sábado, 7 de novembro de 2026

Comemoração dos Fiéis Defuntos em Roma (2026)

Na tarde da segunda-feira, 02 de novembro de 2026, o Papa Leão XIV celebrou a Missa da Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos no Cemitério do Verano (Cimitero del Verano) em Roma, sendo assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli.

O Papa deposita flores em um túmulo

Procissão de entrada
Incensação
Coleta (oração do dia)

Homilia do Papa: Comemoração dos Fiéis Defuntos (2026)

Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos
Homilia do Papa Leão XIV
Cemitério do Verano, Roma
Segunda-feira, 02 de novembro de 2026

Leituras: Sb 3,1-9; Sl 41–42; Ap 21,1-5a.6b-7; Mt 5,1-12a.

Queridos irmãos e irmãs,
Reunimo-nos para celebrar a Eucaristia neste lugar de oração e memória, de afeto e esperança. Oferecemo-la em sufrágio dos fiéis falecidos, em particular daqueles que aqui repousam e de quem cada um de nós traz no coração.

Comemorar os fiéis defuntos, no dia seguinte à Solenidade de Todos os Santos, orienta a nossa prece. Dirigimo-nos ao Pai do céu a fim de que a vida de santidade e bem-aventurança, da qual já desfrutam tantos dos seus filhos e filhas, envolva a alma de quantos dormem o sono da paz.

A nossa fé é iluminada pela Palavra que foi proclamada e que enriquece a nossa confiança nas mãos de Deus. Elas são capazes de preservar eficazmente a alma dos justos, como nos recorda o Livro da Sabedoria: «Nenhum tormento os atingirá» (Sb 3,1). Esta é a promessa de salvação que, especialmente neste dia, se torna o cerne da súplica que elevamos ao Senhor da vida por todos os fiéis falecidos.


Que as suas mãos paternas e seguras os conservem para sempre, a fim de que possam desfrutar plenamente daquela pertença recíproca e vital que o Senhor promete ao seu povo no Livro do Apocalipse: «Eles serão o seu povo e o próprio Deus estará com eles» (Ap 21,3). A nossa oração intercede para que se realize esta comunhão eterna de vida, prometida pelo Bom Pastor às suas ovelhas que não se perderão para sempre e que ninguém as arrancará das suas mãos (cf. Jo 10,28).

Caríssimos, ouvimos o Evangelho das Bem-aventuranças (Mt 5,1-12). Elas são como que o autorretrato de Jesus, que Ele mesmo põe à disposição dos seus discípulos, proclamando: «Bem-aventurados sois vós!» (v. 11). As Bem-aventuranças são o caminho para uma vida plena e completa, já agora e para a eternidade. Quando as ouvimos serem proclamadas na Liturgia sabemos que é o Senhor Ressuscitado que nos fala. E este anúncio de salvação que são as Bem-aventuranças ressoa com particular força espiritual no cemitério, que é como que limiar entre o aquém e o além, entre a existência terrena e o além que nos espera. Jesus Ressuscitado nos diz: bem-aventurados aqueles que vivem segundo este caminho, pois deles é o reino dos céus!

sexta-feira, 6 de novembro de 2026

Solenidade de Todos os Santos em Jerusalém (2026)

Na manhã do domingo, 01 de novembro de 2026, o Patriarca Latino de Jerusalém, Cardeal Pierbattista Pizzaballa, celebrou a Missa da Solenidade de Todos os Santos no Mosteiro das Clarissas em Jerusalém, cuja igreja foi dedicada no dia 18 de julho deste ano.

Após a Missa teve lugar a cerimônia de encerramento da etapa diocesana da Causa de Beatificação da Serva de Deus Maria da Trindade, Religiosa. Na ocasião foram apresentados os documentos a serem enviados ao Dicastério para as Causas dos Santos.

Louisa Jaques nasceu no dia 26 de abril de 1901 em Pretória (África do Sul) no seio de uma família protestante de origem suíça. Após sua conversão à Igreja Católica, ingressou no Mosteiro das Clarissas em Jerusalém, recebendo o nome religioso de Maria da Trindade. De saúde frágil, faleceu no dia 25 de junho de 1942.

Procissão de entrada
Ritos iniciais
Liturgia da Palavra
Evangelho

Ângelus: Solenidade de Todos os Santos (2026)

Solenidade de Todos os Santos
Papa Leão XIV
Ângelus
Praça de São Pedro
Domingo, 01 de novembro de 2026

Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
A Solenidade de Todos os Santos, que hoje celebramos, nos convida a saborear a alegria daquela família incontável de homens e mulheres que, seguindo o Senhor Jesus, fizeram da sua vida uma oferta a Deus e ao próximo e que, nos diferentes percursos de santificação, desejaram «o oceano do amor infinito», segundo uma bela expressão do Papa Bento XVI (Encíclica Spe salvi, n. 12).

A Liturgia da Palavra desta festa os descreve como «uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar» (Ap 7,9). Com efeito, celebramos hoje todos os santos: aqueles já reconhecidos pela Igreja e também muitos que não o foram, mas que Deus conhece. Como nos recorda o Evangelho de hoje (Mt 5,1-12), trata-se de pobres de espírito, mas ricos no amor de Deus. Têm rostos marcados pelas lágrimas, mas consolados na oração. São mansos perante a violência e recompensados pelo Pai. Famintos de justiça e saciados no íntimo da consciência. Dispostos ao perdão e abraçados pela misericórdia. Desarmados no coração, mas guardados por Deus. Construtores da paz, chamados por Ele pelo nome. Perseguidos e ofendidos, mas fortes na fé e na caridade.

