quarta-feira, 1 de julho de 2026

Fotos da Missa do Papa em Barcelona

No fim da tarde da quarta-feira, 10 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV celebrou a Missa na Basílica da Sagrada Família em Barcelona (Espanha), após a qual teve lugar a bênção da torre de Jesus Cristo [1], coincidindo com os 100 anos da morte do seu célebre arquiteto, o Venerável Antoni Gaudí (†1926).

Foi celebrada a Missa em ação de graças com leituras escolhidas especificamente para a ocasião, em vista da bênção da torre de Jesus Cristo.

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli. O livreto da celebração pode ser visto aqui (pp. 47-89 do Missal para a Viagem Apostólica).

A torre de Jesus Cristo ladeada por duas torres dos Apóstolos
O Papa reza diante da tumba de Gaudí na Cripta da Basílica
Procissão de entrada
Ósculo do altar
Incensação

Homilia do Papa: Missa em Barcelona

Viagem Apostólica à Espanha
Santa Missa em Barcelona
Homilia do Papa Leão XIV
Basílica da Sagrada Família (Barcelona)
Quarta-feira, 10 de junho de 2026

Foi celebrada a Missa em ação de graças com leituras escolhidas especificamente para a ocasião, em vista da bênção da torre de Jesus Cristo: Ap 21,1-7; Sl 8; Jo 8,21-30.

«Ó Senhor, nosso Deus, como é grande vosso nome por todo o universo!» (Sl 8,2.10).
Com o louvor deste Salmo, tão cheio de alegria e admiração, saúdo todos vós, queridos irmãos e irmãs. Expresso o meu reconhecimento a Suas Majestades, agradeço ao Cardeal Juan José Omella, Arcebispo de Barcelona, bem como aos demais irmãos no Episcopado e a todos aqueles que se unem à nossa oração: sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas. Nesta tarde de festa para toda a cidade de Barcelona, estendo a minha grata saudação às autoridades públicas, assim como aos membros de outras comunidades cristãs e de outras religiões que participam na nossa ação de graças.

Hoje a Basílica da Sagrada Família nos acolhe nesta bela cidade, abrindo as suas portas como se fossem os seus braços para convidar cada um a este altar e a escutar a Palavra de Deus. É um templo que nos constitui em uma família amada pelo Senhor, alimentada pela sua própria vida na Eucaristia. Assim é com la ciutat comtal [cidade condal] e com toda a Catalunha que se reúnem neste templo, igualmente sinal de unidade e concórdia, e elevam o seu olhar para se encontrar com o rosto de Deus Pai, resplandecente no seu Filho que se fez homem, Jesus Cristo.


Enquanto damos graças ao Senhor pela sua caridade para conosco, o louvamos pelo que Ele realiza em nossas vidas. Damos graças, em particular, por esta extraordinária Basílica, que o Papa Bento XVI consagrou em 2010, recordando que é um sinal visível do Deus invisível, para cuja glória se erguem as suas torres (cf. Homilia na Dedicação da Basílica da Sagrada Família, 07 de novembro de 2010). Dando continuidade à oração do meu Predecessor, dentro de alguns momentos abençoarei a torre mais alta, a de Jesus Cristo.

Esta igreja é um edifício único, composto por muitas pedras. Uma casa que cresce com constância ao longo dos anos, seguindo um mesmo projeto. Todos nós somos as pedras vivas desta obra, que tem Cristo como fundamento e ápice, princípio e fim. Muito mais que um monumento, a Basílica da Sagrada Família continua sendo hoje uma obra em construção, que nos recorda como a vida cristã é sempre um caminho, porque se trata de um projeto que é levado a cabo por Deus.

terça-feira, 30 de junho de 2026

Fotos do Rosário na Abadia de Montserrat

Na manhã da quarta-feira, 10 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV presidiu a oração do terço do rosário na Basílica de Santa Maria de Montserrat (Espanha), igreja principal da Abadia beneditina de Montserrat [1].

Foram recitados os mistérios gloriosos do rosário, seguidos pelo canto da Ladainha da Virgem Maria, o discurso do Papa e a bênção, concluindo com um canto final em honra da “Moreneta”.

Leão XIV foi assistido pelo seu Secretário, Monsenhor Edgard Iván Rimaycuna Inga.

Acolhida do Papa: Veneração da cruz
Oração diante do Santíssimo Sacramento
Acolhida do Bispo Diocesano e do Abade beneditino
Oração do rosário

Fotos da Vigília de oração em Barcelona

No fim da tarde da terça-feira, 09 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV, assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli, presidiu uma Vigília de oração no Estádio Olímpico de Barcelona (Espanha).

