quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Solenidade do Natal do Senhor em Milão (2025)

Na Catedral Metropolitana da Natividade da Bem-aventurada Virgem Maria, o Duomo de Milão (Itália), as celebrações da Solenidade do Natal do Senhor em Rito Ambrosiano, próprio da Arquidiocese, foram presididas pelo Arcebispo, Dom Mario Enrico Delpini, no dia 25 de dezembro de 2025:

25 de dezembro (meia-noite): Missa da Noite
Precedida pela oração do Ofício das Leituras

Procissão de entrada:
O Arcebispo conduz a imagem do Menino Jesus

A imagem diante do altar
Homilia
Genuflexão durante o Creio: "E se encarnou..."

Solenidade do Natal do Senhor em Budapeste (2025)

O Arcebispo de Esztergom-Budapeste (Hungria), Cardeal Péter Erdő, presidiu as celebrações da Solenidade do Natal do Senhor no dia 25 de dezembro de 2025:

25 de dezembro (meia-noite): Missa da Noite
Basílica Co-Catedral de Santo Estêvão em Budapeste

Imagem do Menino Jesus diante do altar
Procissão de entrada

Ritos iniciais
Evangelho

Missa da Noite de Natal em Cracóvia (2025)

O novo Arcebispo de Cracóvia (Polônia), Cardeal Grzegorz Ryś, o qual tomou posse no dia 20 de dezembro, celebrou a Missa da Noite na Solenidade do Natal do Senhor (Pasterka) na Catedral dos Santos Venceslau e Estanislau, a Catedral de Wawel, à meia-noite do dia 25 de dezembro de 2025.

Procissão de entrada:
O Arcebispo depõe a imagem do Menino Jesus diante do altar

Evangelho

Homilia

Missa da Noite de Natal em Londres (2025)

Na Catedral do Preciosíssimo Sangue em Londres (Inglaterra) Missa da Noite na Solenidade do Natal do Senhor foi presidida pelo Arcebispo Emérito de Westminster, Cardeal Vincent Gerard Nichols, na quarta-feira, 24 de dezembro de 2025.

O Cardeal Nichols, ademais, serve como Administrador da Arquidiocese até a posse do novo Arcebispo, Dom Charles Phillip Richard Moth, nomeado no dia 19 de dezembro.

Presépio preparado no início da nave da Catedral
Oração diante do presépio
Procissão de entrada

Liturgia da Palavra

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Missa da Noite de Natal em Manila (2025)

O Cardeal Jose Fuerte Advincula, Arcebispo de Manila (Filipinas), celebrou a Missa da Noite na Solenidade do Natal do Senhor no dia 24 de dezembro de 2025 na Catedral Metropolitana da Imaculada Conceição.

Como no ano anterior, o presépio da Catedral foi montado junto a uma réplica da Porta Santa da Basílica de São Pedro, no contexto do Jubileu Ordinário de 2025, já próximo da sua conclusão.

O Arcebispo depõe a imagem do Menino Jesus diante do altar

Incensação
Ritos iniciais
Evangelho

Missa da Noite de Natal em Belém (2025)

O Patriarca Latino de Jerusalém, Cardeal Pierbatista Pizzaballa, presidiu as celebrações da Solenidade do Natal do Senhor entre os dias 24 e 25 de dezembro de 2025 na igreja de Santa Catarina, junto à Basílica da Natividade em Belém.

Na tarde do dia 24, como de costume, teve lugar a acolhida do Patriarca e a celebração das I Vésperas (oração da tarde da Liturgia das Horas).

Próximo à meia-noite do dia 25, por sua vez, o Cardeal Pizzaballa celebrou a Missa da Noite, precedida pela oração do Ofício das Leituras. No final da Missa, como de costume, a imagem do Menino Jesus foi levada em procissão até a gruta da Natividade.

24 de dezembro: I Vésperas

Acolhida do Patriarca: Oração na Capela do Santíssimo Sacramento
Procissão de entrada

Oração das I Vésperas da Solenidade do Natal do Senhor
Incensação durante o Magnificat

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Bênção Urbi et Orbi de Natal (2025)

Ao meio-dia da quinta-feira, 25 de dezembro de 2025, após celebrar a Missa do Dia de Natal, o Papa Leão XIV dirigiu-se ao balcão central da Basílica de São Pedro para a tradicional Bênção Urbi et Orbi (à cidade [de Roma] e ao mundo) por ocasião da Solenidade do Natal do Senhor.

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor Didier Jean-Jacques Bouable e por dois Cardeais Diáconos: Dominique Mamberti, Prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica (Protodiácono), e Mario Grech, Secretário Geral do Sínodo dos Bispos.

