terça-feira, 30 de junho de 2026

Fotos do Rosário na Abadia de Montserrat

Na manhã da quarta-feira, 10 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV presidiu a oração do terço do rosário na Basílica de Santa Maria de Montserrat (Espanha), igreja principal da Abadia beneditina de Montserrat [1].

Foram recitados os mistérios gloriosos do rosário, seguidos pelo canto da Ladainha da Virgem Maria, o discurso do Papa e a bênção, concluindo com um canto final em honra da “Moreneta”.

Leão XIV foi assistido pelo seu Secretário, Monsenhor Edgard Iván Rimaycuna Inga.

Acolhida do Papa: Veneração da cruz
Oração diante do Santíssimo Sacramento
Acolhida do Bispo Diocesano e do Abade beneditino
Oração do rosário

Fotos da Vigília de oração em Barcelona

No fim da tarde da terça-feira, 09 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV, assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli, presidiu uma Vigília de oração no Estádio Olímpico de Barcelona (Espanha).

No início da Vigília foi entronizada a cruz (réplica daquela realizada pelo escultor Francesc Fajula para a Basílica da Sagrada Família). Seguiu-se um diálogo com os jovens, intercalado por cantos, o Evangelho (Jo 3,14-17) e a homilia do Papa.

A Vigília concluiu-se com o Creio, as Preces, o Pai nosso, a bênção e um canto final em honra da Virgem Maria.

Entrada do Papa
Acolhida do Arcebispo de Barcelona
Monição antes da entrada da cruz
Entronização da cruz

domingo, 28 de junho de 2026

Homilia do Papa Bento XVI: São Pedro e São Paulo (2006)

Há 20 anos, no dia 29 de junho de 2006, o Papa Bento XVI (†2022) celebrou a Missa da Solenidade de São Pedro e São Paulo, Apóstolos, na Basílica Vaticana.

Recordamos aqui sua homilia (centrada na missão de Pedro) e sua meditação durante a oração do Ângelus na ocasião:

Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo
Concelebração Eucarística e Imposição do Pálio aos novos Arcebispos Metropolitanos
Homilia do Papa Bento XVI
Basílica de São Pedro
Quinta-feira, 29 de junho de 2006

1. «Tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja» (Mt 16,18). O que o Senhor diz exatamente a Pedro com estas palavras? Que promessa lhe faz com elas e que tarefa lhe confia? E o que diz a nós - ao Bispo de Roma, que está na Cátedra de Pedro, e à Igreja de hoje?

Se quisermos compreender o significado das palavras de Jesus, é útil recordar que os Evangelhos nos narram três situações diversas nas quais o Senhor, cada vez de um modo particular, transmite a Pedro a tarefa que deverá realizar. Trata-se sempre da mesma tarefa, mas, pela diversidade das situações e das imagens usadas, torna-se mais claro para nós o que queria e o que quer dele o Senhor.


2. No Evangelho de Mateus que ouvimos há pouco, Pedro faz sua profissão de fé a Jesus, reconhecendo-o como Messias e Filho de Deus. Com base nisso lhe é conferida sua tarefa particular mediante três imagens: a da rocha que se torna pedra fundamental ou pedra angular, a das chaves e a de ligar e desligar. Neste momento não pretendo interpretar mais uma vez estas três imagens que a Igreja, ao longo dos séculos, explicou sempre de novo; desejaria antes chamar a atenção para o lugar geográfico e o contexto cronológico destas palavras.

A promessa é feita junto às fontes do rio Jordão, na fronteira da terra judaica, nos confins com o mundo pagão. O momento da promessa marca uma virada decisiva no caminho de Jesus: agora o Senhor se encaminha para Jerusalém e, pela primeira vez, diz aos discípulos que este caminho rumo à Cidade Santa é o caminho rumo à Cruz: «Jesus começou a mostrar a seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia» (Mt 16,21).

Homilia do Papa João Paulo II: São Pedro e São Paulo (2001)

Há 25 anos, no dia 29 de junho de 2001, o Papa São João Paulo II (†2005) presidiu a Missa da Solenidade de São Pedro e São Paulo, Apóstolos, na Praça de São Pedro. Reproduzimos aqui sua homilia na ocasião:

Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo
Concelebração Eucarística e Imposição do Pálio aos Arcebispos Metropolitanos
Homilia do Papa João Paulo II
Praça de São Pedro
Sexta-feira, 29 de junho de 2001

1. «Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo» (Mt 16,16).
Quantas vezes repetimos esta profissão de fé, outrora pronunciada por Simão, filho de Jonas, na região de Cesareia de Filipe! Quantas vezes eu mesmo encontrei nestas palavras um sustento interior para prosseguir a missão que a Providência me confiou!

Tu és o Cristo! Todo o Ano Santo nos levou a fixar o olhar em “Jesus Cristo, único Salvador, ontem, hoje e sempre”. Cada celebração jubilar foi uma incessante profissão de fé em Cristo, renovada de modo coral dois mil anos depois da Encarnação. À pergunta, sempre atual, feita por Jesus aos seus discípulos: «E vós, quem dizeis que Eu sou?» (Mt 16,15), os cristãos do ano 2000 responderam mais uma vez unindo as suas vozes à de Pedro: «Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo».


2. «Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu» (Mt 16,17).
Depois de dois milênios, a “rocha” sobre a qual foi fundada a Igreja é sempre a mesma: é a fé de Pedro. «Sobre esta pedra» (v. 18) Cristo construiu a sua Igreja, edifício espiritual que resistiu ao desgaste dos séculos. Sobre uma base simplesmente humana e histórica certamente não teria podido resistir ao ataque de tantos inimigos!

