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terça-feira, 9 de junho de 2026

Domingo de Pentecostes em Istambul (2026)

No Patriarcado Ecumênico de Constantinopla a Divina Liturgia da Festa de Pentecostes foi presidida pelo Patriarca Bartolomeu no domingo, dia 31 de maio de 2026, na Catedral de São Jorge em Istambul (Turquia).

Neste ano de 2026, com efeito, a maioria das Igrejas Orientais (Católicas e Ortodoxas), devido ao uso de distintos calendários, celebraram a Páscoa no dia 12 de abril, uma semana após as comunidades de Rito Romano.

Durante a celebração o Patriarca conferiu a Ordenação Episcopal ao novo Bispo de Tamissos e Exarca Patriarcal na Lituânia, Panaretos Psaravtis.

Profissão de fé do Bispo eleito

Litania da Paz
Pequena Entrada
O Patriarca abençoa com o dikirion e o trikirion

Domingo de Pentecostes em Kiev (2026)

No domingo, dia 31 de maio de 2026, o Arcebispo Maior da Igreja Greco-Católica Ucraniana, Dom Sviatoslav Shevchuk (Святосла́в Шевчу́к), presidiu a Divina Liturgia da Festa de Pentecostes na Catedral da Ressurreição em Kiev (Ucrânia).

Vale lembrar que neste ano de 2026 a maioria das Igrejas Orientais (Católicas e Ortodoxas), devido ao uso de distintos calendários, celebraram a Páscoa no dia 12 de abril, uma semana após as comunidades de Rito Romano.

Destaque para o uso dos paramentos verdes, que recordam o Espírito Santo como fonte de vida, e as orações recitadas de joelhos (algo raro no Rito Bizantino):

O Arcebispo abençoa com o dikirion e o trikirion
Invocação do Espírito Santo:
"Rei celestial, Consolador..."
Incensação

Evangelho

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Domingo de Pentecostes em Budapeste (2026)

No domingo, dia 24 de maio de 2026, o Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Esztergom-Budapeste (Hungria), Dom Levente Balázs Martos, celebrou a Missa da Solenidade de Pentecostes na Catedral Basílica da Assunção de Maria e Santo Adalberto em Esztergom, durante a qual 81 jovens receberam o Sacramento da Confirmação (Crisma).

A celebração contou com a presença do Arcebispo, Cardeal Péter Erdő, que assistiu a Missa endossando as vestes corais. Esta foi sua primeira aparição pública desde o dia 02 de fevereiro, uma vez que está se recuperando de uma cirurgia. Já durante a Semana Santa, com efeito, ele foi substituído pelos Bispos Auxiliares na presidência das celebrações.

Procissão de entrada
Incensação do círio pascal
(Curiosamente colocado no meio da igreja)
Acolhida do Cardeal Erdő
Ritos iniciais
Evangelho

Solenidade de Pentecostes em Jerusalém (2026)

Nesta postagem destacamos as celebrações da Solenidade de Pentecostes em Jerusalém nos dias 23 e 24 de maio de 2026 promovidas pela Custódia Franciscana da Terra Santa e pelo Patriarcado Latino de Jerusalém:

23 de maio: I Vésperas e Missa da Vigília

Entre a tarde e a noite do sábado, dia 23, a igreja do Santíssimo Salvador, sede da Custódia Franciscana, acolheu a oração das I Vésperas, presididas pelo Vigário da Custódia, Padre Ulises Zarza, e a Missa da Vigília de Pentecostes, presidida pelo Custódio da Terra Santa, Padre Francesco Ielpo:

I Vésperas: Hino
Homilia do Padre Ulises Zarza
Missa da Vigília: Procissão de entrada
Ato Penitencial: Aspersão
Liturgia Eucarística: Incensação da assembleia

24 de maio: Missa do Dia na Abadia da Dormição

Na manhã do domingo, dia 24, o Patriarca Latino de Jerusalém, Cardeal Pierbattista Pizzaballa, presidiu a Missa do Dia na Solenidade de Pentecostes na Abadia da Dormição da Virgem Maria, igreja beneditina próxima ao Cenáculo:

terça-feira, 2 de junho de 2026

Regina Coeli: Domingo de Pentecostes (2026)

Papa Leão XIV
Regina Coeli
Praça de São Pedro
Domingo, 24 de maio de 2026

Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
Nesta Solenidade de Pentecostes somos chamados a contemplar o dom do Espírito Santo, derramado em abundância sobre a Igreja nascente e, hoje, novamente dado aos seus membros, como luz e força que os acompanha em cada situação da vida.

Podemos nos deter em uma imagem do Espírito que nos é oferecida pela Liturgia de hoje: o Espírito abre as portas. Com efeito, o Evangelho nos diz que estavam «fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam» (Jo 20,19), e, ao mesmo tempo, o Livro dos Atos dos Apóstolos nos conta que o Espírito irrompeu como um vento impetuoso (cf. At 2,2), que abriu aquelas portas, impelindo os discípulos a sair e a anunciar a Boa Nova de Cristo Ressuscitado.