O Papa saúda os fiéis reunidos na Praça

Execução dos hinos da Itália e do Vaticano


Mensagem Urbi et Orbi do Papa: Natal (2025)

Papa Leão XIV
Mensagem Urbi et Orbi de Natal
Balcão central da Basílica de São Pedro
Quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

Queridos irmãos e irmãs,
«Alegremo-nos todos no Senhor, porque nosso Salvador nasceu no mundo. Hoje, para nós, desceu do céu a verdadeira paz» (Missa da Noite de Natal, Antífona de entrada). Assim canta a Liturgia na Noite de Natal e assim ressoa na Igreja o anúncio de Belém: o Menino que nasceu da Virgem Maria é Cristo Senhor, enviado pelo Pai para nos salvar do pecado e da morte. Ele é a nossa paz: Aquele que venceu o ódio e a inimizade com o amor misericordioso de Deus. Por isso «o Natal do Senhor é o Natal da paz» (São Leão Magno, Sermão 26).

Porque não havia lugar para Ele na hospedaria, Jesus nasceu em um estábulo. Assim que nasceu, a sua mãe, Maria, «o enfaixou e o colocou na manjedoura» (Lc 2,7). O Filho de Deus, por meio do qual tudo foi criado, não é recebido e o seu berço é uma pobre manjedoura para animais.


O Verbo eterno do Pai, que os céus não podem conter, escolheu vir ao mundo desta forma. Por amor, desejou nascer de uma mulher, para partilhar a nossa humanidade; por amor, aceitou a pobreza e a rejeição e identificou-se com quem é descartado e excluído.

No Natal de Jesus já se perfila a escolha de fundo que orientará toda a vida do Filho de Deus, até à Morte na Cruz: a escolha de não nos fazer carregar o peso do pecado, mas de carregá-lo por nós, de assumir sobre si esse peso. Só Ele podia fazê-lo. Ao mesmo tempo, porém, mostrou o que só nós podemos fazer, ou seja, assumir cada um a sua parte de responsabilidade. Sim, porque Deus, que nos criou sem nós, não pode salvar-nos sem nós (cf. Santo Agostinho, Discurso 169, 11.13), isto é, sem a nossa livre vontade de amar. Quem não ama não se salva, está perdido. E quem não ama o irmão que vê, não pode amar Deus que não vê (cf. 1Jo 4,20).

Missa do Dia de Natal no Vaticano (2025)

Na manhã da quinta-feira, 25 de dezembro de 2025, o Papa Leão XIV retomou a tradição de celebrar a Missa do Dia na Solenidade do Natal do Senhor na Basílica de São Pedro, tradição esta que havia sido interrompida há cerca de 30 anos, durante o pontificado de São João Paulo II.

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor Krzysztof Marcjanowicz. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Leão XIV endossou a casula que o Papa Bento XVI recebeu como presente no seu aniversário de 80 anos e que o Papa alemão costumava usar na Noite de Natal.

Junto ao altar foi exposta a imagem da “Madonna della Speranza” (Nossa Senhora da Esperança) venerada na Paróquia de São Marcos de Castellabate, no sul da Itália, além de duas tapeçarias representando a Anunciação e o Nascimento do Senhor.

Imagem do Menino Jesus e Evangeliário diante do altar
Incensação da imagem
Procissão de entrada
Incensação

Homilia do Papa: Missa do Dia de Natal (2025)

Solenidade do Natal do Senhor - Missa do Dia
Homilia do Papa Leão XIV
Basílica de São Pedro
Quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

Irmãs e irmãos caríssimos,
«Alegrai-vos e exultai» (Is 52,9), grita o mensageiro da paz a todos aqueles que se encontram entre as ruínas de uma cidade inteiramente por reconstruir. Embora empoeirados e feridos, os seus pés são belos, escreve o profeta (cf. Is 52,7), porque, por estradas longas e irregulares, trouxeram uma alegre notícia, na qual tudo agora renasce. É um novo dia! Também nós participamos nesta mudança, na qual ninguém parece ainda acreditar: a paz existe e já está no meio de nós.

«Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo» (Jo 14,27). Assim disse Jesus aos discípulos, a quem acabara de lavar os pés, mensageiros da paz que, a partir daquele momento, deveriam percorrer o mundo, sem se cansar, para revelar a todos a «capacidade de se tornarem filhos de Deus» (Jo 1,12). Hoje, portanto, não só nos surpreendemos com a paz que já está aqui, mas celebramos como este dom nos foi dado. Com efeito, a partir deste como brilha a diferença divina que nos faz irromper em cânticos de alegria. Por isso, em todo o mundo, o Natal é, por excelência, uma festa de músicas e cânticos.


