sábado, 17 de março de 2012

Novena a São José: 8º Dia

Novena a São José: 8º dia
São José, Consolo dos Enfermos

Oferecimento
São José, meu terno pai, ponho-me para sempre sob a vossa proteção. Considerai-me como vosso filho e preservai-me de todo pecado. Lanço-me nos vossos braços para que me acompanheis no caminho da virtude e me assistais na hora da minha morte.
Jesus, Maria, José, eu vos dou meu coração e minha alma.
Jesus, Maria, José, assisti-me na última agonia.
Jesus, Maria, José, expire em paz entre vós minha alma.

Oração inicial
Glorioso São José, que fostes exaltado pelo Eterno Pai, obedecido pelo Verbo Encarnado, favorecido pelo Espírito Santo e amado pela Virgem Maria: louvo e bendigo a Santíssima Trindade pelos privilégios e méritos com que vos enriqueceu. Sois poderosíssimo e jamais se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a vós e fosse por vós desamparado. Sois o consolador dos aflitos, o amparo dos míseros e o advogado dos pecadores. Acolhei, pois, com bondade paternal a quem vos invoca com filial confiança e alcançai-me as graças que vos peço nesta novena...
Eu vos escolho por meu especial protetor. Sede, depois de Jesus e Maria, minha consolação nesta terra, meu refúgio nas desgraças, meu guia nas incertezas, meu conforto nas tribulações, meu pai solícito em todas as necessidades. Obtende-me finalmente, como coroa dos vossos favores, uma boa e santa morte, na graça de nosso Senhor. Assim seja.

Ó São José, homem justo, pai nutrício do Filho de Deus Encarnado, alcançai-nos, vos pedimos, o amor constante ao vosso filho Jesus.
R. Dai-nos, São José, que nos consagremos totalmente a Jesus e fazei que vivamos sempre na graça divina.

Grande Patriarca São José, por vossa dedicação e amor à vossa Santíssima Esposa, nós vos pedimos uma devoção constante e fecunda à Santíssima Virgem Maria.
R. Dai-nos, São José, a graça da semelhança com a vossa Santíssima Esposa e ensinai-nos a amá-la de todo o coração, como a amastes.

Meu santo protetor São José, pelo profundíssimo amor que tivestes em cuidar de vosso Deus feito homem e pelos sacrifícios que por ele sofrestes, nós vos pedimos a virtude de um amor incondicional a Deus até a morte.
R. Dai-nos, São José, que nos dediquemos às coisas de Deus com todo o nosso entendimento e com todo o nosso coração, sendo Deus a nossa única aspiração e a única afeição de nossa alma.

Ó Senhor, que achastes São José segundo o vosso coração, e lhe confiastes com plena segurança o mais secreto e sagrado mistério de Vosso coração, revelando-lhe o mistério desconhecido de todos os vossos filhos neste mundo.
R. Dai-nos, São José, que seguindo o vosso exemplo, também possamos buscar a perfeição de nossas vidas, tendo-vos como modelo de vida, de união com Deus e como verdadeiro mestre de vida interior.

Oremos:
Ó Deus, sendo admirável em vossos santos, o sois ainda mais no glorioso São José, a quem constituístes como dispensador de todos os vossos bens. Concedei-nos que, ajudados pelos méritos daquele cujo nome veneramos com devoção, cheguemos à felicidade eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo.
R: Amém.

Oração do dia: São José, Consolo dos Enfermos
Compassivo São José, esperança dos doentes e necessitados: valei-me em todas as enfermidades e tribulações, alcançando-me plena conformidade com os admiráveis desígnios de Deus. Obtende-me também para mim e para todos, pelos quais rezo nesta Novena, a cura das enfermidades espirituais que são as paixões desordenadas , fraquezas, falta e pecados e protegei-nos contra as tentações do inimigo da nossa salvação.
R: Amém.

Rogai por nós São José, consolo dos enfermos:
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oração final
Ó Deus, que por uma inefável Providência Vos dignastes escolher o Bem-Aventurado São José para esposo de vossa Mãe Santíssima, concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como protetor, mereçamos tê-lo no céu por nosso intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos.
R: Amém.


sexta-feira, 16 de março de 2012

A Liturgia, obra da Trindade: Deus Espírito Santo

Terceiro e último dos textos publicados pelo Ofício das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice em fevereiro de 2012 sobre a Liturgia como obra da Trindade.

