quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Fotos da visita do Papa ao Mosteiro das Camaldolenses

Ainda no dia 21 de novembro, o Papa Francisco visitou o Mosteiro de Santo Antônio Abade (Santo Antão) no Aventino, habitado pelas Monjas Beneditinas Camaldolenses, por ocasião do Dia da Vida Contemplativa, instituído pelo Papa Pio XII em 1953, e especialmente celebrado no contexto do término do Ano da Fé.

Recebido pela Abadessa, Ir. Michela Porcellato, e pelas 21 monjas da comunidade, o Papa presidiu à oração das Vésperas da Apresentação da Virgem Maria, assistido pelo seu Mestre de Cerimônias, Mons. Guido Marini.

Após as Vésperas, Dom Rino Fisichella, Presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, responsável pelo Ano da Fé, expôs o Santíssimo Sacramento e, após uma adoração silenciosa, concedeu a bênção eucarística.

Seguem algumas fotos, divulgadas pela Santa Sé:

Chegada do Santo Padre
Oração das Vésperas


Adoração Eucarística

Homilia do Papa nas Vésperas da Apresentação da Virgem Maria

CELEBRAÇÃO DAS VÉSPERAS COM A COMUNIDADE
 DAS MONJAS BENEDITINAS CAMALDOLENSES
PALAVRAS DO PAPA FRANCISCO
Mosteiro de Santo António Abade - Roma
Quinta-feira, 21 de Novembro de 2013

Contemplamos aquela que conheceu e amou Jesus como nenhuma outra criatura. O Evangelho que escutámos mostra a atitude fundamental com a qual Maria expressou o seu amor por Jesus: fazer a vontade de Deus. «Todo aquele que fizer a vontade do Meu Pai que está nos céus, esse é Meu irmão, Minha irmã e Minha mãe» (Mt 12, 50). Com estas palavras Jesus deixa uma mensagem importante: a vontade de Deus é a Lei suprema que estabelece a verdadeira pertença a Ele. Portanto, Maria estabelece um relacionamento familiar com Jesus antes de o dar à luz: torna-se discípula e mãe do seu Filho no momento em que acolhe as palavras do Anjo e diz: «Eis a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra» (Lc 1, 38). A palavra «faça-se» não é apenas uma aceitação, mas também uma abertura confiante ao futuro. Este «faça-se» é esperança!
Maria é a mãe da esperança, o ícone mais expressivo da esperança cristã. Toda a sua vida é um conjunto de atitudes de esperança, a partir do «sim» proferido no momento da Anunciação. Maria não sabia como poderia tornar-se mãe, mas confiou-se totalmente ao mistério que estava para se cumprir, e tornou-se a mulher da esperança. Mais tarde, vemo-la em Belém, onde aquele que lhe foi anunciado como Salvador de Israel e como o Messias nasce na pobreza. Em seguida, quando está em Jerusalém para o apresentar ao templo, com a alegria dos anciãos Simeão e Ana cumpre-se também a promessa de uma espada que lhe teria trespassado o coração e a profecia de um sinal de contradição. Ela percebe que a missão e também a identidade daquele Filho ultrapassam o facto de ela ser mãe. Chegamos depois ao episódio de Jesus que se perdeu em Jerusalém e é novamente recordado: «Filho, porque nos fizeste isto? (Lc 2, 48), e a resposta de Jesus que se subtraiu às preocupações maternas, dirigindo-se para as coisas do Pai celeste.
Contudo, diante de todas estas dificuldades e surpresas do projecto de Deus, a esperança da Virgem nunca vacilou! Mulher de esperança. Isto diz-nos que a esperança se nutre de escuta, de contemplação, de paciência, para que os tempos do Senhor amadureçam. Também nas bodas de Caná, Maria é a mãe da esperança, atenta e solícita em relação às coisas humanas. Com o início da vida pública, Jesus torna-se o Mestre e o Messias: Nossa Senhora olha para a missão do Filho com júbilo mas também com preocupação, porque Jesus se torna cada vez mais aquele sinal de contradição que o velho Simeão já lhe tinha prenunciado. Aos pés da cruz, é a mulher da dor e, ao mesmo tempo, da vigilante espera de um mistério, maior que a dor, que está para se cumprir. Tudo parece realmente acabado; poderíamos dizer que toda a esperança se apagou. Também ela, naquele momento, poderia ter exclamado recordando as promessas da anunciação: não se cumpriram, fui enganada. Mas não o disse. Contudo ela, bem-aventurada porque acreditou, desta sua fé vê brotar um futuro novo e aguarda com esperança o amanhã de Deus. Às vezes penso: nós sabemos esperar o amanhã de Deus? Ou queremos o hoje? O amanhã de Deus é para ela o amanhecer da Páscoa, daquele dia que é o primeiro da semana. Far-nos-á bem pensar, na contemplação, no abraço do filho com a mãe. A única lâmpada acesa no sepulcro de Jesus é a esperança da mãe, que naquele momento é a esperança de toda a humanidade. Pergunto a mim mesmo e a vós: nos Mosteiros esta lâmpada ainda está acesa? Nos mosteiros espera-se o amanhã de Deus?
Devemos muito a esta Mãe! Nela, presente em cada momento da história da salvação, vemos um testemunho sólido de esperança. Ela, mãe da esperança, nos sustenta nos momentos de escuridão, de dificuldade, de desconforto, de aparente derrota ou de verdadeiras derrotas humanas. Que Maria, nossa esperança, nos ajude a fazer de nossa vida uma oferenda agradável ao Pai celeste, e um dom jubiloso para os nossos irmãos, uma atitude que olha sempre para o futuro.


