sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Oração do Papa Francisco a Maria Imaculada

ATO DE VENERAÇÃO À IMACULADA CONCEIÇÃO NA PRAÇA DE ESPANHA
ORAÇÃO À IMACULADA
Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria
 Domingo, 8 de Dezembro de 2013

Virgem Santa e Imaculada,
que sois a honra do nosso povo
e a guardiã solícita da nossa cidade,
a Vós nos dirigimos com amorosa confidência.
Toda sois Formosa, ó Maria!
Em Vós não há pecado.
Suscitai em todos nós um renovado desejo de santidade:
na nossa palavra, refulja o esplendor da verdade,
nas nossas obras, ressoe o cântico da caridade,
no nosso corpo e no nosso coração, habitem pureza e castidade,
na nossa vida, se torne presente toda a beleza do Evangelho.
Toda sois Formosa, ó Maria!
em Vós Se fez carne a Palavra de Deus.
Ajudai-nos a permanecer numa escuta atenta da voz do Senhor:
o grito dos pobres nunca nos deixe indiferentes,
o sofrimento dos doentes e de quem passa necessidade não nos encontre distraídos,
a solidão dos idosos e a fragilidade das crianças nos comovam,
cada vida humana sempre seja, por todos nós, amada e venerada.
Toda sois Formosa, ó Maria!
Em Vós, está a alegria plena da vida beatífica com Deus.
Fazei que não percamos o significado do nosso caminho terreno:
a luz terna da fé ilumine os nossos dias,
a força consoladora da esperança oriente os nossos passos,
o calor contagiante do amor anime o nosso coração,
os olhos de todos nós se mantenham bem fixos em Deus, onde está a verdadeira alegria.
Toda sois Formosa, ó Maria!
Ouvi a nossa oração, atendei a nossa súplica:
esteja em nós a beleza do amor misericordioso de Deus em Jesus,
seja esta beleza divina a salvar-nos a nós, à nossa cidade, ao mundo inteiro.
Amen.


Fonte: Santa Sé

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Fotos da Solenidade da Imaculada Conceição em Butiatuvinha (Domingo)

No último dia 08 de Dezembro, o Revmo. Padre Elmo Heck celebrou a Santa Missa na Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Maria na Paróquia N. Sra. da Conceição em Butiatuvinha (Curitiba).


Destacamos o uso do arranjo beneditino e do véu de cálice.


Procissão de entrada



Incensação do altar

Fotos da Solenidade da Imaculada Conceição em Butiatuvinha (Sábado)

No último dia 07 de Dezembro, o Revmo. Padre Elmo Heck celebrou a Santa Missa na Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Maria na Paróquia N. Sra. da Conceição em Butiatuvinha (Curitiba).

Durante a Missa, foi solenemente coroada a imagem de N. Sra. da Conceição, padroeira da paróquia.

Destacamos o uso do arranjo beneditino e do véu de cálice.

Procissão de entrada


Reverência ao altar
Incensação da cruz

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Catequese do Papa: Creio na ressurreição da carne II

PAPA FRANCISCO
AUDIÊNCIA GERAL
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 4 de Dezembro de 2013

Caros irmãos e irmãs, bom dia!
Hoje volto a falar ainda sobre a afirmação «Creio na ressurreição da carne». Trata-se de uma verdade que não é simples nem óbvia porque, vivendo imersos neste mundo, não é fácil compreender as realidades vindouras. Mas o Evangelho ilumina-nos: a nossa ressurreição está intimamente ligada à ressurreição de Jesus; Ele ressuscitou, e esta é a prova de que a ressurreição dos mortos existe. Então, gostaria de apresentar alguns aspectos que se referem à relação entre a ressurreição de Cristo e a nossa. Ele ressuscitou, e dado que Ele ressuscitou, também nós ressuscitaremos.
Antes de tudo, a própria Sagrada Escritura contém um caminho rumo à plena fé na ressurreição dos mortos. Ela manifesta-se como fé em Deus, Criador do homem todo - alma e corpo - e como fé em Deus Libertador, o Deus fiel à aliança com o seu povo. Numa visão, o profeta Ezequiel contempla os sepulcros dos deportados que são reabertos e os ossos áridos que voltam a viver graças ao sopro de um espírito vivificador. Esta visão manifesta a esperança na futura «ressurreição de Israel», ou seja, no renascimento do povo derrotado e humilhado (cf. Ez 37, 1-14).
No Novo Testamento, Jesus completa esta revelação e vincula a fé na ressurreição à sua própria Pessoa e diz: «Eu sou a ressurreição e a vida» (Jo 11, 25). Com efeito, será o Senhor Jesus que ressuscitará no último dia aqueles que tiverem acreditado nele. Jesus veio entre nós e fez-se homem, como nós em tudo, excepto no pecado; deste modo, levou-nos consigo no seu caminho de volta para o Pai. Ele, o Verbo encarnado, morto por nós e ressuscitado, concede aos seus discípulos o Espírito Santo como penhor da plena comunhão no seu Reino glorioso, que esperamos vigilantes. Esta expectativa é a fonte e a razão da nossa esperança: uma esperança que, se for cultivada e conservada - a nossa esperança, se nós a cultivarmos e conservarmos - tornar-se-á luz para iluminar a nossa história pessoal e também a história comunitária. Recordemo-lo sempre: somos discípulos daquele que veio, que vem cada dia e que há-de vir no fim. Se conseguíssemos estar mais conscientes desta realidade, ficaríamos menos cansados na vida diária, menos prisioneiros do efémero e mais dispostos a caminhar com o coração misericordioso pela senda da salvação.
Outro aspecto: o que significa ressuscitar? A ressurreição de todos nós acontecerá no último dia, no fim do mundo, por obra da omnipotência de Deus, que restituirá a vida ao nosso corpo, reunindo-o à alma, em virtude da ressurreição de Jesus. Esta é a explicação fundamental: dado que Jesus ressuscitou, também nós ressuscitaremos; temos a esperança na ressurreição, porque Ele nos abriu a porta para esta ressurreição. E esta transformação, esta transfiguração do nosso corpo é preparada nesta vida pela relação com Jesus, nos Sacramentos, especialmente na Eucaristia. Nós, que nesta vida somos alimentados pelo Corpo e Sangue, ressuscitaremos como Ele, com Ele e por meio dele. Assim como Jesus ressuscitou com o seu próprio Corpo, mas não voltou a uma vida terrena, também nós ressuscitaremos com os nossos corpos, que serão transfigurados em corpos gloriosos. Não se trata de uma mentira! Isto é verdade. Acreditamos que Jesus ressuscitou, que Jesus está vivo neste momento. Mas vós credes que Jesus está vivo? E se Jesus está vivo, pensais que nos deixará morrer e não nos ressuscitará? Não! Ele espera por nós, e dado que ressuscitou, a força da sua ressurreição ressuscitará todos nós.
Um último elemento: já nesta vida temos em nós uma participação na ressurreição de Cristo. Se é verdade que Jesus nos ressuscitará no fim dos tempos, também é verdade que, sob um certo aspecto, com Ele já ressuscitamos. A vida eterna começa já neste momento, durante a vida inteira, orientada para aquele instante da ressurreição derradeira. Com efeito, já ressuscitamos mediante o Baptismo, estamos inseridos na morte e ressurreição de Cristo e participamos na vida nova, que é a sua vida. Portanto, à espera do último dia, temos em nós mesmos uma semente de ressurreição como antecipação da ressurreição completa que receberemos em herança. Por isso, também o corpo de cada um de nós é ressonância de eternidade, e por conseguinte deve ser sempre respeitado; e sobretudo, é necessário respeitar e amar a vida de quantos sofrem, para que sintam a proximidade do Reino de Deus, daquela condição de vida eterna para a qual nós caminhamos. Este pensamento infunde-nos esperança: estamos a caminho rumo à ressurreição. Ver Jesus, encontrar Jesus: nisto consiste a nossa alegria! Estaremos todos juntos - não aqui na praça, mas num outro lugar - jubilosos com Jesus. Este é o nosso destino!


Fonte: Santa Sé

Divina Liturgia nos 90 anos de Dom Sofron Mudry

No último dia 01 de Dezembro, Sua Beatitude Dom Sviatoslav Shevchuk, Arcebispo Maior da Igreja Greco-Católica Ucraniana, celebrou na Catedral da diocese de Ivano-Frankivsk a Divina Liturgia por ocasião do 90º aniversário do Bispo Emérito, Dom Sofron Mudry, OSBM.

Seguem algumas fotos:

Acolhida de Dom Sviatoslav

Oração diante das portas santas
Litania da Paz

Fotos da Missa do Papa no I Domingo do Advento

No último dia 01 de dezembro, Sua Santidade o Papa Francisco celebrou a Santa Missa do I Domingo do Advento por ocasião de sua visita à Paróquia São Cirilo de Alexandria, em Roma.