Podemos nos perguntar também hoje: que portas abre o Espírito Santo?

A primeira porta é aquela do próprio Deus, no sentido em que nos abre o acesso ao mistério de Deus, revelado em Jesus Cristo. Com o dom do seu Espírito, Deus nos doa a verdadeira fé, nos faz compreender o sentido das Escrituras, se dá a conhecer como próximo e nos permite participar na sua própria vida. O Espírito Santo nos ajuda a fazer uma experiência pessoal de Deus, a encontrá-lo em Jesus e não apenas na observância de uma lei, a reconhecê-lo em nós e a descobrir os sinais da sua presença na vida quotidiana.

A segunda porta é aquela do Cenáculo, isto é, da Igreja. Sem o fogo do Espírito, a Igreja permanece prisioneira do medo, assustada diante dos desafios do mundo, fechada em si mesma e, portanto, incapaz de dialogar com os tempos que mudam. O Espírito abre as portas da Igreja para que esta seja acolhedora e hospitaleira em relação a todos, mesmo aqueles que fecharam as portas a Deus, aos outros, à esperança, à alegria de viver. Como recordava o Papa Francisco, somos chamados a ser «uma Igreja que abençoa e encoraja (...) uma Igreja das portas abertas a todos» (Homilia na Missa de Abertura da Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, 04 de outubro de 2023).

Por fim, o Espírito Santo abre as portas dos nossos corações, ajudando-nos a vencer as resistências, os egoísmos, as desconfianças e os preconceitos, e tornando-nos capazes de viver como filhos de Deus e irmãos entre nós. Onde está o Espírito do Senhor nasce a fraternidade entre as pessoas, os grupos, os povos da Terra, e todos falam a única língua do amor, que une e harmoniza as diversidades.

Irmãos e irmãs, também nos nossos dias, especialmente neste dia de Pentecostes, devemos invocar o Espírito Santo, para que abra todas as portas que ainda permanecem fechadas. Precisamos redescobrir Deus como Pai que nos ama, edificar uma Igreja onde todos se sintam em casa e fazer crescer um mundo fraterno, no qual reine a paz entre todos os povos.

Como os primeiros discípulos, confiemos na intercessão da Virgem Maria, Morada do Espírito Santo e Mãe da Igreja.

Pentecostes
(Igreja de Santa Maria dell' Anima, Roma)

Fonte: Santa Sé.

Domingo de Pentecostes no Vaticano (2026)

Na manhã do dia 24 de maio de 2026 o Papa Leão XIV celebrou a Missa da Solenidade de Pentecostes na Basílica de São Pedro.

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor Ján Dubina. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Procissão de entrada

Incensação

Saudação inicial

Homilia do Papa: Domingo de Pentecostes (2026)

Santa Missa na Solenidade de Pentecostes
Homilia do Papa Leão XIV
Basílica de São Pedro
Domingo, 24 de maio de 2026

Queridos irmãos e irmãs,
O Tempo Pascal chega hoje, Solenidade de Pentecostes, ao seu cumprimento. Para evidenciar a unidade deste acontecimento de salvação, o Evangelho nos conduz novamente ao «primeiro dia da semana» (Jo 20,19), isto é, àquele dia novo no qual Jesus Ressuscitado aparece aos discípulos mostrando-lhes «as mãos e o lado» (v. 20). O Senhor revela o seu corpo glorioso, precisamente as suas chagas, as feridas da crucificação. Estes sinais da Paixão, mais eloquentes do que qualquer discurso, são transfigurados: Aquele que estava morto vive para sempre.

Ao ver o Senhor, também os discípulos voltam a viver: tinham se sepultado no Cenáculo cheios de medo, mas Jesus, apesar das portas fechadas, entra e os enche de alegria. Ele passa através da nossa morte, abre o sepulcro e o escancara onde já não havia saída para nós. Ao seu gesto, Cristo une a palavra: «A paz esteja convosco» (v. 19); e logo em seguida sopra sobre os discípulos o Espírito Santo. O Ressuscitado é pleno de vida: depois de ter mostrado a vida do corpo, como verdadeiro homem, doa a vida de Deus, como Filho amado do Pai, feito por nós irmão e Redentor. No mesmo Cenáculo onde instituiu a nova e eterna aliança, Jesus derrama o Espírito: o lugar da Ceia e da traição se transforma e, de sepulcro dos Apóstolos, torna-se para toda a Igreja seio de ressurreição. Por isso o Pentecostes é festa pascal e festa do corpo de Cristo, que por graça somos nós.


Ao celebrarmos este mistério, gostaria de me deter em três aspectos.