O Prólogo do Quarto Evangelho (Jo 1,1-18) também é um hino e tem como protagonista o Verbo de Deus. O “verbo” é uma palavra que age. Esta é uma característica da Palavra de Deus: sempre é eficaz. Olhando bem, muitas das nossas palavras também produzem efeitos, por vezes indesejados. Sim, as palavras agem. Mas eis a surpresa que a Liturgia do Natal coloca diante de nós: o Verbo de Deus aparece e não sabe falar, vem até nós como um recém-nascido que apenas chora e geme. «Fez-se carne» (Jo 1, 14) e, embora crescerá e um dia aprenderá a língua do seu povo, agora fala apenas a sua presença simples e frágil. «Carne» é a nudez radical à qual, em Belém e no Calvário, falta até a palavra; como não têm a palavra muitos irmãos e irmãs despojados da sua dignidade e reduzidos ao silêncio. A carne humana pede cuidados, invoca acolhida e reconhecimento, procura mãos capazes de ternura e mentes dispostas à atenção, deseja palavras bonitas.

sábado, 27 de dezembro de 2025

Missa da Noite de Natal no Vaticano (2025)

Na quarta-feira, 24 de dezembro de 2025, o Papa Leão XIV celebrou a tradicional Missa da Noite na Solenidade do Natal do Senhor na Basílica de São Pedro. 

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor Ján Dubina. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Leão XIV endossou uma casula que havia sido usada algumas vezes por São João Paulo II nessa mesma ocasião.

Junto ao altar foi exposta a imagem da “Madonna della Speranza” (Nossa Senhora da Esperança) venerada na Paróquia de São Marcos de Castellabate, no sul da Itália, além de duas tapeçarias representando a Anunciação e o Nascimento do Senhor.

Procissão de entrada e canto da Kalenda
O Papa desvela a imagem do Menino Jesus
Veneração da imagem
Incensação

Homilia do Papa: Missa da Noite de Natal (2025)

Solenidade do Natal do Senhor - Missa da Noite
Homilia do Papa Leão XIV
Basílica de São Pedro
Quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Queridos irmãos e irmãs,
Durante milênios, em todas as partes da Terra, os povos perscrutaram o céu, dando nomes e formas às silenciosas estrelas: na sua imaginação, liam os acontecimentos do futuro, procurando lá no alto, entre os astros, a verdade que faltava aqui em baixo, entre as casas. Naquela escuridão, como que tateando, eles permaneciam confusos com os seus próprios oráculos. Todavia, nesta noite, «o povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu» (Is 9,1).

Eis a estrela que surpreende o mundo, uma centelha recém-acesa e flamejante de vida: «Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um Salvador, que é o Cristo Senhor» (Lc 2,11). No tempo e no espaço, onde quer que estejamos, vem Aquele sem o qual nem mesmo teríamos existido. Vive conosco Aquele que dá a vida por nós, iluminando com a salvação a nossa noite. Não há trevas que esta estrela não ilumine, porque à sua luz toda a humanidade vê a aurora de uma existência nova e eterna.


É o Natal de Jesus, o Emanuel. No Filho feito homem, Deus não nos dá algo, mas a si mesmo, «para nos resgatar de toda maldade e purificar para si um povo que lhe pertença» (Tt 2,14). Nasce na noite Aquele que nos resgata da noite: o vestígio do dia que amanhece já não deve ser buscado lá longe, nos espaços siderais, mas inclinando a cabeça para o estábulo ao lado.

Com efeito, o sinal claro dado a um mundo às escuras é «um recém-nascido envolvido em faixas e deitado em uma manjedoura» (Lc 2,12). Para encontrar o Salvador não é preciso olhar para cima, mas contemplar o que está em baixo: a onipotência de Deus resplandece na impotência de um recém-nascido; a eloquência do Verbo eterno ressoa no primeiro choro de um bebê; a santidade do Espírito brilha naquele corpinho recém-lavado e envolto em faixas. É divina a necessidade de cuidado e calor, que o Filho do Pai partilha na história com todos os seus irmãos. A luz divina que irradia deste Menino ajuda-nos a ver o homem em cada vida nascente.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

Mensagem do Papa Bento XVI: Natal (2005)

Há 20 anos, no dia 25 de dezembro de 2005, o Papa Bento XVI (†2022) proferiu pela primeira vez a  tradicional Mensagem Urbi et Orbi (À cidade e ao mundo) por ocasião da Solenidade do Natal do Senhor:

Papa Bento XVI
Mensagem Urbi et Orbi de Natal
Balcão central da Basílica de São Pedro
Domingo, 25 de dezembro de 2005

