fruto» (v. 8). Sim, muito fruto: a
graça de Deus não provoca atrofiamento em quem a acolhe, mas um desenvolvimento
vigoroso. O Verbo eterno, com efeito, se fez homem para que todos «tenham vida
e a tenham em abundância» (Jo 10,10). Iniciada na fé, esta vida é ainda
reforçada pela provação da poda, porque é cultivada pela solicitude do Pai.
Portanto, enquanto pedimos a Deus que nos
conceda força e sabedoria, é significativo que o nosso Consistório tenha lugar
nas vésperas da Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo. Detemo-nos
juntos nesta memória, que recorda as colunas da Igreja Católica e Romana, os
dois missionários mártires cuja pregação se fundiu com a sua vida, a ponto de
se tornarem parte das Sagradas Escrituras.
Ao escutarmos hoje as palavras de São Paulo
aos coríntios, podemos notar a feliz consonância com aquelas do Evangelho. Com
efeito, os diversos carismas, os ministérios e a atividade eclesiais são como
que os ramos da única videira, isto é, do único Senhor (cf. 1Cor 12,4-6), que infunde o Espírito Santo na sua Igreja.
A esta unidade orgânica corresponde o critério que torna bons e agradáveis
todos esses serviços eclesiais: o critério do bem comum (cf. v. 7).
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Natividade de São João Batista na Terra Santa (2026)
Nos dias 23 e 24 de junho de 2026 a localidade de Ain Karem, na Terra Santa, acolheu as celebrações da Solenidade da Natividade de São João Batista.
Na tarde da terça-feira, dia 23, o Vigário da Custódia Franciscana da Terra Santa, Padre Ulise Zarza, presidiu as I Vésperas da Solenidade no Santuário de São João Batista no Deserto.
Na quarta-feira, dia 24, o Custódio da Terra Santa, Padre Francesco Ielpo, presidiu a Missa no Santuário de São João Batista na Montanha, que nos últimos anos passou por uma série de reformas.
23 de junho: I Vésperas
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| Oração das I Vésperas |
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| Procissão até a Gruta de São João Batista |
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| Incensação |
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| Evangelho |
24 de junho: Missa
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| Procissão de entrada |
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Ângelus: XII Domingo do Tempo Comum - Ano A (2026)
Papa Leão XIV
Ângelus
Praça de São Pedro
Domingo, 21 de junho de 2026
Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
No Evangelho da Liturgia de hoje (Mt 10,26-33),
Jesus, ao enviar os discípulos em missão, lhes dirige, entre outras coisas,
esta exortação: «O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que
escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados!» (v. 27).
Ele estabelece uma ligação entre o que ouvimos “ao pé do ouvido”,
isto é, no íntimo do coração, e aquilo que somos chamados a proclamar a todos, recordando-nos
que o anúncio do Evangelho é, antes de tudo, a partilha de um encontro pessoal
com Ele, único para cada um.
A força do apostolado, com efeito, para além de técnicas e
instrumentos, se baseia na ação do Espírito Santo em nós e na autenticidade da
nossa resposta. Santo Tomás de Aquino se referia à pregação como a transmissão
aos outros daquilo que contemplamos: «contemplata aliis tradere» (cf. Suma
Teológica, III, q. 40, a. 1, ad 2).
E não devemos pensar que a contemplação seja uma experiência
exclusiva, reservada a alguns santos ou aos monges e eremitas. Todos nós
podemos fazê-la, esforçando-nos por reservar, entre as ocupações do nosso
dia-a-dia, momentos de quietude nos quais nos colocamos em silêncio diante de
Deus, para ouvir a sua voz, confiar-lhe as nossas alegrias e preocupações,
examinar com Ele a nossa vida. Isto nos torna cada vez mais pessoas de uma fé
sólida e consciente e, consequentemente, apóstolos credíveis e livres, homens e
mulheres capazes de refletir a luz do Evangelho em cada ambiente e em cada
situação da vida, e de testemunhá-lo mesmo onde o seu valor não é compreendido
ou aceito.
São Mateus, autor da passagem bíblica a que nos referimos,
escrevia para comunidades que não tinham uma vida fácil. Deviam enfrentar
hostilidades e perseguições, como acontece ainda hoje a tantos cristãos em
vários lugares do mundo, e a tentação de desanimar e de se deixar vencer pelo
cansaço ou pelo medo era grande.
Como naquela época, também hoje é um desafio permanecer
fiéis aos ensinamentos de Jesus e anunciar a sua Palavra: responder ao ódio com
o amor, à arrogância com a mansidão, ao desânimo com a perseverança. Por isso,
é necessário que aprofundemos as raízes da nossa fé e a nossa missão em uma
relação intensa com Ele (cf. Francisco, Exortação Apostólica Evangelii
gaudium, n. 8). Esta relação nos dá a força para não desistirmos e para
continuarmos a transmitir a todos, em cada circunstância, a sua mensagem de esperança,
de amor e de paz. O mundo precisa tanto disso!
Que a Virgem Maria nos ajude a ser discípulos missionários
do Senhor Jesus, cada um segundo a sua vocação.
Fonte: Santa Sé.
Ordenações Diaconais em Jerusalém (2026)
Na manhã do domingo, 21 de junho de 2026, o Patriarca Latino de Jerusalém, Cardeal Pierbattista Pizzaballa, presidiu a Missa para a Ordenação Diaconal de dez religiosos da Ordem dos Frades Menores (franciscanos) na igreja do Santíssimo Salvador em Jerusalém, sede da Custódia Franciscana da Terra Santa.
Foi celebrada a Missa Ritual das Ordenações com as leituras do dia (XII Domingo do Tempo Comum - Ano A).
Note-se em algumas fotos o altar lateral com a imagem e a relíquia de Santo Antônio de Pádua, patrono da Custódia da Terra Santa, cuja Solenidade foi celebrada no dia 13 de junho.
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