quinta-feira, 26 de março de 2015

Homilia do Papa na Missa em Nápoles

VISITA PASTORAL DO PAPA FRANCISCO A POMPEIA E NÁPOLES
CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
HOMILIA DO SANTO PADRE
Praça do Plebiscito, Nápoles
Sábado, 21 de Março de 2015

O trecho do Evangelho que ouvimos apresenta-nos uma cena ambientada no templo de Jerusalém, no ápice da festa judaica das cabanas, depois de Jesus ter proclamado uma grande profecia revelando-se como fonte da «água viva», isto é, o Espírito Santo (cf. Jo 7, 37-39). As pessoas muito impressionadas começam a discutir sobre Ele. Ainda hoje discutem sobre Ele. Alguns estavam entusiasmados e diziam que «é verdadeiramente o profeta» (v. 40). Alguém até afirmou: «Ele é o Cristo!» (v. 41). Mas havia quem se opusesse porque — diziam — o Messias não vem da Galileia, mas da estirpe de David, de Belém; e assim, sem o saber, confirmaram precisamente a identidade de Jesus.
Os chefes dos sacerdotes mandaram guardas para o prender, como se faz nas ditaduras, mas eles voltaram com as mãos vazias e disseram: «Homem algum falou como esse homem!» (v. 46). Eis a voz da verdade, que ressoa naqueles homens simples.
A palavra do Senhor, ontem como hoje, provoca sempre uma divisão: a palavra de Deus divide, sempre! Provoca uma divisão entre quem a aceita e quem a rejeita. Às vezes acende-se um contraste interior também no nosso coração; isto acontece quando nos damos conta do fascínio, da beleza e da verdade das palavras de Jesus, mas ao mesmo tempo rejeitamo-las porque nos põem em questão, põem-nos em dificuldade e custa-nos demasiado observá-las.
Hoje vim a Nápoles para proclamar juntamente convosco: Jesus é o Senhor! Mas não quero dizê-lo sozinho: quero ouvi-lo de vós, de todos, agora, todos juntos «Jesus é o Senhor!», outra vez «Jesus é o Senhor!». Ninguém fala como Ele! Só Ele tem palavras de misericórdia que podem curar das feridas do nosso coração. Só Ele tem palavras de vida eterna (cf. Jo 6, 68).
A palavra de Cristo é poderosa: não existe o poder do mundo, mas o de Deus, que é forte na humildade, também na fragilidade. O seu poder é o amor: é o poder da palavra de Deus! Um amor que não conhece confins, que nos faz amar os outros antes de nós mesmos. A palavra de Jesus, o Evangelho sagrado, ensina que os verdadeiros bem-aventurados são os pobres de espírito, os não violentos, os mansos, os artífices de paz e justiça. Esta é a força que transforma o mundo! Esta é a palavra que dá força e é capaz de mudar o mundo. Não há outro caminho para transformar o mundo.
A palavra de Cristo quer chegar a todos, em particular a quantos vivem nas periferias da existência, para que encontrem n’Ele o centro da própria vida e a fonte da esperança. E nós, que obtivemos a graça de receber esta Palavra de Vida — é uma graça receber a palavra de Deus! — somos chamados a ir, a sair dos nossos quintais e, com ardor de coração, anunciar a todos a misericórdia, a ternura, a amizade de Deus: esta missão diz respeito a todos, mas de modo especial a vós, sacerdotes. Anunciar a misericórdia, o perdão, a paz, a alegria nos Sacramentos e na escuta. Que o povo de Deus possa encontrar em vós homens misericordiosos como Jesus. Ao mesmo tempo, que cada paróquia e realidade eclesial se torne santuário para quantos procuram Deus e casa acolhedora para os pobres, os idosos e necessitados. Sair e acolher: assim pulsa o coração da mãe Igreja e de todos os seus filhos. Vai, acolhe! Vai, procura! Vai, leva amor, misericórdia e ternura.