Fonte: Santa Sé

Encontro do Papa com fieis das Filipinas

Igualmente no último dia 21 de novembro, Sua Santidade o Papa Francisco encontrou-se na Basílica Vaticana com um grupo de fieis das Filipinas, maior país católico da Ásia, recentemente afligido por desastres naturais.

O Papa abraçou afetuosamente o Cardeal Luis Antonio Tagle, Arcebispo de Manila, e dirigiu palavras de conforto a todos. Por fim, abençoou uma imagem de São Pedro Calungsod, catequista filipino mártir, canonizado pelo Papa Bento XVI em 21 de outubro de 2012.

Em seguida, o Cardeal Tagle, que é o segundo mais jovem dentre os Cardeais, celebrou a Santa Missa.

Seguem algumas fotos do emocionante encontro:

O abraço do Papa Francisco ao Cardeal Tagle

Discurso do Santo Padre
Bênção da imagem de São Pedro Calungsod

Fotos do Encontro das Igrejas Orientais em Roma

No último dia 21 de Novembro, Memória da Apresentação da Virgem Maria, foi celebrado em Roma o encontro dos Patriarcas e Arcebispos Maiores das Igrejas Orientais Católicas.

Estas igrejas possuem suas tradições próprias, algumas de origem apostólica, mas estão em plena comunhão com o Papa. Diferentemente das Igrejas Ortodoxas, que não aceitam a autoridade do Papa.

Atualmente, existem 21 Igrejas Orientais Católicas, que juntas congregam aproximadamente 16 milhões de fieis. As principais são as Patriarcais (Maronita, Melquita, Caldeia, Armena, Copta e Siríaca) e as Arquiepiscopais Maiores (Ucraniana, Siro-Malabar, Romena e Siro-Malankar).

O encontro iniciou-se com a Santa Missa na Basílica Vaticana, celebrada pelo Cardeal Leonardo Sandri, Prefeito da Sagrada Congregação para as Igrejas Orientais. Seguiu-se um encontro com o Papa Francisco e uma visita ao Papa Emérito Bento XVI.

Seguem algumas fotos:

Santa Missa celebrada pelo Cardeal Sandri

Oração diante do túmulo de São Pedro

Encontro com o Papa Francisco

Visita ao Papa Emérito Bento XVI

Catequese do Papa: A remissão dos pecados

PAPA FRANCISCO
AUDIÊNCIA GERAL
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 20 de Novembro de 2013

