quarta-feira, 3 de junho de 2026

Domingo de Pentecostes em Budapeste (2026)

No domingo, dia 24 de maio de 2026, o Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Esztergom-Budapeste (Hungria), Dom Levente Balázs Martos, celebrou a Missa da Solenidade de Pentecostes na Catedral Basílica da Assunção de Maria e Santo Adalberto em Esztergom, durante a qual 81 jovens receberam o Sacramento da Confirmação (Crisma).

A celebração contou com a presença do Arcebispo, Cardeal Péter Erdő, que assistiu a Missa endossando as vestes corais. Esta foi sua primeira aparição pública desde o dia 02 de fevereiro, uma vez que está se recuperando de uma cirurgia. Já durante a Semana Santa, com efeito, ele foi substituído pelos Bispos Auxiliares na presidência das celebrações.

Procissão de entrada
Incensação do círio pascal
(Curiosamente colocado no meio da igreja)
Acolhida do Cardeal Erdő
Ritos iniciais
Evangelho

Solenidade de Pentecostes em Jerusalém (2026)

Nesta postagem destacamos as celebrações da Solenidade de Pentecostes em Jerusalém nos dias 23 e 24 de maio de 2026 promovidas pela Custódia Franciscana da Terra Santa e pelo Patriarcado Latino de Jerusalém:

23 de maio: I Vésperas e Missa da Vigília

Entre a tarde e a noite do sábado, dia 23, a igreja do Santíssimo Salvador, sede da Custódia Franciscana, acolheu a oração das I Vésperas, presididas pelo Vigário da Custódia, Padre Ulises Zarza, e a Missa da Vigília de Pentecostes, presidida pelo Custódio da Terra Santa, Padre Francesco Ielpo:

I Vésperas: Hino
Homilia do Padre Ulises Zarza
Missa da Vigília: Procissão de entrada
Ato Penitencial: Aspersão
Liturgia Eucarística: Incensação da assembleia

24 de maio: Missa do Dia na Abadia da Dormição

Na manhã do domingo, dia 24, o Patriarca Latino de Jerusalém, Cardeal Pierbattista Pizzaballa, presidiu a Missa do Dia na Solenidade de Pentecostes na Abadia da Dormição da Virgem Maria, igreja beneditina próxima ao Cenáculo:

terça-feira, 2 de junho de 2026

Regina Coeli: Domingo de Pentecostes (2026)

Papa Leão XIV
Regina Coeli
Praça de São Pedro
Domingo, 24 de maio de 2026

Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
Nesta Solenidade de Pentecostes somos chamados a contemplar o dom do Espírito Santo, derramado em abundância sobre a Igreja nascente e, hoje, novamente dado aos seus membros, como luz e força que os acompanha em cada situação da vida.

Podemos nos deter em uma imagem do Espírito que nos é oferecida pela Liturgia de hoje: o Espírito abre as portas. Com efeito, o Evangelho nos diz que estavam «fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam» (Jo 20,19), e, ao mesmo tempo, o Livro dos Atos dos Apóstolos nos conta que o Espírito irrompeu como um vento impetuoso (cf. At 2,2), que abriu aquelas portas, impelindo os discípulos a sair e a anunciar a Boa Nova de Cristo Ressuscitado.

Podemos nos perguntar também hoje: que portas abre o Espírito Santo?

A primeira porta é aquela do próprio Deus, no sentido em que nos abre o acesso ao mistério de Deus, revelado em Jesus Cristo. Com o dom do seu Espírito, Deus nos doa a verdadeira fé, nos faz compreender o sentido das Escrituras, se dá a conhecer como próximo e nos permite participar na sua própria vida. O Espírito Santo nos ajuda a fazer uma experiência pessoal de Deus, a encontrá-lo em Jesus e não apenas na observância de uma lei, a reconhecê-lo em nós e a descobrir os sinais da sua presença na vida quotidiana.

