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quinta-feira, 23 de julho de 2026

Ordenações Presbiterais em Jerusalém (2026)

Na manhã da quarta-feira, 01 de julho de 2026, o Patriarca Latino de Jerusalém, Cardeal Pierbattista Pizzaballa, celebrou a Missa da Solenidade do Preciosíssimo Sangue de Jesus na Basílica da Agonia do Senhor no Getsêmani em Jerusalém [1], durante a qual conferiu a Ordenação Presbiteral a dez diáconos da Ordem dos Frades Menores (franciscanos).

Tradicionalmente as Ordenações Presbiterais em Jerusalém são celebradas no dia 29 de junho, Solenidade de São Pedro e São Paulo. Este ano, porém, foram adiadas porque o Cardeal Pizzaballa estava em Roma para o Consistório Extraordinário.

Procissão de entrada


O Patriarca espalha rosas vermelha sobre a Pedra da Agonia
Imagem da Agonia do Senhor na entrada da Basílica

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Ordenações Diaconais em Jerusalém (2026)

Na manhã do domingo, 21 de junho de 2026, o Patriarca Latino de Jerusalém, Cardeal Pierbattista Pizzaballa, presidiu a Missa para a Ordenação Diaconal de dez religiosos da Ordem dos Frades Menores (franciscanos) na igreja do Santíssimo Salvador em Jerusalém, sede da Custódia Franciscana da Terra Santa.

Foi celebrada a Missa Ritual das Ordenações com as leituras do dia: XII Domingo do Tempo Comum (Ano A).

Note-se em algumas fotos o altar lateral com a imagem e a relíquia de Santo Antônio de Pádua, patrono da Custódia da Terra Santa, cuja Solenidade foi celebrada no dia 13 de junho.

Procissão de entrada
Incensação
Liturgia da Palavra
Homilia
Promessa de obediência

terça-feira, 7 de julho de 2026

Ordenações Presbiterais em Milão (2026)

Na manhã do sábado, 13 de junho de 2026, o Arcebispo de Milão (Itália), Dom Mario Enrico Delpini, celebrou a Missa na Catedral Metropolitana da Natividade da Virgem Maria, o Duomo de Milão, para a Ordenação Presbiteral de 13 novos sacerdotes, 12 da Arquidiocese e 01 de um Instituto Missionário.

Foi celebrada a Missa Ritual das Ordenações, para a qual o Rito Ambrosiano (próprio dessa Arquidiocese) prescreve paramentos vermelhos (diferentemente do Rito Romano, no qual essa Missa é celebrada com paramentos brancos).

Procissão de entrada

Saudação inicial
Os candidatos durante os ritos iniciais
Promessa de obediência

terça-feira, 9 de junho de 2026

Domingo de Pentecostes em Istambul (2026)

No Patriarcado Ecumênico de Constantinopla a Divina Liturgia da Festa de Pentecostes foi presidida pelo Patriarca Bartolomeu no domingo, dia 31 de maio de 2026, na Catedral de São Jorge em Istambul (Turquia).

Neste ano de 2026, com efeito, a maioria das Igrejas Orientais (Católicas e Ortodoxas), devido ao uso de distintos calendários, celebraram a Páscoa no dia 12 de abril, uma semana após as comunidades de Rito Romano.

Durante a celebração o Patriarca conferiu a Ordenação Episcopal ao novo Bispo de Tamissos e Exarca Patriarcal na Lituânia, Panaretos Psaravtis.

Profissão de fé do Bispo eleito

Litania da Paz
Pequena Entrada
O Patriarca abençoa com o dikirion e o trikirion

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Ordenações Episcopais em Roma (2026)

Na tarde do dia 02 de maio de 2026 o Papa Leão XIV celebrou a Missa do V Domingo da Páscoa (Ano A) na Basílica do Latrão, durante a qual conferiu a Ordenação Episcopal a quatro novos Bispo Auxiliares da Diocese de Roma: Stefano Sparapani, Alessandro Zenobbi, Andrea Carlevale e Marco Valenti, nomeados no dia 25 de fevereiro [1].

