terça-feira, 12 de setembro de 2023

Leitura litúrgica do Livro de Judite

“Vós sois grande, Senhor-Adonai, admirável, de força invencível” (Jt 16,13).

Em nossa série sobre a leitura litúrgica dos livros da Sagrada Escritura iniciamos nas últimas postagens um estudo sobre os quatro livros que podem ser definidos como “novelas bíblicas”, isto é, narrativas sobre diversos aspectos da vida quotidiana: Rute, Ester, Judite e Tobias.

Nesta postagem analisaremos o Livro de Judite (Jt), que completa a “tríade” das mulheres protagonistas iniciada com Rute e Ester.

Judite (Francesco Podesti, Museus Vaticanos)

1. Breve introdução ao Livro de Judite

Junto com o Livro de Tobias, Judite integra os textos deuterocanônicos (“da segunda lista”), sete livros do Antigo Testamento (AT) que, tendo sido escritos em grego, não foram aceitos na Bíblia hebraica (e posteriormente rejeitados também pelos protestantes). Não obstante, São Jerônimo (séc. V) menciona um original aramaico que infelizmente não chegou até nós.

A obra, como os demais escritos desse bloco, é uma história fictícia, o que fica claro com a série de erros históricos em sua narrativa. Esses “erros” são propositais: o autor usa eventos do passado para falar do presente.

O próprio nome da protagonista, Judite, é simbólico: “a judia”. Sua história, como veremos, está baseada na de Jael (Jz 4,17-22): como Jael e Ester, Judite é uma mulher que intervém favoravelmente no curso da história em benefício do seu povo.

Alguns elementos na narrativa apontam para uma datação do livro durante a revolta judaica contra o helenismo, em meados do século II a. C., sendo contemporâneo, portanto, de Ester (sobre esse período ver nosso estudo sobre os Livros dos Macabeus).

Por exemplo, a adoração de “Nabucodonosor” como a um deus em Jt 3,8 remete ao rei selêucida Antíoco IV. Seu título, “Epífanes”, indicava-o como a própria “manifestação de deus”. Há na obra também outras referências a costumes helênicos, como a gerousia, conselho de anciãos (Jt 4,8; 15,8), ou as coroas de oliveiras como símbolo de vitória (Jt 15,13).

Seu primeiro versículo nos situa no tempo de “Nabucodonosor, que reinou sobre os assírios em Nínive” (Jt 1,1). Temos aqui dois erros: Nabucodonosor foi rei dos babilônicos, não dos assírios, de 604 a 562 a. C., e durante seu reinado a cidade de Nínive estava destruída (fato que ocorreu em 612 a. C.).

Além disso, esse rei havia sido responsável pelo exílio da Babilônia e pela destruição de Jerusalém em 587 a. C., enquanto na narrativa de Judite o povo já havia retornado do exílio (Jt 4,3; 5,19). Nabucodonosor simboliza, pois, os opressores do tempo do autor, ou seja, os reis da dinastia selêucida. O mesmo recurso é usado no Livro de Daniel.

Podemos dividir a narrativa do “conto de Judite” em três cenas:
Introdução: Jt 1–7: A campanha de “Nabucodonor” contra Israel;
Cena central: Jt 8–13: A intervenção de Judite;
Conclusão: Jt 14–16: A vitória definitiva e a celebração em honra de Judite.

Outros estudiosos propõem uma divisão em duas partes, marcadas pelo “temor” (cap. 1–7) e pela “reação” de Judite, que não se deixa vencer pelo medo (cap. 8–16).

A primeira cena, de caráter introdutório, descreve a campanha de “Nabucodonosor” contra as nações. O general Holofernes (nome persa) sitia a cidade de “Betúlia”, que lhe daria acesso a Jerusalém. Essa cidade também é simbólica: seu nome pode estar relacionado a “Betel” (“casa de Deus”) ou à palavra “virgem”, indicando Israel como “prometida” ou “noiva” de Deus, imagem recorrente nos profetas.

