domingo, 22 de abril de 2018

Fotos da Missa do Papa com os Missionários da Misericórdia

No último dia 10 de abril, Terça-feira da II Semana da Páscoa, o Papa Francisco presidiu a Santa Missa no altar da Cátedra da Basílica Vaticana por ocasião da conclusão do encontro dos Missionários da Misericórdia.

O Santo Padre foi assistido pelo Mons. Guido Marini. Para ler a homilia da Missa, clique aqui.

Procissão de entrada
Ósculo do altar
Liturgia da Palavra
Evangelho

Homilia do Papa: Missa com os Missionários da Misericórdia

Santa Missa com os Missionários da Misericórdia
Homilia do Papa Francisco
Basílica Vaticana
Terça-feira, 10 de abril de 2018

Ouvimos do Livro dos Atos: «Com grande poder os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus» (4,33).
Tudo começa pela Ressurreição de Jesus: dela deriva o testemunho dos Apóstolos e, através dela, são geradas a fé e a vida nova dos membros da comunidade, com o seu estilo evangélico simples.
As Leituras da Missa de hoje fazem com que sobressaiam estes dois aspetos inseparáveis: o renascimento pessoal e a vida da comunidade. Então, dirigindo-me a vós, queridos irmãos, penso no ministério que estais a desempenhar desde o Jubileu da Misericórdia. Um ministério que se move em ambas as direções: ao serviço das pessoas, para que “renasçam do alto”, e ao serviço das comunidades, a fim de que vivam com alegria e coerência o mandamento do amor.
Neste sentido, a Palavra de Deus oferece hoje duas indicações que gostaria de vos comunicar, pensando precisamente na vossa missão.
O Evangelho recorda que quem for chamado para dar testemunho da Ressurreição de Cristo deve ele mesmo, em primeira pessoa, “nascer do alto” (cf. Jo 3,7). Caso contrário acabamos por nos tornar como Nicodemos que, mesmo sendo mestre em Israel, não entendia as palavras de Jesus quando dizia que para «ver o reino de Deus» é preciso «nascer do alto», nascer «da água e do Espírito» (cf. vv. 3-5). Nicodemos não compreendia a lógica de Deus, que é a da graça, da misericórdia, pela qual quem se torna pequeno é grande, quem se torna último é primeiro, quem se reconhece doente é curado. Isto significa dar deveras o primado ao Pai, a Jesus e ao Espírito Santo na nossa vida. Atenção: não quer dizer tornar-se sacerdotes “possuídos”, quase como se fôssemos depositários de qualquer carisma extraordinário. Não. Sacerdotes normais, simples, mansos, equilibrados, mas capazes de nos deixarmos regenerar constantemente pelo Espírito, dóceis à sua força, livres interiormente - antes de tudo de nós mesmos - por sermos movidos pelo “vento” do Espírito que sopra onde quer (cf. Jo 3,8).
A segunda indicação relaciona-se com o serviço à comunidade: ser sacerdotes capazes de “elevar” o sinal de salvação no “deserto” do mundo, isto é, a Cruz de Cristo, como fonte de conversão e de renovação para toda a comunidade e para o próprio mundo (cf. Jo 3,14-15). Em particular, gostaria de realçar que o Senhor morto e ressuscitado é a força que cria a comunhão na Igreja e, através da Igreja, na humanidade inteira. Jesus disse antes da Paixão: «E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim» (Jo 12,32). Esta força de comunhão manifestou-se desde o início na comunidade de Jerusalém onde - como confirma o Livro dos Atos - «a multidão dos que haviam abraçado a fé tinha um só coração e uma só alma» (4,32). Era uma comunhão que se fazia partilha concreta dos bens, portanto «entre eles tudo era comum» (ibid.) e «entre eles não havia ninguém necessitado» (v. 34). Mas este estilo de vida da comunidade era também “contagioso” externamente: a presença viva do Senhor Ressuscitado produz uma força de atração que, através do testemunho da Igreja e das diversas formas de anúncio da Boa Nova, tende a alcançar todos, sem excluir ninguém. Vós, estimados irmãos, pondes ao serviço deste dinamismo também o vosso específico ministério de Missionários da Misericórdia. Com efeito, quer a Igreja quer o mundo de hoje têm particularmente necessidade da Misericórdia para que a unidade desejada por Deus em Cristo prevaleça sobre a ação negativa do maligno que se aproveita de tantos meios atuais, bons em si, mas que se forem mal usados, em vez de unir separam. Nós estamos convictos de que «a unidade é superior ao conflito» (Evangelii gaudium, 228), mas sabemos também que sem a Misericórdia este princípio não tem força para agir na realidade da vida e da história.
Queridos irmãos, recomeçai a partir deste encontro com a alegria de ser confirmados no ministério da Misericórdia. Confirmados antes de tudo na grata confiança de serdes vós em primeiro lugar chamados a renascer sempre de novo “do alto”, do amor de Deus. E, ao mesmo tempo, confirmados na missão de oferecer a todos o sinal de Jesus “elevado” da terra, para que a comunidade seja sinal e instrumento de unidade no meio do mundo.



