terça-feira, 20 de maio de 2014

Fotos das Ordenações Presbiterais presididas pelo Papa

No último dia 11 de maio o Santo Padre o Papa Francisco celebrou na Basílica Vaticana a Santa Missa do IV Domingo da Páscoa, durante a qual conferiu a Ordenação Presbiteral a 13 diáconos da Diocese de Roma, por ocasião do Dia Mundial de Oração pelas Vocações.

O Santo Padre foi assistido pelos Monsenhores Guido Marini e Vincenzo Peroni. O livreto da celebração pode ser visto aqui.

Procissão de entrada
Incensação

Ritos iniciais
Liturgia da Palavra

Homilia do Papa nas Ordenações Presbiterais

ORDENAÇÕES PRESBITERAIS
DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
Basílica Vaticana
IV Domingo de Páscoa, 11 de Maio de 2014

Queridos irmãos!
Estes nossos filhos e irmãos foram chamados à ordem do presbiterado. Como vós bem sabeis, o Senhor Jesus é o único sumo sacerdote do Novo Testamento; mas n’Ele também todo o povo santo de Deus foi constituído povo sacerdotal. Contudo, entre todos os seus discípulos, o Senhor Jesus quer escolher alguns em particular, para que exercendo publicamente na Igreja em seu nome o ofício sacerdotal a favor de todos os homens, continuem a sua pessoal missão de mestre, sacerdote e pastor.
Depois de uma reflexão madura, agora estamos prestes a elevar à ordem dos presbíteros estes nossos irmãos, a fim de que ao serviço de Cristo mestre, sacerdote e pastor cooperem para edificar o Corpo de Cristo, que é a Igreja, no povo de Deus e templo santo do Espírito.
Com efeito, eles serão configurados a Cristo sumo e eterno sacerdote, ou seja, serão consagrados como verdadeiros sacerdotes do Novo Testamento, e com este título, que os une no sacerdócio ao seu bispo, serão pregadores do Evangelho, pastores do povo de Deus, e presidirão as acções de culto, especialmente na celebração do sacrifício do Senhor.
Quanto a vós, irmãos e filhos diletíssimos, que estais para ser promovidos à ordem do presbiterado, considerai que exercitando o ministério da sagrada doutrina sereis participantes da missão de Cristo, único mestre. Proclamai a todos aquela Palavra, que vós mesmos recebeis com alegria, das vossas mães, das vossas catequistas. Lede e meditai assiduamente a palavra do Senhor para acreditar naquilo que lestes, ensinai o que aprendestes na fé, vivei o que ensinastes. Portanto, a vossa doutrina, que não é propriedade vossa, seja nutrimento para o povo de Deus: vós não sois proprietários da doutrina! É a doutrina do Senhor, e vós deveis ser fiéis à doutrina do Senhor! Por conseguinte, a vossa doutrina seja o alimento para o povo de Deus, o perfume da vossa vida seja alegria e apoio aos fiéis de Cristo, para que com a palavra e o exemplo edifiqueis a casa de Deus, que é a Igreja.
E assim vós continuareis a obra santificadora de Cristo. Mediante o vosso ministério o Sacrifício espiritual dos fiéis torna-se perfeito, porque unido ao sacrifício de Cristo, que pelas vossas mãos em nome de toda a Igreja é oferecido de modo incruento sobre o altar na celebração dos santos mistérios.
Portanto, reconhecei o que fazeis, imitai o que celebrais, para que, participando no mistério da morte e ressurreição do Senhor, carregueis a morte de Cristo nos vossos membros e caminheis com ele na novidade de vida.
Com o baptismo agregareis novos fiéis ao povo de Deus; com o sacramento da Penitência perdoareis os pecados em nome de Cristo e da Igreja. E aqui quero deter-me e pedir-vos, por amor a Jesus Cristo: nunca vos canseis de ser misericordiosos! Por favor! Tende esta capacidade de perdão que o Senhor teve, o qual não veio para condenar, mas para perdoar! Tende misericórdia, tanta! E se tiverdes o escrúpulo de ser demasiado «perdoadores», pensai naquele santo sacerdote do qual vos falei, que ia diante do tabernáculo e dizia: «Perdoa-me, Senhor, se perdoei demasiado. Mas foste tu que me deste o mau exemplo!». E eu digo-vos, verdadeiramente: sofro tanto quando encontro pessoas que já não se vão confessar, porque foram maltratadas, repreendidas. Sentiram que lhes eram fechadas na cara as portas da igreja! Por favor, não façais isso: misericórdia, misericórdia! O bom pastor entra pela porta e a porta da misericórdia são as chagas do Senhor: se não entrardes no vosso ministério pelas chagas do Senhor, não sereis bons pastores.
Com o Óleo santo dareis alívio aos enfermos; celebrando os ritos sagrados e elevando nas várias horas do dia as orações de louvor e de súplica, vós sereis a voz do povo de Deus e da humanidade inteira.
Cientes de que fostes sido escolhidos entres os homens e constituídos em seu favor para estar ao serviço das coisas de Deus, exercitai com júbilo e caridade sincera a obra sacerdotal de Cristo, concentrados unicamente em agradar a Deus e não a vós mesmos.
E pensai naquilo que dizia santo Agostinho sobre os pastores que procuravam agradar a si mesmos, que usavam as ovelhas do Senhor como refeição e para se vestirem, para vestir a majestade de um ministério que não se sabia se era de Deus. Enfim, participando na missão de Cristo, chefe e pastor, em comunhão filial com o vosso bispo, comprometei-vos por unir os fiéis numa única família, para os conduzir a Deus por meio de Cristo no Espírito Santo. Tende sempre diante dos olhos o exemplo do Bom Pastor, que não veio para ser servido, mas para servir, e procurar salvar o que estava perdido.


Fonte: Santa Sé

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Catequese do Papa: O dom do Conselho

Papa Francisco
Audiência Geral
Praça São Pedro
Quarta-feira, 7 de maio de 2014
O dom do Conselho

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Ouvimos na leitura o trecho do livro dos Salmos que diz: «Bendito o Senhor que me aconselha; durante a noite a minha consciência me adverte» (Sl 16,7). Este é outro dom do Espírito Santo: o dom do conselho. Sabemos como é importante nos momentos mais delicados, poder contar com sugestões de pessoas sábias e que nos amam. Através do conselho é o próprio Deus, com o seu Espírito, que ilumina o nosso coração, fazendo com que compreendamos o modo justo de falar e de nos comportarmos, e o caminho que devemos seguir. Mas como age este dom em nós?
No momento em que o recebemos e o hospedamos no nosso coração, o Espírito Santo começa imediatamente a tornar-nos sensíveis à sua voz e a orientar os nossos pensamentos, sentimentos e intenções segundo o coração de Deus. Ao mesmo tempo, leva-nos cada vez mais a dirigir o olhar interior para Jesus, como modelo do nosso modo de agir e de nos relacionar com Deus Pai e com os irmãos. Portanto, o conselho é o dom com o qual o Espírito Santo torna a nossa consciência capaz de fazer uma escolha concreta em comunhão com Deus, segundo a lógica de Jesus e do seu Evangelho. Desta maneira, o Espírito faz-nos crescer interior e positivamente, faz-nos crescer na comunidade e ajuda-nos a não cair na armadilha do egoísmo e do próprio modo de ver as coisas. O Espírito ajuda-nos a crescer e a viver em comunidade. A condição essencial para conservar este dom é a oração. Voltamos sempre ao mesmo tema: a oração! Mas o tipo de oração não é tão importante. Podemos rezar com as preces que todos sabemos desde crianças, mas também com as nossas palavras. Pedir ao Senhor: «Senhor, ajudai-me, aconselhai-me, o que devo fazer agora?». E com a oração damos espaço para que o Espírito venha e nos ajude naquele momento, nos aconselhe sobre o que devemos fazer. A oração! Nunca esquecer a oração. Nunca! Ninguém nota quando rezamos no autocarro, pelas ruas: rezamos em silêncio com o coração. Aproveitemos estes momentos para rezar a fim de que o Espírito nos conceda o dom do conselho.
Na intimidade com Deus e na escuta da sua Palavra, começamos gradualmente a abandonar a nossa lógica pessoal, ditada muitas vezes pelos nossos fechamentos, preconceitos e ambições, e aprendemos a perguntar ao Senhor: qual é o teu desejo? Qual é a tua vontade? O que te agrada? Deste modo, amadurece em nós uma sintonia profunda, quase conatural no Espírito e podemos experimentar como são verdadeiras as palavras de Jesus apresentadas no Evangelho de Mateus: «Não vos preocupeis com o que haveis de falar nem com o que haveis de dizer; ser-vos-á inspirado o que tiverdes de dizer. Não sereis vós a falar, é o Espírito do vosso Pai que falará por vós» (10,19-20). É o Espírito que vos aconselha, mas devemos dar espaço ao Espírito, para que possa aconselhar. E dar espaço é rezar para que Ele venha e nos ajude sempre.
Como todos os outros dons do Espírito também o conselho constitui um tesouro para toda a comunidade cristã. O Senhor não nos fala só na intimidade do coração, fala-nos sim mas não só ali, fala-nos também através da voz e do testemunho dos irmãos. É deveras um dom importante poder encontrar homens e mulheres de fé que, sobretudo nos momentos mais complicados e importantes da nossa vida, nos ajudam a iluminar o nosso coração e a reconhecer a vontade do Senhor!
Recordo-me que uma vez no santuário de Luján, estava no confessionário, diante do qual havia uma fila longa. Tinha também um jovem muito moderno, com brincos, tatuagens, todas estas coisas... Veio para me dizer o que lhe acontecia. Era um problema grave, difícil. E disse-me: "Contei tudo à minha mãe e ela disse-me: Conta isto a Nossa Senhora e Ela dir-te-á o que deves fazer". Eis uma mulher que tinha o dom do conselho. Não sabia como resolver o problema do filho, mas indicou a estrada justa: vai ter com Nossa Senhora e Ela dirá. Este é o dom do conselho. Aquela mulher humilde, simples, deu ao filho o conselho mais verdadeiro. De fato, o jovem disse-me: "Olhei para Nossa Senhora e sinto que devo fazer isto, isto e isto..." Nem precisei de falar, já tinham falado tudo a sua mãe e o próprio jovem. Este é o dom do conselho. Vós mães tendes este dom, pedi-o para os vossos filhos, o dom de aconselhar os filhos é um dom de Deus.
Queridos amigos, o Salmo 16, que acabamos de ouvir, convida-nos a rezar com estas palavras: «Bendito o Senhor que me aconselha; durante a noite a minha consciência me adverte. Tenho sempre o Senhor diante dos meus olhos, está à minha direita e jamais vacilarei» (vv. 7-8). Que o Espírito possa infundir sempre no nosso coração esta certeza e encher-nos da sua consolação e paz! Pedi sempre o dom do conselho.


Fonte: Santa Sé

Homilia do Papa no III Domingo da Páscoa

IGREJA DE SANTO ESTANISLAU DE ROMA
HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
III Domingo de Páscoa, 4 de Abril de 2014