No início da Vigília foi entronizada a cruz (réplica daquela realizada pelo escultor Francesc Fajula para a Basílica da Sagrada Família). Seguiu-se um diálogo com os jovens, intercalado por cantos, o Evangelho (Jo 3,14-17) e a homilia do Papa.

A Vigília concluiu-se com o Creio, as Preces, o Pai nosso, a bênção e um canto final em honra da Virgem Maria.

Entrada do Papa
Acolhida do Arcebispo de Barcelona
Monição antes da entrada da cruz
Entronização da cruz

domingo, 28 de junho de 2026

Homilia do Papa Bento XVI: São Pedro e São Paulo (2006)

Há 20 anos, no dia 29 de junho de 2006, o Papa Bento XVI (†2022) celebrou a Missa da Solenidade de São Pedro e São Paulo, Apóstolos, na Basílica Vaticana.

Recordamos aqui sua homilia (centrada na missão de Pedro) e sua meditação durante a oração do Ângelus na ocasião:

Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo
Concelebração Eucarística e Imposição do Pálio aos novos Arcebispos Metropolitanos
Homilia do Papa Bento XVI
Basílica de São Pedro
Quinta-feira, 29 de junho de 2006

1. «Tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja» (Mt 16,18). O que o Senhor diz exatamente a Pedro com estas palavras? Que promessa lhe faz com elas e que tarefa lhe confia? E o que diz a nós - ao Bispo de Roma, que está na Cátedra de Pedro, e à Igreja de hoje?

Se quisermos compreender o significado das palavras de Jesus, é útil recordar que os Evangelhos nos narram três situações diversas nas quais o Senhor, cada vez de um modo particular, transmite a Pedro a tarefa que deverá realizar. Trata-se sempre da mesma tarefa, mas, pela diversidade das situações e das imagens usadas, torna-se mais claro para nós o que queria e o que quer dele o Senhor.


2. No Evangelho de Mateus que ouvimos há pouco, Pedro faz sua profissão de fé a Jesus, reconhecendo-o como Messias e Filho de Deus. Com base nisso lhe é conferida sua tarefa particular mediante três imagens: a da rocha que se torna pedra fundamental ou pedra angular, a das chaves e a de ligar e desligar. Neste momento não pretendo interpretar mais uma vez estas três imagens que a Igreja, ao longo dos séculos, explicou sempre de novo; desejaria antes chamar a atenção para o lugar geográfico e o contexto cronológico destas palavras.

A promessa é feita junto às fontes do rio Jordão, na fronteira da terra judaica, nos confins com o mundo pagão. O momento da promessa marca uma virada decisiva no caminho de Jesus: agora o Senhor se encaminha para Jerusalém e, pela primeira vez, diz aos discípulos que este caminho rumo à Cidade Santa é o caminho rumo à Cruz: «Jesus começou a mostrar a seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia» (Mt 16,21).

Homilia do Papa João Paulo II: São Pedro e São Paulo (2001)

Há 25 anos, no dia 29 de junho de 2001, o Papa São João Paulo II (†2005) presidiu a Missa da Solenidade de São Pedro e São Paulo, Apóstolos, na Praça de São Pedro. Reproduzimos aqui sua homilia na ocasião:

Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo
Concelebração Eucarística e Imposição do Pálio aos Arcebispos Metropolitanos
Homilia do Papa João Paulo II
Praça de São Pedro
Sexta-feira, 29 de junho de 2001

1. «Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo» (Mt 16,16).
Quantas vezes repetimos esta profissão de fé, outrora pronunciada por Simão, filho de Jonas, na região de Cesareia de Filipe! Quantas vezes eu mesmo encontrei nestas palavras um sustento interior para prosseguir a missão que a Providência me confiou!

Tu és o Cristo! Todo o Ano Santo nos levou a fixar o olhar em “Jesus Cristo, único Salvador, ontem, hoje e sempre”. Cada celebração jubilar foi uma incessante profissão de fé em Cristo, renovada de modo coral dois mil anos depois da Encarnação. À pergunta, sempre atual, feita por Jesus aos seus discípulos: «E vós, quem dizeis que Eu sou?» (Mt 16,15), os cristãos do ano 2000 responderam mais uma vez unindo as suas vozes à de Pedro: «Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo».


2. «Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu» (Mt 16,17).
Depois de dois milênios, a “rocha” sobre a qual foi fundada a Igreja é sempre a mesma: é a fé de Pedro. «Sobre esta pedra» (v. 18) Cristo construiu a sua Igreja, edifício espiritual que resistiu ao desgaste dos séculos. Sobre uma base simplesmente humana e histórica certamente não teria podido resistir ao ataque de tantos inimigos!

