Na Arquidiocese de Milão (Itália), o 34º Dia Mundial do Enfermo, no dia 11 de fevereiro de 2026, Memória da Bem-aventurada Virgem Maria de Lourdes, foi marcado pela Missa em Rito Ambrosiano presidida pelo Arcebispo, Dom Mario Enrico Delpini, na Basílica de Nossa Senhora de Lourdes:
sábado, 14 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
Dia Mundial do Enfermo em Manila (2026)
No dia 11 de fevereiro de 2026, Memória da Bem-aventurada Virgem Maria de Lourdes, o Arcebispo de Manila (Filipinas), Cardeal Jose Fuerte Advincula celebrou a Missa na Catedral Metropolitana da Imaculada Conceição em Manila por ocasião do 34º Dia Mundial do Enfermo.
Durante a Missa, com efeito, o Arcebispo administrou o Sacramento da Unção dos Enfermos a alguns fiéis assistidos pela Ordem de Malta e pelas Missionárias da Caridade.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
Ângelus: V Domingo do Tempo Comum - Ano A (2026)
Papa Leão XIV
Ângelus
Praça de São Pedro
Domingo, 08 de fevereiro de 2026
Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
Depois de ter proclamado as Bem-aventuranças, Jesus
dirige-se àqueles que as vivem, dizendo que, graças a eles, a terra já não é a
mesma e o mundo já não está na escuridão. «Vós sois o sal da terra... Vós sois
a luz do mundo» (Mt 5,13-14). Com efeito, é a verdadeira alegria
que dá sabor à vida e traz à luz o que antes não existia. Esta alegria se irradia
de um estilo de vida, de um modo de habitar a terra e de viver juntos que deve
ser desejado e escolhido. É a vida que resplandece em Jesus, o novo sabor dos
seus gestos e das suas palavras. Depois de o termos encontrado, parece insípido
e opaco tudo o que se afasta da sua pobreza de espírito, da sua mansidão e
simplicidade de coração, da sua fome e sede de justiça, que despertam
misericórdia e paz como dinâmicas de transformação e reconciliação.
O profeta Isaías apresenta uma lista de gestos concretos que
põem fim à injustiça: repartir o pão com o faminto, acolher em casa os pobres,
os sem-abrigo, vestir quem vemos nu, sem esquecer os vizinhos e as pessoas da
nossa casa (cf. Is 58,7). E continua o profeta: «Então tua
luz brilhará como a aurora e tuas feridas não tardarão em cicatrizar-se» (v.
8). Por um lado, a luz, aquela que não se pode esconder, porque é grande como o
sol que todas as manhãs afugenta as trevas; por outro lado, uma ferida, que
antes ardia e agora está cicatrizando.
É doloroso, com efeito, perder o sabor e renunciar à
alegria; no entanto, é possível ter esta ferida no coração. Jesus parece avisar
quem o escuta, para que não renuncie à alegria. O sal que perdeu o sabor, diz Ele,
«não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos
homens» (Mt 5,13). Quantas pessoas - e talvez já tenha acontecido
também conosco - se sentem descartáveis, imperfeitas. É como se a sua luz
tivesse sido escondida. Jesus, porém, anuncia-nos um Deus que nunca nos
descartará, um Pai que guarda o nosso nome, a nossa singularidade. Qualquer
ferida, mesmo a mais profunda, será curada ao acolhermos a palavra das
Bem-aventuranças e ao voltarmos a caminhar pela estrada do Evangelho.
Com efeito, são os gestos de abertura aos outros e de
atenção que reacendem a alegria. Certamente que, na sua simplicidade, eles nos
colocam em contracorrente. O próprio Jesus, no deserto, foi tentado por outros
caminhos: afirmar a sua identidade, exibi-la, ter o mundo a seus pés. No
entanto, rejeitou os caminhos em que perderia o seu verdadeiro sabor, o qual
encontramos todos os domingos no Pão partido: a vida doada, o amor que não faz
barulho.
Irmãos e irmãs, deixemo-nos alimentar e iluminar pela
comunhão com Jesus. Sem qualquer tipo de ostentação, seremos como uma cidade sobre
o monte, não apenas visível, mas também convidativa e hospitaleira: a cidade de
Deus, onde, no fundo, todos desejam habitar e encontrar a paz. A Maria, Porta
do Céu, dirijamos agora o nosso olhar e oração, para que nos ajude a nos tornarmos
e permanecermos discípulos do seu Filho.