Aqui, à luz dos nn. 1091-1109 do Catecismo da Igreja Católica (CIC), reflete-se sobre a obra do Espírito Santo na Liturgia:

Ofício das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice
A Liturgia, obra da Trindade: Deus Espírito Santo

A Liturgia, obra pública realizada em nome do povo, é a nossa participação na oração de Cristo ao Pai no Espírito Santo. A sua celebração mergulha-nos na vida divina de Deus, como expressado pelo Prefácio Comum IV: “Ainda que nossos louvores não vos sejam necessários, Vós concedeis o dom de vos louvar. Eles nada acrescentam ao que sois, mas nos aproximam de vós, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso”. Consequentemente, a Liturgia existia antes que nós tivéssemos participado dela, porque foi iniciada na Santíssima Trindade, e Cristo, que na sua vida terrena nos mostrou o exemplo de como adorar o Pai, concedeu àqueles que creem, os meios para deixar transformar as suas vidas a partir da celebração da Liturgia, que nos comunica a vida da Trindade.

A obra do Espírito Santo na Liturgia, santificando-nos, nos sela na relação de amor da Trindade que é o coração da Igreja. É o Espírito Santo que inspira a fé e provoca a nossa cooperação. É esta cooperação genuína, indicativa do nosso desejo de Deus, que faz que a liturgia se torne uma obra comum da Trindade e da Igreja (cf. CIC, nn. 1091-1092).

Antes que a missão salvífica de Cristo no mundo pudesse começar, o Espírito Santo tinha colocado os fundamentos para receber a Cristo, cumprindo assim as promessas da Antiga Aliança, cuja narração das maravilhas de Deus, forma, nada mais que a espinha dorsal da nossa Liturgia, como havia feito pela Liturgia da casa de Israel. Desde o Antigo Testamento, com a sua vasta coleção de literatura, juntamente com a beleza dos Salmos, onde estaria a celebração do Advento da Igreja sem o profeta Isaías? E a Liturgia da tarde da Quinta-Feira Santa, sem a proclamação do ritual da Páscoa em Êxodo 12? Além disso, como a Vigília Pascal evidenciaria, da forma tão extraordinária como o faz, a harmonia do Antigo e do Novo Testamento sem a narração da travessia do Mar Vermelho, com o seu cântico, em Êxodo 14-15? (cf. CIC, nn. 1093-1095) As grandes festas do Ano Litúrgico revelam a relação intrínseca entre as Liturgias hebraica e cristã como se pode ver na celebração da Páscoa, “Páscoa da história, dirigida para o futuro, junto aos hebreus; entre os cristãos, Páscoa realizada na Morte e na Ressurreição de Cristo, embora ainda aguardando a consumação final” (CIC, n. 1096).

Enquanto, na Liturgia da Nova Aliança, a assembleia deve ser preparada para o seu encontro com Cristo e a sua Igreja, esta preparação, em primeiro lugar, não é uma recepção intelectual de verdades teológicas, mas um assunto interior do coração, onde melhor se expressa a conversão e a convicção a uma vida em união com a vontade do Pai é reconhecida mais vivamente. Essa disponibilidade ou docilidade ao Espírito Santo é o pré-requisito para as graças recebidas durante a celebração em si e para os seus sucessivos afetos e efeitos (cf. CIC, nn. 1097-1098).

A ligação entre o Espírito e a Igreja manifesta Cristo e a sua obra salvadora na Liturgia. Especialmente na Missa, a Liturgia é “Memorial do mistério da salvação”, enquanto o Espírito Santo é a “memória viva da Igreja”, porque Ele recorda o mistério de Cristo. A primeira maneira pela qual o Espírito Santo lembra o sentido do evento da salvação é dando vida à Palavra de Deus proclamada na Liturgia, para que possa se tornar um projeto de vida para aqueles que a ouvem. A Constituição Sacrosanctum Concilium explica que a vitalidade da Sagrada Escritura coloca tanto os ministros quanto os fiéis em uma relação viva com Cristo (cf. CIC, nn. 1099-1101):

“É enorme a importância da Sagrada Escritura na celebração da Liturgia. Porque é a ela que se vão buscar as leituras que se explicam na homilia e os salmos para cantar; com o seu espírito e da sua inspiração nasceram as preces, as orações e os hinos litúrgicos; dela tiram a sua capacidade de significação as ações e os sinais” (Sacrosanctum Concilium, 24).