É verdade que é impossível “contar” a multidão desses irmãos e irmãs, e não apenas em termos numéricos: na realidade, a santidade não se reduz a nenhum cálculo, pois assim é o bem que todos os santos espalharam à sua volta pelo mundo. Olhando para eles com admiração, nos perguntamos: o que geraram essas pessoas, com a graça de Deus? Essencialmente, gestos e escolhas de amor, que ultrapassam os cálculos da ganância e a prepotência do mal que, por vezes, parece prevalecer. Os santos e as santas são o sinal mais belo e mais forte do Reino de Deus que vem, ou melhor - como ensina Jesus - que já está no meio de nós (cf. Lc 17,20-21). Além disso, essa multidão bem-aventurada abrange as mais diversas origens, culturas e situações de vida: a santidade não é um privilégio para poucos, mas é uma vocação universal que interpela cada um de nós ali onde vivemos. Esta é a mensagem cheia de esperança da festa de hoje: Deus vê o bem que nós não vemos, conhece histórias que nós não conhecemos, alcança corações aos quais não temos acesso.

Que a Virgem Maria, bem-aventurada por ter acreditado na palavra do Senhor, acompanhe os nossos passos no caminho da santidade, para que não nos cansemos de construir a paz, tanto nas situações mais importantes como nas da vida quotidiana.

Batistério de Pádua (Itália)

Fonte: Santa Sé.

quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Viagem do Papa Leão XIV: América do Sul (2026)

De 06 a 17 de novembro de 2026 o Papa Leão XIV realiza a 6ª Viagem Apostólica do seu pontificado e a 1ª à América do Sul, visitando três países: Uruguai, Argentina e Peru [1].

Logotipos das três etapas da Viagem

1ª ETAPA: URUGUAI (06-08 de novembro)

Leão XIV será o segundo Papa a visitar a República Oriental do Uruguai, após duas visitas de São João Paulo II (março-abril de 1987 e maio de 1988).

Sexta-feira, 06 de novembro de 2026

Após sua chegada à capital, Montevidéu, na tarde da sexta-feira, o se encontra com encontro com o Presidente, Yamandú Orsi, e com as demais autoridades.

Em seguida preside as Vésperas (oração da tarde da Liturgia das Horas) com os Bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos e seminaristas na Catedral de Montevidéu.

Catedral de Montevidéu (Uruguai)

Sábado, 07 de novembro de 2026

Pela manhã Leão XIV se dirige à cidade de Paysandú, onde celebra a Missa em um parque.

De volta a Montevidéu, à tarde estão previstos os encontros com a realidade social do bairro de Casavalle e com o mundo da educação na Universidade Católica do Uruguai.

No início da noite, por fim, tem lugar uma vigília de oração em um estádio.

Domingo, 08 de novembro de 2026

Pela manhã o Papa se dirige à cidade de Florida, onde celebra a Missa da Solenidade de Nossa Senhora dos Trinta e Três, padroeira do Uruguai, e oferece a rosa de ouro à Catedral de Florida e Santuário Nacional de Nossa Senhora do Trinta e Três [2].

Imagem da “Virgen de los Treinta y Tres”

2ª ETAPA: ARGENTINA (08-11 de novembro)

Como no caso do Uruguai, Leão XIV será o segundo Papa a visitar a República Argentina, após duas visitas de São João Paulo II (junho de 1982 e abril de 1987, por ocasião da II Jornada Mundial da Juventude).

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Cardeais e Bispos falecidos 2025-2026

Após a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos no dia 02 de novembro o Papa costuma celebrar uma Missa pelos Cardeais e Bispos falecidos durante o último ano.

Nesta postagem, portanto, como fizemos em 2025, elencamos os 137 Bispos falecidos durante o último ano, de novembro de 2025 a outubro de 2026.

Primeiramente serão elencados os Cardeais e em seguida os demais Bispos. Devido ao grande número de Prelados, serão publicadas as imagens apenas dos Cardeais e dos Arcebispos falecidos.


CARDEAIS

1. Dominik Duka, O.P.
Cardeal Presbítero do Título dos Santos Marcelino e Pedro
Arcebispo Metropolitano Emérito de Praga (República Tcheca)
Falecimento: 04 de novembro de 2025 (82 anos)


2. Polycarp Pengo
Cardeal Presbítero do Título de Nossa Senhora de La Salette
Arcebispo Metropolitano Emérito de Dar-es-Salaam (Tanzânia)
Falecimento: 19 de fevereiro de 2026 (81 anos)


3. Jean-Baptiste Phạm Minh Mẫn
Cardeal Presbítero do Título de São Justino
Arcebispo Metropolitano Emérito de Thành-Phô Hô Chí Minh (Vietnã)
Falecimento: 22 de março de 2026 (92 anos)


4. Emil Paul Tscherrig
Cardeal Diácono de São José in Via Trionfale
Núncio Apostólico Emérito (Suíça)
Falecimento: 12 de maio de 2026 (79 anos)


terça-feira, 3 de novembro de 2026

Festa da Virgem Maria, Rainha da Terra Santa (2026)

Na manhã do domingo, 25 de outubro de 2026, o Patriarca Latino de Jerusalém, Cardeal Pierbattista Pizzaballa, presidiu a Missa da Solenidade da Bem-aventurada Virgem Maria, Rainha da Palestina ou da Terra Santa (Regina Palestinae seu Terrae Sanctae), Padroeira do Patriarcado, junto do Santuário de Deir Rafat (Israel), seguida de uma procissão com a imagem da Virgem Maria [1].

Procissão de entrada

Incensação
Ritos iniciais
“Ícone” da Virgem Maria