A segunda porta é aquela do Cenáculo, isto é, da Igreja. Sem o fogo do Espírito, a Igreja permanece prisioneira do medo, assustada diante dos desafios do mundo, fechada em si mesma e, portanto, incapaz de dialogar com os tempos que mudam. O Espírito abre as portas da Igreja para que esta seja acolhedora e hospitaleira em relação a todos, mesmo aqueles que fecharam as portas a Deus, aos outros, à esperança, à alegria de viver. Como recordava o Papa Francisco, somos chamados a ser «uma Igreja que abençoa e encoraja (...) uma Igreja das portas abertas a todos» (Homilia na Missa de Abertura da Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, 04 de outubro de 2023).

Por fim, o Espírito Santo abre as portas dos nossos corações, ajudando-nos a vencer as resistências, os egoísmos, as desconfianças e os preconceitos, e tornando-nos capazes de viver como filhos de Deus e irmãos entre nós. Onde está o Espírito do Senhor nasce a fraternidade entre as pessoas, os grupos, os povos da Terra, e todos falam a única língua do amor, que une e harmoniza as diversidades.

Irmãos e irmãs, também nos nossos dias, especialmente neste dia de Pentecostes, devemos invocar o Espírito Santo, para que abra todas as portas que ainda permanecem fechadas. Precisamos redescobrir Deus como Pai que nos ama, edificar uma Igreja onde todos se sintam em casa e fazer crescer um mundo fraterno, no qual reine a paz entre todos os povos.

Como os primeiros discípulos, confiemos na intercessão da Virgem Maria, Morada do Espírito Santo e Mãe da Igreja.

Pentecostes
(Igreja de Santa Maria dell' Anima, Roma)

Fonte: Santa Sé.

Domingo de Pentecostes no Vaticano (2026)

Na manhã do dia 24 de maio de 2026 o Papa Leão XIV celebrou a Missa da Solenidade de Pentecostes na Basílica de São Pedro.

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor Ján Dubina. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Procissão de entrada

Incensação

Saudação inicial

Homilia do Papa: Domingo de Pentecostes (2026)

Santa Missa na Solenidade de Pentecostes
Homilia do Papa Leão XIV
Basílica de São Pedro
Domingo, 24 de maio de 2026

Queridos irmãos e irmãs,
O Tempo Pascal chega hoje, Solenidade de Pentecostes, ao seu cumprimento. Para evidenciar a unidade deste acontecimento de salvação, o Evangelho nos conduz novamente ao «primeiro dia da semana» (Jo 20,19), isto é, àquele dia novo no qual Jesus Ressuscitado aparece aos discípulos mostrando-lhes «as mãos e o lado» (v. 20). O Senhor revela o seu corpo glorioso, precisamente as suas chagas, as feridas da crucificação. Estes sinais da Paixão, mais eloquentes do que qualquer discurso, são transfigurados: Aquele que estava morto vive para sempre.

Ao ver o Senhor, também os discípulos voltam a viver: tinham se sepultado no Cenáculo cheios de medo, mas Jesus, apesar das portas fechadas, entra e os enche de alegria. Ele passa através da nossa morte, abre o sepulcro e o escancara onde já não havia saída para nós. Ao seu gesto, Cristo une a palavra: «A paz esteja convosco» (v. 19); e logo em seguida sopra sobre os discípulos o Espírito Santo. O Ressuscitado é pleno de vida: depois de ter mostrado a vida do corpo, como verdadeiro homem, doa a vida de Deus, como Filho amado do Pai, feito por nós irmão e Redentor. No mesmo Cenáculo onde instituiu a nova e eterna aliança, Jesus derrama o Espírito: o lugar da Ceia e da traição se transforma e, de sepulcro dos Apóstolos, torna-se para toda a Igreja seio de ressurreição. Por isso o Pentecostes é festa pascal e festa do corpo de Cristo, que por graça somos nós.


Ao celebrarmos este mistério, gostaria de me deter em três aspectos.