Em primeiro lugar, o Espírito do Ressuscitado é o Espírito da paz. Na sua Páscoa, com efeito, Cristo estabelece a paz entre Deus e a humanidade, e o Espírito Santo a infunde nos corações e a difunde pelo mundo. Esta paz provém do perdão e nos leva ao perdão: começa com o perdão doado pelo próprio Jesus, que foi traído, condenado e crucificado por nós. Surpreendendo-nos com o seu amor, precisamente Ele, o Ressuscitado, diz: «A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados» (Jo 20,23). Com estas palavras, Jesus nos confia uma obra divina, porque só Deus pode perdoar os pecados (cf. Mc 2,7). Essa autoridade é concedida no sinal de uma reconciliação universal: o Senhor derrama o Espírito da paz de um extremo ao outro da história, porque Aquele que redimiu todos da morte não exclui ninguém. O Espírito Santo, com efeito, é o Senhor que dá a vida desde o início da criação, quando pairava sobre as águas (cf. Gn 1,2), e agora, com a sua redenção, transforma a história do mundo: o Pentecostes verdadeiramente se cumpre como festa da nova Aliança, isto é, da aliança entre Deus e todos os povos da terra. Enquanto o ruído vindo do céu, o vento e as línguas de fogo no Cenáculo recordam os antigos sinais do Sinai (cf. At 2,2-3; Ex 19,16-19), a santa lei de Deus é escrita nos corações, gravada pelo Espírito com letras de amor na carne de Cristo e no seu corpo, que é a Igreja.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Catequeses do Jubileu 2025: Ressurreição 4

Concluindo a publicação das Catequeses do Jubileu Ordinário de 2025, “Jesus Cristo, nossa esperança”, trazemos as duas últimas meditações do Papa Leão XIV sobre “A Ressurreição de Cristo e os desafios do mundo de hoje”:

Papa Leão XIV
Audiência Geral
Quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
Jubileu 2025: Jesus Cristo, nossa esperança
4.7. A Ressurreição de Cristo e os desafios do mundo de hoje:
A Páscoa de Jesus Cristo, resposta definitiva à questão da nossa morte

Queridos irmãos e irmãs, bom dia! Sejam todos bem-vindos!
O mistério da morte sempre suscitou profundos questionamentos no ser humano. Com efeito, ela parece ser o acontecimento mais natural e, ao mesmo tempo, mais antinatural que existe. É natural, porque na terra todos os seres vivos morrem. É antinatural, porque o desejo de vida e de eternidade que sentimos por nós mesmos e pelas pessoas que amamos nos faz ver a morte como uma condenação, como um “contrassenso”.

Muitos povos antigos desenvolveram ritos e costumes ligados ao culto dos mortos, para acompanhar e recordar aqueles que se encaminhavam ao mistério supremo. Hoje, porém, se verifica uma tendência diferente. A morte parece uma espécie de tabu, um acontecimento a manter distante; algo de que falar em voz baixa, para evitar perturbar a nossa sensibilidade e tranquilidade. Por isso, muitas vezes se evita até mesmo visitar os cemitérios, onde quem nos precedeu repousa à espera da ressurreição.

O Ressuscitado conduz as almas dos justos ao Paraíso
(Nikolay Koshelev, detalhe)

Portanto, o que é a morte? É realmente a última palavra sobre a nossa vida? Só o ser humano se coloca esta pergunta, porque somente ele sabe que deve morrer. Mas ser consciente disso não o salva da morte; antes, em certo sentido, isso o “sobrecarrega” em relação a todas as outras criaturas vivas. Os animais sofrem, certamente, e percebem que a morte está próxima, mas não sabem que a morte faz parte do seu destino. Não se interrogam sobre o sentido, sobre o fim, sobre o resultado da vida.

Constatando esse aspecto, deveríamos então pensar que somos criaturas paradoxais, infelizes, não só porque morremos, mas também porque temos a certeza de que este acontecimento ocorrerá, embora ignoremos como e quando. Descobrimo-nos conscientes e, ao mesmo tempo, impotentes. Provavelmente é daqui que provêm as frequentes repressões, as fugas existenciais perante a questão da morte.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Regina Coeli: Ascensão do Senhor - Ano A (2026)

Papa Leão XIV
Regina Coeli
Praça de São Pedro
Domingo, 17 de maio de 2026

Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
Hoje, em muitos países do mundo, celebra-se a Solenidade da Ascensão do Senhor.

A imagem de Jesus que - como diz o texto bíblico (cf. At 1,1-11) -, elevando-se da terra, sobe ao Céu, poderia nos levar a perceber esse Mistério como um acontecimento distante. Contudo, não é assim. Na realidade, estamos unidos a Jesus como os membros à cabeça, em um único corpo, e a sua Ascensão ao Céu também nos atrai, com Ele, para a plena comunhão com o Pai. A este respeito, Santo Agostinho afirmava: «A precedência da cabeça constitui a esperança dos membros» (Sermo 265, 1.2).

