quinta-feira, 20 de julho de 2017

Visita do Cardeal Sandri à Ucrânia: Zarvanytsia

O motivo central da visita do Cardeal Leonardo Sandri à Ucrânia foi a celebração dos 150 anos do Santuário Mariano de Zarvanytsia e da Coroação do ícone por mandato do Papa Pio IX.

O Cardeal participou de uma procissão luminosa no Santuário na noite do dia 15 de julho e da Divina Liturgia no dia 16, ambas presididas pelo Arcebispo-Maior da Igreja Católica Ucraniana, Dom Sviatoslav Shevchuk.

Dia 15: Procissão luminosa

Vista aérea do Santuário
Procissão

Ícone de Nossa Senhora de Zarvanytsia

Solenidade da Dedicação do Santo Sepulcro em Jerusalém

No último dia 15 de julho o Custódio da Terra Santa, Padre Francesco Patton, celebrou a Solenidade da Dedicação da Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém.

Inicialmente esta Basílica foi dedicada em 14 de setembro de 335. Porém, a igreja foi destruída pelos muçulmanos em 1009. Após Jerusalém ser retomada pelos cruzados, a Basílica foi restaurada e novamente dedicada em 15 de julho de 1149.

Durante a dedicação em 1149, foi gravada a seguinte inscrição: "Este lugar santo foi santificado pelo Sangue de Cristo, por isso a nossa consagração não acrescenta nada à sua santidade".

Evangelho
Homilia
Preces
Conclusão das Preces
Incensação das oferendas

Exéquias do Cardeal Meisner em Colônia

No último dia 15 de julho o Arcebispo de Colônia (Alemanha), Cardeal Rainer Maria Woelki, celebrou a Santa Missa Exequial do Cardeal Joachim Meisner, Arcebispo Emérito de Colônia, falecido no último dia 05.

A celebração iniciou-se com uma procissão da Basílica de São Gereon, onde ocorreu o velório do Cardeal, até a Catedral de Colônia, onde foi celebrada a Missa Exequial e o sepultamento.

Início da procissão na Basílica de São Gereon



Em frente ao caixão são levados o báculo (virado para baixo) e a mitra

terça-feira, 18 de julho de 2017

Visita do Cardeal Sandri à Ucrânia: Kharkiv e Kramatorsk

Continuando sua visita à Ucrânia em nome do Santo Padre, o Cardeal Leonardo Sandri, Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, visitou no dia 13 de julho a cidade de Kharkiv, onde participou da dedicação da igreja dos Santos Pedro e Paulo, presidida pelo Arcebispo-Maior da Igreja Católica Ucraniana, Dom Sviatoslav Shevchuk.

No dia seguinte, 14 de julho, foi a vez de visitar a localidade de Kramatorsk, no leste do país, que sofreu muito com os recentes conflitos com a Rússia. O Cardeal participou da Divina Liturgia presidida por Dom Sviatoslav na igreja de Santo Elias.

Dia 13: Kharkiv

Acolhida do Cardeal Sandri
Acolhida com pão e sal
Divina Liturgia e dedicação da igreja
Aspersão do altar
Oração da dedicação

Festa dos Santos Pedro e Paulo em São Petersburgo

No último dia 12 de julho o Patriarca Kirill da Igreja Ortodoxa Russa celebrou a Divina Liturgia da Festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo (segundo o calendário juliano) na Catedral dedicada a estes dois Apóstolos na cidade de São Petersburgo.

Portas santas da iconostase
Chegada do Patriarca
Patriarca abençoa os fiéis
Litania da paz
Incensação

Visita do Cardeal Sandri à Ucrânia: Kiev

Nos últimos dias o Cardeal Leonardo Sandri, Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, realizou uma visita à Ucrânia em nome do Papa Francisco.

No dia 12 de julho o Cardeal participou da Divina Liturgia na Catedral Patriarcal da Ressurreição em Kiev, presidida pelo Arcebispo-Maior da Igreja Católica Ucraniana, Dom Sviatoslav Shevchuk, por ocasião da Festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo (segundo o calendário juliano).

No final da celebração, o Cardeal Sandri rezou diante do túmulo do Cardeal Lubomy Husar, falecido em maio.