Em primeiro lugar, o Espírito do Ressuscitado é o Espírito da paz. Na sua Páscoa, com efeito, Cristo estabelece a paz entre Deus e a humanidade, e o Espírito Santo a infunde nos corações e a difunde pelo mundo. Esta paz provém do perdão e nos leva ao perdão: começa com o perdão doado pelo próprio Jesus, que foi traído, condenado e crucificado por nós. Surpreendendo-nos com o seu amor, precisamente Ele, o Ressuscitado, diz: «A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados» (Jo 20,23). Com estas palavras, Jesus nos confia uma obra divina, porque só Deus pode perdoar os pecados (cf. Mc 2,7). Essa autoridade é concedida no sinal de uma reconciliação universal: o Senhor derrama o Espírito da paz de um extremo ao outro da história, porque Aquele que redimiu todos da morte não exclui ninguém. O Espírito Santo, com efeito, é o Senhor que dá a vida desde o início da criação, quando pairava sobre as águas (cf. Gn 1,2), e agora, com a sua redenção, transforma a história do mundo: o Pentecostes verdadeiramente se cumpre como festa da nova Aliança, isto é, da aliança entre Deus e todos os povos da terra. Enquanto o ruído vindo do céu, o vento e as línguas de fogo no Cenáculo recordam os antigos sinais do Sinai (cf. At 2,2-3; Ex 19,16-19), a santa lei de Deus é escrita nos corações, gravada pelo Espírito com letras de amor na carne de Cristo e no seu corpo, que é a Igreja.

sábado, 30 de maio de 2026

Divina Liturgia Ucraniana em Madrid

No dia 23 de maio de 2026 o Arcebispo Maior da Igreja Greco-Católica Ucraniana, Dom Sviatoslav Shevchuk (Святосла́в Шевчу́к), celebrou a Divina Liturgia de São João Crisóstomo (Rito Bizantino) na Catedral de Santa Maria da Almudena em Madrid (Espanha).

A celebração teve lugar durante a visita do Arcebispo Maior aos fiéis ucranianos no país por ocasião dos dez anos da criação do Ordinariato para os fiéis de Ritos Orientais na Espanha.

O Ordinariato, sob responsabilidade do Arcebispo Metropolitano de Madrid (atualmente o Cardeal José Cobo Cano), inclui ainda os fiéis da Igreja Greco-Católica Romena e da Igreja Sírio-Malabar presentes na Espanha. Para saber mais, confira nossa postagem sobre as Igrejas Católicas Orientais.

Procissão de entrada

O Arcebispo abençoa com o dikirion e o trikirion
Incensação
Evangelho

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Catequeses do Jubileu 2025: Índice

“A esperança nasce do amor e se fundamenta no amor que brota do Coração de Jesus” (Bula Spes non confundit, n. 3).

De dezembro de 2025 a maio de 2026 publicamos aqui em nosso blog as Catequeses proferidas pelos Papas Francisco (†2025) e Leão XIV ao longo do Jubileu Ordinário de 2025.

Para saber mais, confira nossa postagem com o Calendário do Jubileu 2025.

Com o título de “Jesus Cristo, nossa esperança” (cf. 1Tm 1,1), o ciclo de Catequeses foi iniciado pelo Papa Francisco no dia 18 de dezembro de 2024. Após a sua morte o Papa Leão XIV deu continuidade às reflexões, concluídas no dia 17 de dezembro de 2025.

Confira a seguir os links para as 38 Catequeses, divididas em quatro seções: a infância de Jesus, a vida de Jesus, a Páscoa de Jesus, a Ressurreição de Cristo e os desafios do mundo atual.


I. A INFÂNCIA DE JESUS

1. Genealogia de Jesus (Mt 1,1-17)
2. O anúncio a Maria (Lc 1,26-38)

3. O anúncio a José (Mt 1,18-24)

6. A visita dos Magos (Mt 2,1-12)


II. A VIDA DE JESUS

a) Os encontros

1. Nicodemos (Jo 3)
2. A samaritana (Jo 4)

3. Zaqueu (Lc 19,1-10)
4. O homem rico (Mc 10,17-22)