Os co-ordenantes foram os Cardeais Baldassare Reina, Vigário Geral da Diocese de Roma e Arcipreste da Basílica do Latrão, e Angelo De Donatis, Penitenciário-Mor (Vigário Geral de Roma de 2017 a 2024).

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor Massimiliano Matteo Boiardi. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Procissão de entrada
(Note-se em primeiro plano a Cruz Lateranense)
Ritos iniciais

Homilia
Propósitos dos eleitos

Homilia do Papa: Ordenações Episcopais (2026)

Santa Missa com Ordenações Episcopais
Homilia do Papa Leão XIV
Basílica do Latrão
Sábado, 02 de maio de 2026

Foi celebrada a Missa do V Domingo da Páscoa (Ano A).

Amados irmãos e irmãs,
Unindo-nos a Cristo, nos tornamos uma casa sólida e hospitaleira: esta é a alegria que experimentamos sobretudo no Tempo Pascal e, de modo especial, hoje, celebrando a Ordenação de quatro novos Bispos Auxiliares da Diocese de Roma.

Esta Igreja tem uma vocação singular para a universalidade e a caridade, graças ao seu vínculo peculiar com Cristo, ressuscitado e vivo, fundamento do edifício espiritual de pedras vivas que é o povo santo de Deus. Assim, aproximar-se de Cristo significa aproximar-nos uns dos outros e crescermos juntos na unidade: eis o Mistério que nos envolve e, a partir de dentro, transforma também a cidade. A serviço do seu dinamismo, trazido a Roma pelos Apóstolos Pedro e Paulo, os nossos irmãos Andrea, Stefano, Marco e Alessandro são ordenados Bispos. É uma festa de povo, pois eles provêm deste povo e do presbitério que, com amor, cuida dele.


A nossa Comunidade diocesana reúne-se hoje na invocação do Espírito Santo, que ungirá os novos Bispos, para que sejam plenamente consagrados ao serviço do Evangelho de Cristo. Ele é a pedra rejeitada que, escolhida por Deus, «tornou-se a pedra angular» (1Pd 2,4.7; cf. Sl 117,22).

Aos primeiros cristãos essa metáfora, tão familiar porque está presente em um salmo, devia parecer particularmente reveladora. O Messias Jesus foi rejeitado não só porque não era reconhecido como Filho de Deus, mas antes ainda porque tinha assumido a condição de criatura, considerada indigna de Deus. Fiel a esta senda de amor misericordioso, Ele ia à procura das ovelhas perdidas, sentava-se à mesa com elas, desarmava as mãos e os corações que queriam apedrejá-las. Desse modo, como diz o Evangelho proclamado nesta Liturgia, o Filho mostrou o rosto do Pai: é n’Ele que se cumprem as suas obras. « Há tanto tempo estou convosco, e não me conheces, Felipe? Quem me viu, viu o Pai. Como é que tu dizes: “Mostra-nos o Pai”? Não acreditas que Eu estou no Pai e o Pai está em mim?» (Jo 14,9-10).

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Ordenações Presbiterais no Vaticano (2026)

Na manhã do dia 26 de abril de 2026 o Papa Leão XIV celebrou a Missa do IV Domingo da Páscoa (Ano A) na Basílica de São Pedro, durante a qual conferiu a Ordenação Presbiteral a 10 novos sacerdotes, sendo oito da Diocese de Roma.

Na mesma ocasião, com efeito, se celebrou o 63º Dia Mundial de Oração pelas Vocações.

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor Yala Banorani Djetaba. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Procissão de entrada
Incensação da cruz e do altar
Ritos iniciais


Homilia do Papa: Ordenações Presbiterais (2026)

Santa Missa com Ordenações Presbiterais
Homilia do Papa Leão XIV
Basílica de São Pedro
Domingo, 26 de abril de 2026

Foi celebrada a Missa do IV Domingo da Páscoa (Ano A).

Queridos irmãos e irmãs,
Com esta saudação dirijo-me em particular àqueles que agora foram apresentados e que receberão a Ordenação Presbiteral, aos seus familiares, aos presbíteros de Roma - muitos dos quais recordam a própria Ordenação neste IV Domingo da Páscoa -, e a todos os presentes.