Ao longo dos séculos, o Espírito Santo iluminou homens e mulheres, de todas as idades, vocações e condições sociais, para fazer deles «pedras vivas» (1Pd 2,5) dessa construção. São os santos, que Deus suscita com inesgotável criatividade, muito mais numerosos do que aqueles que a Igreja indica solenemente como exemplo para todos. Uma só fé; uma só “rocha”; uma só pedra angular: Cristo, Redentor do homem.

sábado, 27 de junho de 2026

Arcebispos que receberam o pálio em 2026

Na segunda-feira, dia 29 de junho de 2026, o Papa Leão XIV celebra a Missa da Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, Apóstolos, na Basílica Vaticana, durante a qual tem lugar a tradicional bênção e imposição do pálio aos Arcebispos Metropolitanos nomeados durante o último ano. Para saber mais sobre essa insígnia, clique aqui.


Como fizemos em 2025, nesta postagem elencamos os 35 Arcebispos que recebem o pálio este ano, nomeados entre junho de 2025 e maio de 2026, os quais provêm de 19 países nos cinco continentes (incluindo quatro brasileiros), conforme consta no livreto da celebração.

1. Cardeal Grzegorz Ryś
Arcebispo Metropolitano de Cracóvia (Polônia)
Nomeação: 26 de novembro de 2025


2. Cardeal Konrad Krajewski
Arcebispo Metropolitano de Łódź (Polônia)
Nomeação: 12 de março de 2026
3. Dom Shane Anthony Mackinlay
Arcebispo Metropolitano de Brisbane (Austrália)
Nomeação: 18 de junho de 2025


4. Dom Mark Steven Rivituso
Arcebispo Metropolitano de Mobile (EUA)
Nomeação: 01 de julho de 2025


quarta-feira, 24 de junho de 2026

Fotos da Hora Média na Catedral de Barcelona

No início da tarde da terça-feira, 09 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV presidiu a oração da Hora Média (12h) na Catedral da Santa Cruz e Santa Eulália em Barcelona (Espanha).

O Papa, assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli, presidiu a Hora Sexta (12h) da terça-feira da II semana do Saltério.

Acolhida do Papa: Veneração da cruz
Oração diante do Santíssimo Sacramento

Entrada do Papa
Acolhida do Arcebispo de Barcelona

Homilia do Papa: Hora Média em Barcelona

Viagem Apostólica à Espanha
Oração da Hora Média
Homilia do Papa Leão XIV
Catedral da Santa Cruz e Santa Eulália (Barcelona)
Terça-feira, 09 de junho de 2026

Foi rezada a Hora Sexta (12h) da terça-feira da II semana do Saltério.

Queridos irmãos e irmãs,
É com grande alegria que inicio a minha visita rezando convosco a Hora Sexta nesta Catedral.
O Concílio Vaticano II define o Ofício Divino como «a voz da Esposa que fala com o Esposo» e «a oração que Cristo, unido ao seu Corpo, eleva ao Pai» (Sacrosanctum Concilium, n. 84). Também a Leitura que ouvimos (1Cor 12,12-13) sublinha que «todos... fomos batizados em um único Espírito, para formarmos um único corpo» (v. 13). Podemos, então, deixar-nos ajudar, na nossa reflexão, precisamente por estas duas imagens: a Esposa e o Corpo.

A primeira nos recorda que a Igreja, e em particular esta assembleia, rica em dons e carismas e na diversidade das histórias de cada um, é antes de tudo uma Esposa amada. Deus vos quis aqui, porque ama em vós e no vosso estar juntos uma beleza e uma bondade únicas e sagradas. Ele vos escolheu para representardes hoje a “comunidade dos santos” (cf. 1Cor 1,2) que está em Barcelona. E é com esta consciência que vos convido a renovar, em um só coração, o propósito de caminhar juntos, todos, fiéis e Pastores, seguindo os passos de Cristo, rumo à plenitude da vida. A Igreja é fruto de um ato de amor que a precede e que provém de Deus, e cresce antes de tudo deixando-se amar por Ele, unida, com coração humilde e agradecido, porque só quem se deixa amar por Deus pode construir, com os outros, as obras do amor.