A assembleia litúrgica, portanto, não é tanto uma coleção de diferentes temperamentos, mas uma comunhão na fé. A proclamação litúrgica pede uma “resposta da fé”, indicativa de “adesão e empenho” e fortalecida pelo Espírito Santo, que infunde nos membros da assembleia “a memória das obras maravilhosas de Deus” no desenvolvimento da anamnese. Em seguida, a ação de graças a Deus por tudo o que fez flui naturalmente ao louvor a Deus ou doxologia (cf. CIC, nn.  1102-1103).

Nas celebrações do Mistério Pascal, este não se repete. São as celebrações que se repetem. Em cada celebração, é o derramamento do Espírito Santo que torna presente este mistério específico. A epiclese é a invocação do Espírito Santo e, recebendo o Corpo e Sangue de Cristo na Santíssima Eucaristia com disposições apropriadas, os próprios fiéis também se tornam uma oferta vida para Deus, ansiosos na esperança da sua herança celeste e testemunhando a vida do Espírito Santo, além da própria celebração litúrgica. Naquele momento “o fruto do Espírito na Liturgia é inseparavelmente comunhão com a Santíssima Trindade e comunhão fraterna” (cf. CIC, nn. 1104-1109).

Como o Abade Alcuíno Deutsch de Collegeville escreveu em 1926 em seu Prefácio para a tradução inglesa feita por Virgil Michel de La pieté de l'Église de Lambert Beauduin, “a Liturgia é a expressão, num modo solene e público, das crenças, amores, aspirações, esperanças e temores dos fiéis com relação a Deus. (...) é o produto de uma experiência emocionante, que pulsa com a vida e o calor do fogo do Espírito Santo, de cujas palavras está cheia, e sob cuja inspiração nasceu. Como nada mais tem o poder de abalar a alma, de vivificá-la, e dar-lhe interesse pelas coisas de Deus”.

Deus Espírito Santo (Vitral da Catedral de Quimper, França)

Fonte: Santa Sé.

A Liturgia, obra da Trindade: Deus Filho

Confira o segundo dos três textos publicados pelo Ofício das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice em fevereiro de 2012 sobre a Liturgia como obra da Trindade.

À luz dos nn. 1084-1090 do Catecismo da Igreja Católica (CIC), reflete-se aqui sobre a obra do Filho na Liturgia:

Ofício das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice
A Liturgia, obra da Trindade: Deus Filho

Na segunda parte da seção sobre a Liturgia como obra da Santíssima Trindade, dedicada a Deus Filho, o Catecismo da Igreja Católica apresenta os elementos essenciais da doutrina sacramental. Cristo, Ressuscitado e glorificado, derramando o Espírito Santo no Seu Corpo que é a Igreja, age agora nos sacramentos e por meio deles comunica a sua graça. O Catecismo lembra a definição clássica dos sacramentos, que são:
1) sinais sensíveis (palavras e ações),
2) instituídos por Cristo,
3) que realizam de modo eficaz a graça que significam (CIC, n. 1084).

Na celebração dos sacramentos, ou seja, na sagrada Liturgia, Cristo, no poder do Espírito Santo, significa e realiza o Mistério Pascal da sua Paixão, Morte de Cruz e Ressurreição. Tal Mistério não é simplesmente uma série de eventos do passado distante (embora não se possa ignorar a historicidade daqueles acontecimentos!), mas entra na dimensão da eternidade, porque o “ator” – ou seja, Aquele que agiu e sofreu naqueles eventos - foi o Verbo encarnado. Por isso, o Mistério Pascal de Cristo “transcende todos os tempos e em todos se torna presente” (CIC, n. 1085) por meio dos sacramentos que Ele mesmo confiou à sua Igreja, especialmente o Sacrifício Eucarístico.