Ao longo dos séculos, o Espírito Santo iluminou homens e mulheres, de todas as idades, vocações e condições sociais, para fazer deles «pedras vivas» (1Pd 2,5) dessa construção. São os santos, que Deus suscita com inesgotável criatividade, muito mais numerosos do que aqueles que a Igreja indica solenemente como exemplo para todos. Uma só fé; uma só “rocha”; uma só pedra angular: Cristo, Redentor do homem.

sábado, 27 de junho de 2026

Arcebispos que receberam o pálio em 2026

Na segunda-feira, dia 29 de junho de 2026, o Papa Leão XIV celebra a Missa da Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, Apóstolos, na Basílica Vaticana, durante a qual tem lugar a tradicional bênção e imposição do pálio aos Arcebispos Metropolitanos nomeados durante o último ano. Para saber mais sobre essa insígnia, clique aqui.


Como fizemos em 2025, nesta postagem elencamos os 35 Arcebispos que recebem o pálio este ano, nomeados entre junho de 2025 e maio de 2026, os quais provêm de 19 países nos cinco continentes (incluindo quatro brasileiros), conforme consta no livreto da celebração.

1. Cardeal Grzegorz Ryś
Arcebispo Metropolitano de Cracóvia (Polônia)
Nomeação: 26 de novembro de 2025


2. Cardeal Konrad Krajewski
Arcebispo Metropolitano de Łódź (Polônia)
Nomeação: 12 de março de 2026
3. Dom Shane Anthony Mackinlay
Arcebispo Metropolitano de Brisbane (Austrália)
Nomeação: 18 de junho de 2025


4. Dom Mark Steven Rivituso
Arcebispo Metropolitano de Mobile (EUA)
Nomeação: 01 de julho de 2025


quarta-feira, 24 de junho de 2026

Fotos da Hora Média na Catedral de Barcelona

No início da tarde da terça-feira, 09 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV presidiu a oração da Hora Média (12h) na Catedral da Santa Cruz e Santa Eulália em Barcelona (Espanha).

O Papa, assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli, presidiu a Hora Sexta (12h) da terça-feira da II semana do Saltério.

Acolhida do Papa: Veneração da cruz
Oração diante do Santíssimo Sacramento

Entrada do Papa
Acolhida do Arcebispo de Barcelona

Homilia do Papa: Hora Média em Barcelona

Viagem Apostólica à Espanha
Oração da Hora Média
Homilia do Papa Leão XIV
Catedral da Santa Cruz e Santa Eulália (Barcelona)
Terça-feira, 09 de junho de 2026

Foi rezada a Hora Sexta (12h) da terça-feira da II semana do Saltério.

Queridos irmãos e irmãs,
É com grande alegria que inicio a minha visita rezando convosco a Hora Sexta nesta Catedral.
O Concílio Vaticano II define o Ofício Divino como «a voz da Esposa que fala com o Esposo» e «a oração que Cristo, unido ao seu Corpo, eleva ao Pai» (Sacrosanctum Concilium, n. 84). Também a Leitura que ouvimos (1Cor 12,12-13) sublinha que «todos... fomos batizados em um único Espírito, para formarmos um único corpo» (v. 13). Podemos, então, deixar-nos ajudar, na nossa reflexão, precisamente por estas duas imagens: a Esposa e o Corpo.

A primeira nos recorda que a Igreja, e em particular esta assembleia, rica em dons e carismas e na diversidade das histórias de cada um, é antes de tudo uma Esposa amada. Deus vos quis aqui, porque ama em vós e no vosso estar juntos uma beleza e uma bondade únicas e sagradas. Ele vos escolheu para representardes hoje a “comunidade dos santos” (cf. 1Cor 1,2) que está em Barcelona. E é com esta consciência que vos convido a renovar, em um só coração, o propósito de caminhar juntos, todos, fiéis e Pastores, seguindo os passos de Cristo, rumo à plenitude da vida. A Igreja é fruto de um ato de amor que a precede e que provém de Deus, e cresce antes de tudo deixando-se amar por Ele, unida, com coração humilde e agradecido, porque só quem se deixa amar por Deus pode construir, com os outros, as obras do amor.


A este respeito, há alguns anos o Papa Francisco recomendava a esta Comunidade diocesana « partir do encontro com Cristo» para crescer «na fraternidade, no anúncio da Boa Nova do Evangelho» (Mensagem por ocasião da inauguração da Torre da Virgem Maria da Basílica da Sagrada Família, 08 de dezembro de 2021); e, um ano depois, repetia aos seminaristas desta mesma Diocese, peregrinos em Roma: «Nunca deixeis de saborear e recordar este amor de predileção que se derrama e se derramará abundantemente no vosso coração (...). Nunca apagueis esse fogo que vos tornará intrépidos pregadores do Evangelho» (Discurso à Comunidade do Seminário de Barcelona, 10 de dezembro de 2022).

As suas palavras indicam o clima que somos chamados a difundir nos nossos ambientes, nas famílias, nas paróquias, nos locais de trabalho e de formação, nos ambientes da Cúria e em qualquer outro âmbito da vida: um clima de família, no qual se vive juntos, conscientes da filiação e do chamado comum, solidários, abertos, capazes de misericórdia, de sacrifício, de atenção mútua, de perdão.