Durante a Missa, o Papa, assistido por Monsenhor Guido Marini,  administrou o Sacramento da Confirmação a 09 jovens da paróquia.

Seguem algumas fotos:

Incensação do altar

Oração do dia
Imposição do incenso
Evangelho

Homilia do Papa no I Domingo do Advento

VISITA PASTORAL À PARÓQUIA ROMANA DE SÃO CIRILO ALEXANDRINO
HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
I Domingo de Advento, 1° de Dezembro de 2013

Na primeira Leitura ouvimos que o profeta Isaías nos fala de um caminho, dizendo que no fim dos dias, no final do caminho, o monte do Templo do Senhor permanecerá firme no cimo dos montes. E isto, para nos dizer que a nossa vida é um caminho: devemos caminhar por esta senda, para chegar ao monte do Senhor, ao encontro com Jesus. A coisa mais importante que pode acontecer a uma pessoa é encontrar Jesus: este encontro com Jesus que nos ama, que nos salvou, que deu a sua vida por nós. Encontrar Jesus! E nós caminhamos para encontrar Jesus.
Nós podemos formular esta pergunta: mas quando encontro Jesus? Somente no fim? Não, não! Encontramo-lo todos os dias. Mas como? Na oração! Quanto tu rezas, encontras Jesus. Quanto recebes a Comunhão, encontras Jesus nos Sacramentos. Quando levas o teu filho para o baptizar, encontras Jesus, recebes Jesus. E hoje, vós que recebeis a Crisma, também vós ides ao encontro de Jesus; em seguida, encontrá-lo-eis na Comunhão. «E então, Padre, depois da Crisma, adeus!», porque dizem que a Crisma se chama «o sacramento do adeus». Isto é verdade, ou não? Após a Crisma, nunca mais se vai à igreja: é verdade, ou não? ... Assim, precisamente assim! Mas também depois da Crisma, a vida inteira é um encontro com Jesus: na oração, quando vamos à Missa, e quando realizamos obras de bem, quando visitamos os doentes, quando ajudamos um pobre, quando pensamos no próximo, quando não somos egoístas, quando somos amáveis... em tudo isto encontramos sempre Jesus. E a vereda da vida é precisamente esta: caminhar ao encontro de Jesus.
E hoje, também para mim é uma alegria ter vindo aqui para me encontrar convosco, porque hoje todos juntos, na Missa, encontraremos Jesus e juntos percorremos um trecho do caminho.
Recordai sempre isto: a vida é um caminho. É um caminho! Um caminho para encontrar Jesus. No final e sempre. Uma senda onde não encontramos Jesus não é uma via cristã. É próprio do cristão encontrar Jesus, contemplá-lo, deixar-se fitar por Jesus, porque Ele olha para nós com amor, ama-nos deveras, gosta muito de nós e olha sempre para nós. Encontrar Jesus é também deixar-se olhar por Ele. «Mas Padre, tu sabes - um de vós poderia dizer-me - tu sabes que esta senda para mim é um caminho torpe, porque eu sou um grande pecador, cometi muitos pecados... como posso encontrar Jesus?». Mas tu sabes que as pessoas que Jesus mais procurava eram os maiores pecadores, e por este motivo repreendiam-no; e o povo, as pessoas que se julgavam justas, diziam: mas este não é um profeta verdadeiro, olha como está bem acompanhado! Andava com os pecadores... E Ele dizia: vim para aqueles que têm necessidade de saúde, que precisam de cura, e Jesus purifica-nos dos pecados. E no caminho, nós - todos pecadores, somos todos pecadores - até quando erramos, quando cometemos um pecado, Jesus vem e perdoa-nos. E este perdão, que recebemos na Confissão, é um encontro com Jesus. Encontremos sempre Jesus.
E procedamos na vida assim, como diz o profeta, rumo ao monte, até ao dia em que se realizar o encontro definitivo, quando pudermos fitar aquele olhar tão bonito, tão lindo, de Jesus! Nisto consiste a vida cristã: caminhar, ir em frente unidos, como irmãos, amando-nos uns aos outros. Encontrar Jesus. Vós, os nove, concordais? Vós desejais encontrar Jesus na vossa vida? Sim? Isto é importante na vida cristã. Hoje, com o selo do Espírito Santo, vós recebereis a força para percorrer este caminho, para ir ao encontro de Jesus. Sede corajosos, não tenhais medo! A vida é este caminho. E o presente mais bonito é encontrar Jesus. Em frente, ânimo!


Fonte: Santa Sé