quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Fotos da Vigília de oração pelo Sínodo

No último sábado, dia 04 de outubro, a Conferência Episcopal Italiana (CEI) promoveu uma Vigília de oração pelo Sínodos dos Bispos na Praça São Pedro.

A vigília iniciou-se com testemunhos de famílias e meditação de textos do Papa Francisco. No fim da tarde chegou o Santo Padre que, após a acolhida do Cardeal Angelo Bagnasco, Presidente da CEI, proferiu seu discurso.

Por fim, entoou-se uma invocação ao Espírito Santo e a oração do Pai Nosso, encerrando-se a vigília com a bênção do Santo Padre.

Testemunhos das famílias

Fieis aguardam a chegada do Santo Padre


Discurso do Papa na Vigília de oração pelo Sínodo

VIGÍLIA DE ORAÇÃO PREPARATÓRIA PARA O SÍNODO SOBRE A FAMÍLIA
DISCURSO DO PAPA FRANCISCO
Praça de São Pedro
Sábado, 4 de Outubro de 2014

Queridas famílias, boa noite!
Desce já a noite sobre a nossa assembleia. É a hora em que de bom grado se regressa a casa para se reunir à mesma mesa na consistência dos afectos, do bem feito e recebido, dos encontros que abrasam o coração e o fazem crescer, vinho bom que antecipa, nos dias do homem, a festa sem ocaso.
Mas é também a hora mais pesada para quem se vê cara a cara com a própria solidão, no crepúsculo amargo de sonhos e projectos desfeitos. Quantas pessoas arrastam os seus dias no beco sem saída da resignação, do abandono, se não mesmo do rancor! Em quantas casas falta o vinho da alegria e, consequentemente, o sabor - a própria sabedoria - da vida! Nesta noite, com a nossa oração, fazemo-nos voz de uns e de outros: uma oração por todos.
É significativo como permanece viva, em cada nascido de mulher - mesmo na cultura individualista que perverte e torna efémeros os laços - uma exigência essencial de estabilidade, duma porta aberta, de alguém com quem tecer e partilhar a narração da vida, duma história a que se pertença. A comunhão de vida assumida pelos esposos, a sua abertura ao dom da vida, a defesa recíproca, o encontro e a memória das gerações, o acompanhamento educativo, a transmissão da fé cristã aos filhos... Com tudo isto, a família continua a ser escola incomparável de humanidade, contribuição indispensável para uma sociedade justa e solidária (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 66-68). E quanto mais profundas são as suas raízes, tanto mais é possível singrar e chegar longe na vida, sem se extraviar nem se sentir estrangeiro em terra alguma. Este horizonte ajuda-nos a perceber a importância da assembleia sinodal que tem início amanhã.
O próprio convenire in unum à volta do Bispo de Roma já é evento de graça, no qual a colegialidade episcopal se manifesta num caminho de discernimento espiritual e pastoral. Para individuar aquilo que o Senhor pede hoje à sua Igreja, devemos prestar ouvidos às pulsações deste tempo e sentir o «odor» dos homens de hoje, até ficar impregnadosb  das suas alegrias e esperanças, das suas tristezas e angústias (cf. Gaudium et spes, 1). Então saberemos propor, com credibilidade, o evangelho, a boa nova sobre a família.
Conhecemos realmente como há, no Evangelho, uma força e uma ternura capazes de vencer aquilo que cria infelicidade e violência. Sim, no Evangelho, há a salvação que cumula as necessidades mais profundas do homem! Desta salvação - obra da misericórdia de Deus e sua graça - somos, como Igreja, sinal e instrumento, sacramento vivo e eficaz (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 112). Se assim não fosse, o nosso edifício não passaria de um castelo de cartas, e os pastores reduzir-se-iam a clérigos de estado, em cujos lábios o povo procuraria em vão o frescor e o «perfume do Evangelho» (Ibid., 39).
Vemos surgir, neste quadro, os conteúdos da nossa oração. Para os padres sinodais, pedimos antes de mais nada, do Espírito Santo, o dom da escuta: escuta de Deus, até ouvir com Ele o grito do povo; escuta do povo, até respirar nele a vontade a que Deus nos chama. A par da escuta, suplicamos a disponibilidade para um confronto sincero, aberto e fraterno, que nos leve a ocupar-nos, com responsabilidade pastoral, das interrogações que esta mudança epocal traz consigo. Deixemos que inundem o nosso coração, sem nunca perdermos a paz, mas com a serena confiança de que o Senhor não deixará, a seu tempo, de reconduzir à unidade. Porventura não nos fala a história da Igreja - como sabemos - de tantas situações análogas que os nossos pais souberam superar com obstinada paciência e criatividade?
O segredo está num olhar - e é o terceiro dom que imploramos com a nossa oração. É que, se verdadeiramente pretendemos verificar o nosso passo no terreno dos desafios contemporâneos, a condição decisiva é manter o olhar fixo em Jesus Cristo, deter-se na contemplação e adoração do seu rosto. Se assumirmos o seu modo de pensar, viver e relacionar-se, não teremos dificuldade em traduzir o trabalho sinodal em indicações e percursos para a pastoral da pessoa e da família. Na verdade, todas as vezes que voltamos à fonte da experiência cristã, abrem-se estradas novas e possibilidades inimagináveis. Assim no-lo deixa intuir a indicação evangélica: «Fazei o que Ele vos disser» (Jo 2, 5). São palavras que contêm o testamento espiritual de Maria, «amiga sempre solícita para que não falte o vinho na nossa vida» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 286). Façamo-las nossas!
Então as três coisas - a nossa escuta e o nosso confronto sobre a família, amada com o olhar de Cristo - tornar-se-ão uma ocasião providencial para renovar - a exemplo de São Francisco - a Igreja e a sociedade. Com a alegria do Evangelho, reencontraremos o passo duma Igreja reconciliada e misericordiosa, pobre e amiga dos pobres; uma Igreja capaz de «vencer, pela paciência e pela caridade, as suas aflições e dificuldades tanto internas como externas» (Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 8).
Que o Vento do Pentecostes sopre sobre os trabalhos sinodais, sobre a Igreja, sobre a humanidade inteira; desate os nós que impedem as pessoas de se encontrarem, sare as feridas que sangram tanto, reacenda a esperança; há tanta gente sem esperança! Conceda-nos aquela caridade criativa que consinta amar como Jesus amou. E o nosso anúncio reencontrará a vitalidade e o dinamismo dos primeiros missionários do Evangelho.