Este dom particular foi dado primeiro aos Apóstolos, quando o Ressuscitado, na força do Espírito Santo, deu-lhes o seu próprio poder de santificação. E os Apóstolos também deram tais poderes aos seus sucessores, os Bispos, e dessa forma os bens da salvação são transmitidos e atualizados na vida sacramental do povo de Deus até a parusia, quando o Senhor vier na glória para cumprir o Reino de Deus. Assim, a Sucessão Apostólica assegura que, na celebração dos sacramentos, os fiéis estejam imersos na comunhão com Cristo, que os abençoa com o dom do seu amor salvífico, especialmente na Eucaristia, onde oferece a si mesmo sob as aparências do pão e do vinho.

A participação sacramental na vida de Cristo tem uma forma específica, dada no “rito” que o então Cardeal Ratzinger em 2004 explicou como “a forma de celebração e de oração que amadurece na fé e na vida da Igreja”. O rito - ou melhor a família dos ritos que vêm das Igrejas de origem apostólica - “é forma condensada da Tradição viva (...) fazendo assim sensível, ao mesmo tempo, a comunhão entre as gerações, a comunhão com aqueles que rezam antes de nós e depois de nós. Assim, o rito é como um dom dado à Igreja, uma forma viva de parádosis [tradição]” (30Giorni, n. 12, 2004).

Referindo-se ao ensinamento da Constituição conciliar sobre a Sagrada Liturgia, o Catecismo aponta as diversas formas da presença de Cristo nas ações litúrgicas. Em primeiro lugar, o Senhor está presente no Sacrifício Eucarístico na pessoa do ministro ordenado, porque “oferecido uma vez na cruz, oferece novamente a Si mesmo através do ministério dos sacerdotes” [Concílio de Trento] e, especialmente, sob as espécies eucarísticas. Além disso, Cristo está presente com a sua virtude nos sacramentos, na sua Palavra quando é proclamada a Sagrada Escritura, e, finalmente, quando os membros da Igreja, Esposa amadíssima de Cristo, se reúnem em seu nome para a oração e o louvor (cf. CIC, n. 1088; Sacrosanctum Concilium, n. 7). Assim, na Liturgia terrena, realiza-se a dupla finalidade de todo o culto divino, isto é, a glorificação de Deus e a santificação do homem (cf. CIC, n. 1089).

Na verdade, a celebração terrena, tanto no esplendor de uma das grandes catedrais como nos lugares mais simples, mas dignos, participa da Liturgia celeste da nova Jerusalém e antecipa a glória futura na presença do Deus vivo. Essa dinâmica dá à Liturgia a sua grandeza, impede que a comunidade individual se feche em si mesma e a abre à assembleia dos santos da cidade celestial, como evocado na Carta aos Hebreus: “Mas vós vos aproximastes do monte Sião e da Cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste, e de milhões de anjos reunidos em festa, e da assembleia dos primogênitos cujos nomes estão inscritos nos céus, e de Deus, o Juiz de todos, e dos espíritos dos justos que chegaram à perfeição, e de Jesus, mediador de nova aliança, e do sangue da aspersão mais eloquente que o de Abel” (Hb 12,22-24).

Parece apropriado, portanto, concluir estes breves comentários com as palavras certeiras do Beato Cardeal Ildefonso Schuster, que descreveu a Liturgia como “um poema sagrado, ao qual realmente colocaram as mãos tanto o céu quanto a terra”.

Deus Filho (Vitral da Catedral de Quimper, França)

Fonte: Santa Sé.

Novena a São José: 7º Dia

Novena a São José: 7º dia
São José, Protetor da Igreja

Oferecimento
São José, meu terno pai, ponho-me para sempre sob a vossa proteção. Considerai-me como vosso filho e preservai-me de todo pecado. Lanço-me nos vossos braços para que me acompanheis no caminho da virtude e me assistais na hora da minha morte.
Jesus, Maria, José, eu vos dou meu coração e minha alma.
Jesus, Maria, José, assisti-me na última agonia.
Jesus, Maria, José, expire em paz entre vós minha alma.