Toda a vida de Cristo é um movimento de ascensão, que abraça e envolve, através da sua humanidade, todo o cenário do mundo, elevando e resgatando o homem da sua condição de pecado, levando luz, perdão e esperança onde havia trevas, injustiça e desespero, para chegar à vitória definitiva da Páscoa, na qual o Filho de Deus «morrendo destruiu a morte e ressurgindo restaurou a vida» (Prefácio da Páscoa I).

A Ascensão, então, não nos fala de uma promessa distante, mas de um vínculo vivo, que também nos atrai para a glória celestial, alargando e elevando já nesta vida o nosso horizonte e aproximando cada vez mais a nossa maneira de pensar, de sentir e de agir à medida do coração de Deus.

E deste percurso de ascensão nós conhecemos o caminho (cf. Jo 14,1-6). Encontramo-lo em Jesus, na dádiva da sua vida, nos seus exemplos e nos seus ensinamentos, assim como o vemos traçado na Virgem Maria e nos santos: aqueles que a Igreja nos apresenta como modelos universais e aqueles - como o Papa Francisco gostava de dizer - «ao pé da porta» (cf. Exortação Apostólica Gaudete et exsultate, n. 7), com quem partilhamos o nosso dia-a-dia, pais, mães, avós, pessoas de todas as idades e condições, que com alegria e empenho se esforçam sinceramente por viver segundo o Evangelho.

Com eles, com o seu apoio e graças à sua oração, também nós podemos aprender a subir, dia após dia, para o Céu, fazendo objeto dos nossos pensamentos, como diz São Paulo, «tudo o que é verdadeiro... justo... amável» (Fl 4,8) e pondo em prática, com a ajuda de Deus, aquilo que “vimos e ouvimos” (cf. v. 9), fazendo crescer, em nós e à nossa volta, a vida divina que recebemos no Batismo e que nos atrai constantemente para o Alto, para o Pai, e difundindo no mundo frutos preciosos de comunhão e de paz.

Que Maria, Rainha do Céu, nos ajude, iluminando e guiando o nosso caminho a cada momento.

Ascensão do Senhor
(Igreja de Santa Maria dell' Anima, Roma)

Fonte: Santa Sé.

sábado, 23 de maio de 2026

Homilia do Papa Bento XVI: Pentecostes (2006)

Há cerca de 20 anos, no dia 04 de junho de 2006, o Papa Bento XVI (†2022) celebrou a Missa da Solenidade de Pentecostes na Praça de São Pedro. Confira a seguir sua homilia na ocasião:

Solenidade de Pentecostes
Homilia do Papa Bento XVI
Praça de São Pedro
Domingo, 04 de junho de 2006

Queridos irmãos e irmãs,
No dia de Pentecostes o Espírito Santo desceu com poder sobre os Apóstolos; teve início assim a missão da Igreja no mundo. O próprio Jesus tinha preparado os Onze para esta missão aparecendo-lhes várias vezes depois da sua Ressurreição (cf. At 1,3). Antes da Ascensão ao Céu, ordenou que “não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem que se realizasse a promessa do Pai” (cf. vv. 4-5); isto é, pediu que permanecessem juntos para se prepararem a receber o dom do Espírito Santo. E eles se reuniram em oração com Maria no Cenáculo à espera do acontecimento prometido (cf. v. 14).

Permanecer juntos foi a condição posta por Jesus para receber o dom do Espírito Santo; pressuposto da sua concórdia foi uma prolongada oração. Encontramos delineada assim uma formidável lição para toda comunidade cristã. Às vezes se pensa que a eficiência missionária dependa principalmente de uma atenta programação e da sucessiva realização inteligente através de um empenho concreto. Certamente o Senhor pede a nossa colaboração, mas antes de qualquer resposta nossa é necessária a sua iniciativa: é o seu Espírito o verdadeiro protagonista da Igreja. As raízes do nosso ser e do nosso agir estão no silêncio sábio e providente de Deus.


As imagens que São Lucas usa para indicar o irromper do Espírito Santo - o vento e o fogo - recordam o Sinai, onde Deus tinha se revelado ao povo de Israel e lhe tinha concedido a sua aliança (cf. Ex 19,3ss). A festa do Sinai, que Israel celebrava cinquenta dias depois da Páscoa, era a festa da Aliança. Falando de línguas de fogo (cf. At 2,3), São Lucas quer representar o Pentecostes como um novo Sinai, como a festa da nova Aliança, na qual a Aliança com Israel é estendida a todos os povos da Terra. A Igreja é católica e missionária desde a sua origem. A universalidade da salvação é evidenciada significativamente pelo elenco das numerosas etnias a que pertencem aqueles que escutam o primeiro anúncio dos Apóstolos (cf. vv. 9-11).