Fonte: Santa Sé

Padre Levi Bonatto nomeado Bispo Auxiliar de Goiânia

Na manhã de hoje, 08 de outubro, Sua Santidade o Papa Francisco nomeou o Pe. Levi Bonatto, da Prelazia Pessoal da Santa Cruz e Opus Dei, como Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Goiânia (GO), conferindo-lhe a sede titular de Accia.

Padre Levi nasceu em 05 de dezembro de 1957, em São José dos Pinhais (PR). Ingressou no Opus Dei em 1980, onde realizou, na cidade de São Paulo (SP), os estudos de Filosofia. Realizou o curso de Teologia na Pontifícia Universidade Santa Croce em Roma. Possui ainda formação em Economia pela Universidade Federal do Paraná e  Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Santa Croce.

Foi ordenado sacerdote em 10 de março de 1996, para a Prelazia do Opus Dei. Exerceu seu ministério como Capelão do Centro Cultural “Castelo” em Campinas (SP) de 1997 a 2001 e Capelão do Centro Cultural “Alfa e Esplanada” em São José dos Campos (SP) de 2001 a 2006.

Desde 2006 era Capelão do Centro Cultural “Marumbi” em Curitiba, Coordenador da Sociedade Sacerdotal “Santa Cruz” no Paraná e Confessor no Seminário São José da Arquidiocese de Curitiba.



terça-feira, 7 de outubro de 2014

Iniciativas de oração pelo Sínodo dos Bispos

De 05 a 19 de outubro de 2014, acontece em Roma a III Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos, com o tema: “Os desafios pastorais da família no contexto da Evangelização”. Nós, cristãos de todo o mundo, somos convidados a unirmo-noss em oração pelos trabalhos do Sínodo. 

Sugerimos aqui três iniciativas neste sentido:

1. A oração do Papa Francisco
Durante o Ângelus do dia 29 de dezembro de 2013, o Papa fez uma oração à Sagrada Família na intenção do Sínodo. Podemos recitá-la em nossa oração pessoal, nos momentos de oração comunitária e mesmo na Missa, após a Oração pós-Comunhão:

Oração à Sagrada Família
Jesus, Maria e José,
em Vós, contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
a Vós, com confiança, nos dirigimos.

Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
escolas autênticas do Evangelho
e pequenas Igrejas domésticas.

Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais se faça, nas famílias, experiência
de violência, egoísmo e divisão:
quem ficou ferido ou escandalizado
depressa conheça consolação e cura.

Sagrada Família de Nazaré,
que o Sínodo dos Bispos
possa despertar, em todos, a consciência
do carácter sagrado e inviolável da família,
a sua beleza no projeto de Deus.

Jesus, Maria e José,
escutai, atendei a nossa súplica.



2. Missa por um Sínodo
Nos dias em que são permitidas Missas por diversas necessidades (no Tempo Comum, em todos os dias de semana; nos domingos, com autorização do Bispo) pode-se utilizar o formulário da Missa por um Sínodo (Missal Romano, p. 886-887).
Recomenda-se manter as leituras do dia. Os paramentos podem ser brancos (festivos)  ou da cor do tempo (verdes).