Este é um domingo cheio de vida! Ainda que a morte nos rodeie, a promessa de Jesus já se cumpre: «Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância» (Jo 10,10). Na disponibilidade dos jovens, que hoje a Igreja pede que sejam ordenados presbíteros, encontramos muita generosidade e entusiasmo. Ao nos reunirmos, tão numerosos e diversos, em torno do único Mestre, sentimos uma força que nos regenera. É o Espírito Santo, que une pessoas e vocações na liberdade, para que ninguém viva mais para si mesmo. O domingo - todos os domingos - nos chama para fora do “sepulcro” do isolamento, do fechamento, para que nos encontremos no jardim da comunhão, do qual o Ressuscitado é o guardião.


O serviço do sacerdote, sobre o qual a vocação destes irmãos nos convida a refletir, é um ministério de comunhão. A “vida em abundância”, com efeito, vem a nós no encontro profundamente íntimo com a pessoa do Filho, mas abre imediatamente os nossos olhos para um povo de irmãos e irmãs que já experimentam, ou que ainda procuram, o «poder de se tornarem filhos de Deus» (Jo 1,12). Eis aqui um primeiro segredo na vida do sacerdote. Caríssimos ordenandos, quanto mais profundo for o vosso vínculo com Cristo, tanto mais radical será a vossa pertença à humanidade comum. Não há oposição, nem competição, entre o céu e a terra: em Jesus, eles se unem para sempre. Esse mistério vivo e dinâmico compromete o coração em um amor indissolúvel: o compromete e o preenche. É claro que, tal como o amor dos cônjuges, também o amor que inspira o celibato pelo Reino de Deus deve ser cuidado e sempre renovado, pois todo o verdadeiro afeto amadurece e se torna fecundo com o tempo. Vós sois chamados a um específico, delicado e difícil modo de amar e, mais ainda, de vos deixardes amar, na liberdade. Um modo que poderá fazer de vós, além de bons sacerdotes, também cidadãos honestos, disponíveis, construtores de paz e de amizade social.

domingo, 3 de maio de 2026

Homilia do Papa João Paulo II: V Domingo da Páscoa (2001)

Há cerca de 25 anos, no dia 13 de maio de 2001, o Papa São João Paulo II (†2005) celebrou a Missa do V Domingo da Páscoa (Ano C) na Basílica de São Pedro, durante a qual conferiu a Ordenação Presbiteral a 34 novos sacerdotes [1].

Reproduzimos aqui a homilia do Papa polonês na ocasião:

Santa Missa com Ordenações Presbiterais
Homilia do Papa João Paulo II
Basílica de São Pedro
Domingo, 13 de maio de 2001

1. «Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros» (Jo 13,35).
O Evangelho deste V Domingo da Páscoa nos conduz de novo à intimidade do Cenáculo. Ali, durante a Última Ceia, Cristo instituiu o sacramento da Eucaristia e o Sacerdócio da Nova Aliança e deixou aos seus o «novo mandamento» do amor. Hoje revivemos a intensa atmosfera espiritual daquela hora extraordinária. As palavras do Senhor aos seus discípulos são dirigidas particularmente a vós, caríssimos candidatos ao Presbiterado, convidados a receber esta manhã o seu testamento de amor e de serviço.


Nós aqui presentes vos abraçamos com afeto. Ao vosso lado se encontram antes de tudo os vossos familiares e amigos, aos quais dirijo a minha mais cordial saudação. Em torno a vós está espiritualmente reunida toda a comunidade da Diocese de Roma, na qual realizastes o vosso itinerário de formação. Acompanham-vos neste passo decisivo os Reitores, os professores e os vossos educadores do Pontifício Seminário Romano Maior, do Almo Colégio Capranica, do Seminário “Redemptoris Mater”, do Seminário dos Oblatos Filhos de Nossa Senhora do Divino Amor, do Instituto dos Missionários “Identes” e do Instituto dos Filhos de Santa Ana.

