quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Festa da Exaltação da Santa Cruz em Jerusalém (2026)

Na manhã da segunda-feira, 14 de setembro de 2026, o Vigário da Custódia Franciscana da Terra Santa, Padre Ulises Zarza, presidiu a Missa da Festa da Exaltação da Santa Cruz na Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém.

Após a Missa no altar do Calvário teve lugar uma procissão com a relíquia da Santa Cruz até o altar de Santa Maria Madalena, próximo à Edícula do Santo Sepulcro.

Procissão de entrada
Deposição da relíquia da Cruz sobre o altar
Incensação
Ritos iniciais
Homilia

Festa da Exaltação da Santa Cruz em Cracóvia (2026)

Na tarde do domingo, 13 de setembro de 2026, o Arcebispo de Cracóvia (Polônia), Cardeal Grzegorz Ryś, celebrou a Missa da Festa da Exaltação da Santa Cruz [1] na Basílica da Santa Cruz (Bazylika Krzyża Świętego), a qual integra a Abadia Cisterciense de Mogiła (Opactwo Cystersów w Mogile), no distrito de Nowa Huta.

No final da Missa teve lugar uma procissão com a relíquia da Santa Cruz ao redor da Basílica, concluindo em uma capela lateral do Santuário, diante do “Crucifixo de Mogiła” (Krucyfiks Mogilski), um célebre crucifixo do século XIII muito venerado em Cracóvia.

Procissão de entrada

Ritos iniciais
Procissão com o Livro dos Evangelhos
Evangelho

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Ângelus: XXIV Domingo do Tempo Comum - Ano A (2026)

Papa Leão XIV
Ângelus
Praça de São Pedro
Domingo, 13 de setembro de 2026

Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
Hoje o Evangelho (Mt 18,21-35) nos fala de um valor fundamental da vida cristã: o perdão. Jesus o ensinou e testemunhou até a cruz, onde rezou ao Pai pelos seus perseguidores com as palavras que todos conhecemos: «Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem!» (Lc 23,34).

Na passagem de hoje Pedro questiona o Mestre precisamente sobre este tema: «Senhor - pergunta ele -, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?» (Mt 18,21). Suas palavras revelam um coração generoso: com efeito, o número sete na Bíblia simboliza a plenitude, e “perdoar sete vezes” significa perdoar com grande generosidade. A resposta de Jesus, porém, vai além: «Não te digo até sete vezes - afirma Ele -, mas até setenta vezes sete» (v. 22), ou seja, além de qualquer limite, sem medida.

E para esclarecer melhor o seu pensamento, o Salvador conta a parábola de um servo que tinha uma dívida tão grande para com o seu senhor que era praticamente impossível de saldar. Tendo obtido a remissão por pura misericórdia, não tinha demonstrado, no entanto, a mesma piedade para com um dos seus companheiros e, por isso, foi repreendido e severamente castigado (vv. 23-30).

Com essas palavras Jesus nos lembra que a dádiva e o perdão estão na base da nossa existência. Tudo nos é dado por Deus em um ato de puro amor, e nenhum de nós pode dizer-se perfeito na forma como responde a tanta bondade. Por isso, a gratuidade - que é a fonte da nossa própria vida - é também a melhor regra para a nossa convivência. Experimentamos isso todos os dias. O perdão é indispensável e, se faltar, não se pode viver em paz: mais cedo ou mais tarde, no coração e entre as pessoas, surgem conflitos, acusações, rancores e vinganças que destroem as relações, dividem as famílias e desencadeiam guerras.

Só o perdão liberta e traz de volta a luz, mesmo ali onde a pobreza material e moral do homem, por um momento, tornou o horizonte sombrio e o caminho incerto. O perdão, como um vento favorável, afasta até as nuvens mais densas, até que o sol volte a brilhar. O próprio São Pedro o experimentou várias vezes na sua vida; em particular quando, depois de ter negado e abandonado Jesus durante a Paixão, ao encontrá-lo ressuscitado, às margens do lago, ouviu ser dirigida a ele uma única pergunta: «Simão, tu me amas?» (Jo 21,15-17), acompanhada de um convite: «Segue-me!» (v. 19). Tal como no início, no dia do seu primeiro encontro, como se quase nada tivesse acontecido. E esta caridade, que esquece e cura, marcará, para o primeiro dos Apóstolos, a confirmação da sua missão.