Oração do dia:
Ó Deus, que governais e guardais a vossa Igreja, derramai em vossos servos o espírito de inteligência, de verdade e de paz, para que busquem de todo o coração o que vos agrada, e se esforcem por praticá-lo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Ou:
Ó Deus, que velais sobre nós com bondade e nos governais com amor, dai o vosso espírito de sabedoria àqueles a quem confiastes o governo da Igreja, para que levem o vosso povo a um maior conhecimento da verdade, e o torne cada vez mais santo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Oração sobre as oferendas:
Considerai, ó Deus de clemência, as ofertas dos vossos servos e derramai sobre eles a graça da vossa luz, para que compreendam o que é reto aos vossos olhos e cheios de confiança o realizem. Por Cristo, nosso Senhor.

Prefácio: do Espírito Santo II (p. 949).
Pode-se rezar as Orações Eucarísticas I, II ou III.

Oração depois da Comunhão:
Concedei-nos, ó Deus de misericórdia, que o sacramento agora recebido confirme os vossos servos na verdade e os leve a procurar a vossa glória. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Missa de abertura do Sínodo sobre a Nova Evangelização (2012)

3. Missa pela Família
Além da Missa pelo Sínodo, pode-se também rezar a Missa pela Família (Missal Romano, p. 934-935), nas mesmas condições que indicamos acima.

Oração do dia:
Ó Deus, que pela vossa lei destes à família um fundamento inabalável, concedei-nos seguir o exemplo da Sagrada Família para que, praticando as virtudes domésticas e o amor para com todos, alcancemos o prêmio eterno na alegria de vossa casa. Por nosso Senhor, Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Oração sobre as oferendas:
Senhor nosso Deus, nós vos oferecemos este sacrifício de reconciliação e vos pedimos que firmeis as nossas famílias na graça e na paz. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Oração Eucarística: VI-B (Para diversas circunstâncias II), com prefácio próprio.

Oração depois da Comunhão:
Alimentados com o pão celeste, concedei-nos, Pai de bondade, imitar a família do vosso Filho, para que, após os sofrimentos desta terra, gozemos no céu o seu convívio eterno. Por cristo, nosso senhor. Amém.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

VIII Catequese do Papa sobre a Igreja

PAPA FRANCISCO
AUDIÊNCIA GERAL
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 1º de Outubro de 2014