Com especial reconhecimento me dirijo aos responsáveis pela vossa formação. Deles se fez intérprete o Cardeal Vigário no início da celebração [2]. Através dele, a quem agradeço de coração, gostaria de fazer chegar a minha viva gratidão a quantos trabalham ativamente no campo vocacional nesta Diocese.

domingo, 26 de abril de 2026

Homilia do Papa Bento XVI: IV Domingo da Páscoa (2006)

Há cerca de 20 anos, no dia 07 de maio de 2006, o Papa Bento XVI (†2022) celebrou a Missa do IV Domingo da Páscoa (Ano B), o “Domingo do Bom Pastor”, na Basílica de São Pedro, durante a qual conferiu a Ordenação Presbiteral a quinze novos sacerdotes [1].

Na mesma ocasião, com efeito, se celebrou o 43º Dia Mundial de Oração pelas Vocações.

Reproduzimos aqui sua homilia durante a celebração:

43º Dia Mundial de Oração pelas Vocações
Santa Missa com Ordenações Presbiterais
Homilia do Papa Bento XVI
Basílica de São Pedro
Domingo, 07 de maio de 2006

Queridos irmãos e irmãs,
Caros ordenandos,
1. Nesta hora na qual vós, caros amigos, mediante o Sacramento da Ordenação sacerdotal, sois introduzidos como pastores a serviço do Pastor supremo, Jesus Cristo, é o próprio Senhor que nos fala no Evangelho do serviço em favor do rebanho de Deus.

A imagem do pastor vem de longe. No Antigo Oriente os reis costumavam designar a si mesmos como pastores dos seus povos. No Antigo Testamento, Moisés e Davi, antes de serem chamados a se tornar chefes e pastores do Povo de Deus, foram efetivamente pastores de rebanhos. Nas dificuldades do período do exílio, diante do fracasso dos pastores de Israel, isto é, dos chefes políticos e religiosos, Ezequiel traçou a imagem do próprio Deus como Pastor do seu povo. Através do profeta, Deus disse: «Como o pastor toma conta do rebanho... assim vou cuidar de minhas ovelhas e vou resgatá-las de todos os lugares em que foram dispersadas em um dia de nuvens e escuridão» (Ez 34,12).

Note-se a imagem do Bom Pastor na mitra

Agora Jesus anuncia que esta hora chegou: Ele mesmo é o Bom Pastor no qual o próprio Deus cuida da sua criatura, o homem, reunindo os seres humanos e conduzindo-os à verdadeira pastagem. São Pedro, a quem o Senhor Ressuscitado tinha dado a missão de apascentar as suas ovelhas, de se tornar pastor com Ele e por Ele, qualifica Jesus como o «archipoimen», o Pastor Supremo (1Pd 5,4), e assim pretende dizer que só é possível ser pastor do rebanho de Jesus Cristo por meio d’Ele e na mais íntima comunhão com Ele. É precisamente isto que se exprime no Sacramento da Ordenação: mediante o Sacramento, o sacerdote é totalmente inserido em Cristo para que, partindo d’Ele e agindo em vista d’Ele, realize em comunhão com Cristo o serviço do único Pastor, Jesus, em quem Deus, como homem, quer ser o nosso Pastor.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Homilia do Papa Bento XVI: Missa Crismal (2006)

Há cerca de 20 anos, na manhã da Quinta-feira Santa, 13 de abril de 2006, o Papa Bento XVI (†2022) celebrou a Missa Crismal (Missa dos Santos Óleos) na Basílica de São Pedro. Reproduzimos aqui sua homilia na ocasião:

Santa Missa Crismal
Homilia do Papa Bento XVI
Basílica de São Pedro
Quinta-feira Santa, 13 de abril de 2006

Caros irmãos no Episcopado e no Sacerdócio,
Queridos irmãos e irmãs,
1. A Quinta-feira Santa é o dia no qual o Senhor confiou aos Doze a tarefa sacerdotal de celebrar, no pão e no vinho, o Sacramento do seu Corpo e do seu Sangue até a sua volta. O cordeiro pascal e todos os sacrifícios da Antiga Aliança são substituídos pelo dom do seu Corpo e do seu Sangue, pelo dom de si mesmo. Assim, o novo culto se fundamenta no fato de que, antes de tudo, Deus nos concede um dom e nós, repletos deste dom, nos tornamos seus: a criação regressa ao Criador. Assim, também o sacerdócio se tornou uma coisa nova: não é mais questão de descendência, mas um encontrar-se no mistério de Jesus Cristo.