Homilia do Papa João Paulo II: Pentecostes (2001)

Há cerca de 25 anos, no dia 03 de junho de 2001, o Papa São João Paulo II (†2005) celebrou a Missa da Solenidade de Pentecostes na Praça de São Pedro.

Na ocasião teve lugar a transladação do corpo do Papa João XXIII (†1963): após sua Beatificação no dia 03 de setembro de 2000, com efeito, seu corpo foi depositado na Basílica Vaticana, sob o altar de São Jerônimo. Em 2014, por sua vez, este seria canonizado junto com o próprio João Paulo II.

Confira a seguir a homilia do Papa polonês durante a celebração:

Missa na Solenidade de Pentecostes
Transladação da urna com o corpo do Beato João XXIII, Papa
Homilia do Papa João Paulo II
Praça de São Pedro
Domingo, 03 de junho de 2001

1. «Todos ficaram cheios do Espírito Santo» (At 2,4).
Assim aconteceu em Jerusalém no dia de Pentecostes. Hoje, reunidos nesta Praça, centro do mundo católico, nós revivemos o clima daquele dia. Também no nosso tempo, como no Cenáculo de Jerusalém, a Igreja é atravessada por um “vento impetuoso”. Ela experimenta o sopro divino do Espírito, que a abre para a evangelização do mundo.

Por uma feliz coincidência, na Solenidade de hoje temos a alegria de acolher, junto ao altar, os veneráveis restos mortais do Beato João XXIII, que Deus plasmou com o seu Espírito, fazendo dele uma admirável testemunha do seu amor. Este meu venerado predecessor faleceu há 38 anos, no dia 03 de junho de 1963, precisamente enquanto na Praça de São Pedro uma imensa multidão de fiéis rezava, espiritualmente reunida em torno do seu leito de morte. A celebração de hoje se une a essa oração e, enquanto comemoramos o trânsito deste Beato Pontífice, louvamos a Deus que o doou à Igreja e ao mundo.


Como sacerdote, como Bispo e como Papa, o Beato Ângelo Roncalli foi extremamente dócil à ação do Espírito, que o guiou pelo caminho da santidade. Por isso, na comunhão viva dos Santos, queremos celebrar a Solenidade de Pentecostes em singular sintonia com ele, deixando-nos acompanhar por algumas das suas inspiradas reflexões.

2. «A luz do Espírito Santo irrompe das primeiras palavras do Livro dos Atos dos Apóstolos... A marcha impetuosa do Divino Espírito precede e acompanha os evangelizadores, penetrando na alma de quem os escuta e dilatando as tendas da Igreja Católica até os extremos confins da terra, percorrendo todos os séculos da história» (Discursos, Mensagens e Colóquios do Papa João XXIII, II, p. 398).

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Regina Coeli: VI Domingo da Páscoa - Ano A (2026)

Papa Leão XIV
Regina Coeli
Praça de São Pedro
Domingo, 10 de maio de 2026

Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
Hoje, no Evangelho (Jo 14,15-21), escutamos algumas palavras que Jesus dirige aos seus discípulos durante a Última Ceia. Ao fazer do pão e do vinho o sinal vivo do seu amor, Cristo diz: «Se me amais, guardareis os meus mandamentos» (v. 15). Esta afirmação nos liberta de um equívoco, ou seja, da ideia de sermos amados se observarmos os mandamentos: a nossa justiça seria então condição para o amor de Deus. Pelo contrário, é o amor de Deus a condição para a nossa justiça. Observamos verdadeiramente os mandamentos, segundo a vontade de Deus, se reconhecermos o seu amor por nós, tal como Cristo o revela ao mundo. As palavras de Jesus, portanto, são um convite à relação, não uma chantagem ou uma incerteza.

Eis porque o Senhor manda que nos amemos uns aos outros como Ele nos amou (cf. Jo 13,34): é o amor de Jesus que gera em nós o amor. O próprio Cristo é o critério, o paradigma do verdadeiro amor: que é fiel para sempre, puro e incondicional; que não conhece nem “mas” nem “talvez”; que se doa sem querer possuir; que dá vida sem tomar nada em troca. Porque Deus nos ama primeiro, também nós podemos amar; e, quando amamos de verdade a Deus, amamo-nos de verdade uns aos outros. Acontece como com a vida: só quem a recebeu pode viver, e assim só quem foi amado pode amar. Os mandamentos do Senhor, portanto, são uma regra de vida que nos cura dos falsos amores; são um estilo espiritual, que é caminho para a salvação.