Durante o cerco à cidade surge a jovem viúva Judite, que repete o estratagema de Jael: infiltra-se na tenda do general inimigo e, após embriagá-lo, o mata. Levando a cabeça do general à cidade, incita o povo ao ataque contra os inimigos.

A obra critica portanto a “passividade” do povo diante do helenismo. Ressalta a piedade de Judite: a jovem mulher reza a Deus em mais de uma ocasião, e, movida por sua confiança em Deus, “toma a iniciativa”, arriscando-se no acampamento inimigo e dando ocasião para a reação do povo.

Para saber mais, confira a bibliografia indicada no final da postagem.

Judite decapita Holofernes (Artemisia Gentileschi)

2. Leitura litúrgica do Livro de Judite: Composição harmônica

Como vimos nas postagens anteriores dessa série, o Elenco das Leituras da Missa (ELM) indica em seu n. 66 dois critérios de seleção dos textos para as celebrações litúrgicas: a composição harmônica (texto em harmonia com o tempo ou festa litúrgica) e a leitura semicontínua (principais textos do livro proclamados na sequência) [2].

a) Celebração Eucarística

Sob o critério da composição harmônica, encontramos primeiramente uma leitura de Judite no Comum dos Santos, formulários com várias opções de leituras ad libitum (à escolha) para as Missas dos santos. A leitura é indicada, naturalmente, para santas viúvas: Jd 8,2-8 [2], a apresentação de Judite, elogiando sua piedade - “Era muito temente a Deus” (v. 9).

Assim como Ester, Judite é considerada um “tipo” (modelo ou profecia) da Virgem Maria. Por isso, há quatro leituras em composição harmônica do Livro indicadas para as Missas votivas da Coletânea de Missas de Nossa Senhora:

- Missa de Maria junto à cruz II (n. 12 da Coletânea): Jt 13,17-20 [3], a exaltação de Judite, que “não poupou a própria vida” (v. 20) em favor do povo. Essa Missa, para o Tempo da Quaresma, recorda a participação de Maria no mistério da Paixão, unida pelo sofrimento ao sacrifício do Filho pela salvação do mundo.

A mesma leitura (Jt 13,17-20) pode ser proferida na Missa votiva de Nossa Senhora das Dores, a ser celebrada pelos peregrinos que visitam a Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém [4].

- Missa do Imaculado Coração de Maria (n. 28): Jt 13,17-20; 15,9 [5]. Esta não é a Missa da Memória do Imaculado Coração de Maria (celebrada no dia seguinte à Solenidade do Sagrado Coração), mas sim sua Missa votiva, a ser celebrada por devoção no Tempo Comum. Lê-se aqui uma versão ligeiramente mais longa da perícope acima, com uma referência direta ao “coração” no v. 19: “O teu louvor não se apagará do coração de todos os que se lembrarem, para sempre, da força de Deus!”.

Judite com a cabeça de Holofernes (Cristofano Allori)

- Missa de Maria, amparo da fé (n. 35): Jt 13,14.17-20 [6]. Acrescenta-se aqui o v. 14, no qual Judite convida todo o povo ao louvor de Deus.

- Missa de Maria das mercês (n. 43): Jt 15,8-10; 16,13-14 [7]. Lemos aqui outro elogio a Judite, que “com sua mão fez o bem para Israel” (cf. v. 10). Maria, com efeito, é a “nova Judite”, que se levanta em defesa do seu povo, para que alcancem a “verdadeira liberdade de filhos de Deus”.