A este respeito, há alguns anos o Papa Francisco recomendava a esta Comunidade diocesana « partir do encontro com Cristo» para crescer «na fraternidade, no anúncio da Boa Nova do Evangelho» (Mensagem por ocasião da inauguração da Torre da Virgem Maria da Basílica da Sagrada Família, 08 de dezembro de 2021); e, um ano depois, repetia aos seminaristas desta mesma Diocese, peregrinos em Roma: «Nunca deixeis de saborear e recordar este amor de predileção que se derrama e se derramará abundantemente no vosso coração (...). Nunca apagueis esse fogo que vos tornará intrépidos pregadores do Evangelho» (Discurso à Comunidade do Seminário de Barcelona, 10 de dezembro de 2022).

As suas palavras indicam o clima que somos chamados a difundir nos nossos ambientes, nas famílias, nas paróquias, nos locais de trabalho e de formação, nos ambientes da Cúria e em qualquer outro âmbito da vida: um clima de família, no qual se vive juntos, conscientes da filiação e do chamado comum, solidários, abertos, capazes de misericórdia, de sacrifício, de atenção mútua, de perdão.

terça-feira, 23 de junho de 2026

Homilia do Papa João Paulo II: Natividade de São João Batista (2001)

Há 25 anos, no dia 24 de junho de 2001, o Papa São João Paulo II (†2005) celebrou a Missa da Solenidade da Natividade de São João Batista no Aeroporto de Chayka em Kiev (Ucrânia), durante sua Viagem Apostólica ao país. Reproduzimos aqui sua homilia na ocasião:

Viagem Apostólica à Ucrânia
Missa na Solenidade da Natividade de São João Batista
Homilia do Papa João Paulo II
Aeroporto de Chayka, Kiev (Ucrânia)
Domingo, 24 de junho de 2001

1. «O Senhor chamou-me antes de eu nascer, desde o ventre de minha mãe Ele tinha na mente o meu nome» (Is 49,1).
Celebramos hoje o nascimento de São João Batista. As palavras do profeta Isaías aplicam-se bem a esta grande figura bíblica que se situa entre o Antigo e o Novo Testamento. Na longa esteira dos profetas e dos justos de Israel, João o “Batizador” foi posto pela Providência imediatamente antes do Messias, para preparar o caminho diante d’Ele com a pregação e o testemunho da vida.

Entre todos os Santos e Santas, João é o único do qual a Liturgia celebra o nascimento. Ouvimos na 1ª Leitura que o Senhor chamou o seu Servo “desde o ventre materno”. Esta afirmação se refere na sua plenitude a Cristo, mas, quase por reflexo, pode ser aplicada também ao seu Precursor. Ambos vêm à luz graças a uma intervenção especial de Deus: o primeiro nasce da Virgem, o segundo de uma mulher idosa e estéril. Desde o ventre materno João anuncia Aquele que revelará ao mundo a iniciativa de amor de Deus.

São João Paulo II durante a Missa em Kiev (2001)

2. «No seio de minha mãe vós me tecestes» (Sl 138,13).
Hoje podemos fazer nossa esta exclamação do Salmista. Deus nos conheceu e nos amou antes ainda que os nossos olhos pudessem contemplar as maravilhas da criação. Todo homem, ao nascer, recebe um nome humano. Mas, antes ainda, ele possui um nome divino: o nome com que Deus Pai o conhece e o ama desde sempre e para sempre. É assim para todos, sem excluir ninguém. Nenhum homem é anônimo para Deus! Todos têm o mesmo valor aos seus olhos: todos diferentes, mas todos iguais, todos chamados a ser filhos no Filho.

«João é o seu nome» (Lc 1,63). Zacarias confirma aos parentes admirados o nome do filho, escrevendo-o em uma tabuinha. O próprio Deus, através do seu anjo, indicou esse nome, que em hebraico significa “Deus é favorável”. Deus é favorável ao homem: quer a sua vida, a sua salvação. Deus é favorável ao seu povo: quer fazer dele uma bênção para todas as nações da terra. Deus é favorável à humanidade: guia o seu caminho rumo à terra onde reinam paz e justiça. Tudo isso está inscrito naquele nome: João!

Fotos da Visita do Papa à Catedral de Madrid

Na tarde da segunda-feira, 08 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV realizou uma visita à Catedral de Santa Maria da Almudena em Madrid (Espanha).

O Papa, assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli, presidiu um breve momento de oração dentro da Catedral, durante o qual depositou a rosa de ouro diante da imagem de Nossa Senhora da Almudena [1].

Chegada do Papa
(Acompanhado pela Rainha Emérita Sofia)
Veneração da cruz
Entrada do Papa
Acolhida do Arcebispo de Madrid
(Note-se a toalha do altar com o cervo e a fonte; cf. Sl 41)
Evangelho (Jo 19,25-27)

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Solenidade do Corpus Christi em Budapeste (2026)

No domingo, dia 07 de junho de 2026, o Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Esztergom-Budapeste, Dom Gábor Mohos, celebrou a Missa da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi), transferida da quinta-feira, na Basílica Co-Catedral de Santo Estêvão em Budapeste (Hungria).