Precisamente porque nos ama, o Senhor não nos deixa sozinhos nas provações da vida: promete-nos o Paráclito, ou seja, o Advogado defensor, o «Espírito da Verdade» (Jo 14,17). É um dom que «o mundo não é capaz de receber» (ibid.) enquanto se obstinar no mal que oprime o pobre, exclui o fraco, mata o inocente. Quem, pelo contrário, corresponde ao amor que Jesus nutre por todos, encontra no Espírito Santo um aliado que nunca falha: «Vós o conheceis - diz Jesus -, porque Ele permanece junto de vós e estará dentro de vós» (ibid.). Então, podemos testemunhar sempre e em toda a parte Deus que é amor: esta palavra não significa uma ideia da mente humana, mas a realidade da vida divina, pela qual todas as coisas foram criadas do nada e salvas da morte.

Ao nos oferecer o amor verdadeiro e eterno, Jesus partilha conosco a sua identidade de Filho amado: «Eu estou no meu Pai e vós em mim e Eu em vós» (v. 20). Esta envolvente comunhão de vida desmente o Acusador, ou seja, o adversário do Paráclito, o espírito contrário ao nosso defensor. Com efeito, enquanto o Espírito Santo é força de verdade, este Acusador é «pai da mentira» (Jo 8,44), que deseja opor o homem a Deus e os homens entre si: precisamente o contrário do que faz Jesus, salvando-nos do mal e unindo-nos como povo de irmãos e irmãs na Igreja.

Caríssimos, cheios de gratidão por este dom, confiemo-nos à intercessão da Virgem Maria, Mãe do Amor Divino.

Jesus com os Apóstolos durante a Última Ceia
(Eugène Burnand)

Fonte: Santa Sé.

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Catequeses do Jubileu 2025: Ressurreição 3

Quase concluindo a publicação das Catequeses do Papa Leão XIV durante o Jubileu Ordinário de 2025, “Jesus Cristo, nossa esperança”, confira nesta postagem a quinta e a sexta meditações sobre “A Ressurreição de Cristo e os desafios do mundo de hoje”:

Papa Leão XIV
Audiência Geral
Quarta-feira, 19 de novembro de 2025
Jubileu 2025: Jesus Cristo, nossa esperança
4.5. A Ressurreição de Cristo e os desafios do mundo de hoje:
Espiritualidade pascal e ecologia integral

Queridos irmãos e irmãs, bom dia e bem-vindos!
Neste Ano jubilar dedicado à esperança estamos refletindo sobre a relação entre a Ressurreição de Cristo e os desafios do mundo atual, ou seja, os nossos desafios. Às vezes Jesus, o Vivente, quer perguntar também a nós: «Por que choras? A quem procuras?». Com efeito, os desafios não podem ser enfrentados sozinhos e as lágrimas são um dom de vida quando purificam os nossos olhos e libertam a nossa vista.

O evangelista João chama a nossa atenção para um detalhe que não encontramos nos outros Evangelhos: chorando junto ao túmulo vazio, Maria Madalena não reconheceu imediatamente Jesus Ressuscitado, mas pensou que fosse o guardião do jardim. Com efeito, já ao narrar o sepultamento de Jesus, no entardecer da Sexta-feira Santa, o texto era muito específico: «No lugar onde Jesus foi crucificado havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus» (Jo 19,41-42).

O Ressuscitado e Madalena no jardim
(Pieter van Lint)

Termina assim, na paz do sábado e na beleza de um jardim, a dramática luta entre trevas e luz desencadeada pela traição, a prisão, o abandono, a condenação, a humilhação e a morte do Filho, que «tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim» (Jo 13,1). Cultivar e cuidar do jardim é a tarefa original (cf. Gn 2,15) que Jesus levou a cumprimento. A sua última palavra na cruz - «Tudo está consumado» (Jo 19,30) - convida cada um a reencontrar a mesma tarefa, a sua tarefa. Por isso, «inclinando a cabeça, entregou o espírito» (ibid.).

sábado, 16 de maio de 2026

Homilia do Papa João Paulo II: Ascensão do Senhor (2001)

Há cerca de 25 anos, no dia 24 de maio de 2001, o Papa São João Paulo II (†2005) celebrou a Missa da Solenidade da Ascensão do Senhor (Ano C) na Basílica de São Pedro por ocasião do encerramento do Consistório Extraordinário, isto é, a reunião com os Cardeais para refletir sobre a missão da Igreja no terceiro milênio.

Confira a seguir a homilia do Papa durante a celebração:

Solenidade da Ascensão do Senhor
Concelebração Eucarística no Encerramento do Consistório Extraordinário
Homilia do Papa João Paulo II
Basílica de São Pedro
Quinta-feira, 24 de maio de 2001

Senhores Cardeais,
Venerados irmãos no Episcopado,
Caríssimos irmãos e irmãs,
1. Estamos reunidos em torno do altar do Senhor para celebrar a sua Ascensão ao Céu. Escutamos as suas palavras: «Recebereis o poder do Espírito Santo que descerá sobre vós, para serdes minhas testemunhas... até os confins da terra» (At 1,8). Há dois mil anos estas palavras do Senhor Ressuscitado impelem a Igreja a “fazer-se ao largo” na história, tornando-a contemporânea de todas as gerações, transformando-a no fermento de todas as culturas do mundo.