Quando os corações se abrem ao Evangelho o mundo começa a mudar e a humanidade ressurge! Se acolhermos e vivermos diariamente a Palavra de Jesus, ressurgiremos com Ele.
A Quaresma que estamos a viver faz ressoar esta mensagem na Igreja enquanto caminhamos para a Páscoa: em todo o povo de Deus reacende-se a esperança de ressurgir com Cristo, nosso Salvador. Que não seja vã a graça desta Páscoa, para o povo de Deus desta cidade! Que a graça da Ressurreição seja recebida por cada um de vós, a fim de que Nápoles fique cheia da esperança de Cristo Senhor! A esperança: «Espaço à esperança», diz o lema desta Visita. Digo-o a todos, de modo particular aos jovens: abri-vos ao poder de Jesus Ressuscitado e produzireis frutos de vida nova nesta cidade: frutos de partilha, de reconciliação, de serviço, de fraternidade. Deixai-vos abranger, abraçar, pela sua misericórdia, pela misericórdia de Jesus, a misericórdia que só Ele nos dá.
Queridos napolitanos, espaço à esperança e não vos deixeis roubar a esperança! Não cedais ao fascínio dos lucros fáceis nem das rendas desonestas: isto é pão para hoje mas fome para amanhã. Não vos dá nada! Reagi com firmeza às organizações que exploram e corrompem os jovens, os pobres e os débeis, com o cínico comércio da droga e outros crimes. Não vos deixeis roubar a esperança! Não deixeis que a vossa juventude seja explorada por estas pessoas! A corrupção e a delinquência não deformem o rosto desta linda cidade! E mais: que não deformem a alegria do vosso coração napolitano! Aos criminosos e a todos os seus cúmplices eu repito hoje, humildemente, como irmão: convertei-vos ao amor e à justiça! Deixai-vos envolver pela misericórdia de Deus! Estai conscientes de que Jesus vos procura para vos abraçar, beijar e amar mais. Com a graça de Deus, que perdoa tudo e sempre, é possível voltar a uma vida honesta. Dizem-vos isto também as lágrimas das mães de Nápoles, misturadas com as de Maria, a Mãe celestial invocada em Piedigrotta e em muitas igrejas de Nápoles. Estas lágrimas enternecem a dureza dos corações e reconduzem todos para o caminho do bem.
Hoje começa a Primavera e ela traz esperança: tempo de esperança. E o hoje de Nápoles é tempo de resgate para a Cidade: são os meus votos e a minha oração para uma localidade que tem em si muitas potencialidades espirituais, culturais e humanas, e sobretudo muita capacidade de amar. As autoridades, as instituições, as várias realidades sociais e os cidadãos, todos juntos e concordes, podem construir um futuro melhor. E o futuro de Nápoles não é fechar-se resignada sobre si mesma: este não é o vosso futuro! O futuro de Nápoles é abrir-se com confiança ao mundo, dar espaço à esperança. Esta cidade pode encontrar na misericórdia de Jesus, que renovas todas as coisas, a força para ir em frente com esperança, a força para tantas existências, famílias e comunidades. Esperar é já resistir ao mal. Esperar é ver o mundo com o olhar e o coração de Deus. Esperar é apostar na misericórdia de Deus que é Pai e perdoa sempre e tudo.
Deus, fonte da nossa alegria e razão da nossa esperança, vive nas nossas cidades. Deus vive em Nápoles! A sua graça e a sua bênção apoiem o vosso caminho na fé, na caridade e na esperança, os vossos propósitos de bem e os vossos projectos de resgate moral e social. Todos juntos proclamemos Jesus como o Senhor: digamos mais uma vez: «Jesus é o Senhor!», todos por três vezes «Jesus é o Senhor!». E ca ‘a Maronnna v’accumpagne!