No final da Missa teve lugar a Procissão Eucarística ao redor da Basílica, a qual se deteve em três altares, retornando em seguida ao altar central para a Bênção com o Santíssimo Sacramento.

"Anjo eucarístico" no teto da Basílica
Ritos iniciais
Evangelho
Homilia
Oração Eucarística

sábado, 20 de junho de 2026

Fotos da Missa do Papa em Madrid

Na manhã do domingo, 07 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV celebrou a Missa da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Ano A) na Praça de Cibeles em Madrid (Espanha) seguida da tradicional Procissão Eucarística.

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli. O livreto da celebração pode ser visto aqui (pp. 5-45 do Missal para a Viagem Apostólica).

Destacamos a presença dos castiçais de altar utilizados na Missa de Encerramento da Jornada Mundial da Juventude em Madrid em 2011 presidida pelo Papa Bento XVI.

Incensação do altar
Ritos iniciais


Liturgia da Palavra

Homilia do Papa: Missa em Madrid

Viagem Apostólica à Espanha
Santa Missa e Procissão Eucarística
Homilia do Papa Leão XIV
Praça de Cibeles (Madrid)
Domingo, 07 de junho de 2026

Foi celebrada a Missa da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Ano A).

Eminências e Excelências Reverendíssimas,
Queridos sacerdotes, religiosos, religiosas,
Majestades,
Irmãos e irmãs,
Com o coração cheio de alegria, no início desta viagem à Espanha, presido esta celebração no dia da Solenidade do Corpus Christi.

Estamos reunidos em torno da Eucaristia, o dom da presença viva de Cristo no meio de nós. Ele, que quis nos oferecer a sua vida para nos fazer entrar na comunhão do Pai e nos tornar seus filhos, está aqui, como Pão vivo descido do céu, que nos alimenta com a própria vida de Deus, com um amor mais forte que a morte.

Esta memória do Senhor presente no Pão eucarístico está no coração da vossa fé e da história do vosso povo. Aqui em Madrid, mas também em tantos outros lugares da Espanha, o Corpus Christi não é mais uma festa do calendário litúrgico, mas um retorno às raízes da fé para renovar o amor e a fidelidade a Deus. Ao longo dos séculos, as solenes procissões deste dia têm moldado a piedade, a arte, a música, a arquitetura e a vida do povo espanhol e, ainda hoje, expressam e manifestam o sentimento espiritual deste país também através da beleza e da elegância dos tapetes florais, dos altares nas ruas, do cuidado com as custódias e os ostensórios, dos cânticos e dos ornamentos. Não se trata de uma manifestação exterior, de uma sobrevivência folclórica ou de um simples adorno estético: trata-se aqui da fé na presença do Senhor Ressuscitado, que está vivo e continua a passar no meio de nós, que se faz pão para a nossa fome de vida e visita os recantos do nosso coração e da nossa história, também os mais escuros.


Assim, se na Celebração Eucarística Cristo se entrega como alimento, a procissão diz que Ele não permanece fechado no templo, mas sai ao nosso encontro. Jesus caminha pelas ruas, atravessa as praças, visita os nossos bairros, habita os lugares da nossa vida quotidiana. Ele é o Deus próximo que caminha com o seu povo, o Senhor da história, consolo dos fracos, luz para as famílias, esperança para os doentes, paz para quem sofre. O Cristo que passa pelas ruas na custódia é o mesmo que se identifica com os pobres, os abatidos, os que estão sozinhos e desamparados. Não é por acaso que aqui, na Espanha, a Igreja tenha unido durante anos a Solenidade do Corpus Christi com o Dia da Caridade.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Fotos da Vigília com os Jovens em Madrid

No fim da tarde do sábado, 06 de junho de 2026, durante sua Viagem Apostólica à Espanha, o Papa Leão XIV presidiu uma Vigília de oração com os Jovens na Praça de Lima em Madrid (Espanha).

Após um diálogo com os jovens, o Papa presidiu um momento de adoração eucarística, assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli.

Destacamos o uso do racional ou formal (broche usado pelos Bispos para fechar o pluvial) endossado pelo Papa Bento XVI na Vigília da Jornada Mundial da Juventude em Madrid em 2011.

Procissão de entrada
Exposição do Santíssimo Sacramento
Incensação
Adoração eucarística