Voltamos a ouvi-las hoje para acolher com renovado fervor o mandato «Duc in altum!» - «Faz-te ao largo!», «Avança para águas mais profundas» - que um dia Jesus dirigiu a Pedro (cf. Lc 5,4): um mandato que desejei fazer ressoar em toda a Igreja na Carta Apostólica Novo millennio ineunte e que, à luz desta Solenidade litúrgica, adquire um significado ainda mais profundo. O “altum rumo ao qual a Igreja deve caminhar não é apenas um compromisso missionário mais vigoroso, mas antes ainda um empenho contemplativo mais intenso. Também nós somos convidados, como os Apóstolos, testemunhas da Ascensão, a fixar o olhar no rosto de Cristo, elevado no esplendor da glória divina.

Certamente contemplar o céu não significa esquecer a terra. Caso se apresentasse esta tentação, bastaria escutar novamente os «dois homens vestidos de branco» da passagem do Evangelho de hoje: «Por que ficais aqui, parados, olhando para o céu?» (At 1,11). A contemplação cristã não nos subtrai ao compromisso histórico. O “céu” da Ascensão de Jesus não é distância, mas ocultamento e custódia de uma presença que nunca nos abandona, até que Ele venha na glória. Entretanto, é a hora exigente do testemunho, para que em nome de Cristo «sejam anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações» (Lc 24,47).

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Festa da Invenção da Santa Cruz em Jerusalém (2026)

Nos dias 06 e 07 de maio de 2026 o Custódio da Terra Santa, Padre Francesco Ielpo, presidiu as celebrações da Festa da Invenção da Santa Cruz na Gruta de Santa Helena sob a Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém: as I Vésperas na tarde do dia 06 e a Missa na manhã do dia 07.

A Festa da Invenção da Santa Cruz (Inventio Sanctae Crucis), com efeito, recorda a descoberta (em latim, inventio) das supostas relíquias da Cruz por Santa Helena. Para saber mais, confira nossa postagem sobre a história da Festa da Exaltação da Santa Cruz.

06 de maio: I Vésperas

Procissão até a Gruta de Santa Helena

Oração das Vésperas

07 de maio: Missa

Procissão de entrada

Regina Coeli: V Domingo da Páscoa - Ano A (2026)

Papa Leão XIV
Regina Coeli
Praça de São Pedro
Domingo, 03 de maio de 2026

Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
No Tempo Pascal, assim como a Igreja nascente, recordamos as palavras de Jesus que revelam todo o seu significado à luz da sua Paixão, Morte e Ressurreição. O que antes escapava aos discípulos ou lhes causava perturbação, agora ressurge na memória, aquece o coração e dá esperança.

O Evangelho proclamado neste domingo (Jo 14,1-12) nos introduz no diálogo do Mestre com os seus, durante a Última Ceia. Em particular, ouvimos uma promessa que nos conecta desde já ao mistério da sua Ressurreição. Jesus diz: «Quando Eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que onde Eu estiver estejais também vós» (v. 3). Os Apóstolos descobrem assim que em Deus há lugar para cada um. Dois deles tinham-no experimentado desde o primeiro encontro com Jesus, junto ao rio Jordão, quando Ele se deu conta de que o seguiam e os convidou a ficar naquela tarde na sua casa (cf. Jo 1,39). Também agora, diante da morte, Jesus fala de uma casa, desta vez muito grande: é a casa do seu Pai e do nosso Pai, onde há lugar para todos. O Filho se descreve como o servo que prepara os aposentos, para que cada irmão e irmã, ao chegar, encontre o seu pronto e se sinta desde sempre esperado e finalmente encontrado.

Caríssimos, no mundo antigo em que ainda caminhamos, chamam a atenção os lugares exclusivos, as experiências ao alcance de poucos, o privilégio de entrar onde ninguém mais pode. Em vez disso, no mundo novo para onde o Ressuscitado nos leva, aquilo que tem maior valor está ao alcance de todos. Mas não por isso perde o seu encanto. Pelo contrário, aquilo que está acessível a todos agora gera alegria: a gratidão substitui a competição; a acolhida apaga a exclusão; a abundância já não implica desigualdade. Acima de tudo, ninguém é confundido com outra pessoa, ninguém está perdido. A morte ameaça apagar o nome e a memória, mas em Deus cada um é finalmente si mesmo. Na verdade, é este o lugar que procuramos durante toda a vida, por vezes dispostos a tudo para ter um pouco de atenção e reconhecimento.