Ele é sempre Aquele que doa e nos eleva, nos atrai a si. Somente Ele pode dizer: «Isto é o meu Corpo - Isto é o meu Sangue». O mistério do sacerdócio da Igreja se encontra no fato de que nós, pobres seres humanos, em virtude do Sacramento podemos falar com o seu Eu: in persona Christi. Ele quer exercer o seu sacerdócio através de nós. Este mistério comovedor, que em cada celebração do Sacramento nos toca novamente, nós o recordamos de maneira particular na Quinta-feira Santa. Para que a vida quotidiana não desperdice o que é grande e misterioso, temos necessidade dessa lembrança específica, precisamos retornar àquela hora em que Ele impôs as suas mãos sobre nós e nos tornou participantes desse mistério.

Homilia do Papa João Paulo II: Missa Crismal (2001)

Há cerca de 25 anos, na manhã da Quinta-feira Santa, 12 de abril de 2001, o Papa São João Paulo II (†2005) celebrou a Missa Crismal (Missa dos Santos Óleos) na Basílica de São Pedro. Reproduzimos aqui sua homilia na ocasião:

Santa Missa Crismal
Homilia do Papa João Paulo II
Basílica de São Pedro
Quinta-feira Santa, 12 de abril de 2001

1. «Spiritus Domini super me, eo quod unxerit Dominus me» - «O Espírito do Senhor está sobre mim, porque o Senhor me ungiu» (Is 61,1).

Nestes versículos, tomados do Livro de Isaías, está contido o “fio-condutor” da Missa Crismal. A nossa atenção se concentra sobre a unção, dado que daqui a pouco serão abençoados o Óleo dos Catecúmenos, o Óleo dos Enfermos e o Crisma.

Vivemos esta manhã uma festa particular no sinal do «óleo da alegria» (Sl 44,8). É festa do povo de Deus, que hoje fixa o olhar no mistério da unção, que marca a vida de cada cristão, a partir do dia do Batismo.


É festa, de maneira especial, de todos nós, caríssimos e venerados irmãos no Sacerdócio, ordenados presbíteros para o serviço do povo cristão. Agradeço-vos cordialmente pela vossa numerosa presença em torno do altar da Confissão de São Pedro. Vós representais o presbitério romano e, em certo sentido, o presbitério do mundo.

Celebramos a Missa Crismal às portas do Tríduo Pascal, centro e ápice do Ano Litúrgico. Este sugestivo rito toma a sua luz, por assim dizer, do Cenáculo, isto é, do mistério de Cristo Sacerdote, que na Última Ceia se consagra a si mesmo, antecipando o sacrifício cruento do Gólgota. É da Mesa eucarística que desce a sagrada unção. O Espírito divino difunde o seu místico perfume em toda a casa (cf. Jo 12,3), isto é, na Igreja, e torna especialmente os sacerdotes participantes da mesma consagração de Jesus (cf. Coleta).

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Ordenação do Bispo da Eparquia Ucraniana de Paris

Na quinta-feira, 18 de dezembro de 2025, o Arcebispo Maior da Igreja Greco-Católica Ucraniana, Dom Sviatoslav Shevchuk (Святосла́в Шевчу́к), celebrou a Divina Liturgia em Rito Bizantino na igreja de São Sulpício (Saint-Sulpice) em Paris (França) para a Ordenação Episcopal de Dom Ihor Rantsya (Ігор Ранця), nomeado Bispo da Eparquia de São Vladimir o Grande em Paris dos Ucranianos.

Os co-ordenantes foram Dom Borys Gudziak (Борис Ґудзяк), Arcebispo da Metropolia de Filadélfia dos Ucranianos (EUA) e primeiro Bispo da Eparquia de Paris (2013-2019) e Dom Hlib Lonchyna (Гліб Лончи́на), Bispo Emérito da Eparquia da Sagrada Família em Londres dos Ucranianos (Inglaterra), que serviu como Administrador Apostólico da Eparquia de Paris desde 2019.