Fonte: Santa Sé.
Catequeses do Jubileu 2025: Vida de Jesus 4
Concluindo as reflexões sobre as “parábolas” dentro da seção sobre a vida pública de Jesus das Catequeses do Jubileu Ordinário de 2025, “Jesus Cristo, nossa esperança”, o Papa Leão XIV meditou sobre as parábolas do samaritano (Lc 10,25-37) e dos trabalhadores da vinha (Mt 20,1-16):
Papa Leão XIV
Audiência Geral
Quarta-feira, 28 de maio de 2025
Jubileu 2025: Jesus Cristo, nossa esperança
2.7. A vida de Jesus - As parábolas: O samaritano (Lc 10,25-37)
Queridos irmãos e irmãs,
Continuemos a meditar sobre algumas parábolas do Evangelho
que são uma ocasião para mudar de perspectiva e nos abrirmos à esperança. Às
vezes, a falta de esperança deve-se ao fato de nos fixarmos em certo modo
rígido e fechado de ver as coisas, e as parábolas nos ajudam a olhar para elas
de outro ponto de vista.
Hoje gostaria de vos falar de uma pessoa experta, preparada,
um doutor da Lei que, porém, deve mudar de perspectiva, porque está concentrado
em si mesmo e não se dá conta dos outros (cf. Lc 10,25-37).
Com efeito, ele interroga Jesus sobre o modo como se “recebe em herança” a vida
eterna, usando uma expressão que a entende como um direito inequívoco. Mas por
trás desta pergunta talvez se esconda precisamente uma necessidade de atenção:
a única palavra sobre a qual pede explicações a Jesus é o termo “próximo”,
que literalmente significa aquele que está perto.
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| O bom samaritano (Vincent van Gogh) |
Por isso Jesus conta uma parábola que é um caminho para
transformar aquela interrogação, para passar de quem me ama? a quem
amou? A primeira é uma pergunta imatura, a segunda é a pergunta do
adulto que compreendeu o sentido da sua vida. A primeira é a que pronunciamos
quando nos colocamos de canto e esperamos, a segunda é a que nos impele a nos
colocarmos a caminho.
Com efeito, a parábola que Jesus conta tem como cenário precisamente
uma estrada, e é uma estrada difícil e impérvia, como a vida. É a estrada
percorrida por um homem que desce de Jerusalém, a cidade na montanha, para
Jericó, a cidade abaixo do nível do mar. É uma imagem que já prenuncia o que
poderia acontecer: com efeito, ocorre que o homem é atacado, espancado, roubado
e deixado quase morto. É a experiência que ocorre quando as situações, as
pessoas, às vezes até aqueles em quem confiamos, nos tiram tudo e nos deixam no
meio do caminho.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Festa da Apresentação do Senhor em Kiev (2026)
Dom Sviatoslav Shevchuk (Святосла́в Шевчу́к), Arcebispo Maior da Igreja Greco-Católica Ucraniana, celebrou no dia 02 de fevereiro de 2026 a Divina Liturgia da Festa da Apresentação do Senhor na Catedral da Ressurreição em Kiev (Ucrânia).
Apesar de ser uma festa cristológica, note-se o uso de paramentos azuis, associados à Virgem Maria, destacando sua participação nesse mistério.
Para saber mais, confira nossa postagem sobre o simbolismo do ícone dessa festa.
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| O Arcebispo abençoa com o dikirion e o trikirion |
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| Incensação |
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| Evangelho |
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| Homilia |
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| Hino dos Querubins |
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
Apresentação do Senhor: Cracóvia e Milão (2026)
Nesta postagem, como fizemos em outras ocasiões, destacamos as celebrações da Festa da Apresentação do Senhor neste ano de 2026 nas Arquidioceses de Cracóvia (Polônia) e Milão (Itália):
Festa da Apresentação do Senhor em Budapeste (2026)
O Arcebispo de Esztergom-Budapeste (Hungria), Cardeal Péter Erdő, celebrou na tarde do dia 02 de fevereiro de 2026 a Missa da Festa da Apresentação do Senhor com a bênção das velas na Catedral Basílica da Assunção de Maria e Santo Adalberto em Esztergom:.
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