Fonte: Santa Sé

terça-feira, 24 de março de 2015

Fotos da Posse do Arcebispo de Curitiba

No último dia 19 de março, Solenidade de São José, tomou posse na Catedral Basílica Nossa Senhora da Luz dos Pinhais o 6º Arcebispo de Curitiba, Dom José Antônio Peruzzo.

Estiveram presentes o Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Scherer, diversos Bispos, presbíteros, diáconos, seminaristas e grande número de fieis leigos.

Imagem de S. José em altar lateral da Catedral
Presbíteros aguardam o início da celebração
Acolhida solene de D. José Peruzzo
Procissão de entrada
Incensação da cruz

IX Catequese do Papa sobre a Família

Papa Francisco
Audiência Geral
Quarta-feira, 18 de Março de 2015
A Família (9): As crianças (I)

Prezados irmãos e irmãs, bom dia!
Depois de ter passado em revista as diversas figuras da vida familiar - mãe, pai, filhos, irmãos e avós - gostaria de concluir esta primeira série de catequeses sobre a família, falando das crianças. Fá-lo-ei em dois momentos: hoje, meditarei sobre a grande dádiva que elas são para a humanidade - é verdade, são um dom grandioso para a humanidade, mas são também as grandes excluídas, porque nem sequer as deixam nascer - e proximamente falarei sobre algumas feridas que infelizmente prejudicam a infância. Vêm-me ao pensamento as numerosas crianças que encontrei durante a minha última viagem à Ásia: cheias de vida e entusiasmo e, por outro lado, vejo que no mundo muitas vivem em condições indignas... Com efeito, pode-se julgar a sociedade pelo modo como as crianças são tratadas, e não só moral mas também sociologicamente, se é uma sociedade livre ou escrava de interesses internacionais.
Em primeiro lugar, as crianças recordam-nos que todos, nos primeiros anos de vida, somos totalmente dependentes dos cuidados e da benevolência dos outros. E o Filho de Deus não evitou esta passagem. É o mistério que contemplamos todos os anos, no Natal. O Presépio é o ícone que nos comunica tal realidade do modo mais simples e direto. Mas é curioso: Deus não tem dificuldade de se fazer entender pelas crianças, e as crianças não têm problemas em compreender Deus. Não é por acaso que no Evangelho Jesus profere palavras muito bonitas e fortes sobre os «pequeninos». Este termo, «pequeninos», indica todas as pessoas que dependem da ajuda dos outros e, de modo especial, as crianças. Por exemplo, Jesus diz: «Bendigo-te, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos, revelando-as aos pequeninos» (Mt 11,25). E acrescenta: «Guardai-vos de menosprezar um só destes pequeninos, porque Eu vos digo que os seus anjos no céu contemplam sem cessar a face do meu Pai que está nos céus» (Mt 18,10).
Assim, as crianças são em si uma riqueza para a humanidade e também para a Igreja, porque nos chamam constantemente à condição necessária para entrar no Reino de Deus: a de não nos considerarmos auto-suficientes, mas necessitados de ajuda, de amor, de perdão. E todos nós precisamos de ajuda, de amor, de perdão!
As crianças recordam-nos mais uma bonita realidade; recordam-nos que somos sempre filhos: até quando nos tornamos adultos, ou mesmo quando somos pais ou desempenhamos funções de responsabilidade, por detrás de tudo isto permanece a identidade de filhos. Todos nós somos filhos. E isto recorda-nos sempre que a vida não no-la damos sozinhos, mas recebemo-la. O grande dom da vida é o primeiro presente que recebemos. Às vezes corremos o risco de viver esquecidos disto, como se nós fôssemos os senhores da nossa existência mas, ao contrário, somos radicalmente dependentes. Na realidade, é motivo de profunda alegria sentir que em todas as fases da vida, em cada situação e condição social, somos e permanecemos filhos. Esta é a mensagem principal que as crianças nos transmitem com a sua própria presença: só com a sua presença já nos recordam que cada um e todos somos filhos.
Mas há muitos dons e riquezas que as crianças oferecem à humanidade. Recordo apenas alguns deles.
Dão-lhe o seu modo de ver a realidade, com um olhar confiante e puro. A criança tem uma confiança espontânea no seu pai e na sua mãe; uma confiança espontânea em Deus, em Jesus, em Nossa Senhora. Ao mesmo tempo, o seu olhar interior é puro, ainda não poluído pela malícia, pelas ambiguidades, pelas «incrustações» da vida que endurecem o coração. Sabemos que até as crianças têm em si o pecado original, com os seus egoísmos, mas conservam uma pureza e uma simplicidade interior. E as crianças não são diplomáticas: dizem o que sentem, o que vêem, diretamente. E muitas vezes põem os pais em dificuldade, dizendo diante de outras pessoas: «Não gosto disto, isto é feio!». Mas as crianças dizem o que vêem, não são pessoas ambíguas, ainda não aprenderam a ciência da duplicidade que nós adultos, infelizmente, aprendemos.
Além disso, as crianças - na sua simplicidade interior - têm em si a capacidade de receber e dar ternura. Ternura significa ter um coração «de carne» e não «de pedra», como diz a Bíblia (cf. Ez 36,26). A ternura é também poesia: é «sentir» as situações e os eventos, sem os tratar como meros objetos, só para os usar, porque servem...
As crianças têm a capacidade de sorrir e de chorar. Algumas, quando pego nelas ao colo para as abraçar, sorriem; outras, quando me vêem vestido de branco, pensam que sou o médico que vim para lhes dar a vacina, e choram... mas espontaneamente! As crianças são assim: sorriem e choram, duas situações que em nós, adultos, com frequência se bloqueiam»; já não somos capazes... Muitas vezes o nosso sorriso torna-se de papelão, sem vida, um sorriso que não é vivaz, um sorriso artificial, de palhaço. As crianças sorriem e choram espontaneamente. Depende sempre do coração, e muitas vezes é o nosso coração que se bloqueia e perde a capacidade de sorrir e de chorar. E então, as crianças podem ensinar-nos novamente a sorrir e a chorar. Mas nós devemos perguntar: sorrio espontaneamente, com vivacidade, com amor, ou o meu sorriso é artificial? Ainda choro, ou perdi a capacidade de chorar? Duas perguntas muito humanas, que as crianças nos ensinam.
Por todos estes motivos, Jesus convida os seus discípulos a «tornar-se como as crianças», pois é «a quantos são como elas que pertence o Reino de Deus» (cf. Mt 18,3; Mc 10,14).
Caros irmãos e irmãs, as crianças trazem vida, alegria, esperança e também problemas. Mas a vida é assim! Sem dúvida, trazem inclusive preocupações e por vezes muitas problemáticas; mas é melhor uma sociedade com estas preocupações e estes problemas, do que uma sociedade triste e cinzenta, porque permaneceu sem filhos! Quando vemos que o nível demográfico de uma sociedade só alcança um por cento, podemos dizer que esta sociedade é triste e cinzenta, pois permanecem sem crianças!