Fonte: Santa Sé

sábado, 21 de abril de 2018

Homilia: IV Domingo de Páscoa - Ano B

São Pedro Crisólogo
Sermão 6
Do céu veio o Pastor para reconduzir as ovelhas desgarradas aos pastos da vida

Que foi bom o regresso do pastor, quando Cristo veio à terra, ele mesmo acaba de proclamá-lo hoje: Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas. Por isso o próprio mestre vai buscando por toda a terra companheiros e colaboradores, dizendo: Aclamai ao Senhor, terra inteira; por isso confia a Pedro suas ovelhas para que as pastoreie em seu nome e o substitua ao subir ao céu. Ele diz: Pedro, me amas? Pastoreia as minhas ovelhas. E para não agitar com um comportamento autoritário os frágeis começos de um retorno, mas sustenta-lo com muita compreensão, repete: Pedro, me amas? Pascenta aos meus cordeiros. Encomenda as ovelhas, encomenda o fruto das ovelhas, porque o pastor já conhecia de antemão a futura fecundidade de seu rebanho. Pedro, me amas? Apascenta os meus cordeiros. A estes cordeiros, Paulo, colega do pastor Pedro, lhes oferecia como alimento espiritual as úberes cheias de leite, quando dizia: Alimentei-vos com leite, e não com comida. É isto que sentia o santo rei Davi, e por isso exclamava como com piedoso balido: O Senhor é meu pastor, nada me falta; em verdes prados me faz repousar; conduz-me junto às fontes tranquilas.

A quem retorna aos pastos da paz evangélica após tantos gemidos de guerras, após uma triste vida de sangue, o versículo seguinte anuncia a alegria para aqueles que jazem na servidão. O homem era servo do pecado, gemia cativo da morte, sofria as cadeias de seus vícios. Quando o homem não esteve triste debaixo do pecado? Quando não gemeu atormentado pela morte? Quando não desesperou sob a tirania dos vícios? Por esta razão, o homem lançava gemidos desesperados quando não lhe restava outro remédio do que suportar tais e tão cruéis senhores. É com razão, pois, que o profeta, ao ver-nos libertados de tais senhores e convertidos ao serviço do Criador, à graça do Pai e à livre servidão do único Senhor bom, exclama: Servi ao Senhor com alegria, entrai em sua presença com aplausos. Porque aqueles que a culpabilidade tinha precipitado e a consciência tinha expulsado, a estes a graça os reconduz e a inocência os reintroduz.

Nós somos seu povo e ovelhas de seu rebanho. Ficou já demonstrado com a autoridade de um provérbio que do céu se esperava um pastor que, com grande júbilo, reconduzisse aos pastos da vida as ovelhas desgarradas e desenganadas por causa de um alimento fatal. Entrai, ele diz, por suas portas com ação de graças. Unicamente a ação de graças nos faz entrar pelas portas da fé: por seus átrios com hinos, dando-lhes graças e bendizendo seu nome. Nome pelo qual fomos salvos, nome frente ao qual dobra o joelho o céu, a terra e o abismo, e pelo qual toda criatura ama ao Senhor Deus. O Senhor é bom. Por que é bom? Porque eterna é a sua misericórdia. Na verdade é bom por sua misericórdia. Somente em virtude de sua misericórdia ele se dignou revogar a amarguríssima sentença que pesava sobre todo o mundo. Este é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.


Fonte: Lecionário Patrístico Dominical, pp. 349-351. Para adquiri-lo no site da Editora Vozes, clique aqui.

Para ler uma homilia de São Gregório Magno para este domingo, clique aqui.