Peçamos então à Virgem Maria, Mãe da Misericórdia, que nos ajude a perdoar sempre, mesmo quando é difícil dar o primeiro passo, e a difundir, com coragem e perseverança, a luz serena e curativa do amor que vence o ódio e desarma todo o rancor.

Jesus e Pedro às margens do Lago
(Raúl Berzosa Fernández, detalhe)

Fonte: Santa Sé.

sábado, 19 de setembro de 2026

Vésperas da Santa Cruz em Milão (2026)

Na tarde do sábado, 12 de setembro de 2026, o Arcebispo de Milão (Itália), Dom Mario Enrico Delpini, presidiu a oração das Vésperas em honra Santa Cruz com o tradicional “Rito da Nivola” na Catedral Metropolitana da Natividade da Virgem Maria, o Duomo de Milão.

Esta celebração abre o Tríduo do “Santo Chiodo (Santo Cravo), a suposta relíquia de um dos cravos da Paixão exposta em um artístico relicário em forma de cruz.

O “Rito da Nivola” tem lugar no sábado mais próximo à Festa da Exaltação da Santa Cruz: durante as Vésperas (oração da tarde da Liturgia das Horas) a relíquia é transladada do alto da abside até o presbitério em um “andor” em forma de nuvem (nivola).

O Santo Chiodo fica exposto até segunda-feira, quando é novamente guardado no alto da abside do Duomo.

Procissão de entrada
Transladação do Santo Chiodo



sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Festa da Natividade de Maria em Kiev (2026)

Na Catedral Patriarcal da Ressurreição em Kiev (Ucrânia) a Divina Liturgia (Rito Bizantino) da Festa da Natividade da Virgem Maria foi celebrada pelo Arcebispo Maior da Igreja Greco-Católica Ucraniana, Dom Sviatoslav Shevchuk (Святосла́в Шевчу́к), no dia 08 de setembro de 2026:

O Arcebispo abençoa com o dikirion e o trikirion
Incensação
Evangelho
Homilia
Grande Entrada

Festa da Natividade de Maria em Cracóvia (2026)

O Arcebispo de Cracóvia (Polônia), Cardeal Grzegorz Ryś, celebrou no dia 08 de setembro de 2026 a Missa da Festa da Natividade de Maria na Basílica da Visitação da Bem-aventurada Virgem Maria no bairro de Piasek em Cracóvia.

A igreja, confiada à Ordem dos Carmelitas, conserva o ícone da Mãe de Deus de Piasek (Matka Boża Piaskowa), realizado entre os séculos XV e XVI, a primeira imagem mariana de Cracóvia a receber a coroação pontifícia (08 de setembro de 1893, no pontificado de Leão XIII).

No final da Missa, como de costume na Polônia nas festas dos padroeiros e em algumas solenidades, teve lugar a Procissão Eucarística ao redor da igreja (mais especificamente através do claustro do convento carmelita junto à Basílica).

Procissão de entrada

Veneração da imagem
Mãe de Deus de Piasek
Incensação

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Natividade de Maria: Jerusalém e Milão (2026)

Nesta postagem destacamos as celebrações da Festa da Natividade da Bem-aventurada Virgem Maria no dia 08 de setembro de 2026 em Jerusalém e em Milão (Itália):

Em Jerusalém a Missa da Festa foi celebrada pelo Padre Stéphane Milovitch, da Custódia Franciscana da Terra Santa, na igreja de Santa Ana, junto à Piscina de Betesda. Para saber mais sobre essa igreja, clique aqui.

Evangelho
Homilia
Oração Eucarística

Incensação do ícone da Festa na cripta da igreja

Em Milão, por sua vez, a Missa em Rito Ambrosiano foi celebrada pelo Arcebispo, Dom Mario Enrico Delpini, na Catedral Metropolitana da Natividade da Bem-aventurada Virgem Maria. “Santa Maria Nascente”, com efeito, é a titular do Duomo de Milão.

Durante a celebração, como de costume, teve lugar o Rito de Admissão às Ordens Sacras. Na ocasião foram admitidos cinco candidatos ao Presbiterado e um candidato ao Diaconato Permanente: