quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Fotos da Missa do Papa em Trujillo

No último dia 20 de janeiro o Papa Francisco celebrou a Santa Missa votiva de "Maria, porta do céu" na Esplanada litorânea de Huanchaco, na cidade de Trujillo, por ocasião de sua Viagem Apostólica ao Peru.

O Santo Padre foi assistido pelos Monsenhores Guido Marini e Ján Dubina. O livreto da celebração pode ser visto aqui (pp. 129-1570).

Para ler a homilia do Papa, clique aqui.

Procissão de entrada

Incensação
 


Homilia do Papa: Missa em Trujillo

Viagem Apostólica do Papa Francisco ao Chile e Peru
Santa Missa
Homilia do Santo Padre
Trujillo - Esplanada litorânea de Huanchaco
Sábado, 20 de janeiro de 2018

Estas terras têm sabor a Evangelho. Todo o ambiente que nos rodeia, tendo como pano de fundo este mar imenso, ajuda-nos a compreender melhor a experiência que os apóstolos viveram com Jesus e que também nós, hoje, somos chamados a viver. Gostei de saber que viestes de diferentes lugares do norte peruano para celebrar esta alegria do Evangelho.
Os discípulos de ontem, como muitos de vós hoje, ganhavam a vida com a pesca. Saíam em barcos, como alguns de vós continuam a fazer nos «cavalinhos de totora» [pequenas embarcações monoposto construídas com uma planta chamada totora]; e tanto eles como vós com o mesmo fim: ganhar o pão de cada dia. A isto se destinam muitas das nossas canseiras diárias: poder levar por diante as nossas famílias e dar-lhes aquilo que as ajudará a construir um futuro melhor.
Esta «lagoa com peixes dourados», como a quiseram chamar, tem sido fonte de vida e bênção para muitas gerações. Ao longo do tempo soube nutrir sonhos e esperanças.
Vós, como os apóstolos, conheceis a força da natureza e tendes experimentado as suas estocadas. Como eles enfrentaram a tempestade no mar, assim a vós coube enfrentar a dura estocada do «Niño costiero», cujas dolorosas consequências ainda se fazem sentir em tantas famílias, especialmente naquelas que ainda não puderam reconstruir as suas casas. Foi por isso também que quis vir e rezar aqui convosco.
Trazemos para esta Eucaristia, também aquele momento tão difícil que interpela e muitas vezes põe em dúvida a nossa fé. Queremos unir-nos a Jesus. Ele conhece o sofrimento e as provações; passou por todos os sofrimentos para nos poder acompanhar nos nossos. Na cruz, Jesus quer estar perto de cada situação dolorosa para nos dar a mão e ajudar a levantar. Porque Ele entrou na nossa história, quis compartilhar o nosso caminho e tocar as nossas feridas. Não temos um Deus alheio àquilo que sentimos e sofremos; pelo contrário, no meio da dor, dá-nos a sua mão.
Estas sacudidelas põem em discussão e em jogo o valor do nosso espírito e das nossas atitudes mais elementares. Então damo-nos conta de quanto é importante não estar sozinhos, mas unidos, cheios daquela unidade que é fruto do Espírito Santo.
Que aconteceu às virgens do Evangelho (cf. Mt 25,1-13), que ouvimos? De repente, ouvem um grito que as acorda e põe em movimento. Algumas deram-se conta de não ter o azeite necessário para iluminar a estrada na escuridão, enquanto outras encheram as suas lâmpadas e puderam encontrar e iluminar a estrada que as levava ao esposo. No momento indicado, cada uma mostrou de que enchera a sua vida.
O mesmo acontece connosco. Em certas circunstâncias, compreendemos com que enchemos a nossa vida. Como é importante encher as nossas vidas com aquele azeite que permite acender as nossas lâmpadas nas múltiplas situações de escuridão e encontrar a estrada para avançar!
Sei que, no momento da escuridão quando sentistes a estocada do «Niño», estas terras souberam pôr-se em movimento e estas terras tinham o azeite para correr e ajudar-se como verdadeiros irmãos. Havia o azeite da solidariedade, da generosidade que vos pôs em movimento e fostes ao encontro do Senhor com inumeráveis gestos concretos de ajuda. No meio da escuridão fostes, juntamente com tantos outros, tochas vivas que iluminastes a estrada com mãos abertas e disponíveis para aliviar o sofrimento e partilhar o que tínheis na vossa pobreza.