Mensagem do Papa: Dia de Oração pelas Vocações 2018

Papa Francisco
Mensagem para o 55º Dia Mundial de Oração pelas Vocações
22 de abril de 2018 - IV Domingo da Páscoa
Tema: «Escutar, discernir, viver a chamada do Senhor»

Queridos irmãos e irmãs!
No próximo mês de outubro, vai realizar-se a XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que será dedicada aos jovens, particularmente à relação entre jovens, fé e vocação. Nessa ocasião, teremos oportunidade de aprofundar como, no centro da nossa vida, está a chamada à alegria que Deus nos dirige, constituindo isso mesmo «o projeto de Deus para os homens e mulheres de todos os tempos» (Sínodo dos Bispos – XV Assembleia Geral Ordinária, Os jovens, a fé e o discernimento vocacional, Introdução).
Trata-se duma boa notícia, cujo anúncio volta a ressoar com vigor no 55.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações: não estamos submersos no acaso, nem à mercê duma série de eventos caóticos; pelo contrário, a nossa vida e a nossa presença no mundo são fruto duma vocação divina.
Também nestes nossos agitados tempos, o mistério da Encarnação lembra-nos que Deus não cessa jamais de vir ao nosso encontro: é Deus conosco, acompanha-nos ao longo das estradas por vezes poeirentas da nossa vida e, sabendo da nossa pungente nostalgia de amor e felicidade, chama-nos à alegria. Na diversidade e especificidade de cada vocação, pessoal e eclesial, trata-se de escutar, discernir e viver esta Palavra que nos chama do Alto e, ao mesmo tempo que nos permite pôr a render os nossos talentos, faz de nós também instrumentos de salvação no mundo e orienta-nos para a plenitude da felicidade.
Estes três aspetos – escuta, discernimento e vida – servem de moldura também ao início da missão de Jesus: passados os quarenta dias de oração e luta no deserto, visita a sua sinagoga de Nazaré e, aqui, põe-Se à escuta da Palavra, discerne o conteúdo da missão que o Pai Lhe confia e anuncia que veio realizá-la «hoje» (cf. Lc 4,16-21).

Escutar
A chamada do Senhor – fique claro desde já – não possui a evidência própria de uma das muitas coisas que podemos ouvir, ver ou tocar na nossa experiência diária. Deus vem de forma silenciosa e discreta, sem Se impor à nossa liberdade. Assim pode acontecer que a sua voz fique sufocada pelas muitas inquietações e solicitações que ocupam a nossa mente e o nosso coração.
Por isso, é preciso preparar-se para uma escuta profunda da sua Palavra e da vida, prestar atenção aos próprios detalhes do nosso dia-a-dia, aprender a ler os acontecimentos com os olhos da fé e manter-se aberto às surpresas do Espírito.
Não poderemos descobrir a chamada especial e pessoal que Deus pensou para nós, se ficarmos fechados em nós mesmos, nos nossos hábitos e na apatia de quem desperdiça a sua vida no círculo restrito do próprio eu, perdendo a oportunidade de sonhar em grande e tornar-se protagonista daquela história única e original que Deus quer escrever conosco.
Também Jesus foi chamado e enviado; por isso, precisou de Se recolher no silêncio, escutou e leu a Palavra na Sinagoga e, com a luz e a força do Espírito Santo, desvendou em plenitude o seu significado relativamente à sua própria pessoa e à história do povo de Israel.
Hoje este comportamento vai-se tornando cada vez mais difícil, imersos como estamos numa sociedade rumorosa, na abundância frenética de estímulos e informações que enchem a nossa jornada. À barafunda exterior, que às vezes domina as nossas cidades e bairros, corresponde frequentemente uma dispersão e confusão interior, que não nos permite parar, provar o gosto da contemplação, refletir com serenidade sobre os acontecimentos da nossa vida e realizar um profícuo discernimento, confiados no desígnio amoroso de Deus a nosso respeito.
Mas, como sabemos, o Reino de Deus vem sem fazer rumor nem chamar a atenção (cf. Lc 17,21), e só é possível individuar os seus germes quando sabemos, como o profeta Elias, entrar nas profundezas do nosso espírito, deixando que este se abra ao sopro imperceptível da brisa divina (cf. 1Rs 19,11-13).

Discernir
Na sinagoga de Nazaré, ao ler a passagem do profeta Isaías, Jesus discerne o conteúdo da missão para a qual foi enviado e apresenta-o aos que esperavam o Messias: «O Espírito do Senhor está sobre Mim; porque Me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-Me a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, a recuperação da vista; a mandar em liberdade os oprimidos, a proclamar o ano favorável da parte do Senhor» (Lc 4,18-19).
De igual modo, cada um de nós só pode descobrir a sua própria vocação através do discernimento espiritual, um «processo pelo qual a pessoa, em diálogo com o Senhor e na escuta da voz do Espírito, chega a fazer as opções fundamentais, a começar pela do seu estado da vida» (Sínodo dos Bispos – XV Assembleia Geral Ordinária, Os jovens, a fé e o discernimento vocacional, II. 2).
Em particular, descobrimos que a vocação cristã tem sempre uma dimensão profética. Como nos atesta a Escritura, os profetas são enviados ao povo, em situações de grande precariedade material e de crise espiritual e moral, para lhe comunicar em nome de Deus palavras de conversão, esperança e consolação. Como um vento que levanta o pó, o profeta perturba a falsa tranquilidade da consciência que esqueceu a Palavra do Senhor, discerne os acontecimentos à luz da promessa de Deus e ajuda o povo a vislumbrar, nas trevas da história, os sinais duma aurora.
Também hoje temos grande necessidade do discernimento e da profecia, de superar as tentações da ideologia e do fatalismo e de descobrir, no relacionamento com o Senhor, os lugares, instrumentos e situações através dos quais Ele nos chama. Todo o cristão deveria poder desenvolver a capacidade de «ler por dentro» a vida e individuar onde e para quê o está a chamar o Senhor a fim de ser continuador da sua missão.