Oração inicial
Glorioso São José, que fostes exaltado pelo Eterno Pai, obedecido pelo Verbo Encarnado, favorecido pelo Espírito Santo e amado pela Virgem Maria: louvo e bendigo a Santíssima Trindade pelos privilégios e méritos com que vos enriqueceu. Sois poderosíssimo e jamais se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a vós e fosse por vós desamparado. Sois o consolador dos aflitos, o amparo dos míseros e o advogado dos pecadores. Acolhei, pois, com bondade paternal a quem vos invoca com filial confiança e alcançai-me as graças que vos peço nesta novena...
Eu vos escolho por meu especial protetor. Sede, depois de Jesus e Maria, minha consolação nesta terra, meu refúgio nas desgraças, meu guia nas incertezas, meu conforto nas tribulações, meu pai solícito em todas as necessidades. Obtende-me finalmente, como coroa dos vossos favores, uma boa e santa morte, na graça de nosso Senhor. Assim seja.

Ó São José, homem justo, pai nutrício do Filho de Deus Encarnado, alcançai-nos, vos pedimos, o amor constante ao vosso filho Jesus.
R. Dai-nos, São José, que nos consagremos totalmente a Jesus e fazei que vivamos sempre na graça divina.

Grande Patriarca São José, por vossa dedicação e amor à vossa Santíssima Esposa, nós vos pedimos uma devoção constante e fecunda à Santíssima Virgem Maria.
R. Dai-nos, São José, a graça da semelhança com a vossa Santíssima Esposa e ensinai-nos a amá-la de todo o coração, como a amastes.

Meu santo protetor São José, pelo profundíssimo amor que tivestes em cuidar de vosso Deus feito homem e pelos sacrifícios que por ele sofrestes, nós vos pedimos a virtude de um amor incondicional a Deus até a morte.
R. Dai-nos, São José, que nos dediquemos às coisas de Deus com todo o nosso entendimento e com todo o nosso coração, sendo Deus a nossa única aspiração e a única afeição de nossa alma.

Ó Senhor, que achastes São José segundo o vosso coração, e lhe confiastes com plena segurança o mais secreto e sagrado mistério de Vosso coração, revelando-lhe o mistério desconhecido de todos os vossos filhos neste mundo.
R. Dai-nos, São José, que seguindo o vosso exemplo, também possamos buscar a perfeição de nossas vidas, tendo-vos como modelo de vida, de união com Deus e como verdadeiro mestre de vida interior.

Oremos:
Ó Deus, sendo admirável em vossos santos, o sois ainda mais no glorioso São José, a quem constituístes como dispensador de todos os vossos bens. Concedei-nos que, ajudados pelos méritos daquele cujo nome veneramos com devoção, cheguemos à felicidade eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo.
R: Amém.

Oração do dia: São José, Protetor da Igreja
Glorioso Patriarca São José, Protetor e Padroeiro da Igreja Universal: obtende-me a graça de amar a Igreja como Mãe e de a honrar como verdadeiro discípulo de Cristo. Rogo-vos que veleis sobre seu Corpo Místico, como outrora velastes sobre Jesus e Maria. Protegei o Santo Padre e os Bispos, os Sacerdotes e os Religiosos. Alcançai-lhes santidade de vida e eficácia no apostolado. Guardai a inocência da infância, a castidade da juventude, a honestidade do lar, a ordem e a paz da sociedade.
R: Amém.

Rogai por nós São José, protetor da Santa Igreja:
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oração final
Ó Deus, que por uma inefável Providência Vos dignastes escolher o Bem-Aventurado São José para esposo de vossa Mãe Santíssima, concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como protetor, mereçamos tê-lo no céu por nosso intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos.
R: Amém.


quinta-feira, 15 de março de 2012

Novena a São José: 6º Dia

Novena a São José: 6º dia
São José, Operário

Oferecimento
São José, meu terno pai, ponho-me para sempre sob a vossa proteção. Considerai-me como vosso filho e preservai-me de todo pecado. Lanço-me nos vossos braços para que me acompanheis no caminho da virtude e me assistais na hora da minha morte.
Jesus, Maria, José eu vos dou meu coração e minha alma.
Jesus, Maria, José, assisti-me na última agonia.
Jesus, Maria, José, expire em paz entre vós minha alma.