Fonte: Santa Sé

segunda-feira, 23 de março de 2015

Ângelus: IV Domingo da Quaresma - Ano B

Papa Francisco
Ângelus
Domingo, 15 de março de 2015

Estimados irmãos e irmãs, bom dia!
O Evangelho de hoje propõe-nos as palavras dirigidas por Jesus a Nicodemos: «Com efeito, Deus amou de tal modo o mundo, que lhe deu seu Filho único» (Jo 3,16). Ouvindo estas palavras, dirigimos o olhar do nosso coração a Jesus Crucificado e sentimos dentro de nós que Deus nos ama, nos ama verdadeiramente, nos ama muito! Eis a expressão mais simples, que resume o Evangelho inteiro, toda a fé, toda a teologia: Deus ama-nos com amor gratuito e sem limites.

É assim que Deus nos ama, e manifesta este amor principalmente na criação, como proclama a Liturgia na Oração Eucarística IV: «Deste origem ao universo para infundir o teu amor em todas as tuas criaturas e para as animar com os esplendores da tua luz». Na origem do mundo só há o amor livre e gratuito do Pai. Santo Irineu, um santo dos primeiros séculos, escreve: «Deus não criou Adão porque tinha necessidade do homem, mas para ter alguém a quem conceder os seus benefícios» (Adversus haereses, IV, 14, 1). É assim, o amor de Deus é assim.