Na leitura do Evangelho, faz-se notar que as virgens que não tinham azeite foram à povoação comprá-lo. No momento crucial da sua vida, deram-se conta de que as suas lâmpadas estavam vazias, que lhes faltava o essencial para encontrar a estrada da autêntica alegria. Estavam sozinhas e assim ficaram, sozinhas, fora da festa. Com bem sabem, há coisas que não se improvisam nem se compram. A alma duma comunidade mede-se pelo modo como consegue unir-se para enfrentar os momentos difíceis, de adversidade, para manter viva a esperança. Com esta atitude, dais o maior testemunho evangélico. Diz-nos o Senhor: «Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13,35). Porque a fé abre-nos para termos um amor concreto: não de ideias, mas concreto, feito de obras, de mãos estendidas, de compaixão; um amor que sabe construir e reconstruir a esperança, quando tudo parece perdido. Assim nos tornamos participantes da ação divina, que nos apresenta o apóstolo João no Apocalipse, quando nos mostra Deus a enxugar as lágrimas dos seus filhos. E esta obra divina, Deus fá-la com a mesma ternura duma mãe que procura enxugar as lágrimas dos seus filhos. Que bela pergunta pode fazer a cada um de nós o Senhor no fim do dia: quantas lágrimas enxugaste hoje?
Mas pode haver outras tormentas açoitando estas costas e que têm efeitos devastadores na vida dos filhos destas terras; tormentas que também nos interpelam como comunidade e põem em jogo o valor do nosso espírito. Chamam-se violência organizada como o sicariato e a insegurança que isso cria; chamam-se falta de oportunidades educativas e laborais, especialmente para os mais jovens, que os impede de construir um futuro com dignidade; falta dum teto seguro para tantas famílias, forçadas a viver em áreas de alta instabilidade e sem acessos seguros; e ainda tantas outras situações, que conheceis e suportais: como as piores inundações, destroem a confiança mútua, tão necessária para construir uma rede de apoio e esperança. São inundações que investem contra a alma e nos interpelam sobre o azeite que temos para as enfrentar. Quanto azeite tens?
Muitas vezes nos interrogamos sobre o modo como enfrentar estas tormentas ou como ajudar os nossos filhos a superar estas situações. Quero dizer-vos que não existe solução melhor que a do Evangelho: chama-se Jesus Cristo. Enchei sempre a vossa vida de Evangelho. Quero exortar-vos a ser comunidade que se deixa ungir pelo seu Senhor com o azeite do Espírito. Ele transforma tudo, renova tudo, consola tudo. Em Jesus, temos a força do Espírito para não aceitar como normal o que nos prejudica, não fazer disso uma coisa natural, não «naturalizar» o que nos definha o espírito e – o que é pior – nos rouba a esperança. Os peruanos, neste momento da sua história, não têm direito a deixar-se roubar a esperança! Em Jesus, temos o Espírito que nos mantém unidos para nos apoiarmos uns aos outros e enfrentar o que quer roubar o melhor das nossas famílias. Em Jesus, Deus torna-nos comunidade crente capaz de se apoiar; comunidade que espera e, por conseguinte, luta para afastar e transformar as múltiplas adversidades; comunidade que ama, porque não nos permite cruzar os braços. Com Jesus, a alma deste povo de Trujillo poderá continuar a chamar-se «a cidade da eterna primavera», porque, com Ele, tudo se torna ocasião de esperança.
Conheço o amor que esta terra tem pela Virgem, e sei como a devoção a Maria vos sustenta levando-vos sempre a Jesus. E dando-nos o único conselho que sempre repete: «Fazei o que Ele vos disser» (cf. Jo 2,5). Peçamos-Lhe, a Ela, que nos coloque sob o seu manto e sempre nos leve ao seu Filho; mas digamos-Lho cantando este lindo cântico mariano: «Virgenzinha da porta, dá-me a tua bênção. Virgenzinha da porta, dá-nos paz e muito amor». Sois capazes de o cantar? Cantamo-lo juntos? Quem começa a cantar? «Virgenzinha da porta…» Ninguém canta? Nem sequer o coro? Então, se não o cantamos, rezemo-lo! Juntos: «Virgenzinha da porta, dá-me a tua bênção. Virgenzinha da porta, dá-nos paz e muito amor». Outra vez! «Virgenzinha da porta, dá-me a tua bênção. Virgenzinha da porta, dá-nos paz e muito amor».


Fonte: Santa Sé

Festa da Teofania do Senhor em Moscou

No último dia 19 de janeiro o Patriarca Kirill da Igreja Ortodoxa Russa celebrou a Festa da Teofania do Senhor, segundo o calendário juliano, em Moscou.

Na véspera, dia 18, o Patriarca celebrou a Divina Liturgia na Capela da Transfiguração na Catedral Patriarcal de Cristo Salvador. No dia 19, a Divina Liturgia foi celebrada na Catedral da Epifania do Senhor. Em ambas o Patriarca presidiu a Grande Bênção das Águas.

Confira também as fotos da Festa do Natal do Senhor em Moscou.

Dia 18: Catedral de Cristo Salvador

Epístola
Grande Entrada
Recipiente preparado com a água

Incensação

sábado, 20 de janeiro de 2018

Homilia: III Domingo do Tempo Comum - Ano B

Santo Efrém
Diatessaron, 4
A pesca continua

Os apóstolos vieram ao Senhor como pescadores de peixes e chegaram a ser pescadores e homens, de acordo com aquilo do Profeta Jeremias: Eis que enviarei pescadores de homens, e eles os pescarão por todas as montanhas e por todos os lugares elevados.
Se Cristo tivesse enviado sábios, se teria dito que persuadiram ao povo com a sua ciência, ou que o enganaram com sua sabedoria.
Se tivesse enviado homens ricos, se diria que alimentaram o povo, ludibriando-o; ou que corromperam as pessoas com o seu dinheiro, chegando, desta forma, a dominá-las.
Se tivesse enviado homens poderosos, se diria que os seduziram por sua força, ou o constrangeram por seu poder.
Mas os apóstolos não tinham nada disso. O Senhor o demonstra com o exemplo de Simão. Ele era pusilânime, pois foi presa do pânico diante da voz de uma criada; era pobre, pois não pôde pagar o imposto que lhe correspondia, uma moeda de ouro - Não tenho ouro, diz Pedro, nem prata. Era homem sem cultura, já que, quando negou o Senhor, não soube justificar-se com astúcia.
Foram enviados estes simples pescadores de peixes, que conseguiram vencer aos poderosos, aos ricos, aos sábios.
Milagre maravilhoso! Sendo fracos como eram, atraíram os poderosos à sua doutrina, sem coação alguma; sendo pobres ensinaram aos ricos; sendo ignorantes tornaram homens sábios e prudentes em discípulos seus.
A sabedoria do mundo cedeu lugar a esta sabedoria, que é a sabedoria das sabedorias.


Fonte: Lecionário Patrístico Dominical, p. 375.

Fotos da Missa do Papa em Iquique

No último dia 18 de janeiro o Papa Francisco celebrou a Santa Missa votiva de Nossa Senhora do Carmo, Padroeira do Chile, no Campus Lobito, na cidade de Iquique, por ocasião de sua Viagem Apostólica ao Chile. Durante a celebração, o Papa coroou uma imagem de Nossa Senhora do Carmo.

O Santo Padre foi assistido pelos Monsenhores Guido Marini e Ján Dubina. O livreto da celebração pode ser visto aqui (pp. 91-121).

Para ler a homilia do Papa, clique aqui.

Procissão de entrada


Ósculo do altar
Incensação

Homilia do Papa: Missa em Iquique

Viagem Apostólica do Papa Francisco ao Chile e Peru
Missa da Virgem do Carmo e Oração pelo Chile
Homilia do Santo Padre
Iquique - Campus Lobito
Quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

«Em Caná da Galileia, Jesus realizou o primeiro dos seus sinais miraculosos» (Jo 2,11).
Assim, termina o Evangelho que ouvimos e que nos mostra a primeira aparição pública de Jesus: nada mais, nada menos que numa festa. Não poderia ser doutra forma, pois o Evangelho é um convite constante à alegria. Logo no início, o anjo diz a Maria: «Alegra-te» (Lc 1,28). Anuncio-vos uma grande alegria: foi dito aos pastores (cf. Lc 2,10). O menino saltou de alegria no seio de Isabel, mulher idosa e estéril (cf. Lc 1,41). Alegra-te – fez Jesus sentir ao ladrão –, porque hoje estarás comigo no paraíso (cf. Lc 23,43).
A mensagem do Evangelho é fonte de alegria: «Manifestei-vos estas coisas, para que esteja em vós a minha alegria, e a vossa alegria seja completa» (Jo 15,11). Uma alegria que se propaga de geração em geração, e da qual somos herdeiros. Porque somos cristãos.
Disto, bem vos entendeis vós, queridos irmãos do norte chileno. Sabeis viver a fé e a vida em clima de festa! Venho, como peregrino, celebrar convosco esta maneira linda de viver a fé. As vossas festas patronais, as vossas danças religiosas (que chegam a durar uma semana), a vossa música, os vossos vestidos fazem desta região um santuário de piedade e de espiritualidade popular. De facto, não é uma festa que fica fechada dentro do templo, mas conseguis vestir de festa toda a aldeia. Sabeis celebrar cantando e dançando «a paternidade, a providência, a presença amorosa e constante de Deus; e deste modo gerais atitudes interiores que raramente se observam no mesmo grau em quem não possui esta religiosidade: paciência, sentido da cruz na vida quotidiana, desapego, aceitação dos outros, dedicação, devoção [1]. Ganham vida as palavras do profeta Isaías: «Então o deserto se converterá em pomar, e o pomar será como uma floresta» (32,15). Esta terra, abraçada pelo deserto mais seco do mundo, sabe vestir-se de festa.
Neste clima de festa, o Evangelho apresenta-nos a ação de Maria, para que a alegria prevaleça. Está atenta a tudo o que acontece ao redor d’Ela e, como boa mãe, não fica parada e assim consegue dar-se conta de que na festa, na alegria geral, acontecera algo: algo que estava para arruinar a festa. E, aproximando-Se do seu Filho, as únicas palavras que Lhe ouvimos dizer são: «Não têm vinho» (Jo 2,3).
E de igual modo vai Maria pelas nossas aldeias, ruas, praças, casas, hospitais. Maria é a Virgem da Tirana, a Virgem Ayquina em Calama, a Virgem das Penhas em Arica, que passa por todos os nossos problemas familiares, aqueles que parecem sufocar-nos o coração, para Se aproximar de Jesus e dizer-Lhe ao ouvido: «Olha! Não têm vinho».
E não Se fica calada, mas logo Se aproxima dos que serviam na festa e disse-lhes: «Fazei o que Ele vos disser» (Jo 2,5). Maria, mulher de poucas palavras mas muito concreta, também Se aproxima de cada um de nós para nos dizer apenas isto: «Fazei o que Ele vos disser». E assim se abre o caminho ao primeiro milagre de Jesus: fazer sentir aos seus amigos que eles também participam do milagre. Porque Cristo «veio a este mundo, não para fazer a sua obra sozinho mas conosco; o milagre fá-lo conosco, com todos nós, por ser a cabeça dum grande corpo cujas células vivas somos nós, células livres e ativas» [2]. É assim que Jesus faz o milagre: conosco.
O milagre começa quando os serventes aproximam as vasilhas de pedra com água que se destinavam à purificação. Do mesmo modo também cada um de nós pode começar o milagre; mais ainda, cada um de nós é convidado a participar do milagre para os outros.
Irmãos, Iquique é uma «terra de sonhos» (tal é o significado do nome, em língua aymara); uma terra que soube albergar pessoas de diferentes povos e culturas, pessoas que tiveram de deixar os seus queridos e partir. Uma marcha sempre baseada na esperança de obter uma vida melhor, mas sabemos que sempre se faz acompanhar por bagagens carregadas de medo e incerteza pelo que virá. Iquique é uma região de imigrantes que nos lembra a grandeza de homens e mulheres; de famílias inteiras que, perante a adversidade, não se dão por vencidas mas mexem-se à procura de vida. Eles – sobretudo quantos têm que deixar a sua terra, porque não encontram o mínimo necessário para viver – são ícones da Sagrada Família, que teve de atravessar desertos para poder continuar a viver.
Esta é terra de sonhos, mas procuremos que continue a ser também terra de hospitalidade. Hospitalidade festiva, porque sabemos bem que não há alegria cristã, quando se fecham as portas; não há alegria cristã, quando se faz sentir aos outros que estão a mais ou que não têm lugar no nosso meio (cf. Lc 16,19-31).
Como Maria em Caná, procuremos aprender a estar atentos nas nossas praças e aldeias e reconhecer aqueles que têm a vida «arruinada»; que perderam – ou lhes roubaram – as razões para fazer festa. E não tenhamos medo de levantar as nossas vozes para dizer: «Não têm vinho». O grito do povo de Deus, o grito do pobre, que tem forma de oração e alarga o coração, e nos ensina a estar atentos. Estejamos atentos a todas as situações de injustiça e às novas formas de exploração que fazem tantos irmãos perder a alegria da festa. Estejamos atentos à situação de precariedade do trabalho que destrói vidas e famílias. Estejamos atentos a quem se aproveita da irregularidade de muitos migrantes porque não conhecem a língua ou não têm os documentos em «regra». Estejamos atentos à falta de teto, terra e trabalho de tantas famílias. E, como Maria, digamos: Não têm vinho.
Como os serventes da festa, tragamos o que temos, por pouco que pareça. Como eles, não tenhamos medo de «dar uma mão», e que a nossa solidariedade e o nosso compromisso em prol da justiça sejam parte da dança ou do cântico que hoje podemos entoar a nosso Senhor. Aproveitemos também para aprender e deixar-nos impregnar pelos valores, a sabedoria e a fé que os migrantes trazem consigo; sem nos fecharmos a essas «vasilhas» cheias de sabedoria e história que trazem quantos continuam a chegar a estas terras. Não nos privemos de todo o bem que eles têm para oferecer.
E depois, deixemos que Jesus possa completar o milagre, transformando as nossas comunidades e os nossos corações em sinal vivo da sua presença, que é jubilosa e festiva porque experimentamos que Deus está conosco, porque aprendemos a hospedá-Lo no meio de nós, no nosso coração. Júbilo e festa contagiosa que nos leva a não excluir ninguém do anúncio desta Boa Nova. Tudo aquilo que é da nossa cultura originária, devemos compartilhá-lo, juntamente com a nossa tradição, com a nossa sabedoria ancestral, para que a pessoa recém-chegada encontre sabedoria. Esta é a festa. Esta é água transformada em vinho. Este é o milagre que Jesus faz.
Que Maria, sob os diferentes títulos com que é invocada nestas abençoadas terras do norte, continue a sussurrar aos ouvidos de seu Filho Jesus: «Não têm vinho»; e, em nós, continuem a fazer-se carne as suas palavras: «Fazei o que Ele vos disser».

[1] Cf. Paulo VI, Exort. Ap. Evangelii nuntiandi, 48.
[2] Santo Alberto Hurtado, Meditação da Semana Santa para jovens (1946).


Fonte: Santa Sé

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Fotos da Missa do Papa em Temuco

No último dia 17 de janeiro o Papa Francisco celebrou a Santa Missa pelo progresso dos povos no Aeródromo de Maquehue na cidade de Temuco, por ocasião de sua Viagem Apostólica ao Chile.

O Santo Padre foi assistido pelos Monsenhores Guido Marini e Vincenzo Peroni. O livreto da celebração pode ser visto aqui (pp. 53-82).

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Procissão de entrada

 
Ósculo do altar