Além das leituras, cabe destacar ainda três antífonas (de entrada, de Comunhão, aclamação ao Evangelho) do Livro de Judite proferidas nas celebrações marianas:

- “O Senhor Deus vos abençoou, Virgem Maria, mais que a todas as mulheres. Ele exaltou o vosso nome: que todos os povos cantem vosso louvor” (cf. Jt 13,23.25): Antífona de entrada do 3º formulário de Missa do Comum de Nossa Senhora e das Missas de Maria, Mãe do Senhor (n. 19 da Coletânea) e do Santo Nome de Maria (n. 21) [8];

- “Não há mulher como essa sobre a terra, de tão formoso semblante e ponderados propósitos” (cf. Jt 11,21): Antífona de Comunhão da Missa de Maria, Mãe do belo amor (n. 36) [9];

- “O vosso louvor estará sempre na boca dos homens, que recordarão eternamente o poder de Deus” (cf. Jt 13,19): Antífona de entrada da Missa de Maria, auxílio dos cristãos (n. 42) [10].

b) Liturgia das Horas

Além da Celebração Eucarística, a Igreja nos propõe cinco leituras breves de Judite na Liturgia das Horas. Trata-se, na verdade, de pequenas variações do mesmo texto, um dos elogios à jovem viúva, sempre em celebrações marianas:

- Hora Média (9h) da Festa da Visitação de Nossa Senhora (31 de maio): Jt 13,18-19 [11], proclamando Judite “bendita pelo Deus Altíssimo, mais que todas as mulheres da terra” (v. 18), um perfeito paralelo à saudação de Isabel a Maria: “Bendita és tu entre as mulheres” (Lc 1,42).

- Hora Média (9h) da Solenidade da Assunção de Maria (15 de agosto): Jt 13,17-18 [12], celebrando aqui a exaltação de Maria pelo próprio Deus, que a eleva aos céus. A vitória sobre os inimigos pode ser interpretada aqui como a vitória sobre a morte, uma vez que Maria é “ressuscitada” por seu Filho.

- Hora Média (12h) da Festa da Natividade de Maria (08 de setembro): Jt 13,18b-19 [13]. Recordando que Judite “decepou a cabeça do chefe de nossos inimigos”, indica-se aqui, conforme se lê no Ofício das Leituras da Festa, que em Maria cumpre-se a profecia de Gn 3,15: a vitória da “mulher” sobre a “serpente”.

- Hora Média (12h) da Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (12 de outubro): Jt 13,18-19 [14]. Nesta solenidade, própria do Brasil, destacamos aqui o v. 19: “O teu louvor não se apagará do coração de todos os que se lembrarem, para sempre, da força de Deus!”.

Com efeito, esta é a principal devoção mariana em nosso país, que há mais de 300 anos repete: “Ó Maria Santíssima, pelos méritos de nosso Senhor Jesus Cristo, em vossa querida imagem de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil...”.

- Hora Média (15h) do Comum de Nossa Senhora: Jt 13,18-19 [15]. Por fim, para as celebrações marianas sem textos próprios, pode-se retomar o texto acima.

Triunfo de Judite (Luca Giordano)

3. Leitura litúrgica do Livro de Judite: Leitura semicontínua

Como vimos na postagem sobre Ester, não há leitura semicontínua do Livro de Judite na Celebração Eucarística, conforme atesta o n. 110 do Elenco das Leituras da Missa: “Entre aquelas narrações escritas com uma finalidade exemplar, que exigem uma leitura bastante extensa para que se entendam, leem-se os livros de Tobias e de Rute; os outros são omitidos (Ester, Judite)” [16].

No ciclo anual da Liturgia das Horas também não há leituras em composição harmônica de Judite. Assim, nosso livro é lido apenas no ciclo bienal do Ofício das Leituras, ainda sem tradução para o Brasil, ao longo da XXVI semana do Tempo Comum nos anos pares, entre Tobias e o Eclesiástico.

Ofício das Leituras: XXVI semana do Tempo Comum (Ano par)
Domingo: Jt 2,1-6; 3,7; 4,1-2.8-17 - O povo em perigo suplica ao Senhor;
Segunda-feira: Jt 5,1-25 - Aquior, o amonita, informa Holofernes sobre o povo de Israel;
Terça-feira: Jt 6,1-7.10–7,1.4-5 - Aquior é entregue aos israelitas;
Quarta-feira: Jt 8,1a.9b-14.28-32; 9,1-6.14 - Preocupação de Judite pelo destino do seu povo;
Quinta-feira: Jt 10,1-5.11-16; 11,1-6.18-21 - Judite se apresenta diante de Holofernes;
Sexta-feira: Jt 12,1–13,6 - O banquete de Holofernes;
Sábado: Jt 13,6-31 - Morte de Holofernes e ação de graças do povo [17].