Depois, a Oração Eucarística IV acrescenta: «E quando, pela sua desobediência, o homem perdeu a tua amizade, Tu não o abandonaste ao poder da morte, mas na tua misericórdia vieste ao encontro de todos». Ele veio com a sua misericórdia. Como na criação, também nas etapas seguintes da história da salvação sobressai a gratuidade do amor de Deus: o Senhor escolhe o seu povo não porque ele o merece, mas porque é o mais pequenino dentre todos os povos, como Ele diz. E quando chegou «a plenitude do tempo», não obstante os homens tivessem desrespeitado várias vezes a aliança, Deus, em vez de os abandonar, estipulou com eles um novo vínculo, no sangue de Jesus - a união da nova e eterna aliança - um vínculo que nada jamais poderá interromper.

São Paulo recorda-nos: «Deus, que é rico em misericórdia - nunca nos esqueçamos disto, Ele é rico em misericórdia - impelido pelo grande amor com que nos amou, quando estávamos mortos em consequência dos nossos pecados, deu-nos a vida juntamente com Cristo» (Ef 2,4). A Cruz de Cristo é a prova suprema da misericórdia e do amor de Deus por nós: Jesus amou-nos «até ao fim» (Jo 13,1), ou seja, não apenas até ao último instante da sua vida terrena, mas até ao extremo limite do amor. Se na criação o Pai nos deu a prova do seu imenso amor, concedendo-nos a vida, na paixão e na morte do seu Filho Ele deu-nos a prova das provas: veio sofrer e morrer por nós. A misericórdia de Deus é imensa: Ele ama-nos e perdoa-nos; Deus perdoa tudo e perdoa sempre.

Maria, que é Mãe de misericórdia, instile no nosso coração a certeza de que somos amados por Deus. Esteja próxima de nós nos momentos de dificuldade e nos conceda os sentimentos do seu Filho, para que o nosso itinerário quaresmal seja uma experiência de perdão, de acolhimento e de caridade.


Fonte: Santa Sé.

sábado, 21 de março de 2015

Renúncia do Cardeal Keith O’Brien

No dia de ontem, 20 de março, a Santa Sé noticiou que o Cardeal Keith Michael Patrick O’Brien, Arcebispo Emérito de Santo André e Edimburgo na Escócia, renunciou ao título de Cardeal da Santa Igreja.


Devido a problemas pessoais, o Cardeal O’Brien já havia renunciado ao direito de votar no Conclave de 2013, que elegeu o Papa Francisco. Desde então ele encontra-se retirado da vida pública para dedicar-se à oração.

Keith O’Brien fora criado Cardeal pelo Papa São João Paulo II em 21 de outubro de 2003, com o Título Presbiteral dos Santos Joaquim e Ana “al Tuscolano”.


O último Cardeal a renunciar foi o Cardeal Louis Billot em 1927, no pontificado de Pio XI. Saiba mais aqui.

Com sua renúncia o Colégio Cardinalício passa a ter 225 membros, sendo 123 eleitores em um eventual Conclave.


Com informações da Sala Stampa da Santa Sé.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Vigília do III Domingo da Quaresma na Igreja Russa

No último dia 14 de março o Patriarca Kirill da Igreja Ortodoxa Russa celebrou na Catedral do Cristo Salvador em Kaliningrado a Vigília do III Domingo da Grande Quaresma, chamado na tradição bizantina de "Domingo da Santa Cruz".

No final da Liturgia foi feito o rito de veneração da cruz, semelhante ao que é feito na Festa da Exaltação da Santa Cruz, sobre o qual já falamos aqui.






Fotos da Celebração Penitencial no Vaticano

No último dia 13 de março Sua Santidade o Papa Francisco presidiu na Basílica Vaticana uma Celebração Penitencial na forma da Reconciliação de vários penitentes com Confissão individual (cf. Ritual da Penitência, n. 48-59).

Como no ano passado, o Papa confessou-se publicamente, antes de ouvir a Confissão de alguns fieis.

Assistiram ao Santo Padre os Monsenhores Guido Marini e Guillermo Javier Karcher. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Procissão de entrada

Deposição da mitra
Liturgia da Palavra