Caros irmãos e irmãs, bom dia!
Na quarta-feira passada falei sobre a remissão dos pecados, referida de modo especial ao Baptismo. Hoje aprofundamos o tema da remissão dos pecados, mas em referência ao chamado «poder das chaves», que é um símbolo bíblico da missão que Jesus confiou aos Apóstolos.
Antes de tudo, devemos recordar que o protagonista do perdão dos pecados é o Espírito Santo. Na sua primeira aparição aos Apóstolos, no Cenáculo, Jesus ressuscitado fez o gesto de soprar sobre eles, dizendo: «Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos» (Jo 20, 22-23). Transfigurado no seu corpo, Jesus já é o homem novo, que oferece os dons pascais, fruto da sua morte e ressurreição. Quais são estes dons? A paz, a alegria, o perdão dos pecados e a missão, mas sobretudo o Espírito Santo, que é fonte de tudo isto. O sopro de Jesus, acompanhado pelas palavras com as quais comunica o Espírito, indica a transmissão da vida, a vida nova regenerada pelo perdão.
Mas antes de fazer o gesto se soprar e conceder o Espírito, Jesus mostra as suas chagas, nas mãos e no lado: essas feridas representam o preço da nossa salvação. O Espírito Santo concede-nos o perdão de Deus, «passando através» das chagas de Jesus. As feridas que Ele quis conservar; também neste momento, no Céu, Ele mostra ao Pai as chagas com as quais nos resgatou. Em virtude destas feridas, os nossos pecados são perdoados: assim Jesus ofereceu a sua vida pela nossa paz, pela nossa alegria, pelo dom da graça na nossa alma, pelo perdão dos nossos pecados. É muito bom contemplar Jesus assim!
Consideremos o segundo elemento: Jesus concede aos Apóstolos o poder de perdoar os pecados. É um pouco difícil compreender como um homem pode perdoar os pecados, mas Jesus confere este poder. A Igreja é depositária do poder das chaves, de abrir ou fechar ao perdão. Na sua misericórdia soberana, Deus perdoa cada homem, mas Ele mesmo quis que quantos pertencem a Cristo e à Igreja recebam o perdão mediante os ministros da Comunidade. Através do ministério apostólico, a misericórdia de Deus alcança-me, as minhas culpas são-me perdoadas e é-me conferida a alegria. Deste modo, Jesus chama a viver a reconciliação também na dimensão eclesial, comunitária. E isto é muito bom! A Igreja, que é santa e ao mesmo tempo carente de penitência, acompanha o nosso caminho de conversão durante a vida inteira. A Igreja não é senhora do poder das chaves, mas é serva do ministério da misericórdia e rejubila todas as vezes que pode oferecer este dom divino.
Talvez muitas pessoas não compreendam a dimensão eclesial do perdão, porque predominam sempre o individualismo e o subjectivismo, e até nós cristãos sentimos isto. Sem dúvida, Deus perdoa cada pecador arrependido, pessoalmente, mas o cristão está unido a Cristo, e Cristo à Igreja. Para nós cristãos há um dom a mais, há sempre um compromisso a mais: passar humildemente através do ministério eclesial. Devemos valorizá-lo; é uma dádiva, uma atenção, uma salvaguarda e também a certeza de que Deus me perdoou. Vou ter com o irmão sacerdote e digo: «Padre, cometi isto...». E ele responde: «Mas eu perdoo-te; Deus perdoa-te!». Naquele momento, estou convicto de que Deus me perdoou! E isto é bom, é ter a segurança que Deus nos perdoa sempre, nunca se cansa de perdoar. E não devemos cansar-nos de ir pedir perdão. Podemos ter vergonha de confessar os nossos pecados, mas as nossas mães e avós já diziam que é melhor corar uma vez do que empalidecer mil vezes. Coramos uma vez, mas os pecados são-nos perdoados e vamos em frente.
Enfim, um último ponto: o sacerdote, instrumento para o perdão dos pecados. O perdão de Deus, que nos é concedido na Igreja, é-nos transmitido mediante o ministério do nosso irmão, o sacerdote; também ele, um homem que como nós precisa de misericórdia, se torna verdadeiramente instrumento de misericórdia, comunicando-nos o amor ilimitado de Deus Pai. Inclusive os presbíteros e os Bispos devem confessar-se: todos nós somos pecadores. Também o Papa se confessa a cada quinze dias, porque inclusive o Papa é pecador. O confessor ouve os pecados que lhe confesso, aconselha-me e perdoa-me, porque todos nós precisamos deste perdão. Às vezes ouvimos certas pessoas afirmar que se confessam directamente com Deus... Sim, como eu dizia antes, Deus ouve sempre, mas no sacramento da Reconciliação envia um irmão a trazer-nos o perdão, a segurança do perdão em nome da Igreja.
O serviço que o sacerdote presta como ministro, por parte de Deus, para perdoar os pecados é muito delicado e exige que o seu coração esteja em paz, que o presbítero tenha o coração em paz; que não maltrate os fiéis, mas que seja manso, benévolo e misericordioso; que saiba semear esperança nos corações e sobretudo que esteja consciente de que o irmão ou a irmã que se aproxima do sacramento da Reconciliação procura o perdão, e fá-lo como as numerosas pessoas que se aproximavam de Jesus para serem curadas. O sacerdote que não tiver esta disposição de espírito é melhor que, enquanto não se corrigir, não administre este Sacramento. Os fiéis penitentes têm o direito, todos os fiéis têm o direito de encontrar nos sacerdotes servidores do perdão de Deus.
Caros irmãos, como membros da Igreja estamos conscientes da beleza desta dádiva que o próprio Deus nos concede? Sentimos a alegria deste esmero, desta atenção materna que a Igreja tem por nós? Sabemos valorizá-la com simplicidade e assiduidade? Não esqueçamos que Deus nunca se cansa de nos perdoar; mediante o ministério do sacerdote, Ele aperta-nos num novo abraço que nos regenera e nos permite erguer-se de novo e retomar o caminho. Porque esta é a nossa vida: devemos erguer-nos sempre de novo e retomar o caminho!