Ao longo desses dias a 2ª leitura do Ofício (leitura patrística) é tomada do Opúsculo sobre a oração de Orígenes, Presbítero (séc. III).

No ciclo “ordinário” da Liturgia das Horas, por sua vez, há apenas uma leitura breve do nosso escrito, nas Laudes da segunda-feira da IV semana do Saltério: Jt 8,25-26a.27 [18]. Este é um texto que não tinha sido proclamado até então, com uma exortação de Judite a lembrar-se da aliança nas provações: “Lembrai-vos de tudo o que Deus fez a Abraão, de como provou Isaac, de tudo o que aconteceu a Jacó”.

Cabe recordar, porém, que essa leitura é proferida apenas no Tempo Comum, uma vez que os Tempos do Advento, Natal, Quaresma e Páscoa possuem leituras próprias.

Judite decapita Holofernes (Caravaggio)

4. Leitura litúrgica do Livro de Judite: Cânticos

Por fim, não poderíamos concluir nosso estudo sobre a presença do Livro de Judite nas celebrações litúrgicas sem contemplar os seus textos que são entoados como cânticos na Liturgia das Horas e na Celebração Eucarística.

Os dois textos são tomados de Jt 13,18-19, o louvor a Judite, como vimos anteriormente; e de Jt 16,1-15, um hino de louvor a Deus entoado pela protagonista após a vitória contra os inimigos.

a) Liturgia das Horas

O lugar por excelência dos salmos e cânticos é a Liturgia das Horas. Os cânticos do Antigo Testamento foram distribuídos nas Laudes das quatro semanas do Saltério. Assim, nas Laudes da quarta-feira da I semana do Saltério, junto com dois salmos, entoamos Jt 16,1-2.13-15 [19]. O motivo do louvor dá o título do cântico: “Deus, criador do mundo e protetor do seu povo”.

b) Celebração Eucarística

Passando à Celebração Eucarística, os dois cânticos de Judite aparecem, substituindo o salmo, em diversas celebrações marianas:

No Comum de Nossa Senhora, dentre os salmos à escolha, consta Jt 13,18bcde.19 [20]. A primeira estrofe do cântico convida ao louvor de Deus, enquanto a segunda celebra a confiança n’Ele demonstrada por Judite e Maria. O refrão, por sua vez, é tomado de Jt 15,9d: “Tu és a grande honra de todo o nosso povo!”.

O cântico é sugerido para duas Memórias facultativas marianas que tomam os textos do respectivo Comum: Nossa Senhora de Lourdes (11 de fevereiro) e a Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior (05 de agosto) [21].

Para a Missa votiva de Maria, Mãe da Igreja, por sua vez, entoa-se como cântico próprio Jt 13,18bcde.19 [22], em sintonia com a leitura de Gn 3,9-20: Judite que “decepa a cabeça do chefe de nossos inimigos” traça um paralelo com a vitória da “mulher” sobre a “serpente” (Gn 3,15), profecia que cumpre-se definitivamente em Maria, mãe do Salvador.

Retornando à Coletânea de Missas de Nossa Senhora, identificamos outras três Missas votivas com cânticos de Judite no lugar do salmo:

- Missa de Maria, imagem e Mãe da Igreja I (n. 25 da Coletânea): Jt 13,18bcde.19 [23]. Como na Missa de Maria, Mãe da Igreja, em sintonia com a leitura de Gn 3,9-15.20.

- Missa de Maria, fonte da salvação (n. 31): Jt 13,18bcde.19 [24]. A vitória de Judite sobre Holofernes, recordada no cântico, é um evento salvífico, que antecede a salvação definitiva realizada pelo Filho de Maria.