«Eu vos anuncio uma grande alegria... Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um Salvador, que é o Cristo Senhor» (Lc 2,10-11). Na noite passada ouvimos novamente as palavras do Anjo aos pastores e revivemos o clima daquela Noite santa, a Noite de Belém, quando o Filho de Deus se fez homem e, nascendo em uma pobre gruta, veio habitar entre nós. Neste dia solene, ressoa o anúncio do Anjo como convite também para nós, homens e mulheres do terceiro milênio, a acolher o Salvador. Que a humanidade atual não hesite em fazê-lo entrar nas suas casas, nas cidades, nas nações e em cada ângulo da terra! É verdade que, ao longo do milênio há pouco concluído e especialmente nos últimos séculos, foram muitos os progressos realizados no campo técnico e científico; vastos são os recursos materiais dos quais podemos dispor hoje. O homem da era tecnológica, porém, corre o risco de ser vítima dos próprios êxitos da sua inteligência e dos resultados das suas capacidades inventivas se caminha para uma atrofia espiritual, para um vazio do coração. Por isso é importante que abra sua mente e o seu coração ao Natal de Cristo, acontecimento de salvação capaz de imprimir uma renovada esperança à existência de todo o ser humano.


«Desperta, ó homem! Por ti Deus se fez homem» (Santo Agostinho, Sermão 185). Desperta, ó homem do terceiro milênio! No Natal, o Todo-poderoso se faz menino e pede ajuda e proteção. O seu modo de ser Deus põe em crise o nosso modo de ser homens; o seu bater às nossas portas nos interpela, interpela a nossa liberdade e nos pede rever a nossa relação com a vida e o nosso modo de concebê-la. Muitas vezes, a Idade Moderna muitas vezes é apresentada como um despertar do sono da razão, como se a humanidade, saindo de um período obscuro, chegasse à luz. Sem Cristo, porém, a luz da razão não basta para iluminar o homem e o mundo. Por isso a palavra evangélica do dia de Natal - «A luz de verdade, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano» (Jo 1,9) - ressoa hoje, mais do que nunca, como anúncio de salvação para todos. «O mistério do homem não se torna verdadeiramente claro senão no mistério do Verbo encarnado» (Constituição Gaudium et spes, n. 22). A Igreja repete incansavelmente esta mensagem de esperança, reproposta pelo Concílio Vaticano II, concluído há quarenta anos.

Mensagem do Papa João Paulo II: Natal (2000)

Há 25 anos, no dia 25 de dezembro de 2000, pouco antes da conclusão do Grande Jubileu, o Papa São João Paulo II (†2005) proferiu sua tradicional Mensagem Urbi et Orbi (À cidade e ao mundo) por ocasião da Solenidade do Natal do Senhor, refletindo sobre o paralelismo entre Adão e Cristo, entre Deus e o homem:

Papa João Paulo II
Mensagem Urbi et Orbi de Natal
Praça de São Pedro
Segunda-feira, 25 de dezembro de 2000

1. «O primeiro homem, Adão, tornou-se um ser vivente. O último Adão é um espírito vivificante» (1Cor 15,45)
É o que afirma o Apóstolo Paulo, resumindo o mistério da humanidade redimida por Cristo. Mistério escondido no desígnio eterno de Deus, mistério que, de certo modo, se fez história com a Encarnação do Verbo eterno do Pai; mistério que a Igreja revive com intensa emoção, neste Natal do ano 2000, ano do Grande Jubileu.

Adão, o primeiro «homem vivo», Cristo, «espírito que dá vida»: as palavras do Apóstolo nos ajudam a ver profundamente, a reconhecer no Menino nascido em Belém o Cordeiro imolado que revela o sentido da história (cf. Ap 5,7-9). No seu Natal encontram-se o tempo e a eternidade: Deus no homem e o homem em Deus.


2. «O primeiro homem, Adão, tornou-se um ser vivente».
O gênio imortal de Michelangelo representou no teto da Capela Sistina o instante em que Deus Pai comunica a energia vital ao primeiro homem, fazendo dele um «ser vivente». Entre o dedo de Deus e o dedo do homem - cada um estendido em direção ao outro até quase se tocarem - parece surgir uma faísca invisível: Deus infunde no homem o pulsar da sua própria vida, criando-o à sua imagem e semelhança. Nesse sopro divino está a origem da singular dignidade do ser humano, do seu inesgotável desejo de infinito.

Hoje o pensamento retorna àquele instante de insondável mistério, no qual tem início a vida humana sobre a terra, contemplando o Filho de Deus que se faz filho do homem, o rosto eterno de Deus que brilha no rosto de um Menino.