Oração inicial
Glorioso São José, que fostes exaltado pelo Eterno Pai, obedecido pelo Verbo Encarnado, favorecido pelo Espírito Santo e amado pela Virgem Maria: louvo e bendigo a Santíssima Trindade pelos privilégios e méritos com que vos enriqueceu. Sois poderosíssimo e jamais se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a vós e fosse por vós desamparado. Sois o consolador dos aflitos, o amparo dos míseros e o advogado dos pecadores. Acolhei, pois, com bondade paternal a quem vos invoca com filial confiança e alcançai-me as graças que vos peço nesta novena...
Eu vos escolho por meu especial protetor. Sede, depois de Jesus e Maria, minha consolação nesta terra, meu refúgio nas desgraças, meu guia nas incertezas, meu conforto nas tribulações, meu pai solícito em todas as necessidades. Obtende-me finalmente, como coroa dos vossos favores, uma boa e santa morte, na graça de nosso Senhor. Assim seja.

Ó São José, homem justo, pai nutrício do Filho de Deus Encarnado, alcançai-nos, vos pedimos, o amor constante ao vosso filho Jesus.
R. Dai-nos, São José, que nos consagremos totalmente a Jesus e fazei que vivamos sempre na graça divina.

Grande Patriarca São José, por vossa dedicação e amor à vossa Santíssima Esposa, nós vos pedimos uma devoção constante e fecunda à Santíssima Virgem Maria.
R. Dai-nos, São José, a graça da semelhança com a vossa Santíssima Esposa e ensinai-nos a amá-la de todo o coração, como a amastes.

Meu santo protetor São José, pelo profundíssimo amor que tivestes em cuidar de vosso Deus feito homem e pelos sacrifícios que por ele sofrestes, nós vos pedimos a virtude de um amor incondicional a Deus até a morte.
R. Dai-nos, São José, que nos dediquemos às coisas de Deus com todo o nosso entendimento e com todo o nosso coração, sendo Deus a nossa única aspiração e a única afeição de nossa alma.

Ó Senhor, que achastes São José segundo o vosso coração, e lhe confiastes com plena segurança o mais secreto e sagrado mistério de Vosso coração, revelando-lhe a mistério desconhecido de todos os vossos filhos neste mundo.
R. Dai-nos, São José, que seguindo o vosso exemplo, também possamos buscar a perfeição de nossas vidas, tendo-vos como modelo de vida, de união com Deus e como verdadeiro mestre de vida interior.

Oremos:
Ó Deus, sendo admirável em vossos santos, o sois ainda mais no glorioso São José, a quem constituístes como dispensador de todos os vossos bens. Concedei-nos que, ajudados pelos méritos daquele cujo nome veneramos com devoção, cheguemos à felicidade eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo.
R: Amém.

Oração do dia: São José, Operário
Humilde São José, que vivendo em pobreza, dignificastes a vossa profissão pelo trabalho constante e vos sentistes feliz em servir a Jesus e Maria com o fruto de vossos suores: alcançai-me o amor ao trabalho, que me foi imposto como dever de estado, procurando cumprir nisto sempre a vontade de Deus. Protegei os lares dos operários do Brasil contra as influências nefastas dos inimigos de Cristo e da Santa Igreja. Obtende-lhes a graça de santificarem o seu trabalho, pela reta intenção, em tudo conformados com os desígnios da Divina Providência.
R: Amém.

Rogai por nós São José, modelo dos operários:
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oração inicial
Ó Deus, que por uma inefável Providência Vos dignastes escolher o Bem-Aventurado São José para esposo de vossa Mãe Santíssima, concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como protetor, mereçamos tê-lo no céu por nosso intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos.
R: Amém.


quarta-feira, 14 de março de 2012

Novena a São José: 5º Dia

Novena a São José: 5º dia
São José, Paciente

Oferecimento
São José, meu terno pai, ponho-me para sempre sob a vossa proteção. Considerai-me como vosso filho e preservai-me de todo pecado. Lanço-me nos vossos braços para que me acompanheis no caminho da virtude e me assistais na hora da minha morte.
Jesus, Maria, José, eu vos dou meu coração e minha alma.
Jesus, Maria, José, assisti-me na última agonia.
Jesus, Maria, José, expire em paz entre vós minha alma.