- Missa de Maria, auxílio dos cristãos (n. 42): Jt 16,13-15 [25]. Aqui se retoma o cântico da Liturgia das Horas, louvando o Senhor como criador e protetor do seu povo. A 1ª opção de leitura dessa Missa - Ap 12,1-3.7-12ab.17 - também traz um trecho de um cântico, louvando a salvação realizada por Cristo.

Encerramos assim o nosso estudo sobre a leitura litúrgica da “novela bíblica” de Judite. Completando a análise deste bloco de escritos, na próxima postagem abordaremos o Livro de Tobias.

Judite (Catedral de Peoria, EUA)

Breve bibliografia sobre o Livro de Judite:

CRAVEN, Tony. Judite. in: BROWN, Raymond E.; FITZMYER, Joseph A.; MURPHY, Roland E. [org.]. Novo Comentário Bíblico São Jerônimo: Antigo Testamento. São Paulo: Academia Cristã; Paulus, 2007, pp. 1124-1131.

MELERO, Enrique Cabezudo. Judite. in: OPORTO, Santiago Guijarro; GARCÍA, Miguel Salvador [org.]. Comentário ao Antigo Testamento I. São Paulo: Ave Maria, 2002, pp. 645-659.

NIHAN, Christophe. Judite. in: RÖMER, Thomas; MACCHI, Jean-Daniel; NIHAN, Christophe [org.]. Antigo Testamento: História, Escritura e Teologia. 2ª ed. São Paulo: Loyola, 2015, pp. 748-765.

PUERTO, Mercedes Navarro. O Livro de Judite. in: LAMADRID, Antonio González et al. História, narrativa, apocalíptica. São Paulo: Ave-Maria, 2004, pp. 367-388. Coleção: Introdução ao estudo da Bíblia, v. 3B.

Notas:
[1] ALDAZÁBAL, José. A Mesa da Palavra I: Elenco das Leituras da Missa - Texto e Comentário. São Paulo: Paulinas, 2007, p. 76.
[2] LECIONÁRIO III: Para as Missas dos Santos, dos Comuns, para Diversas Necessidades e Votivas. Tradução portuguesa da 2ª edição típica para o Brasil. São Paulo: Paulus, 1997.
[3] LECIONÁRIO para Missas de Nossa Senhora. Brasília: Edições CNBB, 2016, p. 57.
[4] Fonte: Custódia Franciscana da Terra Santa.
[5] LECIONÁRIO para Missas de Nossa Senhora, p. 115.
[6] ibid., p. 143.
[7] ibid., p. 180.
[8] MISSAL ROMANO. Tradução portuguesa da 2ª edição típica para o Brasil. São Paulo: Paulus, 1991, p. 735.
MISSAS de Nossa Senhora. Edições CNBB: Brasília, 2016, pp. 116.124. Na atual edição da Coletânea a antífona aparece com duas traduções ligeiramente distintas.
[9] ibid., p. 191.
[10] ibid., p. 216.
[11] OFÍCIO DIVINO. Liturgia das Horas segundo o Rito Romano. Tradução para o Brasil da segunda edição típica. São Paulo: Paulus, 1999, vol. II, p. 1605; vol. III, p. 1326.
[12] ibid., vol. IV, p. 1202.
[13] ibid., vol. IV, p. 1254.
[14] ibid., vol. IV, p. 1375.
[15] ibid., vol. I, p. 1163; vol. II, p. 1686; vol. III, p. 1523; vol. IV, p. 1535.
[16] ALDAZÁBAL, op. cit., p. 106.
[17] Os títulos das leituras foram traduzidos livremente do texto espanhol divulgado pelo site Dei Verbum.
[18] OFÍCIO DIVINO, vol. III, p. 1059; vol. IV, p. 1013.
[19] ibid., vol. I, p. 661; vol. II, p. 1029; vol. III, p. 684; vol. IV, p. 638.
[20] LECIONÁRIO III, op. cit.
[21] ibid.
[22] ibid.
[23] LECIONÁRIO para Missas de Nossa Senhora, p. 107.
[24] ibid., p. 129.
[25] ibid., p. 177.

Imagens: Wikimedia Commons.

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