sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Festa da Natividade de Maria em Kiev (2026)

Na Catedral Patriarcal da Ressurreição em Kiev (Ucrânia) a Divina Liturgia (Rito Bizantino) da Festa da Natividade da Virgem Maria foi celebrada pelo Arcebispo Maior da Igreja Greco-Católica Ucraniana, Dom Sviatoslav Shevchuk (Святосла́в Шевчу́к), no dia 08 de setembro de 2026:

O Arcebispo abençoa com o dikirion e o trikirion
Incensação
Evangelho
Homilia
Grande Entrada

Festa da Natividade de Maria em Cracóvia (2026)

O Arcebispo de Cracóvia (Polônia), Cardeal Grzegorz Ryś, celebrou no dia 08 de setembro de 2026 a Missa da Festa da Natividade de Maria na Basílica da Visitação da Bem-aventurada Virgem Maria no bairro de Piasek em Cracóvia.

A igreja, confiada à Ordem dos Carmelitas, conserva o ícone da Mãe de Deus de Piasek (Matka Boża Piaskowa), realizado entre os séculos XV e XVI, a primeira imagem mariana de Cracóvia a receber a coroação pontifícia (08 de setembro de 1893, no pontificado de Leão XIII).

No final da Missa, como de costume na Polônia nas festas dos padroeiros e em algumas solenidades, teve lugar a Procissão Eucarística ao redor da igreja (mais especificamente através do claustro do convento carmelita junto à Basílica).

Procissão de entrada

Veneração da imagem
Mãe de Deus de Piasek
Incensação

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Natividade de Maria: Jerusalém e Milão (2026)

Nesta postagem destacamos as celebrações da Festa da Natividade da Bem-aventurada Virgem Maria no dia 08 de setembro de 2026 em Jerusalém e em Milão (Itália):

Em Jerusalém a Missa da Festa foi celebrada pelo Padre Stéphane Milovitch, da Custódia Franciscana da Terra Santa, na igreja de Santa Ana, junto à Piscina de Betesda. Para saber mais sobre essa igreja, clique aqui.

Evangelho
Homilia
Oração Eucarística

Incensação do ícone da Festa na cripta da igreja

Em Milão, por sua vez, a Missa em Rito Ambrosiano foi celebrada pelo Arcebispo, Dom Mario Enrico Delpini, na Catedral Metropolitana da Natividade da Bem-aventurada Virgem Maria. “Santa Maria Nascente”, com efeito, é a titular do Duomo de Milão.

Durante a celebração, como de costume, teve lugar o Rito de Admissão às Ordens Sacras. Na ocasião foram admitidos cinco candidatos ao Presbiterado e um candidato ao Diaconato Permanente:

terça-feira, 15 de setembro de 2026

Missa do Papa no Santuário de Genazzano

Na tarde da segunda-feira, 07 de setembro de 2026, o Papa Leão XIV celebrou a Missa da Festa da Natividade da Bem-aventurada Virgem Maria [1] no Santuário de Nossa Senhora do Bom Conselho em Genazzano (Itália).

O Papa já havia visitado o Santuário de Genazzano no dia 10 de maio de 2025, logo após sua eleição. Nesta ocasião, com efeito, foi inaugurada uma pintura representando essa visita. Leão XIV, ademais, presenteou o Santuário com a rosa de ouro [2].

Leão XIV foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Oração diante da imagem da Mãe do Bom Conselho
Oferta da rosa de ouro
Procissão de entrada

Ritos iniciais

Homilia do Papa: Missa no Santuário de Genazzano

Festa da Natividade da Bem-aventurada Virgem Maria
Homilia do Papa Leão XIV
Santuário da Mãe do Bom Conselho (Genazzano)
Segunda-feira, 07 de setembro de 2026

Amados irmãos e irmãs,
Como vos recordareis, já «nos primeiros dias do meu pontificado senti o dever e um profundo desejo de me aproximar de Genazzano, do Santuário de Nossa Senhora do Bom Conselho, que ao longo de toda a minha vida me acompanhou com a sua presença maternal, com a sua sabedoria e com o exemplo do seu amor pelo Filho, que é sempre o centro da minha fé» (Dedicatória no livro de assinaturas do Santuário, 10 de maio de 2025). É com alegria que estou novamente aqui, para celebrar convosco a Vigília da Natividade da Santíssima Virgem e para confiar à Menina Maria aquilo que ainda nasce nesta pobre e magnífica humanidade: frágil como um rebento, mas sinal da fidelidade de Deus. Sim, Maria é a aurora de um dia diferente, do nosso mundo finalmente libertado do mal. E estamos aqui, diante dela, ao redor do Altar de onde a salvação chega até nós e nos transforma, filhos no Filho. Peçamos-lhe o seu Bom Conselho, para acolher a Palavra divina, para conservá-la em nós e para trazê-la à luz através de decisões corajosas e sábias, decisões de autêntica conversão.


