sábado, 12 de julho de 2025

Preciosíssimo Sangue de Jesus em Jerusalém (2025)

No dia 01 de julho de 2025 o até então Custódio da Terra Santa, Padre Francesco Patton, presidiu a Missa da Solenidade do Preciosíssimo Sangue de Jesus na Basílica da Agonia do Senhor no Getsêmani.

A celebração marcou a conclusão do mandato do Padre Patton como Custódio da Terra Santa, uma vez que no dia 24 de junho foi anunciada a nomeação do seu sucessor, Padre Francesco Ielpo. Confira uma breve biografia do Padre Patton no final desta postagem.

Procissão de entrada


O Custódio espalha rosas vermelhas sobre a Pedra da Agonia

sexta-feira, 11 de julho de 2025

Solenidade de São Pedro e São Paulo em Manila (2025)

Na Catedral Metropolitana da Imaculada Conceição em Manila (Filipinas) é costume que a Missa da Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo seja presidida pelo Núncio Apostólico, representante do Papa no país.

No domingo, 29 de junho de 2025, o Núncio nas Filipinas, Dom Charles John Brown, presidiu a Missa com a presença do Arcebispo de Manila, Cardeal Jose Fuerte Advincula, que assistiu a celebração revestido com vestes corais [1].

Imagens de São Pedro e São Paulo
Imagem de São Pedro ornada para a ocasião
Oração junto da imagem de São Pedro

Procissão de entrada

Solenidade de São Pedro e São Paulo em Jerusalém (2025)

No domingo, 29 de junho de 2025, o Patriarca Latino de Jerusalém, Cardeal Pierbattista Pizzaballa, celebrou a Missa da Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo na igreja do Santíssimo Salvador em Jerusalém, sede da Custódia Franciscana da Terra Santa, durante a qual conferiu a Ordenação Presbiteral a três diáconos da Ordem dos Frades Menores (franciscanos):

Procissão de entrada
Ritos iniciais
Evangelho
Homilia

quinta-feira, 10 de julho de 2025

Ângelus: Solenidade de São Pedro e São Paulo (2025)

Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo
Papa Leão XIV
Ângelus
Domingo, 29 de junho de 2025

Queridos irmãos e irmãs, bom domingo!
Hoje é a grande festa da Igreja de Roma, gerada pelo testemunho dos Apóstolos Pedro e Paulo e fecundada pelo seu sangue e pelo de muitos outros mártires. Também nos nossos dias, em todo o mundo, há cristãos que o Evangelho torna generosos e audazes, também à risco da própria vida. Existe, portanto, um ecumenismo de sangue, uma unidade invisível e profunda entre as Igrejas cristãs, mesmo que não vivam ainda uma comunhão plena e visível entre si. Por isso, nesta festa solene, quero confirmar que o meu serviço episcopal é um serviço à unidade e que a Igreja de Roma está empenhada, pelo sangue dos Santos Pedro e Paulo, em servir com amor a comunhão entre todas as Igrejas.

A pedra, da qual Pedro recebe até mesmo o próprio nome, é Cristo. Uma pedra rejeitada pelos homens e que Deus transformou em pedra angular. Esta Praça e as Basílicas Papais de São Pedro e São Paulo dizem-nos como este paradoxo continua sempre. Encontram-se no limite da antiga cidade, “fora dos muros”, como dizemos ainda hoje. O que hoje nos parece grande e glorioso foi primeiro descartado e expulso porque estava em contradição com a mentalidade mundana. Quem segue Jesus encontra-se percorrendo o caminho das bem-aventuranças, onde a pobreza de espírito, a mansidão, a misericórdia, a fome e sede de justiça, e o trabalho pela paz encontram oposição e até perseguição. No entanto, a glória de Deus brilha nos seus amigos e os vai moldando, ao longo do caminho, de conversão em conversão.

Queridos irmãos e irmãs, nos túmulos dos Apóstolos, destino milenar de peregrinação, descobrimos que também nós podemos viver de conversão em conversão. O Novo Testamento não esconde os erros, as contradições e os pecados daqueles que veneramos como os maiores entre os Apóstolos. Na verdade, a sua grandeza foi moldada pelo perdão. O Ressuscitado foi buscá-los, mais de uma vez, para colocá-los de novo no seu caminho. Jesus nunca chama apenas uma vez. É por isso que todos nós podemos sempre ter esperança, como também nos recorda o Jubileu.