No trecho dos Actos dos Apóstolos ouvimos a voz de Pedro, que anuncia com vigor a ressurreição de Jesus. Pedro é a testemunha da esperança que está em Cristo. E na segunda Leitura é ainda Pedro que confirma os fiéis na fé em Cristo, escrevendo: «Vós, por meio dele acreditais em Deus, que o ressuscitou dos mortos..., para que a vossa fé e a vossa esperança sejam dirigidas para Deus» (1, 21).
Pedro é o ponto de referência firme da comunidade porque está fundado na Rocha que é Cristo.
Foi assim João Paulo II, verdadeira pedra ancorada na grande Rocha.
Uma semana depois da canonização de João XXIII e de João Paulo II, reunimo-nos nesta igreja dos polacos em Roma, para agradecer ao Senhor o dom do santo Bispo de Roma, filho da vossa Nação. Nesta igreja onde Ele veio mais de 80 vezes! Nas diversas fases da sua vida e da vida da Polónia, ele veio sempre aqui.
Nos momentos de tristeza e de abatimento, quando tudo parecia estar perdido, ele não perdia a esperança, porque a sua fé e a sua esperança estavam fixas em Deus (cf. 1 Pd 1, 21). E assim era pedra, rocha para esta comunidade, que aqui reza, aqui ouve a Palavra, prepara os Sacramentos e os administra, acolhe quem precisa, canta e festeja, e daqui volta a partir para as periferias de Roma...
Vós, irmãos e irmãs, fazeis parte de um povo que foi muito provado na sua história. O povo polaco sabe bem que para entrar na glória é preciso passar através da paixão e da cruz (cf Lc 24, 26). E sabe isto não porque o estudou, mas porque o viveu. São João Paulo II, como digno filho da sua pátria terrena, seguiu este caminho. Seguiu-o de modo exemplar, recebendo de Deus um despojamento total. Por isto «a sua carne repousa na esperança» (cf. Act 2, 26; Sl 16, 9).
E nós? Estamos dispostos a seguir este caminho?
Vós, queridos irmãos, que formais hoje a comunidade cristã dos polacos em Roma, quereis seguir este caminho?
São Pedro, também com a voz de são João Paulo II, diz-vos: «Comportai-vos com temor de Deus no tempo em que viveis aqui na terra como estrangeiros» (1 Pd 1, 17). É verdade, somos viandantes, mas não errantes! A caminho, mas sabemos para onde vamos! Os errantes não sabem. Somos peregrinos, mas não vadios - como dizia são João Paulo II.
Os dois discípulos de Emaús à ida eram errantes, não sabiam para onde iam, mas na volta não! Na volta eram testemunhas da esperança que é Cristo! Porque tinham-no encontrado, a Ele, viandante Ressuscitado. Este é Jesus, é o Viandante Ressuscitado que caminha connosco. Jesus hoje está aqui, está aqui entre nós. Está aqui na sua Palavra, está aqui no altar, caminha connosco, é o Viandante Ressuscitado.
Também nós podemos tornar-nos «viandantes ressuscitados», se a sua Palavra inflamar o nosso coração, e a sua Eucaristia nos abrir os olhos para a fé e nos alimentar de esperança e de caridade. Também nós podemos caminhar ao lado dos irmãos e das irmãs que estão tristes e desesperados, e inflamar o seu coração com o Evangelho, e repartir com eles o pão da fraternidade.

São João Paulo II nos ajude a ser «viandantes ressuscitados». Amém.


Fonte: Santa Sé 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Memória de São José Operário em Curitiba

No último dia 01 de maio, Dom Pedro Antonio Marchetti Fedalto, Arcebispo Emérito de Curitiba, celebrou a Santa Missa da Memória de São José Operário no Seminário Maior Teológico Rainha dos Apóstolos, Arquidiocese de Curitiba, por ocasião do encontro anual das famílias dos seminaristas.

Seguem algumas fotos:

Procissão de entrada

Ósculo do altar
Incensação do altar

Catequese do Papa: O dom do Entendimento

Papa Francisco
Audiência Geral
Praça São Pedro
Quarta-feira, 30 de abril de 2014

O dom do Entendimento

Estimados irmãos e irmãs, bom dia!
Depois de ter meditado sobre a sabedoria, como primeiro dos sete dons do Espírito Santo, gostaria hoje de chamar a atenção para o segundo dom, ou seja, o entendimento. Aqui, não se trata da inteligência humana, da capacidade intelectual de que podemos ser mais ou menos dotados. Ao contrário, é uma graça que só o Espírito Santo pode infundir e que suscita no cristão a capacidade de ir além do aspecto externo da realidade e perscrutar as profundidades do pensamento de Deus e do seu desígnio de salvação.
Dirigindo-se à comunidade de Corinto, o Apóstolo Paulo descreve bem os efeitos deste dom - ou seja, como age em nós o dom do entendimento - e Paulo diz o seguinte: «Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou, tais são os bens que Deus preparou para aqueles que o amam. Todavia, Deus no-los revelou pelo seu Espírito» (1Cor 2,9-10). Obviamente, isto não significa que o cristão pode compreender tudo e ter um conhecimento completo dos desígnios de Deus: tudo isto permanece à espera de se manifestar em toda a sua limpidez, quando nos encontrarmos na presença de Deus e formos verdadeiramente um só com Ele. No entanto, como sugere a própria palavra, a inteligência permite «intus legere», ou seja, «ler dentro»: esta dádiva faz-nos compreender a realidade como o próprio Deus a entende, isto é, com a inteligência de Deus. Porque podemos compreender uma situação com a inteligência humana, com prudência, e isto é um bem. Contudo, compreender uma situação em profundidade, como Deus a entende, é o efeito deste dom. E Jesus quis enviar-nos o Espírito Santo para que também nós tenhamos este dom, para que todos nós consigamos entender a realidade como Deus a compreende, com a inteligência de Deus. Trata-se de um bonito presente que o Senhor concedeu a todos nós. É o dom com que o Espírito Santo nos introduz na intimidade com Deus, tornando-nos partícipes do desígnio de amor que Ele tem em relação a nós.
Então, é claro que o dom do entendimento está intimamente ligado à fé. Quando o Espírito Santo habita o nosso coração e ilumina a nossa mente, faz-nos crescer dia após dia na compreensão daquilo que o Senhor disse e levou a cabo. O próprio Jesus disse aos seus discípulos: enviar-vos-ei o Espírito Santo e Ele far-vos-á entender tudo o que vos ensinei. Compreender os ensinamentos de Jesus, entender a sua Palavra, compreender o Evangelho, entender a Palavra de Deus. Podemos ler o Evangelho e entender algo, mas se lermos o Evangelho com este dom do Espírito Santo conseguiremos compreender a profundidade das palavras de Deus. Este é um grande dom, uma dádiva enorme que todos nós devemos pedir, e pedir juntos: concedei-nos, ó Senhor, o dom do entendimento!
Há um episódio do Evangelho de Lucas que explica muito bem a profundidade e a força deste dom. Depois de ter assistido à morte na Cruz e à sepultura de Jesus, dois dos seus discípulos, desiludidos e amargurados, deixam Jerusalém e voltam para o seu povoado chamado Emaús. Enquanto caminham, Jesus ressuscitado aproxima-se deles e começa a falar-lhes mas os seus olhos, velados pela tristeza e até pelo desespero, não são capazes de o reconhecer. Jesus caminha ao seu lado, mas eles sentem-se tão tristes, tão desesperados, que não o reconhecem. Contudo, quando o Senhor lhes explica as Escrituras para que compreendam que Ele devia ter sofrido e morrido para depois ressuscitar, as suas mentes abriram-se e nos seus corações voltou a acender-se a esperança (cf. Lc 24,13-27). E é isto que nos faz o Espírito Santo: abre-nos a mente, abre-nos para nos fazer entender melhor, para nos levar a compreender melhor as disposições de Deus, as realidades humanas, as situações, tudo. O dom do entendimento é importante para a nossa vida cristã. Peçamos ao Senhor que nos conceda a todos este dom, a fim de nos fazer compreender, como Ele mesmo entende, as situações que acontecem e para que compreendamos, sobretudo, a Palavra de Deus no Evangelho. Obrigado!


Fonte: Santa Sé

Papa cria nova Eparquia Ucraniana no Brasil

Na manhã de hoje, 12 de maio de 2014, Sua Santidade o Papa Francisco criou a Eparquia da Imaculada Conceição dos Ucranianos em Prudentópolis (PR), desmembrada da Eparquia de São João Batista em Curitiba.

Como primeiro Eparca, o Papa nomeou Dom Meron Mazur, O.S.B.M., até então Bispo Auxiliar da Eparquia de Curitiba.

Dom Meron Mazur, Eparca de Prudentópolis
Igualmente o Papa elevou a Eparquia de São João Batista em Curitiba ao status de Arqui-Eparquia Metropolitana (ou simplesmente Metropolia), nomeando o atual Eparca, Dom Volodemer Koubetch, O.S.B.M., como primeiro Arcebispo Metropolita.

Dom Volodemer Koubetch, Metropolita de Curitiba

Fonte: Santa Sé