«Tende fé», diz-nos Jesus. Eis o segredo! «Tendes fé em Deus, tende fé em mim também» (Jo 14,1). É precisamente esta fé que liberta o nosso coração da ansiedade de obter e de possuir, do engano de perseguir um lugar de prestígio para valer alguma coisa. Cada um já tem um valor infinito no mistério de Deus, que é a verdadeira realidade. Amando-nos uns aos outros como Jesus nos amou, oferecemos a nós mesmos essa consciência. É o mandamento novo: assim antecipamos o céu na terra, revelamos a todos que a fraternidade e a paz são o nosso destino. Com efeito, no meio de uma multidão de irmãos, no amor, cada um descobre ser único.

Peçamos, então, a Maria Santíssima, Mãe da Igreja, para que cada comunidade cristã seja uma casa aberta a todos e atenta a cada um.

Cristo em majestade com os Doze Apóstolos:
“Vou preparar um lugar para vós” (Jo 14,2)

Fonte: Santa Sé.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Catequeses do Jubileu 2025: Ressurreição 2

Prosseguindo com as reflexões do Papa Leão XIV sobre “A Ressurreição de Cristo e os desafios do mundo de hoje”, trazemos nesta postagem a terceira e a quarta meditações dessa que é a última seção do ciclo de Catequeses do Jubileu Ordinário de 2025, “Jesus Cristo, nossa esperança”:

Papa Leão XIV
Audiência Geral
Quarta-feira, 05 de novembro de 2025
Jubileu 2025: Jesus Cristo, nossa esperança
4.3. A Ressurreição de Cristo e os desafios do mundo de hoje:
A Páscoa dá esperança à vida quotidiana

Queridos irmãos e irmãs, bom dia! E bem-vindos todos!
A Páscoa de Jesus é um acontecimento que não pertence a um passado distante, agora sedimentado na tradição como tantos outros episódios da história humana. A Igreja nos ensina a fazer memória atualizadora da Ressurreição todos os anos no Domingo de Páscoa e todos os dias na Celebração Eucarística, durante a qual se realiza de forma mais plena a promessa do Senhor Ressuscitado: «Eis que Eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo» (Mt 28,20).

Por isso o Mistério Pascal constitui o eixo da vida do cristão, em torno do qual giram todos os outros acontecimentos. Podemos dizer, então, sem qualquer irenismo ou sentimentalismo, que todo dia é Páscoa. De que maneira?

«Ele não está aqui. Ressuscitou» (Mc 16,6) 
(Johann Georg Trautmann)

Vivemos a cada hora tantas experiências diferentes: dor, sofrimento, tristeza, entrelaçadas com alegria, admiração, serenidade. Mas em todas as situações o coração humano anseia pela plenitude, por uma felicidade profunda. Uma grande filósofa do século XX, Santa Teresa Benedita da Cruz, cujo nome era Edith Stein, que tanto aprofundou o mistério da pessoa humana, nos recorda esse dinamismo de constante busca da realização: «O ser humano anseia sempre por receber novamente o dom do ser, para poder aproveitar aquilo que o momento lhe dá e, ao mesmo tempo, lhe tira» (Essere finito ed Essere eterno: Per una elevazione al senso dell’essere, Roma, 1998, 387). Estamos imersos no limite, mas também nos esforçamos por superá-lo.

Posse do Arcebispo de Aparecida (2026)

Na tarde do sábado, 02 de maio de 2026, Dom Mário Antônio da Silva tomou posse como Arcebispo Metropolitano de Aparecida (SP) durante a Missa do V Domingo da Páscoa no Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, que também é a Catedral da Arquidiocese de Aparecida:

Dom Mário Antônio da Silva
Acolhida do Arcebispo: Veneração da cruz
Entronização da imagem de Nossa Senhora Aparecida
O Arcebispo toma posse da sua cátedra
Liturgia da Palavra

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Ordenações Episcopais em Roma (2026)

Na tarde do dia 02 de maio de 2026 o Papa Leão XIV celebrou a Missa do V Domingo da Páscoa (Ano A) na Basílica do Latrão, durante a qual conferiu a Ordenação Episcopal a quatro novos Bispo Auxiliares da Diocese de Roma: Stefano Sparapani, Alessandro Zenobbi, Andrea Carlevale e Marco Valenti, nomeados no dia 25 de fevereiro [1].

Os co-ordenantes foram os Cardeais Baldassare Reina, Vigário Geral da Diocese de Roma e Arcipreste da Basílica do Latrão, e Angelo De Donatis, Penitenciário-Mor (Vigário Geral de Roma de 2017 a 2024).

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor Massimiliano Matteo Boiardi. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Procissão de entrada
(Note-se em primeiro plano a Cruz Lateranense)
Ritos iniciais

Homilia
Propósitos dos eleitos