Viver
Por último, Jesus anuncia a novidade da hora presente, que entusiasmará a muitos e endurecerá a outros: cumpriu-se o tempo, sendo Ele o Messias anunciado por Isaías, ungido para libertar os cativos, devolver a vista aos cegos e proclamar o amor misericordioso de Deus a toda a criatura. Precisamente «cumpriu-se hoje – afirma Jesus – esta passagem da Escritura que acabais de ouvir» (Lc 4,20).
A alegria do Evangelho, que nos abre ao encontro com Deus e os irmãos, não pode esperar pelas nossas lentidões e preguiças; não nos toca, se ficarmos debruçados à janela, com a desculpa de continuar à espera dum tempo favorável; nem se cumpre para nós, se hoje mesmo não abraçarmos o risco duma escolha. A vocação é hoje! A missão cristã é para o momento presente! E cada um de nós é chamado – à vida laical no matrimônio, à vida sacerdotal no ministério ordenado, ou à vida de especial consagração – para se tornar testemunha do Senhor, aqui e agora.
Realmente este «hoje» proclamado por Jesus assegura-nos que Deus continua a «descer» para salvar esta nossa humanidade e fazer-nos participantes da sua missão. O Senhor continua ainda a chamar para viver com Ele e segui-Lo numa particular relação de proximidade ao seu serviço direto. E, se fizer intuir que nos chama a consagrar-nos totalmente ao seu Reino, não devemos ter medo. É belo – e uma graça grande – estar inteiramente e para sempre consagrados a Deus e ao serviço dos irmãos!
O Senhor continua hoje a chamar para O seguir. Não temos de esperar que sejamos perfeitos para dar como resposta o nosso generoso «eis-me aqui», nem assustar-nos com as nossas limitações e pecados, mas acolher a voz do Senhor com coração aberto. Escutá-la, discernir a nossa missão pessoal na Igreja e no mundo e, finalmente, vivê-la no «hoje» que Deus nos concede.
Maria Santíssima, a jovem menina de periferia que escutou, acolheu e viveu a Palavra de Deus feita carne, nos guarde e sempre acompanhe no nosso caminho.
Vaticano, 3 de dezembro - I domingo do Advento – de 2017.

Francisco


Fonte: Santa Sé

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Solenidade da Anunciação em Cracóvia

Como afirmamos na postagem anterior, este ano a Solenidade da Anunciação do Senhor foi transferida para o dia 09 de abril, uma vez que o dia 25 de março coincidiu com o Domingo de Ramos.

O Arcebispo de Cracóvia, Dom Marek Jędraszewski, celebrou a Santa Missa na ocasião na Basílica de Santa Maria em Cracóvia.

 
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Incensação
Ritos iniciais 

Solenidade da Anunciação em Nazaré

Neste ano de 2018, uma vez que o dia 25 de março caiu no Domingo de Ramos, a Solenidade da Anunciação do Senhor foi transferida para o primeiro dia litúrgico livre: no caso, o dia 09 de abril (segunda-feira da II semana da Páscoa).

Na Basílica da Anunciação em Nazaré a Santa Missa da Solenidade foi presidida pelo Administrador Apostólico do Patriarcado de Jerusalém, Dom Pierbattista Pizzaballa.

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Incensação do círio pascal
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Leituras

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Semana Santa Ortodoxa em Moscou

O Patriarca Kirill da Igreja Ortodoxa Russa presidiu na primeira semana de abril as celebrações da Semana Santa segundo o calendário juliano na Catedral Patriarcal do Cristo Salvador em Moscou.

Confira algumas fotos e os vídeos das celebrações:

Dia 31 de março: Vésperas do Domingo de Ramos

Ícone da festa
Evangelho
Bênção dos ramos

01 de abril: Divina Liturgia do Domingo de Ramos e Ordenação Episcopal

Profissão de fé do novo Bispo