Acolhida com pão e sal
Veneração da cruz

Veneração do ícone da Ressurreição
Arcebispo abençoa os fiéis

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Ângelus do Papa: XIV Domingo do Tempo Comum - Ano A

Papa Francisco
Ângelus
Domingo, 09 de julho de 2017

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
No Evangelho de hoje Jesus diz: «Vinde a mim, vós todos que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei» (Mt 11,28). O Senhor não reserva esta frase a alguns dos seus amigos, não, dirige-a a “todos” aqueles que estão cansados e oprimidos pela vida. E então quem pode sentir-se excluído deste convite? O Senhor sabe quanto a vida pode ser difícil. Sabe que muitas coisas cansam o coração: desilusões e feridas do passado, pesos a serem carregados e injustiças a suportar no presente, incertezas e preocupações para com o futuro.

Perante tudo isto, a primeira palavra de Jesus é um convite, um convite a mover-se e a reagir: «Vinde». O erro que cometemos, quando as coisas não correm bem, é permanecer ali onde estamos, deitados ali. Parece evidente, mas quanto é difícil reagir e abrir-se! Não é fácil. Nos momentos obscuros é natural querer estar sozinho consigo mesmo, remoer sobre quanto é injusta a vida, sobre quão ingratos são os outros e como é maldoso o mundo, e assim por diante. Todos sabemos isto. Por vezes, sofremos esta experiência negativa. Mas assim, fechados dentro de nós mesmos, vemos tudo escuro. Então chegamos até a familiarizar-nos com a tristeza, que encontra demora em nós: aquela tristeza desmoraliza-nos, esta tristeza é algo ruim. Ao contrário, Jesus quer tirar-nos destas “areias movediças” e, portanto, diz a cada um: «Vinde!” - “Quem?” - “Tu, tu, tu...”. A via de saída encontra-se na relação, em estender a mão e em levantar o olhar para quem nos ama verdadeiramente.

Com efeito, sair de si mesmo não é suficiente, é necessário saber para onde ir. Porque muitas metas são ilusórias: prometem alívio e distraem só um pouco, garantem paz e proporcionam divertimento, deixando depois na solidão anterior, são “fogos de artifício”. Por esta razão, Jesus indica para onde ir: “Vinde a mim”. E muitas vezes, diante de um peso da vida ou de uma situação que nos faz sofrer, tentemos falar com alguém que nos escute, com um amigo, com um perito na matéria... É muito bom fazer isto, mas não esqueçamos Jesus! Não esqueçamos de nos abrirmos a Ele e de lhe contar a nossa vida, de lhe confiar as pessoas e as situações. Talvez haja algumas “áreas” da nossa vida que nunca lhe abrimos e que permaneceram obscuras, porque nunca viram a luz do Senhor. Cada um de nós tem a própria história. E se alguém tiver esta zona obscura, procurai Jesus, ide ter com um sacerdote, ide... Mas ide ter com Jesus, e contai isto a Jesus. Hoje Ele diz a cada um de nós: “Coragem, não sucumbas sob os pesos da vida, não te feches diante dos medos e dos pecados, mas vem a mim!”.

Ele espera por nós, espera-nos sempre, não para resolver magicamente os nossos problemas, mas para nos tornar mais fortes em relação aos nossos problemas. Jesus não nos tira os pesos da vida, mas sim a angústia do coração; não nos suprime a cruz, mas carrega-a juntamente conosco. E com Ele, todo o peso se torna leve (cf. v. 30), porque Ele é o repouso que nós buscamos. Quando Jesus entra na vida, chega a paz, a que permanece também nas provações, nos sofrimentos. Vamos ter com Jesus, demos-lhe o nosso tempo, encontremo-lo todos os dias na oração, num diálogo confiante, pessoal; familiarizando-nos com a sua Palavra redescubramos sem temor o seu perdão, saciemo-nos com o seu Pão de vida: nos sentiremos amados, nos sentiremos consolados por Ele.

É Ele mesmo quem pede, quase com uma certa insistência. Reitera-o ainda no final do Evangelho de hoje: “Tomai o meu jugo sobre vós (...) achareis o repouso para as vossas almas” (v. 29). E deste modo, aprendamos a ir ter com Jesus e, quando nos meses de verão procurarmos um pouco de repouso de tudo aquilo que cansa o nosso corpo, não esqueçamos de encontrar o repouso verdadeiro no Senhor. Nos ajude nisto a Virgem Maria nossa Mãe, que sempre cuida de nós quando estamos cansados e oprimidos e nos acompanha ao encontro com Jesus.


Fonte: Santa Sé.