Dom Ihor Rantsya (47 anos) desde 2022 era o Protossincelo (Vigário Geral) da Eparquia, a qual possui  jurisdição sobre os fiéis greco-católicos ucranianos na França, Suíça e Benelux (Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo).

Insígnias do novo Bispo
Procissão de entrada
Profissão de fé do Bispo eleito

O Arcebispo Maior abençoa os fiéis

sexta-feira, 31 de outubro de 2025

Ordenação Episcopal do Núncio Apostólico no Iraque (2025)

Na tarde do dia 26 de outubro de 2025 o Papa Leão XIV presidiu no altar da Cátedra da Basílica de São Pedro a Missa para a Ordenação Episcopal de Dom Mirosław Stanisław Wachowski, até então Subsecretário para as Relações com os Estados, eleito Arcebispo Titular de Villamagna in Proconsulari e Núncio Apostólico no Iraque.

Os co-ordenantes foram Dom Paul Richard Gallagher, Secretário para as Relações com os Estados, e Dom Jerzy Mazur, Bispo de Ełk (Polônia), Diocese de origem do novo Núncio.

Foi celebrada a Missa Ritual das Ordenações com as leituras do XXX Domingo do Tempo Comum (Ano C), como é possível ver no livreto da celebração.

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor L'ubomir Welnitz.

Procissão de entrada

Liturgia da Palavra

Bênção com o Livro dos Evangelhos

Homilia do Papa: Ordenação Episcopal (2025)

Ordenação Episcopal de Dom Mirosław Stanisław Wachowski
Homilia do Papa Leão XIV
Basílica de São Pedro
Domingo, 26 de outubro de 2025

Foi celebrada a Missa Ritual das Ordenações com as leituras do dia (XXX Domingo do Tempo Comum, Ano C).

Caros irmãos e irmãs!
Hoje a Igreja de Roma se alegra junto com a Igreja universal, exultando pelo dom de um novo Bispo: Dom Mirosław Stanisław Wachowski, filho da terra polaca, Arcebispo Titular eleito de Villamagna in Proconsulari e Núncio Apostólico junto ao querido povo do Iraque.

O lema escolhido por ele - Gloria Deo Pax Hominibus - ressoa como eco do canto natalício dos anjos em Belém: «Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por Ele amados» (Lc 2,14). É o programa de uma vida: buscar sempre que a glória de Deus resplandeça na paz entre os homens. Este é o sentido profundo de toda vocação cristã e, de modo particular, daquela episcopal: tornar visível, com a própria vida, o louvor de Deus e o seu desejo de reconciliar o mundo consigo (cf. 2Cor 5,19).


A Palavra de Deus que acaba de ser proclamada nos apresenta algumas caraterísticas essenciais do ministério episcopal. O Evangelho (Lc 18,9-14) nos mostra dois homens que rezam no Templo: um fariseu e um publicano. O primeiro se apresenta com segurança, enumerando as próprias obras; o segundo permanece no fundo, sem ousar levantar o olhar, e confia tudo a uma só invocação: «Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador» (v. 13). Jesus diz que em realidade é ele, o publicano, a receber a graça e a salvação de Deus, porque «quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado» (v. 14).

A oração do pobre atravessa as nuvens, nos recorda o Eclesiástico: Deus escuta a súplica de quem se confia totalmente a Ele (cf. Eclo 35,15-22).

Esta é a primeira lição para todo Bispo: a humildade. Não a humildade das palavras, mas aquela que habita o coração de quem sabe ser servo, não patrão; pastor, não proprietário do rebanho.

quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Ordenações Diaconais em Milão (2025)

Na manhã do sábado, 04 de outubro de 2025, o Arcebispo de Milão (Itália), Dom Mario Enrico Delpini, celebrou a Missa da Festa de São Francisco de Assis [1] em Rito Ambrosiano (próprio dessa Arquidiocese) na Catedral Metropolitana da Natividade da Virgem Maria, o Duomo de Milão.

Durante a Missa teve lugar a Ordenação Diaconal de 20 seminaristas, 12 da Arquidiocese e 08 de institutos missionários.

Procissão de entrada (do Arcebispado até a Catedral)


Promessa de obediência
Ladainha de Todos os Santos