Irmãs e irmãos, a unidade na Igreja e entre as Igrejas alimenta-se do perdão e da confiança mútua. A começar pelas nossas famílias e comunidades. Porque se Jesus confia em nós, também nós podemos confiar uns nos outros, em seu Nome. Que os Apóstolos Pedro e Paulo, junto à Virgem Maria, intercedam por nós, para que neste mundo dilacerado a Igreja seja casa e escola de comunhão.

São Pedro e São Paulo
(Fra Bartolomeo e Rafael Sanzio)

Fonte: Santa Sé.

Solenidade de São Pedro e São Paulo no Vaticano (2025)

No domingo, 29 de junho de 2025, o Papa Leão XIV presidiu a Missa da Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo na Basílica Vaticana, durante a qual abençoou e impôs os pálios aos Arcebispos Metropolitanos nomeados durante o último ano [1].

Confira nossa postagem com a lista dos 54 Arcebispos que receberam o pálio clicando aqui [2].

O Papa foi assistido por Dom Diego Giovanni Ravelli e pelo Monsenhor L'ubomir Welnitz. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Como de costume, a celebração contou com a presença de uma delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, presidida pelo Metropolita de Calcedônia, Emmanuel Adamakis.

Imagens dos Apóstolos diante do altar
Pálios junto ao túmulo de São Pedro
Procissão de entrada

Incensação

Homilia do Papa: São Pedro e São Paulo (2025)

Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo
Santa Missa e Imposição do Pálio aos novos Arcebispos Metropolitanos
Homilia do Papa Leão XIV
Basílica de São Pedro
Domingo, 29 de junho de 2025

Queridos irmãos e irmãs,
Hoje celebramos dois irmãos na fé, Pedro e Paulo, que reconhecemos como colunas da Igreja e veneramos como patronos da Diocese e da cidade de Roma.

A história destes dois Apóstolos interpela-nos de perto também a nós, Comunidade peregrina dos discípulos do Senhor no nosso tempo. Em particular, olhando para o seu testemunho, gostaria de sublinhar dois aspectos: a comunhão eclesial e a vitalidade da fé.

Em primeiro lugar, a comunhão eclesial. A Liturgia desta Solenidade mostra-nos como Pedro e Paulo foram chamados a viver um único destino, o do martírio, que os associou definitivamente a Cristo. Na 1ª leitura encontramos Pedro que, na prisão, aguarda a execução da sentença (At 12,1-11); na 2ª leitura, o Apóstolo Paulo afirma, em uma espécie de testamento e estando também ele preso, que o seu sangue está prestes a ser derramado e oferecido a Deus (2Tm 4,6-8.17-18). Assim, tanto Pedro como Paulo dão a vida pela causa do Evangelho.


No entanto, esta comunhão na única profissão de fé não é uma conquista pacífica. Os dois Apóstolos alcançam-na como uma meta à qual chegam depois de um longo caminho, no qual cada um abraçou a fé e viveu o apostolado de forma diferente. A sua fraternidade no Espírito não apaga as diferenças de onde partiram: Simão era um pescador da Galileia, Saulo um intelectual rigoroso pertencente ao grupo dos fariseus; o primeiro deixa imediatamente tudo para seguir o Senhor, o segundo persegue os cristãos até ser transformado por Cristo Ressuscitado; Pedro prega sobretudo aos judeus, Paulo é impelido a levar a Boa Nova aos gentios.

Como sabemos, não faltaram conflitos entre os dois no que diz respeito à relação com os pagãos, a ponto de Paulo afirmar: «Quando Cefas chegou a Antioquia, opus-me a ele abertamente, pois ele merecia censura» (Gl 2,11). E esta questão, como bem sabemos, será tratada no Concílio de Jerusalém, no qual os dois Apóstolos voltarão a confrontar-se.

terça-feira, 8 de julho de 2025

Peregrinação da Igreja Ucraniana: Jubileu 2025

No sábado, 28 de junho de 2025, véspera da Solenidade de São Pedro e São Paulo, teve lugar a peregrinação da Igreja Greco-Católica Ucraniana à Basílica Vaticana por ocasião do Jubileu de 2025.

Os Bispos ucranianos se dirigiram em procissão à Porta Santa da Basílica guiados pela cruz do Jubileu, conduzida pelo Arcebispo Maior, Dom Sviatoslav Shevchuk (Святосла́в Шевчу́к).

Em seguida, com todos já paramentados para a celebração, o Papa Leão XIV se dirigiu à Basílica para uma breve saudação aos peregrinos. Seguiu-se a Divina Liturgia no altar da Confissão, presidida pelo Arcebispo-Maior.

Procissão até a Porta Santa
Entrada do Papa Leão XIV

Discurso do Papa
O Papa saúda Dom Sviatoslav