Caros irmãos e irmãs, bom dia!
Desde o início, o Senhor encheu a Igreja com as dádivas do seu Espírito, tornando-a assim sempre viva e fecunda com os dons do Espírito Santo. Entre estes dons, distinguem-se alguns que são particularmente preciosos para a edificação e o caminho da comunidade cristã: trata-se dos carismas. Nesta catequese, queremos interrogar-nos: o que é exactamente um carisma? Como podemos reconhecê-lo e acolhê-lo? E, sobretudo: a constatação de que na Igreja existe uma diversidade e uma multiplicidade de carismas deve ser visto em sentido positivo, como algo bom, ou como um problema?
Na linguagem comum, quando se fala de «carisma», entende-se muitas vezes um talento, uma habilidade natural. Afirma-se: «Esta pessoa tem um carisma especial para ensinar. Tem um talento». Deste modo, diante de uma pessoa particularmente brilhante e influente, costuma-se dizer: «É uma pessoa carismática». «O que significa?». «Não sei, mas é carismática». Dizemos assim. Não sabemos o que falamos, mas dizemos: «É carismática». No entanto, na perspectiva cristã o carisma é muito mais que uma qualidade pessoal, uma predisposição da qual alguém pode ser dotado: o carisma é uma graça, um dom conferido por Deus Pai, por obra do Espírito Santo. Trata-se de uma dádiva concedida a alguém, não porque é melhor que os outros, nem porque a mereceu: é um presente que Deus lhe oferece para que, com a mesma gratuidade e com o mesmo amor, o possa pôr ao serviço da comunidade inteira, para o bem de todos. Falando de modo um pouco humano, diz-se assim: «Deus concede esta qualidade, este carisma a tal pessoa, e não para si mesma, mas para que esteja ao serviço de toda a comunidade». Hoje, antes de chegar à praça, encontrei-me com numerosas crianças deficientes na sala Paulo VI. Havia muitas, com uma Associação que se dedica ao cuidado de tais crianças. Do que se trata? Esta Associação, estas pessoas, estes homens e mulheres têm o carisma de cuidar de crianças deficientes. É um carisma!
Algo importante que deve ser realçado imediatamente é a constatação de que nós não conseguimos compreender sozinhos se temos um carisma, e qual. Muitas vezes ouvimos pessoas que dizem: «Tenho esta qualidade, sei cantar muito bem». Mas ninguém tem a coragem de lhe dizer: «É melhor que te cales, porque nos atormentas quando cantas!». Ninguém pode dizer: «Eu tenho este carisma!». É no âmbito da comunidade que desabrocham e florescem os dons que o Pai nos concede em abundância; e é no seio da comunidade que aprendemos a reconhecê-los como um sinal do seu amor por todos os seus filhos. Então, é bom que cada um se interrogue: «Há algum carisma que o Senhor fez florescer em mim, na graça do seu Espírito, e que os meus irmãos, na comunidade cristã, reconheceram e encorajaram? E como me comporto em relação a tal dom: vivo-o com generosidade, pondo-o ao serviço de todos, ou então desleixo-me e acabo por me esquecer dele? Ou talvez se torne em mim motivo de orgulho, a ponto de me queixar sempre dos outros e de pretender que na comunidade se faça à minha maneira?». São perguntas que nós devemos fazer: se em mim existe um carisma, se tal carisma é reconhecido pela Igreja, se me sinto feliz com este carisma ou tenho um pouco de inveja dos carismas dos outros, se eu queria ou quero ter aquele carisma. O carisma é um dom: só Deus o concede!
No entanto, a experiência mais bonita é descobrir quantos carismas diversos e quantos dons do seu Espírito o Pai confere à sua Igreja! Isto não deve ser visto como um motivo de confusão e de transtorno: são todos presentes que Deus oferece à comunidade cristã, para que possa crescer harmoniosa, na fé e no seu amor, como um único corpo, o corpo de Cristo. O mesmo Espírito que confere esta diferença de carismas faz a unidade da Igreja. É sempre o mesmo Espírito. Por conseguinte, diante desta multiplicidade de carismas, o nosso coração deve abrir-se à alegria, levando-nos a pensar: «Que bonito! Tantos dons diferentes, pois somos todos filhos de Deus, e todos somos amados de um modo único!». Então, ai de nós se tais dons se tornarem motivo de inveja, de divisão, de ciúmes! Como recorda o apóstolo Paulo no capítulo 12 da sua primeira Carta aos Coríntios, todos os carismas são importantes aos olhos de Deus e, do mesmo modo, ninguém é insubstituível. Isto quer dizer que na comunidade cristã temos necessidade uns dos outros, e que cada dádiva recebida se realiza plenamente quando é compartilhada com os irmãos, para o bem de todos. A Igreja é assim! E quando a Igreja, na variedade dos seus carismas, se exprime em comunhão, não pode errar: é a beleza e a força do sensus fidei, daquele sentido sobrenatural da fé, que é conferido pelo Espírito Santo a fim de que, juntos, possamos entrar no cerne do Evangelho e aprender a seguir Jesus na nossa vida.
Hoje, a Igreja celebra a festa de santa Teresa do Menino Jesus. Esta santa, que faleceu com vinte e quatro anos e amava intensamente a Igreja, desejava ser missionária, mas desejava possuir todos os carismas, e dizia: «Gostaria de fazer isto, isso e aquilo», queria ter todos os carismas. Na oração, sentiu que o seu carisma era o amor! E pronunciou esta linda frase: «No coração da Igreja, serei o amor!». Mas todos nós temos este carisma: a capacidade de amar. Peçamos hoje a santa Teresa do Menino Jesus esta capacidade de amar intensamente a Igreja, de a amar muito e de aceitar todos os carismas com o amor de filhos da Igreja, da nossa santa mãe Igreja hierárquica.


Fonte: Santa Sé

Fotos de Dedicação de igreja em Foz do Iguaçu

No último dia 29 de setembro, Dom Dirceu Vegini, Bispo Diocesano de Foz do Iguaçu (PR) celebrou a Santa Missa para a Dedicação da igreja de São Miguel, capela da Paróquia S. Francisco de Assis, na cidade de Foz do Iguaçu.

A Santa Missa foi concelebrada pelo pároco, Pe. Silvio Cesar Ferreira, OFM Cap.

Seguem algumas fotos, publicadas na página da Diocese:

Procissão de entrada

Aspersão da igreja

Aspersão do altar

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Fotos da Missa do Papa com os idosos

No domingo, dia 28 de setembro, o Santo Padre o Papa Francisco celebrou a Santa Missa na Praça São Pedro com idosos de todo o mundo, iniciativa promovida pelo Pontifício Conselho para a Família em vista do próximo Sínodo.

O Santo Padre foi assistido pelos Monsenhores Guido Marini e Diego Giovanni Ravelli. O livreto de celebração pode ser visto aqui.

Procissão de entrada

Incensação do altar

Incensação do ícone da Apresentação do Senhor