Caríssimos, neste lugar de antiga presença agostiniana, voltarei às páginas bíblicas que acabaram de ser proclamadas, com a ajuda de Santo Tomás de Vilanova, um frade e Bispo agostiniano que, dedicando a própria vida ao serviço dos pobres, penetrou profundamente na verdade da fé. Ele soube ver o paradoxo da pequenez e, por assim dizer, da marginalidade de Maria, que se tornou fulcral na economia da salvação. Perguntemo-nos: o que devia ser, na época de Joaquim e Ana, o nascimento de uma menina? Santo Tomás esclarece: «Refleti muitas vezes e perguntei-me por que motivo os evangelistas, que falaram tanto de São João Batista e dos Apóstolos, nos narram de modo tão sucinto a história da Virgem Maria, que supera todos pela sua vicissitude e estatura pessoal. Por que razão, questiono-me, não nos foi descrito o modo da sua concepção, do seu nascimento, da sua educação, dos seus hábitos, das virtudes que a adornavam, que tipo de relação humana mantinha com o seu Filho, como se relacionava com ele, como viveu com os Apóstolos após a sua Ascensão? Todas estas coisas eram importantes e os fiéis as teriam lido com singular devoção e teriam sido do agrado do povo. Ó evangelistas, dirijo-me a vós! Por que nos privastes de uma alegria tão grande com o vosso silêncio? Por que omitistes detalhes tão jubilosos, tão esperados, tão agradáveis?» (Obras completas VII, 266, 8).

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Ângelus: XXIII Domingo do Tempo Comum - Ano A (2026)

Papa Leão XIV
Ângelus
Praça de São Pedro
Domingo, 06 de setembro de 2026

Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
A Palavra de Deus proclamada na Liturgia deste domingo nos oferece alguns critérios fundamentais de pensamento e ação. Lemos na Carta aos Romanos que todos os mandamentos estão resumidos em uma só frase: «Amarás a teu próximo como a ti mesmo» (Rm 13,9). São Paulo insiste neste ponto com uma imagem muito forte, presente também no “Pai nosso”. Ele escreve: «Não fiqueis devendo nada a ninguém, a não ser o amor mútuo» (v. 8).

Jesus nos ensinou a suplicar e a praticar a remissão das dívidas. Existe, porém, um patrimônio que devemos uns aos outros, sem ficarmos presos a ele: é a dívida do amor mútuo. Toda a atenção, cuidado e bem que recebemos nos tornam mais livres e capazes de assumir responsabilidades.

No Evangelho deste domingo (Mt 18,15-20) Jesus sugere a cada comunidade cristã pelo menos duas maneiras de exercer o amor mútuo. A primeira é estarmos abertos à correção fraterna. É uma arte delicada e, muitas vezes, esquecida, que exige franqueza e gradualidade. Falar uns com os outros com sinceridade - primeiro a sós; depois, se necessário, com mais duas ou três pessoas; e, por fim, quando for preciso, com toda a comunidade - significa enfrentar a realidade e transformar problemas e conflitos em oportunidades de crescimento. As queixas e as calúnias são mais fáceis, mas não produzem nada e paralisam muitas situações. O Evangelho, pelo contrário, nos educa para a liberdade, na caridade.

Há ainda uma segunda forma de amar fraternalmente, que, para Jesus, molda até mesmo a oração: chegar a um acordo. Não apenas quando existe um conflito, mas para pedir a Deus uma graça. O Senhor diz: «Se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isso lhes será concedido por meu Pai que está nos céus» (v. 19). Esta promessa sugere que podemos ter desejos comuns, dores comuns, esperanças comuns e, através da oração, crescer na unidade. Sem fé, cada um poderia sentir-se sozinho e desconfiar dos outros, vendo-os como estranhos e inimigos. Pela graça, ao contrário, somos irmãos e irmãs que podem estar unidos: encontrando-nos, perdoando-nos e ouvindo-nos uns aos outros no Senhor.

Peçamos a Maria, que após o anúncio do anjo se apressou a ir ter com a sua prima Isabel, para partilhar a alegria e o cansaço da gravidez, que também nos ensine a dívida alegre do amor fraterno.

Ícone copta da amizade:
Exortação ao “amor mútuo” (Rm 13,8)

Fonte: Santa Sé.

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Missa pelo cuidado da criação em Castel Gandolfo (2026)

Na tarde da terça-feira, 01 de setembro de 2026, o Papa Leão XIV celebrou a Missa pelo cuidado da criação nos jardins do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, no espaço denominado Borgo Laudato si’, por ocasião do XI Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação.

O Papa, assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli, celebrou a Missa pelo cuidado da criação, com suas orações e leituras, endossando os paramentos da cor do Tempo Comum.

Procissão de entrada
Incensação
Ritos iniciais
Liturgia da Palavra
Evangelho