Oração inicial
Glorioso São José, que fostes exaltado pelo Eterno Pai, obedecido pelo Verbo Encarnado, favorecido pelo Espírito Santo e amado pela Virgem Maria: louvo e bendigo a Santíssima Trindade pelos privilégios e méritos com que vos enriqueceu. Sois poderosíssimo e jamais se ouviu dizer que alguém tenha recorrido a vós e fosse por vós desamparado. Sois o consolador dos aflitos, o amparo dos míseros e o advogado dos pecadores. Acolhei, pois, com bondade paternal a quem vos invoca com filial confiança e alcançai-me as graças que vos peço nesta novena...
Eu vos escolho por meu especial protetor. Sede, depois de Jesus e Maria, minha consolação nesta terra, meu refúgio nas desgraças, meu guia nas incertezas, meu conforto nas tribulações, meu pai solícito em todas as necessidades. Obtende-me finalmente, como coroa dos vossos favores, uma boa e santa morte, na graça de nosso Senhor. Assim seja.

Ó São José, homem justo, pai nutrício do Filho de Deus Encarnado, alcançai-nos, vos pedimos, o amor constante ao vosso filho Jesus.
R. Dai-nos, São José, que nos consagremos totalmente a Jesus e fazei que vivamos sempre na graça divina.

Grande Patriarca São José, por vossa dedicação e amor à vossa Santíssima Esposa, nós vos pedimos uma devoção constante e fecunda à Santíssima Virgem Maria.
R. Dai-nos, São José, a graça da semelhança com a vossa Santíssima Esposa e ensinai-nos a amá-la de todo o coração, como a amastes.

Meu santo protetor São José, pelo profundíssimo amor que tivestes em cuidar de vosso Deus feito homem e pelos sacrifícios que por ele sofrestes, nós vos pedimos a virtude de um amor incondicional a Deus até a morte.
R. Dai-nos, São José, que nos dediquemos às coisas de Deus com todo o nosso entendimento e com todo o nosso coração, sendo Deus a nossa única aspiração e a única afeição de nossa alma.

Ó Senhor, que achastes São José segundo o vosso coração, e lhe confiastes com plena segurança o mais secreto e sagrado mistério de Vosso coração, revelando-lhe o mistério desconhecido de todos os vossos filhos neste mundo.
R. Dai-nos, São José, que seguindo o vosso exemplo, também possamos buscar a perfeição de nossas vidas, tendo-vos como modelo de vida, de união com Deus e como verdadeiro mestre de vida interior.

Oremos:
Ó Deus, sendo admirável em vossos santos, o sois ainda mais no glorioso São José, a quem constituístes como dispensador de todos os vossos bens. Concedei-nos que, ajudados pelos méritos daquele cujo nome veneramos com devoção, cheguemos à felicidade eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo.
R: Amém.

Oração do dia: São José, Paciente
Bondoso São José, que suportastes com heroica paciência as provações e adversidades na viagem a Belém, na fuga para o Egito e durante a vida oculta em Nazaré e me destes o exemplo de admirável conformidade com a vontade de Deus; obtende-me a virtude da paciência nas dificuldades de cada dia. Alcançai também invencível paciência a todos que suportam pesadas cruzes, a fim de que se unam sempre mais a Jesus, divino modelo de mansidão e paciência.
R: Amém.

Rogai por nós São José, espelho de Paciência:
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oração final
Ó Deus, que por uma inefável Providência Vos dignastes escolher o Bem-Aventurado São José para esposo de vossa Mãe Santíssima, concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como protetor, mereçamos tê-lo no céu por nosso intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos.
R: Amém.


terça-feira, 13 de março de 2012

Fotos da Visita do Papa à Paróquia S. João Batista de la Salle


Procissão de Entrada
Acolhida do Pároco
Procissão das Oferendas
Doxologia final da Oração Eucarística
Comunhão
Comunhão
Bênção
Crédito das Fotos: L'Osservatore Romano