sexta-feira, 3 de julho de 2026

Fotos da Missa do Papa em Tenerife

Na manhã da sexta-feira, 12 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV celebrou a Missa da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus (Ano A) no Porto da cidade de Santa Cruz de Tenerife (Espanha).

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli. O livreto da celebração pode ser visto aqui (pp. 133-175 do Missal para a Viagem Apostólica).

Procissão de entrada

Incensação da imagem da Virgem Maria
Ritos iniciais

Homilia do Papa: Missa em Tenerife

Viagem Apostólica à Espanha
Santa Missa em Tenerife
Homilia do Papa Leão XIV
Porto de Santa Cruz de Tenerife
Sexta-feira, 12 de junho de 2026

Foi celebrada a Missa da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus (Ano A).

Queridos irmãos e irmãs,
É uma graça nos encontrarmos neste dia em que o Coração de Jesus se deixa contemplar por nós como o coração da história. É com alegria que celebro convosco a Eucaristia, dando graças pela fé e pela caridade, das quais recebi tantos testemunhos nesta Viagem Apostólica e que fazem também deste arquipélago, tão conhecido pela sua beleza e acolhimento, um lugar onde o Senhor Ressuscitado nos precede e se manifesta. O mar, diante de nós, evoca o infinito, e o mesmo faz o céu, mas infinito é sobretudo o desejo que une o coração de Deus a tantos corações humanos, cujas alegrias e esperanças, tristezas e angústias encontram eco no coração da Igreja (cf. Constituição Gaudium et spes, n. 1). Nenhum ser humano é uma ilha; a localização geográfica desta Diocese e os desafios pastorais que a comprometem atestam que nascemos para o encontro e que não há obstáculo, distância, perigo ou ameaça que possa impedir cada um de prosseguir a sua viagem. Quer permanecendo durante toda a vida no mesmo lugar, quer escolhendo partir ou sendo obrigado a fazê-lo, nunca ninguém permanece parado. Eis o segredo do coração: o chamado íntimo ao êxodo e ao encontro.


Mas o Coração de Jesus nos revela como não nos perdermos em um dinamismo estéril: «Deus enviou o seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio d’Ele» (1Jo 4,9). Há vida quando se dá vida. Caso contrário, andamos às voltas no vazio. Com efeito, «como recorda o Concílio, o ser humano é chamado à comunhão com Deus e “não se pode encontrar plenamente a não ser no sincero dom de si mesmo”: a sua vocação mais profunda é entrar no movimento trinitário do amor recebido e partilhado» (Encíclica Magnifica humanitas, n. 48). O Papa Francisco observava: «Muitas pessoas experimentam um desequilíbrio profundo, que as impele a fazer as coisas a toda a velocidade para se sentirem ocupadas, em uma pressa constante que, por sua vez, as leva a atropelar tudo o que têm ao seu redor. Isto tem incidência no modo como se trata o ambiente» (Encíclica Laudato si’, n. 225). São palavras que interpelam também a vocação turística de Tenerife, seja no que diz respeito ao coração de quem decide passar aqui um período de férias, seja para quem vive e trabalha na ilha, em contato com visitantes de tantos países do mundo. O que procura o coração humano? Como responder à sua sede sem enganá-lo? Quão importante é, especialmente para quem se deixa orientar pelo Evangelho, não reduzir tudo ao comércio e ao lucro. «As pessoas que saboreiam mais e vivem melhor cada momento são aquelas que deixam de bicar aqui e ali, sempre à procura do que não têm, e experimentam o que significa dar apreço a cada pessoa e a cada coisa, aprendem a se familiarizar com as coisas mais simples e sabem alegrar-se com elas. Deste modo conseguem reduzir o número das necessidades insatisfeitas e diminuem o cansaço e a ansiedade» (ibid., n. 223). Interpretai assim, queridos irmãos e irmãs, a vossa vocação à acolhida.

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Fotos da Missa do Papa em Gran Canária

Na tarde da quinta-feira, 11 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV celebrou a Missa da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus (Ano A) no Estádio de Gran Canária na cidade de Las Palmas de Gran Canária (Espanha).

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli. O livreto da celebração pode ser visto aqui (pp. 91-131 do Missal para a Viagem Apostólica).

Procissão de entrada


Incensação da imagem da Virgem Maria
Ritos iniciais

Homilia do Papa: Missa em Gran Canária

Viagem Apostólica à Espanha
Santa Missa em Gran Canária
Homilia do Papa Leão XIV
Estádio de Gran Canária
Quinta-feira, 11 de junho de 2026

Foi celebrada a Missa da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus (Ano A).

Queridos irmãos e irmãs,
Após um dia rico de encontros e partilhas, ao celebrar agora convosco esta Eucaristia antes de tudo desejo dar graças ao Senhor por tanto bem que aqui se faz quotidianamente, confiando-lhe o empenho de todos e, ao mesmo tempo, os sofrimentos dos quais esta terra é testemunha. Convido-vos também a rezar juntos, nesta Santa Missa, pelos irmãos e irmãs que perderam a vida no mar.

Com o pão e o vinho, tudo levamos ao Altar, ao entrarmos - através desta Celebração vespertina - na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a quem toda a Espanha está consagrada. Peçamos ao Senhor que, neste momento, estejam presentes em nós os mesmos sentimentos de humanidade, misericórdia e compaixão do Coração do Salvador.