Fonte: Santa Sé

Ângelus: XXXIII Domingo do Tempo Comum - Ano C

Papa Francisco
Ângelus 
Domingo, 17 de novembro de 2013

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
O Evangelho deste domingo (Lc 21,5-19) consiste na primeira parte de um discurso de Jesus sobre os últimos tempos. Jesus pronuncia-o em Jerusalém, nos arredores do templo; e a oportunidade lhe é proporcionada pelas pessoas que falavam do templo e da sua beleza, porque aquele templo era bonito! Então, Jesus disse: «Dias virão em que destas coisas que vedes não ficará pedra sobre pedra» (Lc 21,6). Naturalmente, perguntam-lhe: quando acontecerá isto? Quais serão os sinais? Mas Jesus desvia a atenção destes aspectos secundários - quando será? como será? -, desvia para as questões verdadeiras. E são duas. Primeira: não se deixar enganar pelos falsos messias e não se deixar paralisar pelo medo. Segunda: viver o tempo da expectativa como tempo do testemunho e da perseverança. E nós vivemos neste tempo da expectativa, da espera da vinda do Senhor.

Este discurso de Jesus é sempre atual, também para nós que vivemos no século XXI. Ele repete-nos: «Prestai atenção para não serdes enganados. Muitos virão em meu nome» (v. 8). Trata-se de um convite ao discernimento, aquela virtude cristã de compreender onde se encontra o Espírito do Senhor e onde está o espírito maligno. Com efeito, também hoje existem «salvadores» falsos, que procuram substituir Jesus: líderes deste mundo, “santarrões” e até feiticeiros, personagens que desejam atrair a si as mentes e os corações, especialmente dos jovens. Jesus alerta-vos: «Não os sigais! Não os sigais!».

E o Senhor ajuda-nos também a não ter medo: perante as guerras e as revoluções, mas inclusive diante das calamidades naturais e das epidemias, é Jesus quem nos liberta do fatalismo e das falsas visões apocalípticas.

O segundo aspecto interpela-nos precisamente como cristãos e como Igreja: Jesus prenuncia provações dolorosas e perseguições que os seus discípulos deverão padecer por causa d’Ele. No entanto, assegura: «Não se perderá um só cabelo da vossa cabeça» (v. 18). Ele recorda-nos que estamos totalmente nas mãos de Deus! As adversidades que encontramos devido à nossa fé e à nossa adesão ao Evangelho constituem ocasiões de testemunho; elas não devem afastar-nos do Senhor, mas impelir-nos a abandonar-nos ainda mais a Ele, à força do seu Espírito e da sua Graça.

Neste momento penso, todos nós pensemos. Façamo-lo juntos: pensemos nos numerosos irmãos e irmãs cristãos, que sofrem perseguições por causa da sua fé. Existem tantos! Talvez muito mais do que nos primeiros séculos. Jesus está com eles. Também nós estamos unidos a eles mediante a nossa oração e o nosso afeto; nutrimos admiração pela sua intrepidez e pelo seu testemunho. São os nossos irmãos e irmãs, que em numerosas partes do mundo sofrem porque permanecem fiéis a Jesus Cristo. Saudemo-los de coração e com carinho.

No final, Jesus fez uma promessa que é garantia de vitória: «É pela vossa constância que alcançareis a salvação» (v. 19). Quanta esperança há nestas palavras! Elas são um hino à esperança e à paciência, ao saber esperar os frutos seguros da salvação, confiando no sentido profundo da vida e da história: as provações e as dificuldades fazem parte de um desígnio maior; o Senhor, dono da história, leva tudo ao seu cumprimento. Não obstante as desordens e desventuras que angustiam o mundo, o desígnio de bondade e de misericórdia de Deus há de realizar-se! E esta é a nossa esperança: ir em frente assim, por este caminho, no desígnio de Deus que se realizará. Esta é a nossa esperança!

Esta mensagem de Jesus faz meditar sobre o nosso presente e incute-nos a força para o enfrentar com coragem e esperança, em companhia da Virgem Maria, que caminha sempre ao nosso lado.


Fonte: Santa Sé.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Fotos de Ordenação Episcopal presidida pelo Papa

No último dia 15 de novembro, Sua Santidade o Papa Francisco celebrou na Basílica Vaticana a Santa Missa, durante a qual conferiu a Ordenação Episcopal ao Mons. Fernando Vérgez Alzaga, L.C., nomeado Bispo Titular de Villamagna di Proconsolare e Secretário Geral do Governatorato da Cidade do Vaticano.

O Santo Padre foi assistido pelos Monsenhores Guido Marini e Kevin Gillespie. O livreto de celebração pode ser visualizado aqui.

Seguem algumas fotos, publicadas no Facebook:

Procissão de entrada
Incensação da imagem da Virgem Maria
Evangelho
Homilia
Ladainha