Na nossa meditação, deixemo-nos ajudar pelas Leituras que acabamos de ouvir.

Na 1ª Leitura, Deus recorda aos israelitas a gratuidade com que os amou. Escolheu-os não porque tivessem privilégios, dons ou méritos particulares, mas por puro amor (cf. Dt 7,7-9), e continuará sempre a amá-los, mesmo que, pela dureza do seu coração, não correspondam aos seus sentimentos.

Esta é a caridade de Deus, na qual tem as suas raízes a nossa vocação ao amor, que não se baseia no cálculo, nem no mero sentimento, nem se reduz a simples filantropia, mas penetra todo o nosso ser: fogo para a alma, luz para a mente, impulso irresistível para a liberdade, paz e, ao mesmo tempo, tormento para o coração, que bate em sintonia com outros corações, envolvendo toda a pessoa. Porque amar é conatural ao homem, ou melhor, é condição para a plenitude da própria existência.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Fotos da Missa do Papa em Barcelona

No fim da tarde da quarta-feira, 10 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV celebrou a Missa na Basílica da Sagrada Família em Barcelona (Espanha), após a qual teve lugar a bênção da torre de Jesus Cristo [1], coincidindo com os 100 anos da morte do seu célebre arquiteto, o Venerável Antoni Gaudí (†1926).

Foi celebrada a Missa em ação de graças com leituras escolhidas especificamente para a ocasião, em vista da bênção da torre de Jesus Cristo.

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli. O livreto da celebração pode ser visto aqui (pp. 47-89 do Missal para a Viagem Apostólica).

A torre de Jesus Cristo ladeada por duas torres dos Apóstolos
O Papa reza diante da tumba de Gaudí na Cripta da Basílica
Procissão de entrada
Ósculo do altar
Incensação

Homilia do Papa: Missa em Barcelona

Viagem Apostólica à Espanha
Santa Missa em Barcelona
Homilia do Papa Leão XIV
Basílica da Sagrada Família (Barcelona)
Quarta-feira, 10 de junho de 2026

Foi celebrada a Missa em ação de graças com leituras escolhidas especificamente para a ocasião, em vista da bênção da torre de Jesus Cristo: Ap 21,1-7; Sl 8; Jo 8,21-30.

«Ó Senhor, nosso Deus, como é grande vosso nome por todo o universo!» (Sl 8,2.10).
Com o louvor deste Salmo, tão cheio de alegria e admiração, saúdo todos vós, queridos irmãos e irmãs. Expresso o meu reconhecimento a Suas Majestades, agradeço ao Cardeal Juan José Omella, Arcebispo de Barcelona, bem como aos demais irmãos no Episcopado e a todos aqueles que se unem à nossa oração: sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas. Nesta tarde de festa para toda a cidade de Barcelona, estendo a minha grata saudação às autoridades públicas, assim como aos membros de outras comunidades cristãs e de outras religiões que participam na nossa ação de graças.

Hoje a Basílica da Sagrada Família nos acolhe nesta bela cidade, abrindo as suas portas como se fossem os seus braços para convidar cada um a este altar e a escutar a Palavra de Deus. É um templo que nos constitui em uma família amada pelo Senhor, alimentada pela sua própria vida na Eucaristia. Assim é com la ciutat comtal [cidade condal] e com toda a Catalunha que se reúnem neste templo, igualmente sinal de unidade e concórdia, e elevam o seu olhar para se encontrar com o rosto de Deus Pai, resplandecente no seu Filho que se fez homem, Jesus Cristo.


Enquanto damos graças ao Senhor pela sua caridade para conosco, o louvamos pelo que Ele realiza em nossas vidas. Damos graças, em particular, por esta extraordinária Basílica, que o Papa Bento XVI consagrou em 2010, recordando que é um sinal visível do Deus invisível, para cuja glória se erguem as suas torres (cf. Homilia na Dedicação da Basílica da Sagrada Família, 07 de novembro de 2010). Dando continuidade à oração do meu Predecessor, dentro de alguns momentos abençoarei a torre mais alta, a de Jesus Cristo.

Esta igreja é um edifício único, composto por muitas pedras. Uma casa que cresce com constância ao longo dos anos, seguindo um mesmo projeto. Todos nós somos as pedras vivas desta obra, que tem Cristo como fundamento e ápice, princípio e fim. Muito mais que um monumento, a Basílica da Sagrada Família continua sendo hoje uma obra em construção, que nos recorda como a vida cristã é sempre um caminho, porque se trata de um projeto que é levado a cabo por Deus.

terça-feira, 30 de junho de 2026

Fotos do Rosário na Abadia de Montserrat

Na manhã da quarta-feira, 10 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV presidiu a oração do terço do rosário na Basílica de Santa Maria de Montserrat (Espanha), igreja principal da Abadia beneditina de Montserrat [1].

Foram recitados os mistérios gloriosos do rosário, seguidos pelo canto da Ladainha da Virgem Maria, o discurso do Papa e a bênção, concluindo com um canto final em honra da “Moreneta”.

Leão XIV foi assistido pelo seu Secretário, Monsenhor Edgard Iván Rimaycuna Inga.

Acolhida do Papa: Veneração da cruz
Oração diante do Santíssimo Sacramento
Acolhida do Bispo Diocesano e do Abade beneditino
Oração do rosário